PORTUGAL GLORIOSA PATRIA DOS LUSITANOS

PORTUGAL GLORIOSA PATRIA DOS LUSITANOS
LUSITANOS LEVANTAI DE NOVO O ESPLENDOR DE PORTUGAL

sábado, 4 de junho de 2011

Porque irei votar…

Por muitas e variadas razões, a primeira das quais, cumprindo os conselhos de quem surge nos ecrãs televisivos, invariavelmente pedindo que não concedamos a nossas confiança nos “mesmos de sempre”. Sabemos quem são e isto, há 37 anos.
Vou votar no ... porque:
-Porque jamais considerei a questão do chamado “voto útil”, especialmente se essa utilidade beneficiar o actual quadro parlamentar e as suas respectivas correntes nos centros de distribuição de sinecuras e partilha de interesses. Nada separa o PS do PSD, CDS, PCP/PEV – vulgo CDU – e PSR/UDP, mais conhecido por BE. Nada! O meu voto é consciente.
- É o herdeiro directo do inestimável trabalho do prof. António Oliveira Salazar, um homem que conheceu e pensou Portugal como um todo, sem peias de interesses locais ou de situações propiciadoras do beneficiar ínfimas minorias. Portugal não é um negócio.
- Porque num país de tradição marítima, num país que reivindica a maior área económica exclusiva atlântica, , devíamos ter um Ministério do Mar, ele existe mas até hoje é considerado apenas como uma mera designação sem conteúdo.
-Porque privilegia uma relação especial extra-europeia, precisamente com aqueles países outrora incluídos na soberania portuguesa e hoje parceiros essenciais para o nosso próprio crescimento económico. A CPLP deve deixar de ser uma figura de retórica que se destina a satisfazer ociosos frequentadores de estéreis cimeiras.
- Porque o ambiente e a sua defesa, não consiste num simples detalhe: ambiente é o ordenamento territorial, é a ocupação do interior, é a consolidação das actividades económicas tradicionais, é a defesa do património erguido ao longo de séculos, é o ensino da nossa História tal como ela deve ser contada intra-fronteiras, consolidando a consciência nacional. Ambiente é legislar no sentido de os animais deixarem de ser “coisas” e das florestas deixarem de ser meros centros de produção de madeiras. Florestas são florestas, plantações são plantações, há que assumir a diferença fundamental.
- Porque não me agrada a nova onda de um chamado progresso, sempre  quantificado através de gráficos que visam tranquilizar aquilo que mais preocupa o homem: o estômago. Sou contra os transgénicos, contra a “alimentação Frakenstein”, geralmente pugnada pelos mesmos interesses que cartelizam o sector primário, a banca e as farmacêuticas.  Porque acredito na necessidade de uma legislação acerca de produtos chamados biológicos – na realidade, todos são “biológicos”, embora alguns estejam mais livres de invenções que outros -, numa mais atenta política que zele pelo interesse da saúde de uma população inevitavelmente cada vez mais envelhecida e na imperiosa necessidade de novas regras, na comercialização de medicamentos. O Brasil está a fazê-lo e com sucesso.
-Porque acredito na participação dos trabalhadores na gestão das empresas e na sua entrada no capital e titularidade das mesmas, sem o sofisma do Estado patrão, a ditadura jamais assumida. Porque acredito no cooperativismo e no abate de peias  nos impostos e regulamentações excessivas que tolhem a iniciativa daqueles que pretendem organizar-se para produzir. Por exemplo, muito mal fez a 3ª República à agricultura e pescas portuguesas.
- Porque creio ser útil converter os empréstimos bancários às actividades produtivas criadoras de emprego em operações de capital de risco.
- Porque acredito na viabilidade da adequação das contribuições das empresas à Segurança Social, de acordo com o número de postos de trabalho e dos lucros auferidos.
- Porque creio ser urgente a criação de um imposto sobre os movimentos de capitais internos e externos,  com o único fim do financiamento  de uma nova geração de políticas de inserção/prevenção da pobreza endémica.
-Porque creio ser imprescindível o estabelecimento de um montante de isenções fiscais para as PME e empresários em nome individual. Sem isso, continuaremos condenados ao quase monopólio das grandes construtoras dos "entrapas" do regime.
-Porque me oponho totalmente à construção do novo aeroporto de Lisboa, sugerindo o imediato aproveitamento de bases como Alverca – no seguimento da Portela – e impedindo também, maiores atentados à Reserva Ecológica/Agrícola Nacional. Porque me agrada a possibilidade da modernização da rede ferroviária, renunciando às inúteis ligações internas via TGV.
-Porque o sou  absolutamente contrário à opção pela energia nuclear.
-Porque sou totalmente favorável à concessão de benefícios fiscais às famílias numerosas (hoje em dia, 3 ou mais filhos), ou com elementos idosos a cargo ou filhos deficientes.
-Porque sou favorável à participação dos trabalhadores na gestão democrática das instituições públicas de saúde, facilitando a sua acção na organização dos seus serviços. Isto chama-se autonomia e gestão de meios.
-Porque urge a imposição da normalidade do recurso aos genéricos – principalmente no SNS – fomentando a indústria  nacional, cortando custos, criando novos hábitos de consumo e levando à universal aceitação da uni-dose e sua prescrição.
-Porque acredito ser urgente – estamos 40 anos atrasados – a autonomização do sistema escolar, abrindo a possibilidade das escolas definirem o próprio projecto educativo, com a criação dos necessários currículos técnico-profissionais. Se Bismarck fê-lo na Prússia há 150 anos, também disso seremos capazes.
-Parece-me imperioso, um decidido esforço na criação de programas de educação para que facilitem a integração dos alunos  – a História de Portugal é imensamente rica e a perenidade imperial, um exemplo disso mesmo – ajudando também à compreensão geral das culturas de originadas do nosso império. Sob o signo da Lei Geral do Estado.
-Porque  devemos imediatamente implementar a prática de criação de “oficinas de cultura” – "ateliers", espaços para determinadas actividades sectoriais, por exemplo – incentivando a criatividade e o surgimento de associações ou cooperativas culturais, sejam elas de artes plásticas, cinema, pintura, etc. O Estado é detentor de centos de grandes imóveis totalmente ou semi-abandonados, prestes a serem absorvidos pela especulação imobiliária dos senhores ligados ao poder instituído. Portugal não é um negócio.
-Pela revisão imediata dos currículos escolares, adoptando-se critérios tendentes à reintrodução de “aulas de descompressão” e criatividade, como artes plásticas, educação musical, teatro, dança. Não podem ser estas realidades pertencentes apenas aos sectores privilegiados do ensino privado, ou reminiscências das para sempre desaparecidas ditaduras europeias.
- Por um maior controlo dos circuitos de distribuição de mercadorias, especialmente aquelas que ilegalmente entram na fronteira aberta, arruinando os produtores nacionais.
- Porque no sector da Defesa Nacional, urge definir as Forças Armadas à dimensão e realidade territorial da nossa soberania, sem qualquer tipo de preconceito “politicamente correcto”.  Isto pressupõe uma total revisão daquilo que são a Marinha e a Força Aérea Portuguesa, garantindo a posse política e económica da ZEE. O Exército deverá obedecer à dimensão adequada que permita atender aos compromissos internacionais a que Portugal se encontra ligado.
-Reconhecer o direito ao voto – em todas as eleições do sistema político – dos emigrantes portugueses com residência nos círculos eleitorais– e actividade  legal - É a única via para um esforço na integração, e no regresso desses "emigrantes" nascidos no exterior e das suas famílias, dando-lhes condições.
-Liquidação dos desnecessários Governos Civis e atribuição das suas funções a estruturas do Estado já existentes. Basta de boys, girls e anexos da moda.
Muitos pontos ficam ainda por esclarecer, pontos esses que poderão ser conhecidos através do programa desse partido. Não é um programa de novidades, ao estilo daqueles outros que no velho Monumental, se denominavam de “variedades”. São apostas bem pensadas ao longo de muitos anos e que apenas não foram implementadas, devido à inércia, interesses particulares e profunda ignorância dos senhores do sistema.  Apesar de não ser filiado ou militante, sou um independente que conhece esta gente há trinta anos... e sabe que são inabaláveis. Para mais, muitos deles, tal como eu, são férreos opositores à existência da fictícia República Portuguesa e pretendem uma outra Constituição, generalista e que garanta direitos e deveres, com a abolição das estupras inutilidades de Procuradorias e Supremos, meros artifícios que controlam o acesso ao poder. A sua remoção e a instauração da forma de representação histórica do Estado, torna-se no imperativo que impedirá a diluição da actual República Portuguesa, na fatal, complexa e absorcionista Monarquia Espanhola.

Dia de Reflexão

Estou a reflectir, mas pouco.
Se me puser a reflectir mesmo, a sério, se pensar em tudo o que implica delegar através do voto, se pensar nesta gente que afirma representar-nos na dita democracia representativa, não voto em ninguém e mudo de país

PORTUGAL A VOTOS NO DIA 5 DE JUNHO

Este texto que se segue é de um cidadão preocupado, consciente da situação actual, sonha com uma mudança profunda. Apartidário, apela à reflexão séria e profunda, evitando tendências de esquerda ou de direita, evocando verdades que facilmente conseguem ser corroboradas através de uma curta pesquisa no espaço global virtual, relembrando situações há muito ocorridas, que nos continuam a assombrar…
são estes os factos que nos têm acompanhado a par e passo nas últimas décadas:
DÉFICE
O défice para 2010 de 8,6%, muito responsabilizado pela nacionalização do BPN, apoios ao BPP e a inclusão no perímetro das Administrações Públicas de três empresas de transporte – a REFER, o Metro de Lisboa e o Metro do Porto.
Estamos, e iremos pagar o resultado da gestão danosa, correndo de uma ponta do PS, terminando no PSD – recordo que um dos administradores do BPN era o conselheiro de estado do Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva.
EMPRESAS PÚBLICAS
Metro de Lisboa – presidente Francisco José Cardoso dos Reis, tem no seu currículo a presidência da CP – Comboios de Portugal, EP, e durante o Governo de António Guterres foi Presidente da REFER, cargo que se demitiu após vitória do PSD nas eleições legislativas de 2002. Já agora, e referente à REFER, o seu lugar foi sucedido José Braamcamp Sobral (PSD), que após derrota do PSD em 2005, preside de momento Luís Filipe Pardal, filiado do PS… coincidências!
No caso de vitória do PSD, veja quem assumirá a presidência da REFER – é dado o cargo não por competência, mas por clientelismo!
A propósito é de referir a ofensa dos salários atribuídos aos administradores e vogais das empresas públicas. A relembrar este caso em 2009, referente ao Metro do Porto:
http://pt.scribd.com/full/51831483?access_key=key-1qje7vrz5mmtbjr0txbm
Carris
http://economia.publico.pt/Noticia/carris-administracao-recebeu-viaturas-topo-de-gama-em-ano-de-buraco-financeiro-de-7766-milhoes_1487820
O problema está na relação entre os valores ganhos e o que fazem ganhar à empresa (ou seja a cada um de nós). Estamos a falar de pessoas que auferem mais que o Presidente da República, pagos pelos contribuintes, que neste momento se reflecte no défice que cada um de nós está a pagar!
O PS e PSD rejeitaram as propostas do CDS, PCP e do BE para limitar as remunerações dos gestores públicos.
http://aeiou.expresso.pt/chumbada-limitacao-dos-salarios-dos-gestores-publicos=f632972
É vergonhoso que uma empresa pública como a RTP que apresenta constantemente resultados negativos, tenha pago aos seus cinco gestores, durante o ano de 2010, acima de 1 M€, sem contar com encargos sociais.
Os Países Baixos estabeleceram um tecto para os seus gestores públicos. Não foi por isso que perdeu gente qualificada.
O Governador do Banco de Portugal aufere 243 mil €/ano; em comparação ao cargo homologo, o da reserva federal americana, 137 mil €/ano.
Avaliação às auditorias internas pelo Tribunal de Contas:
http://economia.publico.pt/Noticia/tc-chumba-auditorias-internas-nas-empresas-publicas_1490585
Antes da dissolução da Assembleia, Cavaco Silva recusou a opção de fazer uma verdadeira auditoria das contas públicas, fechando os olhos, como tem sido feito ao longo dos anos…
Só para destacar as recentes notícias:
O estado pretende dar à REFER e Metro do Porto 36 M€ a cada empresa, subindo a fasquia para os 42 M€ para o Metro de Lisboa… pretende gastar até 2019 1 225,8M€ apenas com estas 3 empresas – mais de 150 M€ garantidos por ano… Este ano “só” são 114 M€… onde é baseado o aumento deste apoio? E não são traçados objectivos??? Porque são cortadas as reformas, os salários, as pensões, e é aumentado desmesuradamente os apoios sem qualquer tipo de contrapartidas?
Este é o resultado da dívida soberana e a relação desta com o PIB, das sucessivas governações:
1996: ~55 M€  ~58% pib – guterres
1997: ~57 M€  ~54% pib
1998: ~58 M€  ~50% pib
1999: ~63 M€  ~50% pib
2000: ~66 M€  ~49% pib
2001: ~72 M€  ~51% pib
2002: ~79 M€  ~54% pib
2003: ~83 M€  ~56% pib – barroso
2004: ~91 M€  ~58% pib – barroso/santana lopes
2005: ~102 M€  ~63% pib – sócrates ps
2006: ~109 M€  ~64% pib
2007: ~113 M€  ~68% pib
2008: ~118 M€  ~72% pib
2009: ~133 M€  ~83% pib
2010: ~152 M€  ~92% pib
CONCESSÕES
só para recordar… o caso da Lusoponte:
Decorria o ano de 1994 quando Joaquim Ferreira Amaral, enquanto Ministro das Obras Públicas, transportes e comunicações no XII Governo Constitucional de Cavaco Silva, assinou a concessão que passava a gestão da ponte 25 de Abril para as mãos de privados, no caso concreto, a Lusoponte. A agravante está que o actual contrato, já revisto pela sétima ou oitava vez, prevê que seja automaticamente concessionado a ponte Chelas-Barreiro ou, em alternativa, que existam compensações pelo tráfego perdido na Vasco da Gama e 25 de Abril.
Curiosamente, os dois ministros que negociaram em nome do Estado com a Lusoponte, levando o Tribunal de Contas a pronunciar-se recentemente, dizendo que a Lusoponte saiu indevidamente beneficiada em vários aspectos, negoceiam agora em nome da Lusoponte com o Estado.
Ferreira do Amaral , que lançou o concurso público internacional para a construção da Vasco da Gama, é hoje o Presidente Não-Executivo do Conselho de Administração da Lusoponte. Já Jorge Coelho, ministro do Equipamento Social de Guterres, que negociou em 2001 um acordo global com a empresa para pôr fim a sucessivos pedidos de reequilíbrio financeiro, é hoje o Líder Executivo da Mota-Engil, a empresa que é a principal accionista da Lusoponte, com uma posição de 38 por cento.
Até agora, e como detectou o Tribunal de Contas, numa auditoria que arrasou as decisões do Estado e o Acordo Global celebrado com a Lusoponte, a concessionária tem saído sempre a ganhar nas negociações que tem feito com o Estado. Só pelo facto do Estado ter prolongado a concessão 7 anos as perdas foram superiores a 1000 M€. Além disso a Lusoponte beneficiou de 250 M€ a mais e 11 anos do prazo de concessão a mais. No final, o Estado acabou por se tornar no mais importante e decisivo financiador da concessão, sem a explorar, com um contrato que permitia transferir, para o Estado, riscos que caberiam, em condições normais, à esfera de responsabilidade da concessionária.
BANCA
Um recente estudo do economista Eugénio Rosa refere que, segundo o Boletim Estatístico de Março de 2011 do
Banco de Portugal, a banca a operar em Portugal obteve, do BCE, financiamento no valor de 14.407 M€ em 2008; de 19.419 M€ em 2009; e de 48.788 M€, pagando uma taxa de juro de apenas 1%, o que determinou que, por este volume de empréstimos, deverá ter pago ao BCE cerca de 826 M€. Segundo também o Boletim do Banco de Portugal, a banca cobrou pelos empréstimos que, com esse dinheiro obtido do BCE, depois concedeu a particulares, a empresas e ao Estado, taxas de juro médias que variaram entre 5,05% e 6.87%, o que permitiu à banca embolsar, nos três anos, juros que somaram 4.683 M€. Se subtrairmos a esta receita de 4.683 M€, os juros que teve de pagar ao BCE – 883 M€ – ainda restam 3.828 M€, que constitui a sua margem financeira liquida obtida só com o financiamento do BCE à taxa de 1%.
E assim torna-se também mais fácil compreender porque é que o anúncio do fim dos próximos financiamentos do BCE tanta perturbação lançou entre os principais banqueiros do nosso País!
SUBMARINOS
Não questiono aqui a sua utilidade – é uma tema que extravasa o contexto dos factos – mas o seguinte negócio:
Foi pedido pelo Paulo Portas que a qualidade do equipamento fosse reduzida, por motivos financeiros. Entre as reduções das capacidades técnicas dos submarinos e abdicando do empréstimo de dois submarinos usados que a Armada portuguesa, era previsto uma redução de 30 M€… contudo o que se veio a verificar foi o valor da adjudicação não sofreu qualquer alteração, pagando na mesma os 712 M€!? Para onde foram os 30 M€?
É impressionante como é que os nossos políticos vezes sem conta demonstram ser nada mais do que ladrões sem escrúpulos que em nada beneficiam Portugal. São possuidores de um currículo impressionante de fraudes e corrupção. Neste jogo de ping-pong entre os grandes partidos, Portugal saiu sempre a perder e mesmo assim continuamos a acreditar nos mesmos, transcende a falta do pensamento crítico.
DINAMIZAR AS EMPRESAS PORTUGUESAS
A destruição das pescas e da agricultura, feita durante o governo de Cavaco Silva, onde se pagou para abater frotas e transformar os campos agrícolas em desertos, fez com que a produção nacional desses bens apenas cubra 26% das nossas necessidades. Fruto disto, a difícil dinamização dos produtos nacionais face aos importados, pois quem estará disposto a pagar mais por um bem nacional em vez de comprar um bem importado mais barato?
As empresas portuguesas, principalmente as pequenas/médias têm um único problema ou um problema principal: falta de competências de gestão. Esta falta de competência aplica-se a cerca de 85-90% das pequenas/médias empresas. A solução principal passa por tornar as empresas mais competitivas e mais produtivas. Para as tornar mais competitivas terá que se apostar na competitividade da diferenciação e da resposta, e não apenas, como é comummente apostado em Portugal, na competitividade dos custos. Em relação à produtividade teremos que analisar os diversos factores de custo, para priorizar quais os custos deverão ser reduzidos para, sem alteração do output, aumentar a produtividade; novamente a tendência para apontar apenas aos custos de pessoal é extremamente redutora.
Temos de dinamizar as empresas portuguesas, fazê-las crescer, torná-las competitivas e produtivas impulsionando o funcionamento do mercado interno. Ao dependermos demasiado de produção estrangeira, o que vai acontecer é o que já acontece agora, a torneira fecha e nós acarretamos com as dificuldades porque não somos minimamente auto-suficientes.
CONCLUSÃO
Há muito mais a referir, tanto que me entristece ver este meu país cair num buraco, onde não podemos assinalar como culpados apenas o PS e PSD, mas também nós, enquanto votantes, que temos a capacidade para mudar, de exigir mais e melhor para todos, mas insistimos na esperança vã que a solução está na alternância entre o Rosa e o Laranja… há mais cores, há mais soluções, há alternativas! São mais de 30anos deste Ping-pong político que nos avassala constantemente, que não estende a sua visão para além do seu próprio umbigo.
No dia em que for feita a cruz, pensem que é no meu, no vosso e de quem está para vir, o futuro que estão a hipotecar!
Ter em atenção na questão da abstenção, votos em branco ou nulos pois infelizmente as leis que regem o processo eleitoral ditam que ganha quem tiver mais votos, independentemente do número de votos em branco, nulos, ou a percentagem da abstenção…
TODA A MUDANÇA É UM RISCO, MAS É NA MUDANÇA QUE ESTÁ A BASE DA INOVAÇÃO!
Discurso do Professor Carlos Coelho no Prós e Contras espelha bem o valor da nossa classe política:
http://www.youtube.com/watch?v=GHtI8GEaXpY

MENINA SEQUESTRADA HÁ 1 DIA -

   Todos nós temos filhos, sobrinhos, primos, netinhos até. Por isso não desviem o olhar desta mensagem. Hoje por aqueles e amanhã por um de nós.
 
 
 
LEIAM E    PASSEM ESTA MENSAGEM PARA TODAS AS PESSOAS QUE CONHEÇAM.
 
MENINA SEQUESTRADA HÁ 1 DIA - PASSAR RÁPIDO
 
                                                                      ¡¡¡¡Es importante, pasalo rápido!!!!  NO TE LO QUEDES, POR FAVOR
Alerte Enlèvement

    
No te lo quedes,  POR  FAVOR,  pásalo A TODOS TUS CONTACTOS. 
Alerta por el secuestro ayer de esta niña de 3 años  y medio  , Elise, en Tamaimo, Sur de Tenerife. Sus secuestradores, dos hombres y una mujer, viajan en un Seat Panda TF-7633-V (color beige o marrón).  
En previsión de que puedan pasar a la península con ella, haz circular este este mensaje con la foto. Gracias.. .

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Instituto do Cancro da Mama - Pedido importante !

Nem só de política vivemos.
Ajudai a ajudar este flagelo.


Repassem 10 amigos para que repassem a outros 10 amigos ainda hoje!
E assim ajudaremos a manter este site tão importante.
 
http://www.thebreastcancersite.com


O Instituto do Cancro da Mama está com uma importante campanha.

Cabe a nós atendermos sua solicitação e ampará-lo,
pois se depender do Governo será o seu fim!!!
Vamos manter o site do cancro da mama?
Não custa nada.
O site do cancro da mama está com problemas pois não tem
o número de acessos e cliques necessários para alcançar a quota que lhes permite oferecer UMA mamografia gratuita diariamente a mulheres de baixa rendimento.
Demora menos de um segundo ir ao site e clicar na tecla
cor-de-rosa que diz 'Campanha da Mamografia Digital Gratuita'.
Não custa nada e é por meio do número diário de pessoas
que clicam, que os patrocinadores oferecem a mamografia em troca de publicidade.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

45 000€, por dia. É obra!

 


 



 Ó meus Amigos,
                                      o ‘Mário Branco cantava, faz uns anitos já, assim – “Qual é a tua ó meu?...”  E já agora… qual é a ‘vossa’?... Então fiquem-se lá com adele (a do senhor Silva…! [Jardim dixit ])
 
Fiquem bem… se for caso disso…


 
45 mil euros por dia para a Presidência da República.

As contas do Palácio de Belém

O DN descobriu que a Presidência da República custa 16 milhões de euros por ano
(163 vezes mais do que custava Ramalho Eanes), ou seja, 1,5 euros a cada português.
Dinheiro que, para além de pagar o salário de Cavaco, sustenta ainda os seus
12 assessores e 24 consultores,
bem como o restante pessoal que garante o funcionamento da Presidência da República.
A juntar a estas despesas, há ainda cerca de um milhão de euros de dinheiro dos contribuintes que todos os anos serve para pagar pensões e benefícios aos antigos presidentes.

Os 16 milhões de euros que são gastos anualmente pela Presidência da República colocam Cavaco Silva

entre os chefes de Estado que mais gastam em toda a Europa,

gastando o dobro do Rei Juan Carlos de Espanha (oito milhões de euros)

sendo apenas ultrapassado pelo presidente francês, Nicolas Sarkozy (112 milhões de euros)

e pela Rainha de Inglaterra, Isabel II, que custa 46,6 milhões de euros anuais.


E tem o senhor Aníbal Cavaco Silva,
a desfaçatez de nos vir dizer  que –

os sacrifícios são para ser ‘distribuídos’ por todos os portugueses”…

‘Atão’ tá bem ó meu! ...

(…? E não se pode ‘privatizar’ a Presidência da República ?...)











--
'O que me preocupa não é o grito dos maus. É o silêncio dos bons...'

terça-feira, 31 de maio de 2011

Portugal Sem Ninguém! 2100 e Uma Raça, um Povo, um Ideal, na Beira da Extinção!

A população residente em Portugal vai cair de quase 10,7 milhões de pessoas, no ano passado, para menos de 6,8 milhões em 2100, segundo previsões da ONU publicadas hoje. O país já deixou de conseguir substituir as gerações anteriores em todas as regiões.A previsão elaborada pelas Nações Unidas diz que nem sequer a entrada de imigrantes e o aumento da esperança de vida vão compensar o envelhecimento e o recuo populacional português, que ameaçam a sustentabilidade económica.Segundo o relatório “World Population Prospects: The 2010 Revision”, publicado pelas Nações Unidas, a população portuguesa registará um pico em 2015, com 10.702.000 de pessoas. A partir daí irá começar um recuo, muito pronunciado a meio do século.
Entre 2045 e 2075, a ONU prevê mesmo que Portugal perca a cada cinco anos entre 58 e 72 mil pessoas, até chegar às 6.754.000 em 2100.As previsões já se estão a concretizar em muitos concelhos do país. Segundo os últimos dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), 158 municípios perderam população na última década. E isto também se aplica a algumas das principais cidades portuguesas. “Ao longo da última década, constata-se que nos centros metropolitanos de Lisboa e do Porto, a densidade populacional reduziu-se, tendo-se passado o inverso na generalidade dos municípios circundantes. Além deste fenómeno metropolitano, é visível um reforço da densidade populacional no Litoral continental e uma diminuição no Interior.
Também nas regiões autónomas, se observou uma diminuição da densidade populacional em Ponta Delgada e, sobretudo, no Funchal, e um aumento nos municípios limítrofes”, diz o INE num relatório de Abril publicado ontem, dia 30/05/2011. Menos filhos, jovens e imigrantes e mais idosos – Segundo as Nações Unidas, a fertilidade em Portugal irá cair para menos de oito nascimentos anuais por cada mil habitantes já na próxima década, taxa que só voltará a subir no final do século, até aos 10,3 nascimentos. Isto apesar de se prever que o número de crianças por cada mulher (taxa de fecundidade) aumente a partir de 2025. 

Vamos ficar de braços cruzados?
Lutemos para combater o que se passa na nossa Nação, temos de criar condições para termos mais filhos, e isto é exigir aos governos e seus políticos que nos dêem condições para os criarmos e meios para combatermos a infertilidade nos nossos casais.
Ajam, não se acomodem, divulguem...

Desvairos eleitorais...

A campanha eleitoral parece ter entrado numa fase estéril, em que os candidatos tentam conquistar o voto dos indecisos e cedem ao folclore do pingue-pongue de pretensas ofensas e meias verdades. E o que noto, o que ouço nas ruas é que o País se está a borrifar para os políticos e muita gente manifesta intenção de não votar (a abstenção irá de novo ser a maior)?

Confesso que é uma questão que me preocupa.

Mas não posso com isenção deixar de perceber que algo vai mal nas estratégias de marketing que cada partido delineou. Falta poder de argumentação sobre aquilo que devia ser dito, falta falar de pensam fazer pelo País.

Hoje (admito que esteja errado) fiquei com a sensação de que o mundo em que vivem os políticos não é o mesmo de quem os elege.


Aflige-me que, a menos de uma semana das eleições, os partidos apostem tudo na conquista dos votos dos indecisos.

Não deveria o discurso político apostar, antes, em assegurar segurança, justiça e direitos civis?

Faço esta pergunta em face das conclusões do estudo encomendado pelo Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social. (in ‘Público’ 30/05/11)

Esse estudo - do Instituto Superior de Economia e Gestão, da Universidade Técnica de Lisboa - conclui que cerca de 40% dos nossos querubins são pobrezinhos, ou seja:
 
Duas em cada cinco crianças portuguesas vivem em situação de pobreza.

Votar contra...

Nunca, como nas próximas eleições, haverá tantos eleitores a votar contra e não a favor... Por isso, não se poderá confundir o voto no partido com a aprovação do seu programa



1. Não é José Sócrates que nos pode tirar do "buraco" em que estamos quando foi ele que lá nos meteu: assim, deve ser punido por isso e só Pedro Passos Coelho (PPC) tem condições para chefiar o próximo Governo - eis o essencial da mensagem eleitoral do PSD. Já Sócrates diz que foi o chumbo do PEC IV, da principal responsabilidade do PSD, que levou ao agravamento da situação causada pela gravíssima crise internacional e à intervenção exterior, sendo certo que PPC e o PSD só tornarão tudo muito pior, pois querem destruir o Estado Social. Paulo Portas, por sua vez, coincide com o PSD quanto a Sócrates, mas afirma-se como o mais preparado para lhe suceder, sugere que o CDS a isso pode aspirar; coloca-se acima dos ataques entre PS e PSD e manifesta preocupações sociais que o distanciem do seu ex e provável futuro parceiro de coligação. Enfim, BE e PCP, com pequenas diferenças entre eles, também malham em Sócrates, mas enfatizam que PS, PSD e CDS são iguais e propõem a mesma desastrosa receita, a do acordo com a troika que os três subscreveram; e sublinham que o decisivo é mudar de política(s), com uma vitória da esquerda.
2. O que resulta daqui e da progressiva degradação das condições de vida das pessoas, sem expectativa de melhorias, é que quem está no poder está em princípio condenado a perder: por mais justificações que tenha ou crie para a situação vivida, por melhor que tenha feito antes e por mais que tente demonstrar que se no Governo estivessem outros seria pior ainda. É o que diz a experiência, comprova a História e está a acontecer por toda a Europa. Se alguma coisa pode surpreender é o empate técnico entre PSD e PS que as sondagens têm registado. Só explicável por uma série de factores, entre os quais a pouca consistência da alternância possível, os erros do PSD e o efectivo medo de que destrua o Estado Social, quando ele é mais necessário; e ainda a acentuada subida do CDS, por causas implícitas no que antes se disse, que afecta sobretudo o PSD, e na descida do BE, que beneficia sobretudo o PS.
3.  No actual contexto, sendo a crise global que se vive, no fundamental, consequência de um ultraliberalismo selvagem, pareceria lógico que os partidos de esquerda se reforçassem. Mas não é isso que está em geral a acontecer. Creio que o PCP, não obstante a comunicabilidade de Jerónimo de Sousa, e a ideia de seriedade que transmite, apenas poderá manter o seu eleitorado tradicional; e o BE, não obstante Francisco Louçã ser talvez o líder mais preparado, tenderá até a descer. Porque a conduta de ambos os partidos, com culpas deles (e o contributo do PS), os leva a um irremediável afastamento da área do poder, por como que quererem impor e sobrepor aos outros os seus pontos de vista, apesar de minoritários, para aceitar qualquer plataforma de entendimento, inclusive para dar sustentação parlamentar a um Governo. O que creio ter frustrado principalmente a expectativa de parte dos que passaram a votar BE e pensaram que poderia e deveria ter um relacionamento diferente com os socialistas.
4. Tudo visto, pode-se dizer que o favoritismo está do lado do PSD e a maior probabilidade é a de um futuro Governo com o CDS. Mas ficando o PS e o PSD muito próximos um do outro, o mais aconselhável seria formarem um Governo de coligação. Ainda nada está decidido em definitivo. E o principal trunfo do PS poderia ser, com uma boa campanha (que não tem feito) o que o PSD propõe em sede de Estado Social e privatizações, desde o projecto de Constituição, de que não tem falado, até às propostas dos "grupos" de personalidades que não passaram para o programa, talvez por serem eleitoralmente nocivas, mas podem vir a ser aplicadas (pois quem é que irá para o Governo?...).
5. Aconteça o que acontecer, os líderes dos maiores partidos, em particular os do PS e PSD, podem estar certos de que uma muito substancial parte dos seus votos não será pela positiva, mas pela negativa - o que é mau e preocupante. Creio que nunca, como nas próximas eleições, haverá tantos eleitores a votar contra (sobretudo Sócrates), e não a favor... Por isso, o próximo primeiro-ministro, quem quer que ele seja, não pode confundir o voto no seu partido com a aprovação do seu programa, ou pelo menos de todo o seu programa...


O ponto 1 descreve admiravelmente a actual situação politica. Quem chegar a Portugal hoje, após anos de ausência, percebe de imediato o que se passa se ler este parágrafo.

O ponto 4 mostra já se ter convencido da inevitabilidade da derrota PS e tenta ajudar com sugestões de criticas ao PSD. É uma receita que já não resulta. O PS tem-se portado como partido da oposição, pois critica os outros sem mostrar as suas opções. Esta atitude destrutiva mostra que já não tem novidades para dar e tenta assustar o eleitorado com mitos e truques de propaganda.

O ponto 5 é que me deixa espantado.

Então o voto não pode ser de protesto? Isso é nocivo? Pelo contrário, é o cerne da democracia: penalizar quem governou mal e escolher uma alternativa. E com 4 partidos à escolha, além dos que não têm representação parlamentar, escolher um deles, mesmo sob protesto, não deixa de ser uma escolha pela positiva.

Sendo assim, não vejo como possa ser mau algum português deixar de votar PS porque entende que governou mal, escolhendo outro partido que espera que possa governar melhor.

Contra factos não há argumentos, o PS não soube enfrentar da melhor maneira a difícil crise internacional e foi, por falta de visão e competência, parte do problema e não da solução. Aliás o ponto 2 do seu texto é incorrecto: em dificuldade, o nosso povo sempre segurou os líderes que ocupam o poder.

Mas para isso acontecer os governantes em funções têm de ser minimamente competentes.

Agora é a sério ... O Governo de Sócrates foi bom ou mau?

Tudo começou onde? Num ataque desenfreado pelas ditas agências de rating contra a Irlanda, a Grécia e, depois Portugal! Passaram por cima da Itália e da Bélgica, não sei porquê? Mas agora começo talvez a perceber, pelo papel de DSK! FONTE: Eurostat 26 de Abril de 2011 - Dívida soberana versus PIB - é um gráfico giro e animado!


Portugal começa em 2005 com uma percentagem 62,8%, diria herdada por Sócrates do PSD. Em 2007 estamos nos 68,3% do PIB. Hoje muitos políticos portugueses negam a entrada do mundo numa CRISE GLOBAL a partir de 2007. Nessa altura a dívida soberana em função do PIB era por Países em 2007(1ª coluna), e passou a ser em 2010 (2ª coluna) de:
Grécia - 105% - 142%
Itália - 103% - 119%
Bélgica - 84% - 96,7%
Irlanda - 25% - 96,2%
Portugal - 68% - 93%
Alemanha 65% - 83,2%
França-64% - 81,7%
R. Unido-44% - 80%
Ou seja, apesar do agravamento geral da dívida soberana em quase todos os Países Europeus, não tivemos nenhuma CRISE MUNDIAL segundo todos os opositores ao nosso Governo! Só tivemos maus Governos por essa Europa fora! Agora se me permitirem vou provar que houve crise e que afectou todos os Países da CEE com excepção da Suécia:
Agravamento da dívida soberana em função do PIB 2007-2010, em percentagem:
Letónia - 397%
Irlanda - 284%
Luxemburgo -175%
Roménia - 144%
Reino Unido - 80%
Espanha - 66%
Dinamarca - 59%
Eslováquia -39%
Holanda - 38%
Finlândia - 38%
PORTUGAL - 36%
Grécia - 35%
R. Checa - 31%
ALEMANHA - 28%
FRANÇA - 28%
Então diria perante circunstâncias muito adversas o Governo Português teve uma boa performance, pouco pior que o Sr. Sarkozy e a Srª Merckel. E a Itália e a Bélgica?
A minha última pergunta refere-se a algo que não compreendo ou, talvez passei a compreender! E penso estar relacionado com DSK.
Olhando friamente os números atrás mencionados e publicados pelo Eurostat faço as seguintes perguntas:
- Porque foi a Irlanda a 1ª a ser atacada? - Respondo com um agravamento de 284% da dívida soberana em função do seu PIB ( em 3 anos ).
- Porque foi a Grécia a segunda a ser atacada pelas agências de rating - teve um agravamento de 35% da sua dívida soberana em 3 anos, mas em termos percentuais já ia em 142% do PIB.
- Depois vem o ataque a Portugal! Não o percebo e como dizia um Prof. de Economia Americano - absolutamente desnecessário.
-Porque não atacaram a Bélgica? (já com uma dívida soberana representando 96,7% do PIB)
-Porque não atacaram a Itália? ( já com uma dívida soberana representando 119% do PIB)
-Porque não atacaram a Espanha com um agravamento do défice de 66% entre 2007-2010 ?( Já com uma dívida representando 67% do seu PIB ).
Porque se sentiram ameaçados a Alemanha e a França? Afinal sofreram também na pele uma crise global ou não?
É que a Alemanha viu agravar-se em 3 anos a sua dívida em 28%, em relação a 2007, e a França também em 28%.
Sócrates ia fazendo melhor - agravou, nesta contextura internacional, em 36% a nossa dívida soberana, mas com um governo minoritário!
ISTO É FALAR SÉRIO!


Realmente é fundamental esclarecer os indecisos, e como dizem que não houve crise internacional, deixo aqui o link para o relatório, de mais de 600 páginas, da comissão de inquérito americana sobre a origem da crise (pena ser em Inglês) onde se pode ver a sua aterradora dimensão. http://cybercemetery.unt.... ackspacecloud.com/fcic_final_report_full.pdf
Por outro lado o acordo imposto (pois a capacidade negocial de Portugal perante os devedores é mínima ... o porquê? aínda não percebi), pela troika, é um programa de governo muito violento e terá que ser implementado, sob pena de entrarmos rapidamente em bancarrota, e disso é fundamental que não hajam dúvidas.
Agora poderá ser executado pelo PS, que fará cortes sociais mas no mínimo possível porque, por um lado, está na sua matriz ideológica, e por outro, foi ele que implantou muitos deles.
Mas se for implementado pelo PSD, partido de que o insuspeito Paulo Portas se diz socialmente mais esquerda, de tal modo radical é a sua agenda económica e social, os custos para os portugueses serão imensos (é só ler o programa deles) .
Ambos podem cumprir o acordo mas com preços sociais muito diferentes!
É isso que as pessoas no dia 5 têm que escolher.

Com isto não digo que o PS, seja uma boa opção, para mim e muitos como eu, tanto o PSD ou o CDS-PP, não esquecendo o PCP e o BE, são tudo farinha do mesmo saco, e é por isso que afirmo que devemos votar nos partidos pequenos, aqueles que não têm representação parlamentar, e que nós no dia 5 de Junho devíamos dar voz, porque seria a nossa voz, a da discordância, a da mudança.
Votem bem votem nacionalismo...