PORTUGAL GLORIOSA PATRIA DOS LUSITANOS

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LUSITANOS LEVANTAI DE NOVO O ESPLENDOR DE PORTUGAL

quinta-feira, 16 de junho de 2011

As leis e as suas práticas

O Art.º-141.º Do Código Penal é simples e claro: "Será condenado na pena de prisão maior de vinte a vinte e quatro anos, todo o português que: 1.º intentar, por qualquer meio violento ou fraudulento ou com auxílio estrangeiro, separar da mãe-Pátria ou entregar a país estrangeiro todo ou parte do território português, ou por qualquer desses meios ofender ou puser em perigo a independência do País. 2.º Tomar armas, debaixo das bandeiras de uma nação estrangeira, contra a Pátria". Simples e claro como o juízo do nosso povo, quanto à forma como a Pátria foi mutilada.

Não venham os "analistas políticos" com a cantiga que não se podem, nem se deve punir quem nos levou a esta situação critica a nossa Nação.
Dizem esses senhores que isso levaria a uma fragmentação da sociedade civil, e traria muitos problemas ao Estado/Nação, no meu prisma só se for o de julgar a cambada de corruptos políticos e não só e congelar todos os seus bens, e mais tarde passa-los para os cofres do Estado e condena-los a penas de prisão máximas... Temos a lei do nosso lado, não temos é a coragem de a pôr em prática porque a corrupção instalou-se em todo o lado da sociedade em que vivemos...

Continuo a afirmar que não serviu de nada estas eleições, o único objectivo alcançada em 5 de Junho foi mudar o primeiro- ministro e o governo, porque de resto temos é novos governantes a preparem-se para encher os seus bolsos e dos seus "amigos".

Será que o nosso povo continua "adormecido"?
Mais de 41% em abstenção, diz alguma coisa, mas o povo mesmo desiludido não se deve abstrair do seu dever, porque como cidadãos devem sempre exercer (dar a sua opinião), o seu direito de votar.
Acredito que precisamos de pessoas idóneas que formem ou "tomem" um partido e se apresentem ao povo com ideias sérias e concretas, e que demonstrem por actos que o interesse da Nação está acima de tudo.Mas sei que até agora essas pessoas idóneas não se atrevem a dar a cara e a pegar nos destinos desta nobre Pátria, e isto porque vêem que as leis actuais não ajudariam a mudar o que se tem de mudar.

Continuamos por isso a viver no reino do regabofe e do clientelismo e das luvas... Temos de nos unir e começar a trabalhar para as próximas eleições, que são as autárquicas, aqui poderemos dar inicio a uma mudança que poderá ser demorada mas que dará bons resultados no final, é preciso trabalhar.

A UE no mundo de Malta/Itália

Nos campos dos esquecidos


Malte. O ingreso do hangar de Hal Far. Malte. O ingresso do hangar de Hal Far.

Depois de Lampedusa, em Itália, o arquipélago de Malta é o destino preferido de centenas de africanos que fogem dos combates na Líbia. Mas aqui, a Europa parece um hangar insalubre onde eles são armazenados, na esperança de obterem um improvável asilo político. 
Enclausurados, à chegada, em centro fechados, os exilados que são identificados como “vulneráveis” foram repartidos pelos centros de acolhimento abertos. Um deles está reservado para as famílias. Chama-se Hal Far e fica no terminal de uma linha de autocarros, ao lado de lojas e de casas normais, à beira das pistas e um aeroporto abandonado.
É lá que vivem cerca de trinta famílias, à espera de protecção internacional. Quase sempre húmido, o ar, ali, é sufocante no verão e glaciar no inverno. Vindo de Tripoli com a mulher e o filho de dezasseis meses, Dawit, um etíope de 35 anos, faz parte dos moradores de infortúnio do hangar. “Agradeço às autoridades maltesas que salvaram o meu barco do naufrágio e que nos acolhem”, diz ele, em jeito de preâmbulo. “Mas é preciso dizer que este lugar é terrível, verdadeiramente terrível. Somos somalis, etíopes, eritreus e alguns ganeses e argelinos. Aqui só há famílias com crianças. O mais novo tem um mês e meio. E também há uma mulher que deu à luz à chegada. Tiraram-na do centro de detenção e quando o bebé nasceu, voltaram a trazê-los para cá.”
“Estamos todos esgotados”, continua ele, “E onde é que nos metem? Neste hangar, onde tudo é sujo e perigoso. Temos falta de luz, há apenas dois néons para isto tudo e nada que nos ilumine nas tendas. O pavimento está oleoso, a drenagem de água está avariada, os ratos correm por todo o lado. Tudo isto é tóxico. Os bebés metem os dedos na boca, nos olhos, têm infecções, estão doentes. Têm que ir constantemente ao hospital. Vimos um médico italiano chorar ao olhar para eles. Da última vez que tive de ir à farmácia comprar medicamentos para o meu filho, paguei 39 euros. Isto não pode continuar. O verão está a chegar. Com o calor, isto vai ser insuportável. Estamos reconhecidos, mas este lugar não foi feito para seres humanos.”
Dawit repete várias vezes que não tencionava vir para a Europa. Professor de inglês, foi obrigado a embarcar para fugir dos combates e, também, da violência de que são objecto os africanos subsarianos. Entre os pais que tiveram a mesma sorte que ele há um estudante de medicina, um engenheiro informático e um tradutor. Alguns deixaram os seus países de origem por causa de perseguições e obtiveram estatuto de refugiados. Todos tinham projectos de vida na Líbia. E todos eles estiveram à beira da morte durante o seu périplo pelo Mediterrâneo.

"As crianças adoecem umas a seguir às outras"

Do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (HCR) às associações humanitárias no terreno, os testemunhos coincidem. No  hangar, as tendas distribuídas pela Cruz Vermelha suíça estão alinhadas em três filas de dez tendas cada uma. Cerca de 150 pessoas, incluindo bebés, vivem ali, agrupadas por famílias. À volta do edifício foram instalados contentores com 16 camas cada um onde estão instalados, separadamente, os homens e as mulheres que estão sós.
A Jesuit Refugee Service (JRS), uma associação de assistência jurídica e social presente em Malta para apoiar os refugiados diz: “As crianças adoecem umas a seguir às outras. Torna-se crónico e grave”. “Quando as primeiras famílias ali foram instaladas, a  primeira reacção foi dizerem que preferiam voltar para o centro de detenção! Via-se voluntários a chorarem quando estavam a distribuir água, leite, carrinhos de bebé ou fraldas. Mas a culpa não é nossa(Europa), resolvam eles os seus problemas.

Este estado de coisas também é válido para aquilo que as autoridades locais e os próprios refugiados chamam Tent Village, a aldeia das tendas, a algumas centenas de metros do hangar. Grandes tendas instaladas a céu aberto, em parte destruídas pelos grandes vendavais de Fevereiro. Mesmo em bom estado, estes abrigos protegem mal da chuva e do vento, e do sol ainda pior como constatou o HCR.

"As autoridades organizam a penúria para encorajarem as pessoas a partir"

“No hangar e na Tent Village, as condições estão abaixo dos mínimos aceitáveis, especialmente para as famílias com crianças”, o HCR de Malte, retomando a linguagem administrativa própria das organizações internacionais. “Os equipamentos sanitários e as condições de vida não são apropriadas para estadias tão prolongadas e estes centros não foram concebidos para pessoas vulneráveis”, diz a HCR.

De facto, até agora, nem o hangar nem as tendas tinham alguma vez servido para albergar famílias. E nos últimos meses, quando os barcos deixaram de chegar, estiveram fechados. Porque o acordo sobre migração assinado entre a Itália e a Líbia acabou por dar resultado. “Durante um ano, com excepção de um barco que chegou em Julho passado, não houve mais chegadas”, a HCR, só que com o recrudescer da instabilidade na Líbia e Tunísia essa acalmia desapareceu.

A situação em Hal Far é insustentável. Por causa do isolamento geográfico dos refugiados, vê-se a “guetização” a que são sujeitos. “Nada foi feito para melhorar as instalações. As condições até pioraram”, porque “em vez de tratarem das possibilidades de instalação e integração aqui, as autoridades maltesas apostam tudo na reinstalação ou na relocalização noutros países europeus ou ocidentais. Isso corresponde à estratégia que traçaram. Organizam a dura penúria nas instalações para encorajarem as pessoas a partirem em vez de ficarem cá”, adianta. Por outras palavras, Malta privilegia a emergência para evitar a instalação de recém-chegados e obrigar os seus parceiros europeus a acolhê-los.Coisa que concordo plenamente com o governo de Malta, os Alemães e os Franceses ...que os acolham...

Contexto

Malta e Itália sozinhas perante o fluxo de refugiados

Desde o início dos bombardeamentos “aliados” na Líbia, a “push-back policy” de expulsão de imigrantes deixou de funcionar. Mouammar Kadhafi avisou que a sua guarda costeira deixaria de travar os imigrantes, como costumava fazer desde o acordo ítalo-líbio de Agosto de 2008, reactivando o fantasma da invasão. Malta, tal como Itália, queixa-se de falta de meios financeiros e ausência de solidariedade europeia naquilo a que os países da UE chamam “partilha de obrigação” de asilo. Apesar dos combates, que comprometem a maior parte deles, os Estados membros, por enquanto, não desencadearam o processo excepcional dito de protecção temporária, adoptado numa directiva de 2001 e nunca aplicado, com o objectivo de oferecer aos refugiados “uma protecção imediata e acolhimento no território”. Que seria a desgraça destes países e a rápida invasão muçulmana, já não chegam os que cá estão e se multiplicam como "gafanhotos"...

Ou seja, por um lado as autoridades maltesas e italianas continuam a gerir sozinhas as chegadas e, por outro, podem sempre recusar o estatuto de refugiado com o argumento de que a pessoa terá de voltar para o seu país de origem. Por isso, os etíopes como Dawit têm poucas possibilidades têm de obter asilo) e ainda bem para nós), ao contrário dos eritreus, dos somalis e dos sudaneses do Darfour( grande parte são cristãos, mas mesmo assim deviam seguir o caminho dos outros também) para quem o HCR fez recomendações explícitas de protecção.
Não se percebe duas medidas para situações semelhantes.

Imigração

Lampedusa, um posto avançado na tempestade


Um barco que transporta imigrantes prepara-se para atracar em Lampedusa, a 21 de fevereiro de 2011. Um barco que transporta imigrantes prepara-se para atracar em Lampedusa.
Desde meados de Fevereiro, a ilha italiana tem acolhido vários milhares de imigrantes vindos da Tunísia, de barco. Com meios limitados, por um tempo deplorável, e sem apoio político, os habitantes tentam controlar a situação. Reportagem num local onde se evoca um estado de guerra.
Dito assim, pode ser impressionante mas, no entanto, é exactamente como se a Itália se estivesse a preparar-se  para uma guerra. Para a Itália – que já participou numa – é uma espécie de segunda guerra da Líbia [a primeira, que começou em Setembro de 1911, e marcou o início da colonização italiana da Líbia].
Como uma trombeta da história, os C 130 asseguram febrilmente as evacuações paralelas: por um lado, evacuam-se os tunisinos de Lampedusa e, por outro, os italianos de Tripoli, porque agora, de um lado e de outro deste pequeno canto do Mediterrâneo, quem pode foge, para não mais voltar. Os navios de guerra dirigem-se para o Estreito da Sicília, para se juntarem à pequena frota que já ali está. E todas as bases aéreas estão em alerta máximo. Em resumo, preparam-se para o pior.

A paciência dos insulares é posta à prova

E, enquanto isso, vigiam o mar, à espera do inimigo. Mas o inimigo não pode ser esta armada de barcos de carga cheios de imigrantes ilegais: há qualquer coisa de errado nesta guerra. Na noite de terça para quarta-feira(dias 9 e 10 de Junho), de um mar revolto desembarcaram em Lampedusa mais 5250 refugiados: tinham percorrido 60 milhas náuticas desde a cidade de Sfax, na Tunísia, metade da distância que os separa da costa siciliana.
Na véspera, apesar da tempestade e da frota em alerta vermelho, alguns conseguiram chegar a terra: secaram a roupa, calçaram os sapatos e dirigiram-se ao bar mais próximo para comerem qualquer coisa quente. O centro de acolhimento de clandestinos – que acabava de ficar vazio – ultrapassou, mais uma vez, a sua capacidade para 1000 pessoas: a meio da semana passada, 2500.
Os clandestinos chegam e partem em grande número e é evidente que esta situação não se pode manter. “Sobretudo se o mar estiver calmo, porque se o mar estiver calmo e Kadhafi se render, o que vimos até agora não será nada, comparado com o que aí virá”.

Para dizer a verdade, já muita coisa se passou em Lampedusa. A artéria principal e as ruelas do centro estão cheias de tunisinos que gastam o seu dinheiro nos bares, nos supermercados e, sobretudo, nas lojas onde carregam os telemóveis. A posição adoptada (ou seja, a de não fechar os imigrantes no centro) revelou-se, até agora, a melhor: mas uma semana depois, esta estratégia começa a pôr duramente à prova a paciência dos insulares.

Todas as portas estão fechadas à chave

Em muitos dos bares o café é servido, agora, em copos descartáveis “porque os clientes da terra  se recusam a beber pelas mesmas chávenas por onde eles bebem”.
As crianças já quase não saem de casa: todas as portas estão fechadas à chave e as meninas são sempre escoltadas por um adulto, mesmo que seja para percorrerem apenas 100 metros. A paciência dos habitantes está a chegar ao fim: e pensam nos números que ouvem debitar durante todo o dia. Tanto por Roma como por Bruxelas. Dezenas de milhares. Cem mil. Talvez 300 mil. Os números variam, mas mesmo os mais optimistas são sinónimo de catástrofe.
Dino De Rubeis, o gigantesco presidente da Câmara de Lampedusa, afirma: “Como vêm, estamos cá e nunca nos manifestámos. Albergámo-los em todo o lado, passámos noites no cais, oferecemos-lhes cigarros… Mas Lampedusa não pode resolver isto sozinha. Precisamos de ajuda”.
Dino De Rubeis faz cara feia perante os despachos das agências, cheios de más notícias: o Alto-Comissário das Nações Unidas para os Refugiados lança um apelo para que “os imigrantes não sejam reprimidos”; a União Europeia pede à Itália que abandone a ideia de repartir os magrebinos por todo o continente, uns quantos aqui, uns quantos acolá; o Governo italiano, sem saber mais para que lado dançar, encara a possibilidade de instalar enormes cidades de tendas na Sicília. Os homens observam o horizonte e falam da chegada de mau tempo.

Histórias e anedotas contadas com sotaques fantásticos

A sua prece de um mar agitado e ventos de 40 nós foi ouvida e, por falar em desembarques, ontem, Lampedusa parecia a Normandia, com borrascas vindas de Nordeste, rajadas de chuva fria e um vento gelado que convidavam a ficar fechado em casa. É bom para a guerra, mas mau para a ilha: há dois dias que o barco que a abastece, vindo de Porto Empedocle não se pode fazer ao mar. Os aviões não estão em melhor situação: ontem, por causa do mau tempo, foram anulados dois voos que deviam ter transferido um grupo de imigrantes.
Assim estão as coisas no posto avançado da Itália e da Europa, à espera da anunciada invasão magrebina. Nos bares e nas tabernas onde as pessoas se refugiaram, por causa da chuva, entrelaçam-se histórias e anedotas contadas com sotaques fantásticos.
Recorda-se o que aconteceu em 1980, quando Kadhafi lançou dois mísseis contra a base do LORAN [Long range navigation, sistema de navegação rádio por emissores terrestres] de Lampedusa, falhando o alvo em alguns quilómetros. E sublinham-se as bizarrias desta guerra, que se confunde com uma outra que já dura há algum tempo entre os pescadores de Mazara del Vallo e os barcos das guardas costeiras líbia e tunisina.
O arrastão que socorreu 40 magrebinos à deriva, na noite de terça-feira, é o “Raio de Lua”. Exactamente há um ano, este mesmo “Raio de Lua” foi abordado e apreendido pela guarda costeira de Kadhafi por intromissão em águas territoriais líbias… Ou seja, esta guerra não é nova.
Pergunta-se, o que fazer com estes "imigras"?
Acho que ninguém sabe fazer o que fazer, mas o que vemos é uma invasão de muçulmanos, e de mais miséria para esta desgraçada Europa Mediterrânica, que é a mais paupérrima ...

Lampedusa, é o espelho da impotência europeia

A frase célebre do [escritor italiano] Giuseppe Tomasi di Lampedusa – "Tudo tem de mudar para ficar tudo na mesma" – mostrou não ser verdadeira em Lampedusa.Com a explosão de revoluções na Tunísia e na Líbia, "a assustadora vaga de famílias desafortunadas que emigram" atingiu esta ilha italiana com a força de um tsunami, deixando-a numa situação "trágica". "Lampedusa tornou-se a medida das possibilidades limitadas da Europa em termos de imigração ilegal e de política de asilo", e por incrível que seja e vejamos com os nossos olhos a Frontex, a agência que controla as fronteiras da UE, não dispõe de meios próprios e é obrigada a pedir aos Estados-membros que forneçam a polícia e os fundos necessários. "Um dignitário [da UE] disse recentemente que os imigrantes deveriam ser re-enviados para os seus países de origem. Para quê? Para lhes ‘darmos as boas vindas’ no dia seguinte? E porque não afoga-los no caminho?!", pergunta  irónica mas plausível de se fazer, iremos prejudicar-nos e ás nossas gerações, para sermos "humanos", e para ficarmos bem na "foto" dos direitos humanos? Que se lixe isso, primeiro os nossos e depois os outros, sou contra o mundo global, que não nos leva a lado nenhum correcto.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Crise da dívida

A Grécia pode afundar o euro


Numa altura em que a Standard & Poor's dá à economia grega a mais baixa notação de crédito do mundo, o editor de Economia do Irish Times defende que, se a longa história de disfunção política e económica do país aponta o seu futuro, os outros 16 países da Zona Euro também estão em risco.

A Grécia é um Estado à beira da falência. Tem falta de coesão social e está profundamente dividida. A sua economia está em estado de choque. Se a história do país serve de guia para o seu futuro, vêm aí problemas muito sérios.
Há mais de um ano, quando a troika das instituições que atualmente supervisionam o apoio financeiro à Irlanda aterrou pela primeira vez em Atenas, havia a esperança de que o país mais mal governado da Europa desenvolvida pudesse ser colocado nos trilhos.
Um novo governo tinha então tomado posse e as suas personalidades mais destacadas pareciam sinceras acerca do empenho numa reforma radical. Muitos gregos, especialmente os jovens e as pessoas cultas que reconheciam o grau de disfuncionalidade do país, apoiaram a rutura. Falou-se muito de oportunidades em tempo de crise.
Essa conversa já não faz sentido. A crise representa agora apenas ameaças e riscos.
Sob muitos aspetos, isso não surpreende. A disfuncionalidade crónica do Estado grego há muito que se instalou. Desde a independência, há quase dois séculos, a Grécia viveu guerra civil, golpes de Estado, deslocamentos em massa de populações, ditaduras e terrorismo.
Não há melhor espelho da sua situação do que a questão que tem atraído a atenção do mundo para o país nos últimos 18 meses: o caos orçamental. De acordo com um estudo feito pelos historiadores económicos Carmen Reinhart e Kenneth Rogoff, o Estado grego tem sido deficitário cerca de um em cada dois anos, desde que foi fundado, na década de 1820. Lutando com a segunda maior dívida pública do mundo, está de novo a enveredar por essa via.
A incapacidade do Estado grego para permanecer solvente é explicada em parte pela História. Província do Império Otomano durante séculos, a Grécia não acompanhou as grandes alterações políticas e sociais da Europa Ocidental. Uma das consequências disso é uma sociedade civil muito fraca e uma limitada tradição de instituições independentes. Os que exercem o poder político na Grécia fazem-no com um grau de absolutismo invulgar na Europa democrática.
O desencadear da crise da dívida soberana da Europa pela Grécia é disso o exemplo mais pertinente. Em países onde os limites do exercício do poder são respeitados, as estatísticas são tratadas de forma independente. Na Grécia, durante a última década, o Governo forçou o instituto nacional de estatística a publicar números altamente recriados e colocou gente de confiança a garantir que eram os que apareciam.
Após uma mudança de Governo, a extensão da fraude foi revelada no final de 2009. Durante os primeiros meses de 2010, foi-se espalhando lentamente pelo mercado de títulos que o Estado grego estava falido. Desde então, o mundo tem convivido com as consequências da crise da dívida soberana na Zona Euro.

Economia paralela

A vastidão da economia paralela da Grécia reflete não apenas a fraqueza do Estado na aplicação imparcial da lei, mas também uma falta de solidariedade social. Um estudo realizado pelo economista alemão Friedrich Schneider avalia-a em 2010 em um quarto da economia oficial grega, em 2010. Dos 21 países desenvolvidos incluídos na pesquisa, a Grécia liderava a tabela.
A venalidade na vida pública é outra razão para a falência do Estado grego. De acordo com a Trans- parency International, era o país mais corrupto da Europa desenvolvida em 2009 e o 57º do mundo no índice de corrupção da organização (a Irlanda está em 16º [numa escala crescente da incidência da corrupção]).
A corrupção é um hábito muito difícil de eliminar, uma vez instalada. Entre outras coisas, fratura a sociedade. E não faltam tensões e cicatrizes na sociedade grega. Ainda em 1974, o país era uma ditadura militar e sofria todas as injustiças tipicamente associadas a esses regimes, incluindo detenções arbitrárias, tortura e execuções sumárias.
Tudo isso veio somar-se à guerra civil da segunda metade da década de 1940, em que morreram 50.000 pessoas. Hoje, a Grécia continua a ser a sociedade mais militarizada da Europa, com despesas das mais altas do continente para a Defesa. A violência nas ruas é comum e persiste um mundo obscuro de células terroristas, embora pouco ativas nos últimos anos. Se a economia se deteriorar mais, existe o risco de alguns radicais e desesperados procurarem resposta no extremismo violento.
As probabilidades de a situação piorar são elevadas. Tensões sociais e corrupção crescente não são, em si, causa de fraqueza económica – basta ver a China e a Índia –, mas não ajudam. Infelizmente para a Grécia, mesmo que ambos os problemas desaparecessem imediatamente, não há motivos para acreditar que a corrosão económica parasse.
A Grécia exporta tão pouco que é a economia mais fechada dos 27 países que formam a UE. Uma pequena economia de pouco mais de 10 milhões de pessoas não pode nunca enriquecer sem exportar.
E nenhuma economia pode enriquecer sem inovar. O melhor indicador da capacidade de inovação de um país é o montante gasto em investigação e desenvolvimento. Na Grécia, as empresas e o Estado gastam anualmente 0,5% do PIB em investigação, menos de um terço da média da UE. Dos 15 membros mais antigos da UE, manteve constantemente os gastos mais baixos em investigação.
Há poucas razões para se ser otimista em relação à Grécia. A sua economia, política e sociedade não funcionam. Isso não é apenas muito mau para os gregos, mas também para os outros 16 países da Zona Euro. Se o país implodir, pode levar consigo ao fundo a moeda única.

Visto de Atenas

Renegociação ou perspetiva de um suicídio


O debate está aceso, na Praça da Constituição, onde, há duas semanas, os "Indignados" de Atenas se reúnem aos milhares, à noite, para manifestarem a sua condenação da situação económica e social do país. Entre eles, Yannis Varufakis, professor de Economia da Universidade de Atenas, enviou uma carta ao primeiro-ministro George Papandreu. Nela, o professor convida Papandreu a ir até à praça "anunciar aos manifestantes  que chegou o momento de levantar a cabeça e olhar os problemas de frente: não vamos receber mais um cêntimo da Europa, se não aplicarmos as medidas que ela impõe."
Mas para Kapsis, mesmo que o primeiro-ministro conseguisse convencer dessa forma os seus compatriotas sobre a necessidade da austeridade e das privatizações em massa que são exigidas, “de qualquer modo não vamos ter êxito – porque não vamos conseguir fazer novo empréstimo e pagar a nossa dívida."
"O professor Varufakis não está louco". "Sabe que a Europa não quer a falência grega, daí a necessidade de reabrir o debate sobre os eurobonds [títulos europeus da dívida]. Mas sabemos que há quem queira excluir a Grécia do Euro. A renegociação da dívida é um placebo. É como ameaçar com um suicídio... Resta saber se isso vai acontecer."

Vamos dar mais 8 a 10 anos e veremos a desintegração desta malfadada "União Europeia", e sairemos do jugo destas potencias (Alemanha e França), comandadas pelos bancários judaicos/jacobinos neo liberais, que só pensam no lucro fácil , e os seres são meros números de cifras monetárias.Devemos por isso (Portugal) antecipar-se  e saíramos desta "UE", QUE SÓ NOS TEM TRAZIDO MISÉRIA PARA O NOSSO POVO.

E. Coli na Europa:... uma reflexão oportuna!!!

 

E. Coli na Europa:... uma reflexão oportuna!!!
Divulguem. Mas antes leiam isto tudo. É caso para alarme se for verdade. Será como dizem, uma retaliação dos laboratórios americanos contra a Espanha por não ter aceite os Transgénicos?
Cada um ajuizará segundo a sua consciência e sapiência...
Mas que esses "Iluminatti" e quejandos andam para aí a fazer as deles... lá isso andam!!
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Escherichia Coli Criada em Laboratório

Enquanto deitam a culpa de um lado para o outro na Europa, onde uma cepa super resistente da bactéria Escherichia Coli (e. coli) está deixando as pessoas doentes e a encher os hospitais na Alemanha, quase ninguém está a falar sobre como a E. coli poderia magicamente ter se tornado resistente a oito diferentes classes de antibióticos e de repente começado a aparecer no fornecimento de alimentos.
Esta variação particular de E.coli é parte da cepa O104 e esta cepa quase nunca é resistente a antibióticos. Para que elas possam adquirir esta resistência, elas devem ser repetidamente expostas a antibióticos a fim de exercer  uma "pressão de mutação", que as leva direção à imunidade completa contra os antibióticos.
Então, se está curioso em saber as origens de tal cepa, você poderia basicamente fazer uma engenharia reversa do código genético da E. coli e determinar, com bastante precisão, a que antibióticos foi exposta durante o seu desenvolvimento. Este trabalho já foi feito (leia mais abaixo), e quando se analisa a descodificação genética desta linhagem O104 que agora ameaça os consumidores de alimentos em toda a Europa, um retrato fascinante emerge de como ela pode ter sido criada.

O Código Genético Revela a História
Quando os cientistas no Instituto Robert Koch da Alemanha descodificaram a composição genética da linhagem O104, eles descobriram que ela é resistente a todas as seguintes classes e combinações de antibióticos:
o Penicilinas
o Tetraciclina
o Ácido nalidíxico
o Cotrimoxazol
o Cefalosporina
o Amoxicilina / ácido clavulânico
o Piperacilina-Sulbactam sódico
o Piperacilina-tazobactam

Além disso, esta linhagem O104 possui uma capacidade de produzir enzimas especiais que lhe dão o que poderia ser chamado de "super poderes bacterianos", conhecida tecnicamente como ESBLs:
"Beta-lactamases de Espectro Estendido (ESBLs) são enzimas que podem ser produzidas por bactérias tornando-as resistentes às cefalosporinas, como por exemplo: cefuroxima , cefotaxima e ceftazidima - que são os antibióticos mais utilizados em muitos hospitais", explica a Agência de Protecção à Saúde do Reino Unido.
Ainda além disso, esta linhagem O104 possui dois genes, - TEM-1 e o CTX-M-15 - que "têm feito os médicos tremerem desde a década de 1990",  reportou o jornal londrino The Guardian.
E por que é que elas fazem os médicos estremecerem? É porque elas são tão mortais que muitas das pessoas infectadas com estas bactérias são vítimas de falha dos órgãos críticos e simplesmente morrem.

Criando uma Super-bactéria Mortal
Então como exactamente que uma bactéria aparece do nada, que é resistente a mais de uma dúzia de antibióticos em oito diferentes classes de medicamentos e ainda apresenta duas mutações de genes letais, além de capacidades da enzima ESBL?
Há realmente apenas uma maneira de isso acontecer: você precisa expor essa cepa de E. coli a todas as oito classes de antibióticos. Normalmente, isso não é feito ao mesmo tempo, é claro: primeiro precisa expô-la à penicilina e encontrar as colónias de sobreviventes que são resistentes à penicilina. Então pega nessas colónias sobreviventes e as expôe à tetraciclina. As colónias sobreviventes são resistentes à penicilina e tetraciclina. Em seguida, as expõe a um medicamento à base de sulfa e recolhe as colónias sobreviventes, e assim por diante. É um processo de selecção genética feita em laboratório, com um resultado desejado bem específico. Trata-se essencialmente como algumas armas biológicas são projetadas pelo Exército dos EUA no seu laboratório em Ft. Detrick, Maryland.
Embora o processo seja mais complicado do que isto, a conclusão é que a criação de uma cepa de E. coli que seja resistente a oito tipos de antibióticos requer repetidas e consistentes exposições a esses antibióticos. É praticamente impossível imaginar como isso poderia acontecer de forma espontânea no mundo natural. Por exemplo, se esta bactéria teve origem nos alimentos (como nos disseram), então onde é que ela adquiriu toda esta resistência aos antibióticos dado o fato que os antibióticos não são utilizados em vegetais?
Ao considerar a evidência genética que agora nos confronta, é difícil imaginar como isso poderia acontecer naturalmente. Embora a resistência a um antibiótico seja comum, a criação de uma cepa da E. coli que seja resistente a oito diferentes classes de antibióticos em conjunto simplesmente desafia as leis de permutação e combinação genética na natureza. Simplificando, esta cepa de super-bactéria E. coli não poderia ter sido criada na natureza. O que nos deixa com apenas uma explicação de onde ela realmente veio: de um laboratório.

Tríade Hegeliana: Problema, Reacção, Solução
As evidências apontam agora que esta cepa mortal da E.coli foi projetada em laboratório, e em seguida, foi libertada no abastecimento de alimentos ou de alguma forma escapou de um laboratório e entrou na cadeia alimentar inadvertidamente.
Se você não concordar com essa conclusão, então você é forçado a concluir que esta super-bactéria octobióticas (imune a oito classes de antibióticos) se desenvolveu de forma aleatória por si só... e esta conclusão é muito mais assustadora do que a explicação da "bio-engenharia" porque significa que super-bactérias octobióticas podem simplesmente aparecer em qualquer lugar a qualquer momento, sem justa causa. E esta seria com certeza uma teoria mirabolante.
Minha conclusão realmente faz mais sentido: Esta cepa de E. coli foi quase certamente criada em laboratório, e em seguida libertada no fornecimento de alimentos com uma finalidade específica. E qual seria o seu propósito?
É a velha tríade novamente sendo utilizada aqui: problema, reacção e solução, conhecida também como "dialéctica hegeliana": Primeiro causam um problema (a cepa mortal da bactéria E. coli no fornecimento de alimentos). Então, aguardam a reacção do público (enorme clamor pois a população está aterrorizada pela E.coli). Em resposta a isso, decretam a sua solução desejada (o controle total sobre o abastecimento global de alimentos e interdição de brotos crus, leite cru e vegetais crus).
É disso que se trata, é claro.
A FDA baseou-se no mesmo fenómeno nos EUA, ao empurrar para o seu recente "Acto de Modernização da Segurança Alimentar", que basicamente criminaliza as pequenas fazendas orgânicas familiares ao menos que elas lambam as botas dos reguladores da FDA. A FDA foi capaz de esmagar a liberdade de agricultura nos EUA, utilizando-se do medo generalizado que seguiu os surtos de E.coli no abastecimento de alimentos dos EUA. Quando as pessoas têm medo, lembre-se, não é difícil fazê-las concordar com quase qualquer tipo de tirania regulamentar. E fazer as pessoas ficarem com medo de sua comida é uma questão simples... basta o governo enviar algumas notas pelo seu gabinete de imprensa por email à média corporativa afiliada.

Primeiro Proíbem a Medicina Natural e Depois Atacam o Abastecimento de Alimentos
Agora, lembre-se: tudo isso está acontecendo na esteira da proibição de ervas medicinais e suplementos nutricionais na União Europeia  - a proibição que descaradamente criminaliza terapias nutricionais que ajudam a manter as pessoas saudáveis e livres de doenças.
Agora que todas estas ervas e suplementos estão proibidos, o próximo passo é fazer com que as pessoas fiquem também com medo de vegetais frescos. Isso porque os vegetais frescos são medicinais, e enquanto o público tiver direito a comprar vegetais frescos, poderão sempre evitar doenças.
Mas se você pode fazer as pessoas terem medo de vegetais frescos, ou até mesmo proibi-los totalmente, então você pode forçar a população inteira a uma dieta de alimentos mortos e  processados, que promovem doenças degenerativas e impulsionam os lucros das poderosas companhias farmacêuticas.
Verá que é tudo parte da mesma agenda: manter as pessoas doentes, negar-lhes acesso às ervas medicinais e suplementos, e em seguida, lucrar em cima do seu sofrimento nas mãos dos cartéis de drogas globais.
É claro que os transgénicos também desempenham um papel semelhante nesta história inteira: Eles são projetados para contaminar o abastecimento de alimentos com o código genético que causa infertilidade generalizada entre os seres humanos. E aqueles que são de alguma forma capazes de se reproduzir após a exposição aos transgénicos continuam a sofrer de doenças degenerativas que enriquece as empresas farmacêuticas durante os "tratamentos".
Lembra-se qual foi recentemente o país alvo da E.coli? A Espanha.
Por que a Espanha? Você deve se lembrar que os cabos que vazaram do Wikileaks revelaram que a Espanha resistiu à introdução de transgénicos no seu sistema agrícola, mesmo quando o governo dos EUA veladamente ameaçou com retaliação política por sua resistência. Esta falsa culpa da Espanha pelas mortes causadas pelo E.coli é provavelmente a retaliação pela falta de vontade da Espanha de entrar no "comboio" dos transgénicos.
Essa é a verdadeira história por trás da devastação económica dos agricultores de vegetais da Espanha. É um dos sub-roteiros que estão sendo seguidos paralelamente a este esquema da super-bactéria escherchia coli.

Alimentos como Armas de Guerra - Criados pela Indústria Farmacêutica?
Aliás, os culpados mais prováveis de terem criado esta cepa de E. coli são os grandes laboratórios farmacêuticos. Quem mais tem acesso a todos os antibióticos e os equipamentos necessários para gerir as mutações provocadas potencialmente a milhares de colónias de E.coli? As companhias farmacêuticas estão numa posição única para tanto executar esta tarefa quanto também lucrar com isso. Em outras palavras, eles têm os meios e as motivações para executar tais acções.
Além das empresas de remédios, talvez apenas os reguladores de doenças infecciosas têm este tipo de capacidade laboratorial. O CDC, por exemplo, provavelmente conseguiria fazer isto se eles realmente quisessem.
A prova de que alguém criou esta cepa de E. coli através de bio-engenharia está escrita no ADN da bactéria. Isto é evidência forense, e o que isto revela não pode ser negado. Esta cepa foi submetida a repetida e prolongada exposição a oito diferentes classes de antibióticos, e depois de alguma forma conseguiram fazer com que ela aparecesse no abastecimento de alimentos.
Como você consegue fazer isto se não for através de um planeamento bem feito realizado por cientistas desonestos? Não existe tal coisa como "mutação espontânea" para uma cepa que é resistente às 8 mais potentes classes de antibióticos que são vendidos pela indústria farmacêutica nos dias de hoje. Tais mutações têm que ser deliberadas.
Mais uma vez, se você não concordar com essa conclusão, então o que está aceitando é que isto não foi feito deliberadamente... aconteceu acidentalmente! E neste caso, então eu digo que é ainda mais assustador! Porque isso significa que a contaminação por antibióticos do nosso mundo agora está em um nível tão extremo de exagero que uma cepa de E. coli na natureza pode ser saturada com oito diferentes classes de antibióticos ao ponto em que se transforma naturalmente em uma super-bactéria mortal.
Se as pessoas acreditam nisto, então isso é uma teoria mais assustadora do que a explicação da bio-engenharia!

Uma Nova Era Começou: Armas Biológicas na sua Comida
Mas em ambos os casos, não importa o que acredita, a verdade simples é que o mundo está enfrentando uma nova era global de novas estirpes de bactérias que não podem ser tratadas com qualquer farmacêutico conhecido. Elas podem, é claro, ser facilmente mortas com prata coloidal, que é exatamente a razão da FDA e os reguladores de saúde terem atacado violentamente as empresas de prata coloidal por todos estes anos: eles não podem deixar o público ter em suas mãos antibióticos naturais que realmente funcionam. Isso colocaria por terra todo o propósito de fazer todo mundo doente em primeiro lugar.
Na verdade, essas cepas de super-bactérias E. coli podem ser muito facilmente tratadas com uma combinação de antibióticos naturais de plantas como o alho, gengibre, cebola e ervas medicinais. Além disto, pro-bióticos podem ajudar a equilibrar a flora do trato digestivo e "expulsar" qualquer bactéria mortal que aparecer. Um sistema imunitário saudável e o bom funcionamento do trato digestivo podem combater uma infecção pela super-bactéria E. coli, mas isso é outro facto que a comunidade médica não quer que se saiba. Não podemos esquecer também da importância da Vitamina D em manter o sistema imunitário funcional. Eles preferem muito mais que você continue a ser uma vítima indefesa deitada no hospital, esperando para morrer, sem opções disponíveis além dos perigosos "remédios" da indústria farmacêutica. É isto que é a "medicina moderna". Eles causam os problemas que eles pretendem tratar, e então não vão nem sequer trata-lo com qualquer coisa que poderia realmente cura-lo.
Quase todas as mortes agora atribuídas a este surto de E.coli poderiam ter sido evitadas rápida e facilmente. Estas são as mortes da ignorância. Mas também são as mortes de uma nova era de armas biológicas baseadas em alimentos desencadeadas por um grupo de cientistas malucos, ou por alguma uma instituição seguindo uma agenda específica que declarou guerra contra a população humana.

Actualizações Sobre este Surto de E.Coli
o 22 mortes até agora já foram relatadas, sendo que  2.153 pessoas já adoeceram e possivelmente estão enfrentando falência renal.
o O Ministério da Agricultura da Alemanha anunciou que mesmo sabendo que a origem do surto é uma fazenda alemã de alimentos orgânicos, eles ainda não retiraram as advertências para que as pessoas evitem comer tomate e alface. Em outras palavras, manter o povo com medo! Isto sem falar que agora ficou claro que o alvo desta armação são as fazendas de alimentos orgânicos. Será que veremos muito em breve a Monsanto anunciar que criou sementes de vegetais imunes à esta bactéria? ;)
o "A variante alemã da E. coli, conhecida como O104, é uma híbrida das cepas que podem causar diarreia sanguinolenta e danos nos rins chamada síndrome hemolítico-urêmica", relatou o Jornal The Independent.
o Um total de dez nações europeias registou surtos da cepa de E. coli, principalmente por pessoas que haviam visitado o norte da Alemanha.
o Esta história é de um jornal alemão, e que sugere que o surto de E. coli pode ter sido um ataque terrorista. Sim, um ataque terrorista pelas companhias farmacêuticas em cima de pessoas inocentes, como de costume...

Wikileaks Brasil: EUA força França e Espanha a aceitar transgênicos

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Estados-membros Crise da dívida

Portugal vira à direita...em direcção à austeridade

Pedro Passos Coelho, líder do PSD e futuro primeiro-ministro, após saber que o seu partido vencera as eleições. Lisboa, 5 de junho de 2011. Pedro Passos Coelho, líder do PSD e futuro primeiro-ministro, após saber que o seu partido vencera as eleições. Lisboa, 5 de junho de 2011.
A oposição conservadora  liberal jacobina, dificilmente conseguirá evitar a aplicação do plano de austeridade elaborado pela União Europeia e o FMI para enfrentar a crise da dívida, apesar de ter ganho as legislativas antecipadas do dia 5 de Junho. Sendo este o mesmo plano que custou o cargo de primeiro-ministro a José Sócrates.
Sem surpresas, Portugal entrou no dia 5 de Junho num novo ciclo político. Os seis anos de governos socialistas chegaram ao fim com a demissão de José Sócrates, inevitável, dada a dimensão da derrota do PS. Mas sabe-se que, em boa parte, esta mudança de ciclo decorre de um voto de protesto contra José Sócrates. Um protesto por causa da ajuda externa, da crise económica e contra o fracasso de um estilo de governação. Por outras palavras, foi mais forte o desejo de ver José Sócrates fora do poder do que de ver Pedro Passos Coelho subir a escadaria de São Bento.
E isso coloca um desafio difícil ao homem que vai liderar a nova maioria do centro-direita. Apesar de uma vitória confortável, que lhe dá uma margem acrescida para negociar com Paulo Portas, Passos Coelho sabe que ainda não conquistou plenamente a confiança dos portugueses. E que vai ser testado no mais difícil dos contextos: o da execução do exigentíssimo programa da troika.
O país político mudou. Mas, como se esperava, Portugal acordará hoje da campanha( porque ainda está inebriada pela campanha, onde, nada se discutiu ou se apresentou um programa onde se especificasse, onde se vai aplicar os dinheiros dos impostos e do que vai vir ainda para se fazer frente ás despesas), como se esta tivesse sido um mero intervalo entre a assinatura do acordo com a troika e o início da execução daquele que é o verdadeiro programa do Governo, e ao já formado governo PSD-CDS-PP.Voltámos ao pesadelo após uma interrupção de algumas semanas em que escolhemos apenas quem iria executar esse programa, para o bem ou para o mal.
Iremos ver Portugal reerguer-se?!...
Ou iremos ver Portugal afundar-se totalmente no buraco da banca rota?!...
Não acredito que nos ergamos tão depressa e com estas "pessoas". Acredito sim que teremos de vir a ter um governo que abarque todas as correntes ideológicas existentes nesta nação, e só com um governo de "todos", nos voltaremos a erguer.
Mas nisto tudo temos de pedir responsabilidades pelo que se passou...Mas isto será para outra altura....

Crise inspirou mais a indiferença do que o sentido de urgência

E se estamos de volta à realidade, sabemos que só será possível cumprir tal acordo com os três partidos do arco da troika a bordo. Não necessariamente sob a forma de um governo a três, mas certamente sob a forma de acordos parlamentares sólidos. Vão ser inúmeros os obstáculos à aplicação do memorando, da contestação social à discussão sobre se o acordo viola ou não a Constituição.
Para os socialistas, de qualquer forma, a demissão de José Sócrates foi um alívio. O ciclo da sua governação esgotou-se e o partido tem agora uma oportunidade de se renovar. É o processo normal em democracia e não há nada de dramático nisso. Há erros sobre os quais os socialistas devem reflectir para redefinirem o papel do partido na sociedade portuguesa e restaurar o debate interno que desapareceu com a liderança de Sócrates. Duas palavras finais, uma para a esquerda "antitroika", outra para a abstenção.
A abstenção sobe em relação a 2009 e é a maior de sempre. Sinal inquietante de que a crise inspirou mais a indiferença do que o sentido de urgência. Mas não menos inquietante é o facto de os cadernos eleitorais continuarem totalmente desfasados da realidade sem que ninguém se preocupe com isso. Se fossem limpos, a abstenção seria menor e o rigor maior. Mas interessará isso a alguém?

Contexto

Derrota da esquerda

Derrota da esquerda
“Absolutamente à direita”, é assim que o vimos os resultados destas eleições( mas uma direita, liberal jacobina... com nada a ver com a (direita nacionalista) que o país necessitava a viragem política em Portugal, após as eleições legislativas de 5 de Junho. As fotografias dos dois vencedores, o líder do Partido Social Democrata (PSD) e futuro primeiro-ministro, Pedro Passos coelho, e o líder do Centro Democrático e Social – Partido Popular (CDS/PP), Paulo Portas. O PSD teve 39% dos votos e 105 dos 230 lugares do parlamento. O CDS ficou com 24, o que oferece uma maioria absoluta aos dois partidos de direita. O Partido Socialista, do primeiro-ministro demissionário José Sócrates, perdeu 24 deputados para o PSD e manteve apenas 73. A Coligação de Unidade Democrática (CDU, comunistas e verdes) ganhou mais um lugar e tem agora 16 deputados, enquanto o Bloco de Esquerda (BE) perdeu metade dos seus lugares e tem, assim, oito deputados.Vencendo a abstenção com mais de 41%.

Mas mesmo assim são obrigados por este sufrágio a mudarem as políticas, e a tirarem-nos desta crise, porque foram eles(classe política) e os bancários que nos levaram aonde estamos...
Mas só digo, ver para crer, e como não creio... Vejo um futuro muito tenebroso para todos nós.

O Ser Português

O Ser Português é marcado pelo anacronismo. O Ser Português é saudade, é sentir a perda e sonhar com o Império, com o V Império. Perdemos o nosso império material em 1578 com a morte do nosso desejado líder. Perdemos mais tarde o Brasil (1822) e ainda as restantes colónias. O império se desfez. Ficou o mito. Perdemos o Império material, Deus quis que o Império Espiritual se mantivesse, porque o Espírito nunca morre, está para além da existência temporal, mas é também único visto sermos Únicos, porque possuímos:

-O A25-BIS-DR2, é um Gene!Uma sequência de aminoácidos, que só existe num único Povo:O LUSITANO

A Ciência tem destas coisas. Procura-se uma coisa, e tropeça-se com o inesperado.E por vezes o inesperado, obriga a que a História seja Reescrita. Foi o que aconteceu quando o Estudo dos Genes de Histocompatibilidade HLA, revelaram que os descendentes do primitivo Povo, que habitava o Norte e o Centro de Portugal, que conhecemos por Lusitano, possuíam dois Genes únicos:

O A25-BIS-DR2 e o A26-B38-DR13

O A26-B38-DR13, é o Gene mais antigo da Humanidade.O A25-BIS_DR2, é único. Só existe nos Lusitanos.

Não existe em mais nenhum Povo do Mundo.

Os Lusitanos, são o único Povo que não tem uma sequência Genética herdada dos Africanos do Paleolítico.

O nosso Código, é diferente dos outros Povos Mediterrânicos, e é Único e o mais Antigo à face da Terra.

São os Lusos de Camões, que um dia pegaram em Antigos Mapas, cópias de cópias de cópias de fontes já extintas, e atravessaram o Mar-Oceano, em busca do Paraíso perdido, são os únicos descendentes de uma Antiga Raça, que em tempos viveu na Terra.

São os Lusos, de Dom João II, que abdicaram de títulos de cargos e de bens, para reconstruir a Terra dos antepassados.

Mais de metade do reino, perdeu a Vida, para encontrar o Caminho do Ocidente, e aí recomeçar de novo.

E hoje, os Fariseus de outras épocas, surgem de novo, com os seus projectos hegemónicos, mascarados de direitos e:

Chamam-nos Colonizadores.Insultam os nossos Antepassados. Acusam-nos de Conquistar terras, que não nos pertenceriam. Acusam-nos infundadamente, de escravizar Antigos Povos. Acusam-nos de querer impor as nossas Crenças, os nossos Costumes e a nossa Língua, aos que já viviam antes de nós.


SÓ QUE NINGUÉM VIVIA NA TERRA ANTES DE NÓS!

Damião de Góis, registou, na Crónica D´El Rei D. Manuel, o texto de uma Lápide que existia na Serra de Sintra, à entrada do Castelo dos Mouros. A lápide referia-se ao vaticínio de uma Sibila sobre o Ocidente e o Oriente, e dizia:

"Patente me farei ao Ocidente
Quando a porta se abrir lá do Oriente
Será cousa de pasmar, quando o Indo
Quando o Ganges trocar, segundo vejo
Seus divinos efeitos com o Tejo."

Ser Português, não é para quem quer, é para quem nasce.
Mas nem todos os que nascem em Portugal, são A25 - BIS - DR2.l

domingo, 12 de junho de 2011

E COMO É HABITUAL FALOU VERDADE

... o antigo Bispo de Setúbal falou para a Antena1
D.Manuel Martins
«Vejo esta crise com muita apreensão, com muito desgosto, com alguma vergonha. Estou convicto que esta crise era evitável se à frente do país estivessem pessoas competentes, isentas, pessoas que não se considerassem responsáveis por clubes, mas que se considerassem responsáveis por todo um povo, cuja sorte depende muito deles. E fico muito irritado quando, por parte desses senhores, que nós escolhemos e a quem pagamos generosamente, vejo justificar que esta crise impensável por que estamos a passar, é resultante de uma crise mundial. Há pontas de verdade nesta justificação. Esta crise, embora agravada por situações internacionais, é uma crise que já podia ter sido debelada por nós há muito tempo, se nós não andássemos a estragar o dinheiro que precisávamos para o pão de cada dia.
(...) Estas situações, da maneira como estão a ser agravadas e, sobretudo, da maneira como estão a ser mal resolvidas, podem ser focos muito perigosos de um incêndio que em qualquer momento pode surgir e conduzir a uma confrontação e a uma desobediência civil generalizadas.
(...) Mete-me uma raiva especial quando vejo o governo a justificar as suas políticas e as suas preocupações de manter e conservar e valorizar o estado social do país. Pois se há alguém que esteja a destruir o estado social do país, é o governo, com o que se passa a nível da saúde, a nível da educação, a nível da vida das famílias, dos impostos, dos remédios, mas que tem só atingido as pessoas menos capazes, enfim as pessoas que andam no chão, as pessoas que estão cada vez com mais dificuldades em viverem o dia-a-dia, precisamente por causa destas medidas do governo.»

D. Manuel Martins, antigo Bispo de Setúbal.