PORTUGAL GLORIOSA PATRIA DOS LUSITANOS

PORTUGAL GLORIOSA PATRIA DOS LUSITANOS
LUSITANOS LEVANTAI DE NOVO O ESPLENDOR DE PORTUGAL

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Fernando Nobre: O Verdadeiro Artista Português


Fernando Nobre: O Verdadeiro Artista Português
…”partido politico nem pensar, nunca. Não peço nada, nunca pedi por isso eu não aceitarei nenhum cargo partidário nem governativo. Está assente, não volto atrás.”SIC Noticias, 28.02.2011
Não deixes de ler até o fim…. Estamos perante um homem que nunca abandona a família e pensa no seu futuro!!!
Explicação merecida
A razão porque divulgo estes elementos deve-se, exclusivamente, ao comportamento sem princípios e sem valores do Dr. Fernando Nobre. Valores que tanto proclamou, de forma arrogante, contra todos os que exerciam cargos políticos (que estão longe de serem uns santos…) que dizia contaminados pelo Poder. Falando um verdadeiro português: um aldrabão, oportunista, um pantomineiro político. Acrescento que o que está aqui em causa é só o comportamento do Dr. Fernando Nobre e não quem o convidou….porque isso é jogo político, goste-se o não dos métodos.
Tudo o que está escrito, pode encontrar-se no Relatório e Contas 2009 da AMI (site - a AMI -Tudo sobre AMI- em nºs).
Envio Estrutura Orgânica da Fundação AMI, entidade reconhecida como de interesse público e sem fins lucrativos, para que o modelo não se venha a reproduzir na futura Assembleia da República …. os dois órgãos duplicam-se entre os familiares para poupar recursos humanos, financeiros e de transportes ( saem todos da mesma casa)..
Conselho de Administração da AMI
 Presidente- Fernando Nobre
Vice-Pres.-Leonor Nobre(irma)
Secret. geral-Luísa Nobre(mulher)
Vogal-Carlos nobre
Vogal-José Luís Nobre

Direcção Geral da AMI

Director Geral- Fernando Nobre 
Assessora- Isabel Nobre
Directora Geral Adjunta- Leonor Nobre
Directora Geral Adjunta-Luísa Nobre 
??????- O neto nao tem ainda idade para a função...

Notas acrescidas: O Relatório e Contas é assinado por Fernando Nobre e Carlos Nobre e o Conselho Fiscal é presidido por Manuel Dias Lucas casado com Leonor Nobre  logo cunhado de Fernando Nobre.
 Desculpem mas não resisto…. a Coreia do Norte ou a Arábia Saudita ainda têm muito a aprender com a Grande Família Nobre !!!

Património
 O património da família Nobre…desculpem da AMI em que a família Nobre se limita a gerir/controlar/avaliar/fiscalizar/avaliar/monitorizar/distribuir….
Ver Relatório Contas 2009 da AMI (pág. 87), fundação de ajuda humanitária, emergências e catástrofes e que sobrevive (?) com o apoio de entidades públicas (IPAD- Instituto Português para o Apoio ao Desenvolvimento) .
É possível encontrar alguns nºs interessantes.
Activos Brutos
1.capital em empresas associadas………………     2.013,726 euros.
2. aplicações financeiras em imóveis…………     1.346,896euros
3.aplicações financeiras/obras de arte…………….  126.751euros
4.aplicações financeiras/filatelia………………………  656.844 euros
Subtotal ………………………………     4 milhões 144mil e  218 euros
5. terrenos e recursos naturais…………..               1.004.095euros
6. Edifícios………………………………                               5.858.161euros
7.Equipamento básico…………………………..                 265.839euros
8.Equipamento de transporte……………..                   608.941euros
9. Equipamento administrativo………                       375.868euros
Subtotal   ………………………………………………………..8.220.074euros
Total de Activos 12milhões 740 mil e 906 euros.
Como no relatório não consigo saber quanto é que o Estado Português ou as entidades públicas subsidiaram a AMI, em 2009, exijo sabê-lo porque quero saber para quantos selos ou peças de arte eu contribui.
E assim vai Portugal…uns bem e outros mal !!!!

Dever-Honra e Serviço.
Por Portugal.


Eis a questão!

Esta, que dá um empate técnico a PS e PSD, mas claramente uma maioria de esquerda no Parlamento. Ou seja, mais ou menos como estamos, só que com uma carga de confusão em cima e o FMI e a UE a mandarem, no essencial, nisto.
Este é o ambiente ideal para os apelos ao Bloco Central, pois fica sem existir uma solução governativa alternativa funcional.
Vejamos:
  • Ao não aceitarem a ingerência externa, PCP e BE mostram-se indisponíveis para uma coligação com o PS, com ou sem Sócrates. Por maioria de razão, não os vejo a viabilizar, pela abstenção, um governo PSD/CDS.
  • O PS, caso ganhe as eleições, sozinho, tendo feito o pedido de ajuda financeira externa, não tem condições para governar, muito menos com Sócrates a PM.
  • O PSD, caso ganhe as eleições, sozinho ou acompanhado, será derrotado pela esquerda parlamentar à primeira oportunidade.
  • O CDS-PP, criou manias de grandeza, ser governo com o Portas como Primeiro Ministro(por acaso, embora me custe tem um bom "elan" politico a cerca-lo neste momento), mas que os Deuses nos salvem, tanto poderá fazer coligação há esquerda ou direita o que interessa e´governar...
    Resta, portanto, se as coisas continuarem assim, a solução pastosa do Bloco Central.
    Só que não se vê como Sócrates e Passos Coelho poderiam gerir uma situação dessas a dois. O que perder as eleições, num cenário desses, teria de ser rapidamente afastado pelo seu próprio partido, para abrir caminho à tal coligação. Nesse particular, Passos Coelho está muito mais vulnerável, pois tem abertamente contra si inúmeros barões laranjas, que não se coíbem nada de o zurzir publicamente sempre que podem e nem falo de Pacheco Pereira para quem isso é ofício de vida. Já em redor de Sócrates se acoitaram quase todos, desde Alegre a Assis, Passando por Ferro Rodrigues. De fora, muito pouca gente e ainda menos com voz própria credível (Carrilho não conta, por causa da questão da credibilidade).
    O espantoso é que, nesta altura, após tanto asneirame do Governo e tanta pirueta de Sócrates, o PSD ainda tem conseguido transmitir uma imagem menos eficaz para o exterior. Ao menos o PS erra com convicção; o PSD, mesmo quando acerta, parece que o faz meio envergonhado.
    Anote-se que eu detesto a ideia de ser governado por um manto acinzentado, em forma de Centrão. Gostaria que houvesse uma maioria clara à Direita ou Esquerda e que, por uma vez, as águas se movessem. Mas, à Direita a maioria absoluta parece claramente impossível para o PSD e é muito duvidosa, mesmo com o CDS a apoiar. E à Esquerda, a maioria absoluta parece bem possível, mas este PS não é compatível para uma solução governativa com o Bloco e o PCP, apesar de certas pontes.
    O que nos deixaria à mercê do compromisso nacional, em que todos metem a colher e nada se distingue. Onde teríamos Catroga em vez de Teixeira dos Santos e Miguel Relvas em vez de Lacão e Canavarro em vez de Alçada, mas pouco mais. Quiçá mesmo um Portas em vez de Amado.
    Mas tudo isto revela-nos duas realidades indesmentíveis:
    • Apesar do buraco em que nos enterrou, este Partido de Sócrates – apoiando pelo medo da Direita fomentado pela Esquerda que ele despreza, excepto em causas fracturantes e TGV – ainda merece a confiança de mais de um terço dos eleitores. E isso chega para, com o crescimento da Esquerda mais à esquerda, inviabilizar uma solução sem o próprio PS.
    • Apesar de parecer que estas eleições estariam no papo, o PSD tem-se esmerado em hesitar (não se percebe o atraso no programa eleitoral), espalhar-se ao comprido (sempre que fala um guru ansioso e inteligente em vez do chefe ou do Miguel Relvas) ou ser torpedeado a partir de dentro (Menezes, Marques Mendes, Pacheco, Capucho), demonstrando como tem uma equipa política ainda com uma dose assinalável de amadorismo para andanças em que Santos Silva, Lacão, Assis, Silva Pereira e Ciª se sentem como tubarões em praia da Califórnia cheia de turistas nutridos.
    Resumindo: ou o eleitorado se agita (para a Esquerda e para a Direita, impedindo o engenheiro de vencer e de ficar com todos os trunfos para continuar) e percebe que o tempo deste homem tem de acabar de uma vez, ou estamos muito bem (mal?) fornicados e cada vez pior pagos.

    Ca´ vamos andando e navegando, estamos na nau da barca de Gil Vicente...Ai Jesus que nos afundamos para onde que nos viremos.

    Onde estão os outros ?!....

    Isto de ser pequeno é o diabo!!!! Onde estão  os outros ?!....

    Não somos os únicos (não estamos sós) a quem o FMI pode bater à porta.
    Existem muitos países a viverem acima das suas possibilidades.
    A começar pelos USA, França, Itália,......

    Não deixa de ser interessante!....

    Conheça as maiores dívidas públicas

    Nº PAÍSES MIL MILHÕES % DO PIB

    1 BÉLGICA 347 98.6
    2 BULGÁRIA 6.5 18.2
    3 REP. CHECA 58.4 39.9
    4 DINAMARCA 104.7 44.9
    5 ALEMANHA 1885 75.7
    6 ESTÓNIA 1.1 8
    7 IRLANDA 152.5 97.4
    8 GRÉCIA 325.2 140.2
    9 ESPANHA 676.9 64.4
    10 FRANÇA 1615.8 83
    11 ITÁLIA 1841.6 118.9
    12 CHIPRE 10.9 62.2
    13 LETÓNIA 8.1 45.7
    14 LITUÂNIA 10 37.4
    15 LUXEMBURGO 7.3 18.2
    16 HUNGRIA 80.1 78.5
    17 MALTA 4.3 70.4
    18 HOLANDA 379.5 64.8
    19 ÁUSTRIA 198.1 70.4
    20 POLÓNIA 207.7 55.5
    21 PORTUGAL 142 82.8
    22 ROMÉNIA 37 30.4
    23 ESLOVÉNIA 15 40.7
    24 ESLOVÁQUIA 27.8 42
    25 FINLÂNDIA 87.5 49
    26 SUÉCIA 143.6 39.9
    27 REINO UNIDO 1322.5 77.8
    28 CROÁCIA 18.6 40.9
    29 MACEDÓNIA 1.8 25.6
    30 TURQUIA 234.7 42.8
    31 ISLÂNDIA 8.4 91.5
    32 NORUEGA 153.1 46.3
    33 EUA 9752.9 92.2
    34 JAPÃO 8809.2 217.7
    35 CANADÁ 909.8 76.2

    Nota: Os valores das dívidas dos vários países são apresentados em milhares de milhões de
    euros e são relativos a 2010.


    Fonte: Comissão Europeia


    Fomos comidos pelos nossos amigos da UE e EUA, e parece que gostamos.
    Analisem e vejam como anda a divida.

    Votar ou não votar, eis a questão!

    Muitas pessoas não sabem, ainda, se vão ou não exercer o seu direito de voto no próximo dia 05 de Junho.Muitas não sabem em quem irão votar...Mas votem e´o vosso dever para com esta nobre Nação.
    Muitas pessoas afirmam, pura e simplesmente, que não vão votar porque não acreditam nos políticos e nas suas «promessas» eleitorais.
    Devo dizer que sempre votei e espero continuar a fazê-lo. Tenho a minha opção de voto definida num partido político.
    Não posso, contudo, deixar de fazer um apelo ao voto, à vossa participação massiva neste acto eleitoral. Independentemente da opção de voto, pode até ser em branco, penso que será sempre uma alternativa melhor se comparada com a não ida às urnas. A inércia, o atirar da toalha ao chão, o desistir não me parece que seja a solução de que necessitamos para encontrar soluções para que, rapidamente, saímos da crise em que nos encontramos submersos. Devido a esta classe politica destes 5 paridos de ouro que nos estrangulam, mudem isto, vão votar a bem da Nação.

    A lucidez de Adriano Moreira .



    Mais uma vez, vou transcrever três pedaços de um texto do Professor Adriano Moreira, ex-líder do CDS e dirigente da ala nacionalista patriota deste partido, que o pôs na prateleira e diz na sua direcção(Politica) que esta decrepito,e afirma que não se revê nas posições nacionalistas patriotas, e quer defender Portugal e os seus valores, acho um pouco caricato para não ser mais ofensivo....Este texto foi escrito em 1976.

    Não melhorámos nada, está na altura de fazermos a mudança ou será que nunca mais aprendemos?



    “Fazer face à quebra de desempenho da Sociedade e do Estado
    pelo recurso imoderado ao património das nossas reservas em divisas e em oiro,
    traduziu-se em usar um capital nacional como se de um rendimento se tratasse.
    Pela janela escancarada da incapacidade administrativa, foi deitado fora um
    património que não deveria ser utilizado legitimamente senão para o
    reequipamento nacional. Em dois anos foi liquidada a reserva em divisas. Com
    mais a extraordinária circunstância de se ter esperado pelo esgotamento dessas
    divisas para recorrer ao oiro existente, já sem nenhuma liberdade de negociação
    porque a urgência é muita. O oiro começou a partir. Tudo sem que nunca se tenha
    publicado a conta dos gastos, para que se saiba como se sumiram as nossas
    divisas, quem negociou e assumiu as obrigações, que entidades e pessoas
    receberam o nosso dinheiro e estão a receber o nosso oiro, para fazer o quê, a
    que preços e em que condições. Sabe-se apenas que, sendo pobres, alguém gastou
    o mealheiro que tínhamos e nos deixou reduzidos a uma política de mendicidade.


    A negação dos valores nacionais, que nada têm a ver com os regimes, explica em parte, mas
    absolutamente não justifica, que a vida política portuguesa se tenha orientado
    para aquilo que Ortega talvez chamasse um ‘espelhismo’. Não falta quem se veja
    na figura de qualquer dos grandes nomes que pesam na condução dos negócios
    mundiais, e sem modéstia o diga ou faça dizer. As imagens sucedem-se, as
    reputações fazem-se por recorte e sobreposição. Nenhum desses interessados
    parece ter sido advertido de que jamais a uma dessas figuras mundiais, ou aos
    seus adeptos, lhes ocorreu comparar-se com qualquer deles. A reciprocidade não
    existe. Pelo contrário, parece que os políticos estrangeiros cada vez mais se
    consideram autorizados a opinar paternalmente sobre o destino português,
    emitindo diagnósticos e prognósticos conforme as respectivas tendências
    ideológicas. Por eles sabemos o que se projecta
    para nós. E já não o fazem apenas na discreta lonjura nos seus países,
    sentem-se antes no dever de opinar localmente, trazendo ou retirando apoio aos
    agrupamentos. E deste modo, o País mais vai parecendo uma sucursal desses
    forças estranhas, do que um centro que deve contribuir autonomamente para a
    solução dos problemas que são de todos. A dimensão paroquial foi atingida.


    Sobre ideologias é fácil dissertar e mostrar criatividade;
    de contra cultura todos podem ser arautos; fidelidades internacionais são fáceis
    de invocar. Mas a Intendência é para quem sabe. As grandes aventuras, a
    salvação vinda do exterior, o passadismo, o futurismo, a denúncia por ofício, a
    intriga por método, o boato por arma, a difamação como arte, o insulto como
    distracção, o carreirismo como modo de vida, estão sempre ao alcance de
    qualquer Revolta das Salamandras. A vida da Sociedade e do Estado fica assim
    reduzida a uma teoria de golpes, que não necessitam de demonstração, e onde são
    sempre os outros que se magoam e o interesse geral que se perde. Montar uma
    administração tem outras exigências. A sociedade civil precisa de uma lei que
    lhe defina a autonomia, e de um aparelho estadual que garanta o exercício dessa
    autonomia. O Estado tem de assegurar o desempenho que lhe incumbe e que não
    depende das lutas partidárias: a justiça, o trabalho, a saúde, os transportes,
    as comunicações, as finanças, o crédito, a produção, a circulação de bens, a
    salvaguarda de recursos, não podem estar à mercê dos alinhos e desalinhos de
    conveniência. Têm de estar fora disso para que sejam possíveis sem dano. A
    administração tem que ser entregue a um corpo com experiência, saber e
    idoneidade profissional. É a primeira medida destinada a salvar o que ainda
    resta. Um ponto final para que seja possível definir um novo plano de vida.
    Plano cuja trave-mestra tem de ser a possibilidade de os portugueses viverem em
    paz e em paz decidirem o seu futuro.”


    Meditem nestas palavras!!!

    Passamos de imperiais a um País pedinte, paroquial e governado por gentalha sem qualquer qualificação. Somos nós que podemos escolher alternativas e esquecermos a alternância.

    Nada mais actual, e foi escrito nos anos 70,por este grande estadista Prof. Adriano Moreira e podem ver que nada mudou só piorou...
    Vejam esta classe politica, seus correlegionários e vejam com olhos de ver esta corrupção institucionalizada em que vivem os que nos desgovernam e os seus amigos e familiares.
    Querem que isto se mantenha? Não então no dia 5 de Junho, votem conscientes que queremos novas vozes e por isso novos partidos que vos defendam na Assembleia da Republica, votem nos partidos da direita nacionalista, que são trabalhadores e conscientes do que vocês querem para vos próprios e para os vossos filhos, esta e´a mudança, ela esta na vossa mão.

    Por Portugal.
    Portugal sempre.
    Dever, Honra e Serviço.

    Como o desemprego e a crise podem condicionar as liberdades do indivíduo e do seu raciocino...

    Como o desemprego e a crise podem condicionar as liberdades do indivíduo e do seu raciocino...

    Rupturas atingem uma nação que falha na junção de democracia com desenvolvimento
    O desemprego ou o mais ténue temor de perder o posto de trabalho cerceiam as liberdades do indivíduo. A noção de classe esfumou-se. A perda de emprego é, numa sociedade individualista, um falhanço pessoal. A felicidade fica em causa.
    Trinta e seis anos decorridos sobre a Revolução de Abril( malvada desgraça), Portugal enfrenta a mais séria crise económica. Nunca houve tantos desempregados. Mas viver em democracia não é um passaporte para uma roda livre de liberdades. "O papel instrumental da liberdade diz respeito ao modo como os diferentes tipos de direitos, oportunidades e habilitações contribuem para o alargamento da liberdade humana em geral".
    "Quem não tem dinheiro ou emprego pode não ter, por exemplo, acesso aos melhores advogados. A pobreza diminuiu socialmente as pessoas", afirma o filósofo José Gil. "Ficar desempregado é perder a função que desempenhamos na sociedade. Perdemos a utilidade que é reconhecida pela remuneração", considera o sociólogo político (politólogo) e investigador Reinhard Naumann.
    Mas será que ficar desempregado é uma provação comparável, nas suas características mais intrínsecas, à experiência dos afectados em crises passadas? Perdeu--se a consciência de classe, isto é, do colectivo. "Se falamos de 1974, devemos recordar que a seguir houve a crise do petróleo. Qual é a diferença entre os dois períodos? A acção colectiva é hoje menor. A resistência de baixo para cima é actualmente mais difícil. Há hoje menos vida colectiva"."Totalmente entregue a si próprio, o indivíduo vê como uma questão pessoal aquilo que, efectivamente, é uma realidade económica e social", escreve e diz o filósofo Gilles Lipovetsky, no seu livro "A Felicidade Paradoxal".
    "Num primeiro momento, o que sente o desempregado? O desempregado sente que foi despromovido e pode também surgir o sentimento de culpa, sente-se um desgraçado e sente-se inseguro porque perde o controlo da sua vida e não sabe até quando. Do ponto de vista psicológico, há uma perda da auto-estima, da sua afirmação enquanto ser que se sustenta a si, e aos seus, perde o seu orgulho a sua essência enquanto  homem ou mulher, torna-se sem querer "num pária"; perdido num mundo que já não é o seu, porque deixou de ser um activo na sociedade. É importante o apoio da família".
    Para quem tem emprego, a conjuntura económica lança fantasmas e alguns empregadores não hesitam em cometer abusos. "As pessoas não querem fazer fazer ondas para não perder o emprego, o seu sustento e dos seus. A insegurança vai aumentando, criando ânsias e medos... aumenta quando o desemprego começa a afectar  conhecidos, amigos e familiares".
    Perdem toda a racionalidade, que têm e grande parte culpa-se por estar nesta situação... Mas de quem foi a culpa? Dele? Não dos que se chamam "empresários", e destes governos desde o (malfadado 25 de Abril de 1974), mas devemos a culpa deste desemprego e desta crise aos últimos governos do PS-Socratiano e aos últimos governos do PSD e dos seus colegas do CDS-PP( que se excluem das responsabilidades, que deram origem a esta crise), deve4mos a crise e o recurso ao FMI,BCE...para nos financiarmos há especulação dos nossos "colegas da (UE), e as suas agências de rating, e aos nossos "amigos" americanos, todos eles criaram esta crise... Nos também ajudamos com o nosso despesismo Estatal, gastando mais do que devíamos em marketing, novos carros , recepções, viagens onde se gastaram numa semana para cima de 47 milhões de euros, em mordomias e devido ao staff que levavam e aos 8 acompanhantes=amantes e amigos...)
    Porque não teve este governo e os partidos desta AR tão corrompida, a honestidade de proporem a moratória que nos levaria a uma renegociação desta tremenda dividida que nos atara as mãos por 10 anos e teremos de pedir mais dinheiro.... Sera que não vêem que temos de por esta nobre Nação a produzir, na agricultura (recuperar os terrenos que  foram desde os anos de 2000 a 2010 desactivados, foram uma coisa da ordem dos 500 mil hectares(2010-2011), no total destes anos todos perfassem a soma de 2 milhões de hectares de mato, as pescas destruímos cerca de 94,5% da nossa frota pesqueira e mercantil, destruímos a nossa industria transformadora 96,8%,  e  nalgumas perfassem os 99,2%...Sem estes sectores a produzirem nada se poderá vir a esperar desta Nação e do seu povo trabalhador.
    O Estado tem de criar as prioridades para voltarmos a ser o que já fomos, e tem de incentivar o regresso ao campo, o renascer das industrias, das pescas e do comercio mercantil, e temos de tornar as vias fluviais de novo activas, temos de dar postos de trabalho aos portugueses.
    Meus caros concidadãos, no dia 5 de Junho, quando forem chamados para o vosso sagrado dever, compareçam e votem bem, e o votar bem não e´votar no CDS;PSD;PS, ou PCP/VERDES ou nos Bloquistas(BE), e´votarem nos partidos que poderão fazer a diferença, dar-nos voz. Votem PNR;PDA;PPM;MPT...mas votem direita não tenham medo, que somos responsáveis e queremos o bem desta Nação e da sua classe trabalhadora, nos somos também trabalhadores.
    Sejam responsáveis, se querem a mudança para o melhor dêem o vosso voto aqueles que serão uma voz e uma consciência do povo, e vos defenderão ate ao ultimo fôlego.

    Por Portugal sempre.
    Dever, Honra e Serviço.




    Maçonaria - Vale a pena saber!!!‏

    PSD TOMADO PELA MAÇONARIA
     
    1 - Há informações que as pessoas deviam ter, mas que, pela sua própria natureza, são difíceis de transmitir. É o caso das seitas secretas, em particular, da Maçonaria.
     
    Justamente porque são secretas, não são noticiadas na comunicação social, ou melhor, quando os jornais delas falam, raramente conseguem identificar os seus membros, porque é impossível apresentar provas inequívocas.
     
    Somos jornalistas que temos informação relevante sobre essa matéria, mas que, por razões óbvias, não a podemos divulgar pelos meios tradicionais e no exercício normal da nossa profissão. Apesar de todos os perigos a ela inerentes, a internet permite hoje dar algumas informações às pessoas que a comunicação social clássica não consegue.
     
    Enquanto jornalistas, o mais que podemos fazer pelos "leitores", é informá-los por esta via e não desperdiçar o fruto do nosso trabalho e do nosso conhecimento.
     
    2 - No início do século passado, a Maçonaria teve um papel relevante em termos ideológicos. Hoje, em Portugal não passa de uma seita secreta que apenas existe para conseguir promover e defender quem a ela pertence.
     
    É gente que, a coberto desse secretismo, giza estratégias de acesso ao poder e de defesa e protecção dos seus membros, agredindo, sem pudor, o interesse público.
     
    3 - Desde que Passos Coelho subiu à liderança do PSD, a maçonaria começou a tomar conta do partido. Não temos a certeza que, ele próprio, seja da maçonaria, mas, sabemos hoje, que os principais elementos que o rodeiam pertencem a essa seita.
     
    O principal é o secretário-geral Miguel Relvas, cabeça de lista por Santarém. É ele, destacadamente, o principal obreiro da estratégia maçónica de assalto a este partido político.
     
    A súbita presença de Fernando Nobre no PSD tem justamente a ver com o facto de ele também ser da seita e com a solidariedade maçónica que deve prevalecer sobre tudo o mais.
     
    Carlos Abreu Amorim, que já foi da extrema-direita, do CDS, do PND (Manuel Monteiro) e agora do PSD, em boa verdade nunca foi de nenhum deles, é um peso pesado da maçonaria. Por isso, entrou inesperadamente (?) na lista de Viana.
     
    Feliciano Barreiras Duarte, chefe de gabinete de Passos Coelho, é igualmente da seita e, por isso, é também candidato a deputado, voltando à Assembleia da República onde, há anos, já não estava.
     
    Marco António Costa, Vice-presidente do PSD nacional e Presidente da distrital do Porto, é outro dos mais activos maçons. No Porto pode-se ainda contar Paulo Morais (que deverá ir para o Governo) e com Ricardo Almeida, entretanto estrategicamente colocado na Câmara de Gaia.
     
    O leitor já se questionou por que é que, por exemplo, Carlos Abreu Amorim, Gomes Fernandes (PS) e Paulo Morais, têm tanta penetração no JN? - Porque o pivô maçónico dentro desse jornal faz o seu trabalho - e que, admitimos, possa ser o próprio director José Leite Pereira.
     
    Carlos Carreiras, Presidente da distrital de Lisboa e da Câmara de Cascais, é outro dos pivôs da seita no partido laranja.
     
    Jorge Moreira da Silva, também Vice-presidente do PSD nacional e assessor de Cavaco Silva, e outros candidatos a deputados como, por exemplo, Emídio Guerreiro ou António Rodrigues também reforçam a equipa.
     
    Pedro Marques Lopes que, no Eixo do Mal (SIC Noticias) dá a cara pelo PSD de Passos Coelho (em tempos tantas vezes contra Manuela Ferreira leite), é outro dos elementos com uma função a cumprir na estratégia de assalto da maçonaria ao PSD.
     
    4 - A nossa investigação ainda não consegue saber com toda a certeza o trajecto de cada um dos novos elementos "independentes", que ninguém conhece e que este "novo" Partido Social Democrata está a apresentar nas suas listas às eleições de Junho, mas, para nós, é seguro que muitos deles vão para o Parlamento (e para o Governo) no âmbito do assalto maçónico.
     
    5 - É este o estado em que Portugal se encontra. O partido, aparentemente, mais bem colocado para ser Governo está dominado, não pelos seus ingénuos militantes, mas por esta gente que se prepara para se servir do poder em benefício duma seita que o cidadão comum desconhece em absoluto.
     
    6 - Esta denúncia por e-mail é o máximo que está ao nosso alcance fazer no sentido de dar a conhecer aos cidadãos o que sabemos mas não podemos noticiar da forma clássica.

    sexta-feira, 6 de maio de 2011

    "Os iluminados"....

    Ja´ não sei em que especie de Pais vivemos?!...
    Sera Portugal, que conhecíamos, ou um novo Portugal só de uns quantos membros da classe politica actual?!...
    Aparecem uns quantos "formados/empresários"que se julgam "iluminados", e sai-lhes cada asneirada pela boca.
    Apreciem..."Grupo de economistas do Fórum para a Competitividade apresentou hoje o seu programa de austeridade para Portugal.
    Liberalização dos despedimentos, rescisões por mútuo acordo na Função Pública, pagamento em 50% dos subsídios de férias e de Natal em títulos do Tesouro, anulação "quase total" dos regimes de taxa reduzida e super reduzida de IVA e fixação de limites orçamentais na Constituição são algumas das propostas do Fórum para a Competitividade, presidido por Pedro Ferraz da Costa  e que conta com Mira Amaral e João Salgueiro, na sua "estratégia nua e crua de profundas correcções estruturais" em Portugal.
    Este grupo de economistas propõe, desde logo, profundas alterações no mercado de trabalho. Recomenda-se, neste capítulo, "a criação da figura do despedimento individual por questões económicas (incluindo redução de vendas na empresa)", a redução da compensação por despedimento para o valor máximo "de uma semana por ano de antiguidade" e nunca mais de 24 semanas, e também o fim da proibição de despedir sem justa causa. Uma das propostas é justamente "desjudicializar os despedimentos por razões económicas e por justa-causa, limitando a apreciação pelos Tribunais aos casos de discriminação política religiosa, de género ou de orientação sexual", lê-se no documento hoje divulgado.
    O Fórum para a Competitividade propõe também mudanças na Lei da Greve, no subsídio de desemprego e na negociação salarial e recomenda que o pagamento de subsídios de férias e de Natal fiquem "condicionados pela assiduidade" e que, durante o período da ajuda externa, sejam "pagos em 50% em títulos do Tesouro para contas individuais de poupança remíveis em caso de morte ou doença grave".,,, ""

    Onde viverão estes "iluminados"?
    Para onde vais Portugal?