PORTUGAL GLORIOSA PATRIA DOS LUSITANOS

PORTUGAL GLORIOSA PATRIA DOS LUSITANOS
LUSITANOS LEVANTAI DE NOVO O ESPLENDOR DE PORTUGAL

terça-feira, 10 de maio de 2011

Eduardo Catroga o "chefe da equipa negocial" do PSD e próximo de Cavaco Silva

Não tenham pena deste homem impoluto que quer ajudar a por o governo na ordem, se é verdade o que diz este escrito:
-Pensionista com cerca de 9600 euros mensais aposentado pela CGA (como trabalhador... também no sector privado!)
-Prof. Catedrático a tempo parcial 0% (1)
-Criador das PPP - Parcerias Público Privadas (!)
etc
..."porque não processar Eduardo Catroga por destruir a imagem das universidades portuguesas ao fazer-se nomear professor catedrático a tempo parcial 0% quando nunca teve uma carreira de professor brilhante e já há anos que é pensionista? Algum jovem deste país tem entrada numa universidade estrangeira se esta souber que um dos catedráticos das cadeiras que este aluno estudou foi um catedrático a tempo parcial 0% nomeado seis meses depois de já o ser? É evidente que não só não terá entrada numa universidade estrangeira, como ainda se arrisca a ser ridicularizado por sonoras gargalhadas. Além disso, estes jovens ainda poderiam pedir uma investigação à gestão e privatização do BPA conduzida na ocasião pelo ministro das Finanças Eduardo Catroga. O PCP do Jardim Gonçalves arrancou graças aos muitos milhões de crédito mal parado do BPA, onde Jardim era Presidente!
Em Maio de 2008 o, e senhor, professor Joao Duque presidente do conselho directivo do Instituto Superior de Economia e Gestão, produziu um despacho contratando, "por conveniência urgente, para exercer as funções de Professor Catedrático Convidado, a tempo parcial 0 %, além do quadro do Instituto, com efeitos a partir de 1 de Setembro de 2008", Eduardo Catroga. Acrescenta sibilinamente, não carece de visto prévio do Tribunal de Contas. Está-se mesmo a ver que andaram a fazer contas para não ultrapassar a fronteira em que seria exigido passaporte do TC. Para quem passa a vida a clamar por transparência, estamos conversados.
Algumas questões? Esse tal Catroga não acumula reformas e outros vencimentos? Não recebe da CGA mais de 9.000 euros/mês? Não é administrador da Sapec e da Nutrinveste? O que quer dizer tempo parcial 0 %? Aparentemente nem precisa andar pelos corredores do ISEG, de mãos nos bolsos a assobiar! Para qualquer leigo tempo parcial 0 % é não fazer mesmo nada. Se é assim, porque é que se paga retroactivamente, desde 2008, por não fazer nada?
Antigo ministro das Finanças e "criador das já famosas PPP" , professor catedrático convidado do ISEG, Eduardo Catroga aposentou-se no mês de Abril de 2007com uma pensão mensal de 9 693,54 euros, de acordo com a listagem publicada pela Caixa Geral de Aposentações (CGA) para o próximo mês. Em conversa com o Correio da Manhã, o economista explicou que o valor é a soma das pensões a que tem direito pelos seus descontos como funcionário público e como trabalhador privado. (Sou capaz de não ter percebido bem: a pensão dos 40 anos no privado é paga pela CGA? Para simplificar, diz ele?)"
Tudo gente muito séria…

Acrise e os votos!...

O recurso ao FMI não traz confiança aos mercados AM PDT. As agências de rating continuam a baixar os níveis de Portugal, todos dizem que este deveria ter recorreido ao FMI. A taxa de juro das Obrigações do Tesouro (OT) a 10 anos já está é superior aos 11%. Realmente parece tentador. A Grécia recorreu ao FMI em 2010, pagará durante 7 anos, mas como tem um período de carência, só irá começar a pagar em Setembro de 2014. Além disso as taxas de juros serão de 3,5% durante os primeiros 3 anos e depois de 4,5% durante os restantes 4 anos. Tentador, não é? Os mercados não acalmam. O primeiro problema, é que isso não foi suficiente para, como se diz, acalmar os mercados. A taxa de juro das OT da Grécia a 10 anos ultrapassam os 13%, mais do que no momento em que se viu forçada a pedir apoio externo. O mesmo aliás se passa com a Irlanda, com uma taxa perto dos 10,8%. A ajuda à Grécia é de 110 mil milhões de euros, será paga em várias fatias, mas para continuar a receber a ajuda prevista a Grécia vai ter de fazer privatizações num valor total de 50 mil milhões de euros até 2015, 15 mil milhões só nos próximos 2 anos. Inicialmente o "acordo" o objectivo das privatizações era de 7 mil milhões. A Grécia está à venda! Um representante da Comissão Europeia, Servaas Deroose, propôs numa entrevista ao jornal "To Vilma" que "a Grécia deveria vender as suas praias para desenvolver o turismo e o mercado das propriedades privadas. Também poderia vender o antigo aeroporto de Atenas por uns 5 mil milhões de euros e os seus portos e terrenos circundantes por uns 35 mil milhões de euros". A mesma opinião foi manifestada por Poul Thomsen, chefe da missão do FMI, acrescentando que a Grécia necessita de acelerar as suas reformas. Não tarda que a Grécia vá ter que vender o Panteão ou a ilha de Santorini à JP Morgan ou à Goldman Sachs para os transformar em locais turísticos privados ao serviço de grandes banqueiros internacionais! Estas declarações confirmam o que está a acontecer na Grécia: a pilhagem do património público em beneficio de uma oligarquia bancária(judaica-jacobina) dona da emissão monetária e dos média. Exemplo de algumas medidas impostas à Grécia: - redução em 8% dos salários da função pública, - congelamento desses salários da função pública durante 3 anos, - supressão do 13º e 14º mês para os reformados com menos de 60 anos, - congelamento das pensões, - imposto especial de 45% para rendimentos acima dos 100 000 euros anuais, - aumento do IVA de 19% para 23%, e de 11% para 13%, - centenas de produtos passam da taxa mínima de IVA para a máxima, - aumento dos impostos sobre os combustíveis, álcool e tabaco, - facilitação nas regras de despedimentos, - redução das indemnizações por despedimento, - aumento da idade da reforma, - aumento do número de anos de trabalho de 37 para 40 anos para ter a totalidade da reforma, - calculo da reforma com base em todos os anos de trabalho, privatização de inúmeras empresas públicas,previsão de nova redução salarial no sector público (fala-se em 25% em algumas empresas), - congelamento das progressões nas carreiras no sector público, - aumento do tempo de trabalho passando para 8 horas diárias para todos os empregados, - privatização dos transportes, aeroportos, portos, água, electricidade, caminhos de ferro, e alguns bancos. Durante este último ano de "ajuda" do FMI, o desemprego passou de 10% para 13%, a inflação de 3% para 5%, o PIB desceu, o poder de compra diminui em 10%. Decididamente, cada vez mais na Grécia o problema não é a crise económica, mas sim a sua solução.
Este devia ser um exemplo para nos,a entrada do FMI em Portugal vai-nos acontecer o mesmo que esta´acontecer aos Irlandeses e Gregos, teremos miséria por todo o lado.
Entristece-me que estes canalhas que nos governam e esta corja de corruptos de políticos dos 5 partidos de oiro não pensem no seu povo, nem na sua Nação, pensam só em encher os seus bolsos e dos seus amigos e familiares, por isso torno-vos a pedir no dia 5 de Junho votem com consciência e ponderação , ajudem a mudar o sistema que esta instituído, dêem voz a quem vos defendera e marcara´o inicio da viragem, votem nos partidos de teor nacionalista que poderão a dar um rumo diferente a estas politicas desastrosas que nos levaram há quase bancarrota. 
Leiam os exemplos acima mencionados.
Não queremos isto para Portugal.
Votem bem.
Votem por Portugal.

Legislativas 2011: Quanto vão gastar os partidos?

Os partidos já entregaram os orçamentos das campanhas para as eleições legislativas no Tribunal Constitucional. Em tempo de crise, o ASP dá a conhecer os gastos dos partidos.
Para já, os valores são meramente indicativos e têm em conta as verbas que os partidos estimam gastar e receber na campanha para as próximas eleições legislativas. Porém, os orçamentos entregues pelos partidos no Tribunal Constitucional contrariam aquilo que os respectivos dirigentes tinham anunciado. Afinal, vai haver cartazes, brindes e milhares de euros gastos em comícios e propaganda. Mesmo em tempo de crise e de contenção orçamental, os partidos com assento parlamentar não abdicam da subvenção pública. Recorde-se que a subvenção pública é atribuída em função do número de votos, sendo que as campanhas eleitorais não podem dar lucro. Daí que, a partir do que cada partido estima receber de subvenção do Estado, é possível ter uma ideia das expectativas eleitorais.
No total, os partidos estimam gastar mais de 6,7 milhões de euros, dos quais cerca de 6,1 milhões de euros são subvencionados pelo Estado. Estes valores correspondem a uma redução de quase 50% em relação ao que foi gasto na campanha de 2009.

PS é o que mais vai gastar na campanha eleitoral

No orçamento entregue ao Tribunal Constitucional, a campanha eleitoral do PS é orçamentada em cerca de 2,2 milhões de euros, enquanto a do Partido Social-Democrata (PSD) não chega aos dois milhões de euros. Fonte oficial do PS afirma ao JPN que, em relação às últimas legislativas, "há uma redução de praticamente 60% na despesa". Enquanto que em 2009 o PS entregou um orçamento de 5,54 milhões de euros, este ano prevê uma despesa entre dois e 2,2 milhões de euros, dos quais quase 900 mil euros serão gastos em comícios e espectáculos
O PS espera receber do Estado dois milhões de euros, sendo que as contas do partido se baseiam no resultado obtido nas últimas eleições, uma vitória de 38,5%, segundo confirmou a fonte oficial do PS.

PSD gasta tanto em comícios como o CDS no total da campanha

Tal como o PS, a segunda maior fatia do orçamento do PSD (quase dois milhões de euros) destina-se a propaganda, comunicação impressa e digital.
Os principais gastos dos sociais-democratas são em comícios e espectáculos (700 mil euros). O PSD vai gastar tanto em comícios e espectáculos quanto o CDS-PP no total da sua campanha. Nas últimas eleições, o PSD gastou 3,34 milhões de euros, mas por não recorrer a outdoors, deverá poupar agora entre 1,5 a dois milhões de euros.
Os 700 mil euros que os populares prevêem gastar vão ser subvencionados na totalidade pelo Estado, sendo que a maioria (250 mil euros) será gasto na concepção da campanha, agências de comunicação e estudos de mercado.
Também o orçamento do Bloco de Esquerda (BE) pouco ultrapassa os 700 mil euros, menos 294 mil euros do que nas últimas legislativas. Os maiores gastos do BE serão com propaganda, comunicação impressa e digital.
A coligação CDU (PCP e PEV) tem um orçamento que ronda os 995 mil euros, menos um milhão de euros do que o orçamento de 2009, sendo metade despendido em publicidade, comunicação digital e impressa. A título de curiosidade saliente-se o facto de a CDU gastar tanto (50 mil euros) em comícios como em brindes.

Partidos mais pequenos contidos nas despesas

Sete partidos dos 16 que entregaram orçamento (POUS, PDA, PNR, MPT, PH, MEP, PPV, PAN) prescindiram da subvenção estatal, o que significa que não contam chegar aos 50 mil votos necessários para receberem o subsídio do Estado.
Uma das excepções é o Partido da Nova Democracia (PND), cujo orçamento se aproxima dos dez mil euros, sendo que prevê que metade do dinheiro seja proveniente da subvenção estatal.
O Partido Nacional Renovador (PNR) é o partido com menor orçamento. Dos 1.700 euros, quase 90% vão ser gastos em tempo de antena e não constam fundos previstos para cartazes e panfletos. Orçamento parecido tem o Portugal Pró-Vida (PPV), que vai gastar dois mil euros.
Estreante em eleições é o Partido pelos Animais e pela Natureza (PAN). Na primeira vez que concorre vai despender nove mil euros na campanha eleitoral, entre propaganda, comunicação, comícios e brindes.
São poucos os partidos que recorrem a angariações de fundos para subvencionar as suas campanhas. O PCTP/MRPP é uma excepção. Dos partidos com menor peso político, é aquele com maior orçamento, pretendendo gastar 80 mil euros, dos quais cinco mil provêm de angariações de fundos.
O Partido Democrático do Atlântico (PDA) antevê 40 mil euros de gastos, tanto como os orçamentos do Partido Popular Monárquico (18 mil euros), do Partido Operário de Unidade Socialista (quase dois mil euros) e do MPT - Partido da Terra (20 mil euros) juntos.
O Movimento Esperança Portugal (MEP) pretende gastar cerca de dez mil euros, o dobro do orçamento do Partido Humanista (PH), cujo orçamento ronda os cinco mil euros, sendo a maioria destinados a material de campanha, incluindo brindes.
Somando os orçamentos de todos estes partidos considerados menos representativos, o total não atinge os 200 mil euros. Isto é, os gastos destes 11 partidos representam apenas 10% do orçamento do PSD.
É ainda de destacar que o Partido Liberal Democrata e o Partido Trabalhista Português não entregaram orçamento no Tribunal Constitucional.
A crise e´só nossa...

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Eleições legislativas 17 forças políticas apresentaram listas

Dezassete forças políticas apresentaram listas para as eleições legislativas de 5 de Junho, mas apenas nove partidos e uma coligação vão candidatar-se a todos os círculos eleitorais, segundo a Comissão Nacional de Eleições (CNE).
PS, PSD, CDS-PP, BE, PCTP-MRPP, Movimento Esperança Portugal (MEP), Movimento Partido da Terra (MPT), Partido Popular Monárquico (PPM), Partido Nacional Renovador (PNR) e a CDU (coligação que integra PCP e PEV) apresentaram listas aos 22 círculos.
Em 2009, 15 forças apresentaram listas, mas também apenas nove partidos e uma coligação, a CDU, candidataram-se a todos os círculos.
Segundo o resultado do sorteio das candidaturas apresentadas nos respectivos tribunais para ordenação dos boletins de voto, divulgado no 'site' da CNE, o recém-criado Partido Pelos Animais e Pela Natureza (PAN) apresentou listas em 21 círculos eleitorais, não concorrendo apenas por Bragança.
O Partido Trabalhista Português irá concorrer a 19 círculos, ficando de fora nos círculos de Faro, Viana do Castelo e Fora da Europa.
O partido Portugal Pró-Vida (PPV) apresentou listas em 12 círculos eleitorais, enquanto o Partido Democrático do Atlântico (PDA) e o Partido Nova Democracia (PND) concorrem em nove círculos.
Já o Partido Humanista (PH) e o Partido Operário da Unidade Socialista (POUS) irão concorrer em oito círculos.
Por círculos eleitorais, 17 forças políticas concorrem pelo Porto, 16 por Braga e Lisboa e 15 por Setúbal.
Por Braga apenas não concorre o Partido Humanista, enquanto o Partido Democrático do Atlântico é o único que não apresentou listas por Lisboa.
Estes dois partidos não concorrem pelo círculo de Setúbal.
Segundo a Lei Eleitoral da Assembleia da República, "as candidaturas são apresentadas pelos partidos políticos, isoladamente ou em coligação, desde que registados até ao início do prazo de apresentação de candidaturas e as listas podem integrar cidadãos não inscritos nos respectivos partidos".

Fernando Nobre: O Verdadeiro Artista Português


Fernando Nobre: O Verdadeiro Artista Português
…”partido politico nem pensar, nunca. Não peço nada, nunca pedi por isso eu não aceitarei nenhum cargo partidário nem governativo. Está assente, não volto atrás.”SIC Noticias, 28.02.2011
Não deixes de ler até o fim…. Estamos perante um homem que nunca abandona a família e pensa no seu futuro!!!
Explicação merecida
A razão porque divulgo estes elementos deve-se, exclusivamente, ao comportamento sem princípios e sem valores do Dr. Fernando Nobre. Valores que tanto proclamou, de forma arrogante, contra todos os que exerciam cargos políticos (que estão longe de serem uns santos…) que dizia contaminados pelo Poder. Falando um verdadeiro português: um aldrabão, oportunista, um pantomineiro político. Acrescento que o que está aqui em causa é só o comportamento do Dr. Fernando Nobre e não quem o convidou….porque isso é jogo político, goste-se o não dos métodos.
Tudo o que está escrito, pode encontrar-se no Relatório e Contas 2009 da AMI (site - a AMI -Tudo sobre AMI- em nºs).
Envio Estrutura Orgânica da Fundação AMI, entidade reconhecida como de interesse público e sem fins lucrativos, para que o modelo não se venha a reproduzir na futura Assembleia da República …. os dois órgãos duplicam-se entre os familiares para poupar recursos humanos, financeiros e de transportes ( saem todos da mesma casa)..
Conselho de Administração da AMI
 Presidente- Fernando Nobre
Vice-Pres.-Leonor Nobre(irma)
Secret. geral-Luísa Nobre(mulher)
Vogal-Carlos nobre
Vogal-José Luís Nobre

Direcção Geral da AMI

Director Geral- Fernando Nobre 
Assessora- Isabel Nobre
Directora Geral Adjunta- Leonor Nobre
Directora Geral Adjunta-Luísa Nobre 
??????- O neto nao tem ainda idade para a função...

Notas acrescidas: O Relatório e Contas é assinado por Fernando Nobre e Carlos Nobre e o Conselho Fiscal é presidido por Manuel Dias Lucas casado com Leonor Nobre  logo cunhado de Fernando Nobre.
 Desculpem mas não resisto…. a Coreia do Norte ou a Arábia Saudita ainda têm muito a aprender com a Grande Família Nobre !!!

Património
 O património da família Nobre…desculpem da AMI em que a família Nobre se limita a gerir/controlar/avaliar/fiscalizar/avaliar/monitorizar/distribuir….
Ver Relatório Contas 2009 da AMI (pág. 87), fundação de ajuda humanitária, emergências e catástrofes e que sobrevive (?) com o apoio de entidades públicas (IPAD- Instituto Português para o Apoio ao Desenvolvimento) .
É possível encontrar alguns nºs interessantes.
Activos Brutos
1.capital em empresas associadas………………     2.013,726 euros.
2. aplicações financeiras em imóveis…………     1.346,896euros
3.aplicações financeiras/obras de arte…………….  126.751euros
4.aplicações financeiras/filatelia………………………  656.844 euros
Subtotal ………………………………     4 milhões 144mil e  218 euros
5. terrenos e recursos naturais…………..               1.004.095euros
6. Edifícios………………………………                               5.858.161euros
7.Equipamento básico…………………………..                 265.839euros
8.Equipamento de transporte……………..                   608.941euros
9. Equipamento administrativo………                       375.868euros
Subtotal   ………………………………………………………..8.220.074euros
Total de Activos 12milhões 740 mil e 906 euros.
Como no relatório não consigo saber quanto é que o Estado Português ou as entidades públicas subsidiaram a AMI, em 2009, exijo sabê-lo porque quero saber para quantos selos ou peças de arte eu contribui.
E assim vai Portugal…uns bem e outros mal !!!!

Dever-Honra e Serviço.
Por Portugal.


Eis a questão!

Esta, que dá um empate técnico a PS e PSD, mas claramente uma maioria de esquerda no Parlamento. Ou seja, mais ou menos como estamos, só que com uma carga de confusão em cima e o FMI e a UE a mandarem, no essencial, nisto.
Este é o ambiente ideal para os apelos ao Bloco Central, pois fica sem existir uma solução governativa alternativa funcional.
Vejamos:
  • Ao não aceitarem a ingerência externa, PCP e BE mostram-se indisponíveis para uma coligação com o PS, com ou sem Sócrates. Por maioria de razão, não os vejo a viabilizar, pela abstenção, um governo PSD/CDS.
  • O PS, caso ganhe as eleições, sozinho, tendo feito o pedido de ajuda financeira externa, não tem condições para governar, muito menos com Sócrates a PM.
  • O PSD, caso ganhe as eleições, sozinho ou acompanhado, será derrotado pela esquerda parlamentar à primeira oportunidade.
  • O CDS-PP, criou manias de grandeza, ser governo com o Portas como Primeiro Ministro(por acaso, embora me custe tem um bom "elan" politico a cerca-lo neste momento), mas que os Deuses nos salvem, tanto poderá fazer coligação há esquerda ou direita o que interessa e´governar...
    Resta, portanto, se as coisas continuarem assim, a solução pastosa do Bloco Central.
    Só que não se vê como Sócrates e Passos Coelho poderiam gerir uma situação dessas a dois. O que perder as eleições, num cenário desses, teria de ser rapidamente afastado pelo seu próprio partido, para abrir caminho à tal coligação. Nesse particular, Passos Coelho está muito mais vulnerável, pois tem abertamente contra si inúmeros barões laranjas, que não se coíbem nada de o zurzir publicamente sempre que podem e nem falo de Pacheco Pereira para quem isso é ofício de vida. Já em redor de Sócrates se acoitaram quase todos, desde Alegre a Assis, Passando por Ferro Rodrigues. De fora, muito pouca gente e ainda menos com voz própria credível (Carrilho não conta, por causa da questão da credibilidade).
    O espantoso é que, nesta altura, após tanto asneirame do Governo e tanta pirueta de Sócrates, o PSD ainda tem conseguido transmitir uma imagem menos eficaz para o exterior. Ao menos o PS erra com convicção; o PSD, mesmo quando acerta, parece que o faz meio envergonhado.
    Anote-se que eu detesto a ideia de ser governado por um manto acinzentado, em forma de Centrão. Gostaria que houvesse uma maioria clara à Direita ou Esquerda e que, por uma vez, as águas se movessem. Mas, à Direita a maioria absoluta parece claramente impossível para o PSD e é muito duvidosa, mesmo com o CDS a apoiar. E à Esquerda, a maioria absoluta parece bem possível, mas este PS não é compatível para uma solução governativa com o Bloco e o PCP, apesar de certas pontes.
    O que nos deixaria à mercê do compromisso nacional, em que todos metem a colher e nada se distingue. Onde teríamos Catroga em vez de Teixeira dos Santos e Miguel Relvas em vez de Lacão e Canavarro em vez de Alçada, mas pouco mais. Quiçá mesmo um Portas em vez de Amado.
    Mas tudo isto revela-nos duas realidades indesmentíveis:
    • Apesar do buraco em que nos enterrou, este Partido de Sócrates – apoiando pelo medo da Direita fomentado pela Esquerda que ele despreza, excepto em causas fracturantes e TGV – ainda merece a confiança de mais de um terço dos eleitores. E isso chega para, com o crescimento da Esquerda mais à esquerda, inviabilizar uma solução sem o próprio PS.
    • Apesar de parecer que estas eleições estariam no papo, o PSD tem-se esmerado em hesitar (não se percebe o atraso no programa eleitoral), espalhar-se ao comprido (sempre que fala um guru ansioso e inteligente em vez do chefe ou do Miguel Relvas) ou ser torpedeado a partir de dentro (Menezes, Marques Mendes, Pacheco, Capucho), demonstrando como tem uma equipa política ainda com uma dose assinalável de amadorismo para andanças em que Santos Silva, Lacão, Assis, Silva Pereira e Ciª se sentem como tubarões em praia da Califórnia cheia de turistas nutridos.
    Resumindo: ou o eleitorado se agita (para a Esquerda e para a Direita, impedindo o engenheiro de vencer e de ficar com todos os trunfos para continuar) e percebe que o tempo deste homem tem de acabar de uma vez, ou estamos muito bem (mal?) fornicados e cada vez pior pagos.

    Ca´ vamos andando e navegando, estamos na nau da barca de Gil Vicente...Ai Jesus que nos afundamos para onde que nos viremos.

    Onde estão os outros ?!....

    Isto de ser pequeno é o diabo!!!! Onde estão  os outros ?!....

    Não somos os únicos (não estamos sós) a quem o FMI pode bater à porta.
    Existem muitos países a viverem acima das suas possibilidades.
    A começar pelos USA, França, Itália,......

    Não deixa de ser interessante!....

    Conheça as maiores dívidas públicas

    Nº PAÍSES MIL MILHÕES % DO PIB

    1 BÉLGICA 347 98.6
    2 BULGÁRIA 6.5 18.2
    3 REP. CHECA 58.4 39.9
    4 DINAMARCA 104.7 44.9
    5 ALEMANHA 1885 75.7
    6 ESTÓNIA 1.1 8
    7 IRLANDA 152.5 97.4
    8 GRÉCIA 325.2 140.2
    9 ESPANHA 676.9 64.4
    10 FRANÇA 1615.8 83
    11 ITÁLIA 1841.6 118.9
    12 CHIPRE 10.9 62.2
    13 LETÓNIA 8.1 45.7
    14 LITUÂNIA 10 37.4
    15 LUXEMBURGO 7.3 18.2
    16 HUNGRIA 80.1 78.5
    17 MALTA 4.3 70.4
    18 HOLANDA 379.5 64.8
    19 ÁUSTRIA 198.1 70.4
    20 POLÓNIA 207.7 55.5
    21 PORTUGAL 142 82.8
    22 ROMÉNIA 37 30.4
    23 ESLOVÉNIA 15 40.7
    24 ESLOVÁQUIA 27.8 42
    25 FINLÂNDIA 87.5 49
    26 SUÉCIA 143.6 39.9
    27 REINO UNIDO 1322.5 77.8
    28 CROÁCIA 18.6 40.9
    29 MACEDÓNIA 1.8 25.6
    30 TURQUIA 234.7 42.8
    31 ISLÂNDIA 8.4 91.5
    32 NORUEGA 153.1 46.3
    33 EUA 9752.9 92.2
    34 JAPÃO 8809.2 217.7
    35 CANADÁ 909.8 76.2

    Nota: Os valores das dívidas dos vários países são apresentados em milhares de milhões de
    euros e são relativos a 2010.


    Fonte: Comissão Europeia


    Fomos comidos pelos nossos amigos da UE e EUA, e parece que gostamos.
    Analisem e vejam como anda a divida.

    Votar ou não votar, eis a questão!

    Muitas pessoas não sabem, ainda, se vão ou não exercer o seu direito de voto no próximo dia 05 de Junho.Muitas não sabem em quem irão votar...Mas votem e´o vosso dever para com esta nobre Nação.
    Muitas pessoas afirmam, pura e simplesmente, que não vão votar porque não acreditam nos políticos e nas suas «promessas» eleitorais.
    Devo dizer que sempre votei e espero continuar a fazê-lo. Tenho a minha opção de voto definida num partido político.
    Não posso, contudo, deixar de fazer um apelo ao voto, à vossa participação massiva neste acto eleitoral. Independentemente da opção de voto, pode até ser em branco, penso que será sempre uma alternativa melhor se comparada com a não ida às urnas. A inércia, o atirar da toalha ao chão, o desistir não me parece que seja a solução de que necessitamos para encontrar soluções para que, rapidamente, saímos da crise em que nos encontramos submersos. Devido a esta classe politica destes 5 paridos de ouro que nos estrangulam, mudem isto, vão votar a bem da Nação.