PORTUGAL GLORIOSA PATRIA DOS LUSITANOS

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LUSITANOS LEVANTAI DE NOVO O ESPLENDOR DE PORTUGAL

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

CARTA ABERTA AOS PORTUGUESES

CARTA ABERTA AOS PORTUGUESES
 
 
 
5 de Outubro
UMA DECLARAÇÃO DISSIDENTE
e a mais sincera homenagem ao Rei Fundador
Vemos muitas bandeiras monárquicas, mas nenhum Rei que as faça levantar e as torne imparáveis. Alguém que assuma 'realmente' a Herança e continue a educar o Herdeiro no Colégio Militar, como me parece que é a tradição, ou não? Isso conta muito, para quem se ...preocupa com o modo de como se forjam os Reis de Portugal. Servir só tem uma Escola! E o Rei que há-de Servir é porque Serviu. 'Perguntem' ao Joaquim Mouzinho de Albuquerque - ele sabia disso.

Aqui e agora, por estes dias negros, alguém que queira ser Rei dos Portugueses, mesmo que não o mereçam, terá que vencer uma nova Batalha de Ourique - ou, pelo menos, querer travar uma, ainda que menos fácil... Essa foi a lição da História, esse o elo essencial da «corrente» que levou à Aclamação do Fundador. Mas hoje... Só temos «acalmação», a enganadora «acalmação», como a dos tempos de D. Manuel II, mentirosa, apenas aparente, como se viu. A Monarquia nunca se implantará apenas com sorrisos - desculpem o nosso pessimismo. E se assim fosse, eu desconfiaria... Provavelmente «davam-nos» apenas um «Rei de Copas» como aqueles dos «países europeus mais desenvolvidos», que aparecem no «Point de Vue/Images du monde», muito simpáticos, 
mas inócuos. Nas condições políticas actuais em Portugal seria como «decorar» um monte de estrume com uma ginja no topo...

Não, também não há «Monarquias Grátis», como nem os almoços o são. Parece que Deus fez do Trono de Portugal um teste terrível para seleccionar os «homens de barba rija» e as «mulheres de sangue na guelra», como Dona Luíza de Gusmão, e não vejo ainda alguém que nos queira «tranformar em Titãs e animar outra vez a Terra» como escreveu Ezra Pound num fantástico poema. Ainda ninguém «passou no teste», «sans rancune» para os estimados monárquicos, que estimo como bons portugueses, a maior parte, sem qualquer dúvida.

Muitos outros bons portugueses sentem que a legitimidade hoje tem de ser reconstruída - a Dinastia nunca foi um «processo» puramente linear - ainda por cima sem Rei no Trono. Refiro-me à legitimidade política numa visão «realista». Não são apenas os pobres Portugueses que têm de «querer» ter um Rei - o «povo», de que tantos falam, o Povo inteiro tem de ver - e ter razões para acreditar - que o Pretendente, antes dos outros, quer Terá de ser alguém que, primeiro, queira! Francamente, isto parece-me tão óbvio que quase lamento ter de o escrever.

Como eu gostaria de poder gritar «Viva o Rei!» se um verdadeiro Líder Nacional, na linha de acção dos grandes reis de Portugal, capaz de o ser, ou pelo menos de o querer ser, se manifestasse convictamente, com consistência pessoal e política, mesmo antes de ser coroado. A regra do Tempo , duro e difícil, que vivemos, impõe que seja aclamado antes de ser coroado. Lamento, mas parece-me que tem de ser ao contrário do que seria... «monarquicamente correcto». Não duvidem da minha sinceridade, por tudo o que vos seja mais querido.

Não se esqueçam de que para esse Pretendente acima de tudo tem de estar, de facto, Portugal - que é tudo o que temos - e mais nada. Foi o que fizemos em Aljubarrota e reafirmámos em Montes Claros, não é? Nós podemos! Pois há muitos que humildemente sentem, num silêncio reservado, que ele também tem de poder - de querer poder provar isso, com actos, com uma atitude clara e mobilizadora, ainda que audaciosa e algo arriscada, como é a nossa, nos combates políticos e sociais que travamos e temos que travar. Devemos ser exigentes e criteriosos - e começar por nós e, logo depois, precisamente pelo Rei que haja de ser! E, quando nos parecer que poderemos ter de novo um Rei - que nos conduza e emocione, que nos suscite o Amor e a Fidelidade - há-de ser porque ele, tanto ou mais que nós, se esforça e luta por tirar Portugal do lodo deste pântano, sendo um Exemplo e um Modelo para os Portugueses, aqui e agora, um Combatente ainda melhor que nós, com todos os riscos que tivermos que enfrentar e vencer.

Neste 5 de Outubro, ao passar mais um aniversário do Tratado de Zamora, saudemos respeitosamente todos os Reis de Portugal e o Serviço que deixaram registado nas páginas da História de Portugal, muito dele escrito com sangue. Merecem o nosso maior Amor e gratidão, e que os recordemos de pé, num breve Minuto de recolhido Silêncio.
Entretanto, em verdade, neste 5 de Outubro, só poderemos bradar, uma vez mais, «Que Viva Portugal!».

Vítor Luís Rodrigues
 4 de Outubro de 2010

CARTA ESTA ESCRITA POR UM GRANDE PORTUGUÊS,QUE FEZ NOSSAS AS SUAS PALAVRAS,PORQUE O SABER SENTIDO,ENCONTRAMO-LO NESTAS SINGELAS LINHAS ESCRITAS COM UM CARINHO E ENORME AMOR ,PELOS NOSSOS REIS E A NOSSA AMADA MONARQUIA.
NADA COMO O VÍTOR LUIS PARA NOS FAZER SENTIR...
UM MUITO OBRIGADO  VÍTOR.

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

É assim que o país vai recuperar da crise …….


NÓS OS NACIONALISTAS PUBLICAMOS TUDO O QUE NOS FOR ENVIADO E «DESCOBERTO» POR NÓS,É UM DEVER QUE TEMOS PARA COM O POVO,E DOA A QUEM DOER AS VERDADES TÊM QUE SER DITAS E ESCRITAS,DIVULGADAS PARA O POVO TER A SUA INFORMAÇÃO SEM FACCIOSISMOS.
LEIAM E ANALISEM:
ESCANDALOSO!!! RTP - EMPRESA PÚBLICA PAGA SALÁRIOS OFENSIVOS

AJUDEM A DIVULGAR

SALÁRIOS COMO ESTES É QUE O GOVERNO DEVE CORTAR
TANTO NO SUBSÍDIO DE FÉRIAS E DE NATAL, COMO BAIXÁ-LOS EM 50% E NÃO APENAS EM 5% !!! RAPIDAMENTE O PAÍS SAIRIA DA RECESSÃO E AÍ SIM, SERIA O "CAMPEÃO DO CRESCIMENTO" COMO AFIRMOU SÓCRATES HÁ UNS TEMPOS ATRAS NUM JORNAL DIÁRIO.

E ainda se pensa que os Professores e os F.Públicos é que ganham bem...

Tratando-se a RTP de uma empresa pública, sustentada pelos nossos impostos, interessante era comparar tais salários com os praticados na SIC e TVI, empresas privadas.

Judite de Sousa (14.720 euros),
José Alberto de Carvalho (15.999euros) e
José Rodrigues dos Santos (14.644 euros), o dobro do que recebe o primeiro-ministro José Sócrates e muito mais que o Presidenteda República.
José Alberto Carvalho tem como vencimento ilíquido e sem contar com as ajudas de custos a quantia de 15.999 euros por mês, como director de informação.
A directora-adjunta. Judite de Sousa, 14.720 euros.
José Rodrigues dos Santos recebe como pivôt 14.644 euros por mês.
O director-adjunto do Porto, Carlos Daniel aufere 10.188 euros brutos, remunerações estas que não contemplam ajudas de custos, viaturas Audi de serviço e mais o cartão de combustíveis Frota Galp.
De salientar que o Presidente da República recebe mensalmente o salário ilíquido de 10.381 euros
e o primeiro-ministro José Sócrates recebe 7.786 euros

Outros escândalos:-

Director de Programas, José Fragoso: 12.836 euros-
Directora de Produção, Maria José Nunes: 10.594-
Pivôt João Adelino Faria: 9.736-
Director Financeiro, Teixeira de Bastos: 8.500-
Director de Compras, Pedro Reis: 5.200-
Director do Gabinete Institucional (?), Afonso Rato: 4..000-
Paulo Dentinho, jornalista: 5.330-
Rosa Veloso, jornalista: 3..984-
Ana Gaivotas, relações públicas: 3.984-
Rui Lagartinho, repórter: 2.530-
Rui Lopes da Silva, jornalista: 1900-
Isabel Damásio, jornalista: 2.450-
Patrícia Galo, jornalista: 2.846-
Maria João Gama, RTP Memória: 2.350-
Ana Fischer, ex-directora do pessoal: 5.800-
Margarida Neves de Sousa, jornalista: 2.393-
Helder Conduto, jornalista: 4.000-
Ana Ribeiro, jornalista: 2.950-
Marisa Garrido, directora de pessoal: 7.300-
Jacinto Godinho, jornalista: 4.100-
Patrícia Lucas, jornalista: 2.100-
Anabela Saint-Maurice: 2.800-
Jaime Fernandes, assessor da direcção: 6.162-
João Tomé de Carvalho, pivôt: 3.550-
António Simas, director de meios: 6.200-
Alexandre Simas, jornalista nos Açores: 4.800-
António Esteves Martins, jornalista em Bruxelas: 2.986 (sem ajudas) -  Este até aufere pouco (comparativamente) e está deslocado do país……
Margarida Metelo, jornalista: 3.200

ISTO É UM ESCÂNDALO!!!

Vencimentos justos: Directores: 5.000 euros sem ajudas de custos
Pivôt: 3.500 sem ajudas de custos
Jornalistas:Três escalões -
Escalão A: 3.000
Escalão B: 2.400
Escalão C: 1.900

Uma Nova Direita

Uma nova direita versus esta velha direita


É triste verificar que as intenções de voto dos portugueses continuem a dar a maioria aos partidos da esquerda. É revoltante perceber que o PS depois de um mandato desastroso, mentiroso e definitivamente corrosivo para o desenvolvimento do país, continue a receber votos para talvez voltar a eleger José Sócrates como Primeiro-ministro de Portugal.



Em circunstâncias normais, o que o actual governo fez, e simultaneamente deixou de fazer, ao país, era mais do que motivo suficiente para, não só perder a maioria, como para deixar, evidentemente, e sem margem de dúvida, de ser governo.


E porque é que tal não está a acontecer de forma clara?


Tal não acontece, porque a direita portuguesa está fragilizada e sem força para agarrar a oportunidade. A direita portuguesa está gasta, dividida, e sem alternativas ao sistema. Aliás, a velha direita é o sistema em si própria, composta por carreiristas sem ideologia e sem alma. A alternância de poder em Portugal é uma realidade. Uma realidade tão dura e profunda, que se torna difícil de “desentranhar”. Os actuais políticos do PS, PSD e CDS são, ou já foram sistema. Os vícios que transportam do poder, acumulam-se e repetem-se em cada mandato, onde importam mais os interesses pessoais e partidários que os interesses do país.


Quem já esqueceu o que fez Ferreira Leite à frente dos destinos da Nação quando teve a seu cargo a Educação? E então, como ministra das Finanças? E agora, porque escolhe Maria José Nogueira Pinto? E quem já esqueceu o ex-ministro, Luís Nobre Guedes, e os seus malabarismos com os sobreiros, enquanto foi ministro do Ambiente? Para já nem falar de Paulo Portas e dos escândalos associados com a Universidade Moderna, ou dos estranhos negócios com os submarinos enquanto ministro da Defesa!


Também o actual Presidente da República, já foi ministro, e até Primeiro-ministro… (nessa altura designado como o “ministro do cimento e do alcatrão” pelas vozes do próprio Paulo Portas e da famosa Manuela Moura Guedes). E o que aprendeu Cavaco Silva com os seus erros, para os não repetir? Ao que parece, a avaliar pelos episódios ocorridos nos últimos dias em Belém, muito pouco.


Infelizmente já todos têm provas dadas, e ao que se sabe não deram os melhores exemplos. A democracia portuguesa cai assim em “saco roto”, ainda jovem, e já viciada e decadente. E os mesmos, sempre os mesmos, lá estão dentro do sistema ou à porta dele, à espera de poder voltar a entrar. São os profissionais da política, activos, de tempos a tempos inactivos, ou activos em outras “bandas largas de luxo”, reformados, ou até os “muito na moda”, pós-reformados.


Infelizmente, os pequenos novos partidos que por aí andam, nada trazem de novo a este deplorável cenário. Com ideias coladas ao designado “centrão político”, são constituídos por homens saídos do sistema, ou apenas com ambição de nele entrar, por si só, por si próprios!


Portugal, esse, o país, ficará de novo um país adiado, porque sejam quais forem os resultados das próximas eleições legislativas, não acreditamos que algo venha a mudar verdadeiramente.


Urge a coragem de ser diferente, sendo iguais a nós próprios, na defesa dos interesses nacionais, e em tudo que ao bem de todos diz respeito, pela igualdade de oportunidades sem igualitarismos.


Urge a necessidade de pessoas trabalhadoras, activas na sociedade mas não profissionais da política, assumirem responsabilidades cívicas, e tomarem por mérito o lugar dos falsos profissionais da política, imbuídas de espírito de sacrifício, mas numa liberdade responsável, sem receios e sem preconceitos.


Urge erguer a força da vontade, para uma mudança séria e efectiva, que levante uma nova direita nacional e democrata, uma nova direita ideológica, trabalhadora e com valores, capaz de enfrentar o sistema, capaz de enfrentar a ditadura de esquerda em que nos encontramos. Urge a coragem de ser radical com tudo o que vai mal. Nós já caminhamos numa luta que vai ao seu encontro, e você, não quer lutar connosco?
Susana Barbosa
1ª Signatária do Partido da Liberdade

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Afinal quem tinha visão?Salazar ?Ou quem se aproveitou foi Mário Soares?,,,

O Salazar da esquina

Dizer que Salazar era um "democrata-cristão", ainda por cima"convicto, é um absurdo tão grande que só pode ser lapso. Chame-se-lhe social-cristão ou coisa assim. Democrata, não era. Democrata-cristão? De quais? Daqueles da Rua da Imprensa à Estrela, o clube de um só sócio?
Dizer que Salazar não era fascista já não tem nada de especial. É uma velha polémica e não tem nada que ver com esquerda ou direita. António Costa Pinto é de esquerda e diz que ele não era; Manuel de Lucena é de direita e diz que ele era. O argumento deste segundo é melhor: o regime era "fascista sem movimento fascista" e só. O regime era diferente do italiano? Era. Mas também a democracia portuguesa actual é diferente da italiana e mais ainda da polaca ou da britânica. Fascismo é uma forma de regime político.
Já classificar Salazar simultaneamente como democrata-cristão e não fascista representa uma contraditória dualidade de critérios, pois tem como implícita uma lata definição de democracia-cristã e uma estreita definição de fascismo. Uma coisa é certa: a análise política do salazarismo tem de ser feita no espelho europeu.
Quanto ao Salazar e a Europa, há muito que dizer. Ele "queria aproximar-se" e "não se percebe o que lhe estava a passar pela cabeça". Não, as coisas são um pouco diferentes e percebem-se. A CEE era um mercado comum, não era a União Europeia. Quem tratava do assunto era lá o secretário de Estado do Comércio, o famoso mas ainda sem nome de rua (?) Correia de Oliveira. Era preciso ser democracia? Não, em 1972, nas vésperas da entrada do RU na CEE, foi dado a Portugal o estatuto pedido em 1962 (e o mesmo a Espanha, em 1970). Há um autor espanhol, Fernando Girao, que prova nos arquivos que a democracia não era um problema para Bruxelas - era, isso sim, para os governos nacionais, por causa das opiniões públicas. Mas isso não os impedia de assinar tratados de comércio - que era, repita-se, o que a CEE fazia, em 1962 (e em 1972, mais ou menos...).
E era Salazar um ruralista? Não, não era, pelo menos não sempre. A agricultura portuguesa foi bastante protegida,mas houve políticas de agricultura mal aplicadas ,no terreno pelo governo na década de 1960,devido a maus hábitos recebíamos quantidades enormes de produtos alimentares,vindos das nossas Ex-Províncias Ultramarinas...
No meio disto tudo ainda não li o livro porque estou indeciso se o hei-de ler em inglês ou em português. Não por causa da qualidade da tradução, que já me disseram que era boa. Mas sim porque não sei se ponha a cabeça a pensar em inglês ou em português quando o ler.
A blogosfera já está a aquecer com tudo isto.
Não politizem,por favor!
Sejam analistas independentes,não sejam facciosos.

sábado, 11 de setembro de 2010

AS INCERÊNCIAS DO TRIBUNAL CONSTITUCIONAL

Se isto não for corrupção o que é então?
Senão obediência cega ao governo Socratiano,e aos 5 partidos de ouro,que nos dominam,através da Maçonaria e da Opus Dei?
Nada a apontar,mas não legalizam?!...


Quinta-feira, Junho 03, 2010

IMPASSE


SUSANA AUGUSTA DE ALMEIDA BARBOSA
A
Sua Excelência o Sr. Presidente do
TRIBUNAL CONSTITUCIONAL
LISBOA
A 17 de Junho de 2009 a 1ª Signatária deslocou-se ao Tribunal Constitucional, aonde procedeu à entrega da documentação necessária à inscrição, nos registos próprios, do Partido da Liberdade.
Analisado que foi o processo documental, foi a inscrição rejeitada considerando verificar-se desconformidade, com a Lei, do Projecto de Estatutos submetido a apreciação. Em relação ao Programa e demais documentos, não foram apontadas irregularidades, conforme Acórdão nº 369/09, de 13 de Julho.
A 19 de Outubro do mesmo ano, a 1ª Signatária reapresentou ao Tribunal Constitucional novo conjunto de documentos, do qual constava uma versão reformulada do Projecto de Estatutos. A restante documentação era rigorosamente igual àquela apreciada anteriormente.
São passados quase sete meses desde este último acto da 1ª Signatária, período de tempo que, em seu modesto entender, lhe parece excessivo para a análise do processo de inscrição, se considerarmos a relativa rapidez de que o mesmo foi objecto, aquando da primeira decisão.
A 1ª Signatária não vê como argumentar quando confrontada com as perguntas quanto à situação do Partido da Liberdade, por parte de muitos dos que subscreveram o pedido de inscrição.
Pelas razões apontadas, atreve-se, a 1ª Signatária, a solicitar de Sua Exa. o Sr. Presidente do Tribunal Constitucional a deferência de a informar da eventual existência de razões de alguma maneira impeditivas de uma decisão ou tão só justificativas de tão prolongada demora, e que, porventura, possa com facilidade suprir.
Aveiro, 11 de Maio de 2010
posted by Susana Barbosa @ 23:36

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

AS TRAFULHICES DOS NOSSOS LEGALISTAS.

Por sermos nacionalistas lusitanos,e não nos revermos nas políticas que o nosso partido pratica,e como dissidentes e estando a sofrer na pele processos sumários á moda Estalinista ,praticados por um partido (CDS-PP),a quem sempre demos tudo,perguntamos o porquê, destes atrasos na legalização deste Partido da liberdade?

O que se encontra o nosso ilustre Procurador Geral da República a fazer ?

Tem assim tanto trabalho?

Não,temos que ser honestos,aos cinco(5),partidos de ouro,não lhes convém que apareça mais um partido e ainda por cima de linha nacionalista e municipalista,iria roubar-lhes votos.Temos corrupção ao mais alto nível:cuidam dos seus tachos.

Leiam:

 

Terça-feira, Junho 29, 2010

Democratas, mas com calma


Susana Barbosa lidera grupo de activistas de Aveiro que pretende renovar o conceito de "liberdade nacional"

Com a devida vénia ao semanário O Diabo
Partidos desesperam por legalização no Tribunal Constitucional e exigem rapidez. Demora pode chegar a mais de um ano e lei não obriga a prazos. A norte há três novas forças a despontar
O Partido da Liberdade não é livre de nascer. Susana Barbosa, a líder do novo movimento que nasce em Aveiro, aguarda há um ano que o Tribunal Constitucional faça uma assinatura e ponha um carimbo. "Dizem-nos que têm muito trabalho, que não sabem quando nos vão legalizar. O que sinto é que este partido não interessa aos partidos que estão no poder. Talvez seja por isso que tanto demora", diz a O Diabo Susana Barbosa, líder do movimento e que há menos de um mês voltou a protestar junto do Constitucional.
A demora levou já a que as candidaturas às legislativas e autárquicas ficassem na gaveta. "Queremos concorrer a tudo. Se nos esforçamos, o que queremos é ser partido e concorrer. Não o podemos fazer por causa destas burocracias. É um bom exemplodo que podemos e devemos mudar", adianta Susana Barbosa. O Partido da Liberdade tem um programa próprio e explica-se num parágrafo incluído do preâmbulo do seu programa: "A "Liberdade Nacional" bate-se por devolver ao nosso povo os "direitos" perdidos ao longo destes últimos anos, mas simultaneamente também exigirá que este mesmo povo entenda os seus "deveres" para com a nação, e o respeito pela família, a história e a cultura, e a preservação da natureza e do meio ambiente, que envolvem o nosso País. Os trabalhadores quando recompensados fora da sua terra, são rentáveis e dos melhores trabalhadores desta Europa federalista e defensora apenas dos interesses dos mais ricos". Susana Barbosa diz que o programa não pode levantar suspeitas, uma vez que nada o encaminha para um timbre que possa ser considerado inconstitucional: " Nada. Não há problema absolutamente nenhum. O programa está aceite desde o primeiro momento", explica a líder deste movimento, que nasceu em Aveiro. " Se há problema por sermos de fora de Lisboa? Julgo que não. Nada nos impede de ter sede em Aveiro e núcleos por todo o País... Em Lisboa ou noutro local qualquer", remata Susana Barbosa.
(publicado na edição de hoje do semanário O Diabo)

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

ESTES SÃO OS NOSSOS DONOS.ONDE PARAS PORTUGAL?????

LEIAM E DELICIEM-SE COMO NÓS O ESTAMOS A FAZER TRANSMITINDO-VOS ESTES DADOS,QUE SÃO INCRÍVEIS,FORA DO NORMAL E INCONCEBÍVEIS.

IV Reich – polícia secreta

Autorizaram a ocupação de Portugal?

Fonte: PHI (Politische Hintergrundinformationen) de 26.8.2010, pág. 60.
Existe um EXÉRCITO SECRETO EUROPEU, que também pode ser chamado de FORÇA SECRETA POLICIAL DE INTERVENÇÃO PARA O ESMAGAMENTO DE REVOLTAS NA EUROPA.
Já se encontra dentro da União Europeia, porém apenas muito poucos sabem disso.
A força possui os mais amplos direitos, tem de momento 3.000 homens e responde pelo nome de “EURO GENDFOR (EUROPEAN GENDARMERIE FORCE)”, ou seja, TROPA DE POLÍCIA EUROPEIA. O seu comando encontra-se em Vicenza, na Itália, longe do Centro da UE.
Quem deu vida a este projecto foi a Ministra da Defesa Francesa, Alliot-Marie, com o objectivo de mais facilmente esmagar levantamentos populares, como os que têm surgido frequentemente em cidades francesas.
Esta força, já existente, pode agora ser empregue por toda a União Europeia, anulando os direitos nacionais e as soberanias dos Estados Membros!
O Tratado de Velsen (Holanda), decidiu de forma inequívoca, que vai ser um CONSELHO DE GUERRA, que vai decidir sobre a sua actuação. Este conselho compõe-se dos Ministérios de Defesa e de Segurança dos países membros da UE, inclusivamente do país onde vai ser aplicado.
Aos olhos dos observadores trata-se de uma clara manifestação de um DIREITO DE OCUPAÇÃO DA EUROPA. Porque, desde que tenha sido decidido por unidades da EURO GENDFOR a ocupação de edifícios e regiões, ficam estas debaixo da sua alçada, já não podendo sequer ser visitadas pelos organismos oficiais do país a que territorialmente pertencem. De facto, existe assim um DIREITO DE OCUPAÇÃO EUROPEU. Porém, a situação pode vir a piorar ainda mais.
A EURO GENDFOR não possui apenas os direitos policiais, mas também a competência sobre os serviços secretos, e, pode, em estreita colaboração com forças militares, restabelecer a lei e a ordem nas zonas consideradas convenientes. Em caso de necessidade, deve esta tropa possuir todos os direitos e acessos a todos os meios considerados necessários, para executar o respectivo mandato.
Graças à EURO GENDFOR encontram-se os governos europeus à vontade. Desta forma podem ordenar o abrir fogo contra as próprias populações em caso de demonstrações de massas, colocar regiões inteiras sobre quarentena militar e prender os principais cabecilhas, sem ter de chamar militares, ou polícias, da sua própria nação, visto existir o perigo destes se solidarizarem com os revoltosos.
A EURO GENDFOR, por sua vez, graças às suas excepcionais atribuições de direitos civis e militares, não pode ser responsabilizada por ninguém.
Este cenário, que parece incrível, tornou-se agora possível através da entrada em vigor do TRATADO DE LISBOA, que não é mais do que a Constituição da UE sob novo título.
http://www.grifo.com.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=292&Itemid=1
———//———
Esta noticia deixou-nos particularmente curiosos, tendo alguns dos emmbros ido investigar melhor e eis o que se descobriu acerca desta temática.
Esta força existe mesmo: http://www.eurogendfor.eu .
Reparem no que está escrito na pagina de introdução:
The European Gendarmerie Force (EGF) is an initiative of 5 EU Member States - France, Italy, The Netherlands, Portugal and Spain – aimed at improving the crisis management capability in sensitive areas. Since Wednesday, 17th December 2008, the High Level Interdepartmental Committee Meeting (CIMIN) decided to welcome the Romanian Gendarmerie to become a full member of the EGF. Therefore the EGF consists from that moment of 6 member states.“
Iniciativa de Portugal?! Porque nunca ouvimos falar disto antes?!
”EGF responds to the need to rapidly conduct all the spectrum of civil security actions, either on its own or in parallel with the military intervention, by providing a multinational and effective tool.
The EGF will facilitate the handling of crisis that require management by police forces, usually in a critical situation, also taking advantage from the experience already gained in the relevant peace-keeping missions.”
As suas funções são:
- responder à necessidade imediata de conduzir todo o espectro da acções de segurança civil.
Como?
- Sozinhos ou em cooperação cm as forças militares intervenientes.
Reparem que são uma força multinacional, o mail está correcto também nesse ponto.
Based in Vicenza in the “Generale Chinotto” barracks, the EGF HQ is now developing a comprehensive and coherent operational system, which will permit to be ready in case of prompt deployment to crisis areas.”
O quartel general (HQ) está em Vicenza,  Italia (confirma) e reforçam a prontidão das forças.
EGF goal is to provide the International Community with a valid and operational instrument for crisis management, first and foremost at disposal of EU, but also of other International Organizations, as NATO, UN and OSCE, and ad hoc coalitions.
Olhem só o objectivo:
Providenciar a Comunidade Internacional com um instrumento valido e operacional para a gestão de crises, à disposição total da EU, mas também para outras Organizações Internacionais, como a Nato, NU e a OSCE e suas coligações.
Mas ainda há mais!
Vejam quem é o Comandante da Força!
Colonel Jorge ESTEVES (Portuguese GNR)
É português?! E nunca passou nas noticias nacionais uma coisa destas?!
Segundo o site ele comanda desde 26/6/2009, cargo que deixará  em 2011.
É da GNR! Agora se percebe porque é que escolhem a GNR para ir para manutenção de paz (como Bósnia, Timor, Afeganistão, Iraque, etç.) em vez das tropas mais especializadas…. Estão a treina-los em situações reais.
O homem é de Abrantes, tem 52 anos e veio do Regimento de  Cavalaria, vejam o CV do personagem:
“As a high-ranking Officer he has been Territorial Group Commander, Head of the 3rd Territorial Brigade Operations and Information’s Office, Head of the 3rd Territorial Brigade Criminal Investigation Office, 3rd Territorial Brigade Chief of Staff and 3rd Territorial Brigade Deputy Commander (2000 – 2007). During 2006 he integrated the Working Group for the Reform of the Portuguese Internal Security System. From 2004 to 2007 he was Assistant Lecturer of Military Sociology at the Military Academy in Lisbon. From July 2007 till June 2009 he has been the European Gendarmerie Force Chief of Staff.
He attended several courses related with Crisis Management Operations among them the United Nations Police Commander Course, the Strategic Planning for European Union Police Mission Course, the European Security and Defence Policy Orientation Course, the NATO Staff Officer Force Planning Course and the NATO Partnership for Peace Staff Officer Course.”
Ora bem vamos lá analisar o que podem fazer!
A nível estratégico:
- Fazer policiamento em operações de gestão de crise, com base nas conclusões dos Conselhos de Santa Maria da Feira e de Nice:
http://www.ena.lu/conclusions_santa_maria_da_feira_european_council_1920_june_2000-02-27325%20target=
http://www.ena.lu/conclusions_nice_european_council_7_9_december_2000-02-17960

- Quem pode usar esta Força?
EU, NU, OSCE, NATO, outras e coligações.
- Quem ordena?
A Estrutura de Comando é a CIMIN (Comité InterMiistériel de haut Niveau) composta pelos representantes dos responsáveis pelos Ministérios de cada Pais, que assegura coordenação político-militar, nomeia o Comandante da Força e provisiona-lhe directivas e orientações para o emprego.
Qual a estrutura da Força?
E a nível táctico?
- A Força pode ser posta sob o comando quer tanto de autoridades militares como de civis, por forma a assegurar a segurança publica, ordem publica e o funcionamento pleno das tarefas judiciais. (Entrega de alimentos, cuidados médicos não interessa!)
- Não é uma força permanente (é só para repor a ordem… a ordem deles, é uma Força de Intervenção).
- A força é formada num máximo de 800 oficiais de policia, em menos de 30 dias. Para quem ainda não perceba como é que funciona, explicamos, existe um HQ permanente em Itália e quando necessitam formam uma força e essa é enviada para a crise, depois de fazer o que tem a fazer esta força é desmantelada.
Mas afinal o que é que eles tem a fazer?
– Missões gerais de segurança publica;
- Missões de manutenção da ordem publica- Combate ao crime;
- Investigação criminal (detecção, recolha, analise de informação);
- Processamento, protecção e assistência de indivíduos;
- Controlo de tráfego;
- Desactivação de explosivos;
- Combate ao terrorismo e crimes maiores e outros especializados;
- Armazenamento, gestão, recuperação e evacuação de equipamentos, transportes, e ajuda medica (não se deixem enganar por este último ponto, pois reparem que não existe distribuição nem de propriamente a ajuda, apenas a organizam);
- Monitorizar e aconselhar a policia  local no seu trabalho do dia-a-dia;
- Vigilância do publico;
- Policiamento das fronteiras;
- Serviços secretos;
- Protecção de pessoas e propriedades (esta até é cómica! Vamos ver quem são essas pessoas e propriedades…);
- Treino de oficiais de policia e de instrutores.

Por fim vamos aos símbolos, este é o logótipo da força em questão:
- O mote “Lex Paciferat” (A Lei trará a Paz);
- A espada como cruz invertida;
- O louro maçónico;
- A granada a rebentar (parece uma planta, mas é uma granada e as chamas a sair dela) – Pacifistas vê-se…

Sendo tudo isto tão interessante porque não passou nos média nacionais e europeus?


JÁ VIRAM AS LINHAS COM QUE NOS COZEMOS ?
NÍNGUÊM SABIA E OS POUCOS QUE TÊM O CONHECIMENTO CALARAM-SE.
ISTO É O PORTUGAL QUE VIVEMOS ,E TEMOS QUE GRAMAR,POR CULPA DESTE POVO QUE SE TORNOU IMBECIL,IMBECIL,PORQUE ESCOLHEU ESTA CORJA PARA NOS  GOVERNAR,SOMOS INCRÍVEIS.
POR ESTES MOTIVOS OS NACIONALISTAS LUSITANOS , LUTAM PARA VOS DESPERTAR E VER O QUE AJUDARAM A FAZER A ESTA NOBRE NAÇÃO,COM ESTAS ESCOLHAS E A VOSSA APATIA CONTÍNUA.
DESPERTAI, E VOTAI NO CAMINHO DO NACIONALISMO LUSITANO,SOMOS A VOSSA SAÍDA,POR ISSO ADERIMOS AO "MON",MOVIMENTO DE OPOSIÇÃO NACIONAL.


DEVER-HONRA E SERVIÇO
POR PORTUGAL.
PORTUGAL SEMPRE.

domingo, 15 de agosto de 2010

OS SOLDADOS JUDEUS DE HITLER.

AS VERDADES MAL CONTADAS NA SEGUNDA GRANDE GUERRA MUNDIAL.

OS SOLDADOS JUDEUS DE HITLER

Com suástica no peito e sangue judeu nas veias, milhares de soldados das Forças Armadas alemãs foram às frentes de combate em defesa do regime nazista, afirma o historiador norte-americano Bryan Mark Rigg.
Quando viajava pela Alemanha logo após ter iniciado seu curso de História na Universidade de Yale, Bryan Mark Rigg descobriu, por acaso, que sua mãe protestante tinha raízes judias. Na conversa informal com um ex-combatente das Forças Armadas alemãs durante a Segunda Guerra Mundial, Rigg ouviu a biografia de um descendente de judeu, que lutou em defesa do regime nazista.

O Soldado judeu Anton Mayer. Sua aparência nada germânica não o impediu de ingressar nas fileiras do Exército Alemão.

O tema, que não mais abandonou o estudante de História, foi retomado em 1996, quando Rigg terminou sua graduação com uma tese dedicada à saga dos soldados do Wehrmacht (Exército alemão), que tinham ascendência judia. Em seguida, o historiador dedicou ao tema sua dissertação de doutorado na Universidade de Cambridge, de onde pesquisou histórias semelhantes à do velho conhecido de sua mãe.

O Soldado judeu, Werner Goldberg, que era loiro e de olhos azuis, chegou a ter sua fotografia publicada em um jornal alemão, à qual aparecia escrito: "O soldado alemão ideal".

Sem saber ao certo se os destinos que analisava eram esporádicos ou um fenômeno que atingia um número representativo de pessoas, Rigg falou com testemunhas e ex-combatentes na Alemanha, Áustria e em toda a Europa Meridional. O trabalho resultou em mais de 400 entrevistas com ex-combatentes alemães de origem judia, entre eles o ex-chanceler federal alemão Helmut Schmidt e o político e jornalista Egon Bahr.

Os encontros, documentados em vídeo por Rigg, foram o ponto de partida do trabalho, que se baseia em grande parte na "história oral" relatada pelos ex-soldados. Quatro questões básicas conduziram o autor: qual alcance teve a teoria de raças nazista dentro do Exército, da Marinha e da Aeronáutica durante a Segunda Guerra?

Como as Forças Armadas lidavam com a presença dos judeus ou dos considerados "mestiços" (Mischlinge) de judeus e não judeus durante a Guerra? Segundo as respostas registradas por Rigg, alguns dos judeus que fizeram parte do Exército Alemão, cujas famílias seguiam tradições militares e nacionalistas, optaram pela defesa da Alemanha.


A estimativa que resulta da tese de Rigg é de que pelo menos cem mil combatentes da Wehrmacht teriam antepassados judeus, sendo que a maioria destes seria "assimilada" e batizada segundo costumes cristãos. Entre os envolvidos estariam não apenas soldados, mas oficiais e generais, alguns até mesmo condecorados com medalhas de reconhecimento pelos nazistas.


Os comentários sobre o volume Os Soldados Judeus de Hitler delegam ao autor o mérito de ter iluminado um capítulo ainda praticamente ignorado da história da Alemanha nazista, mas também há críticas veementes devido ao fato da contradição em relação ao que supostamente ocorria nos campos de concentração, suscitando ao público ainda mais dúvidas acerca do chamado holocausto.

À esquerda o judeu Erhard Milch, que foi condecorado com a Ritterkreuz graças a sua campanha aérea na Noruega em 1940. Ao lado encontra-se o lendário herói da aviação alemã durante a Primeira Guerra Mundial, o Barão ou General Wolfram von Richthofen.

Quando assistimos na televisão o quanto intolerante era o regime de Adolf Hitler, parece-nos uma piada de mal gosto ver alguém levantar a hipótese de poder ter havido dentro do próprio Exército Alemão, pessoas que eram vistas como uma ameaça, e que, aparentemente, tinham apenas um destino, o forno crematório. A grande diferença por trás destes homens de origem judaica que aceitaram combater pelos nazistas, é que eles sabiam o que combatiam e jamais aceitaram fazer parte da trama sionista internacional. Cabe a esta nova geração de jovens, através da leitura, a tarefa de esclarecer os dogmas que estão a quase 70 anos intocados por uma mídia manipulada, afinal, a história é escrita pelos vencedores...

ESTE PODE PARECER IGUAL ,´TEM É UMA FORMA DE VER DIFERENTE,CONTINUO ATÓNITO E FAZENDO AS MESMAS PERGUNTAS,DELICIEM-SE.
MERECE A PENA LER ISTO.


Os Soldados Judeus de Hitler

O tempo passa e mais e mais estudos trazem novas facetas a respeito da história do Holocausto e do Terceiro Reich. O historiador estadunidense, Bryan Mark Rigg, num estudo que rendeu o livro: Os Soldados Judeus de Hitler – Hitler’s Jewish Soldiers – traz a tona uma realidade espantosa: Mais de 100 mil militares de origem judaica, ou seja, mestiços, combateram nas fileiras do exército alemão.
Na estrada assassina, a “pureza racial”, Hitler encontrou desvios inesperados, em grande parte devido aos seus próprios pontos de vista enlouquecidos e incoerente políticas relativas à identidade judaica. Após séculos de assimilação judaica e casamento na sociedade alemã, ele descobriu que os eliminar judeus do resto da população seria mais difícil do que tinha antecipado.   Como Bryan Mark Rigg mostra neste estudo provocante, nada era mais hediondo nesse processo repleto de contradição e confusão do que o exército alemão.
Contrariamente às opiniões convencionais, Rigg revela que um número surpreendentemente de militares alemães foi classificado pelos nazistas como judeus ou parcialmente “judeus” (mestiços), sob as diretivas das leis raciais nazistas.   Rigg demonstra que o número real era muito maior do que se pensava – talvez até 150.000 homens, incluindo veteranos condecorados e oficiais de alta patente, até mesmo generais e almirantes combateram na Segunda Guerra Mundial com farda alemã.
Como não havia nenhum precedente de investigação sobre os antepassados, muitos desses soldados nem sequer se consideravam judeus e tinham abraçado as fileiras militares como um modo de vida e como patriotas dedicados, ansiosos para servir uma nação alemã reavivada. Porém as novas leis forçaram um novo olhar sobre o efetivo das Wehrmacht a fim de remover os indesejados.
O processo de investigação e de remoção, porém, foi marcado por uma aplicação altamente inconsistente do direito nazista.  Numerosas “isenções” foram feitas a fim de permitir um soldado de permanecer nas fileiras ou para poupar o pai de um soldado, cônjuge ou outro parente de encarceramento ou algo pior.   A própria assinatura de Hitler pode ser encontrada em muitas destas isenções.
Baseada numa pesquisa profunda e abrangente em fontes arquivistas e secundárias, bem como extensas entrevistas com mais de 400 mestiços e seus familiares, o estudo de Rigg é um espaço novo no terreno de um campo lotado e mostra outro ângulo extremamente falho, desonesto, humilhante e trágico do governo de Hitler.
As milhares de páginas de documentos e testemunhos orais  colhidos pelo autor para este  estudo foram comprados pelos militares do Arquivo Nacional da Alemanha. A Coleção de Bryan Mark Rigg está arquivada no Bundesarchiv-Militärarchiv em Freiburg, Alemanha.
Alguns Mestiços do Exército Alemão
Livro de serviço militar de "meio-judeu" Hermann Aub
Os soldados Judeus no juramento de lealdade a Hitler
Horst Geitner foi condecorado com a Cruz de Ferro de Segunda Classe.
Esta foto do "mestiço-judeu" Werner Goldberg, que era loiro e de olhos azuis, foi usada por um jornal de propaganda nazista em sua primeira página com o título: "The Ideal German Soldier." - "O soldado alemão ideal".
Comandante Paul Ascher, almirante, primeiro diretor de do encouraçado Bismarck; recebeu a Cruz de Ferro das mãos do próprio Hitler.
Almirante Bernhard Rogge.
General Johannes Zukertort
Coronel Walter H. Hollaender
General da Luftwaffe Helmut Wilberg; Hitler declarou-o ariana em 1935.
Marechal de Campo Erhard Milch (à esquerda) com a General Wolfram von Richthofen. Hitler declared Milch Aryan. Ele foi premiado com a Cruz de Cavaleiro por sua atuação durante a campanha na Noruega em 1940.
General Gotthard Heinrici, que era casado com uma "mestiça-judia", reunião de Hitler em 1937.