PORTUGAL GLORIOSA PATRIA DOS LUSITANOS

PORTUGAL GLORIOSA PATRIA DOS LUSITANOS
LUSITANOS LEVANTAI DE NOVO O ESPLENDOR DE PORTUGAL

quarta-feira, 6 de julho de 2011

ORA TOMA LÁ! mais um pensionista prematuro...

A imoralidade não é só na política, é também no futebol, por mim acho que chegou a todo o lado, estamos vivendo num país cada dia que passa mais corrupto...
Vejamos só este exemplo:


Não me incomoda em nada os clubes que serviu, mas sim a imoralidade.
Só que no mundo do futebol muita gente come e bebe  e ganha votos. Era bom saber quanto contribuiu para a segurança  social  e durante quanto tempo.
E também saber se está inválido para trabalhar.


 ORA TOMA LÁ! mais um pensionista prematuro... 
 

 
ORA TOMA LÁ! mais um pensionista prematuro ...!! 

  
Nuno Gomes - Novo Pensionista!
Aos 34 anos de idade e com 16 anos de empregado do Benfica, Nuno Gomes acaba de requerer a Pensão a que tem direito,
no valor mensal vitalício de 12.905 euros mensais. Contudo, um trabalhador normal tem de trabalhar até aos 65 anos e ter uma carreira contributiva completa durante 40 anos para obter uma reforma de 80% da remuneração média da sua carreira contributiva.
Um povo imbecilizado e resignado, humilde e macambúzio, fatalista e sonâmbulo, burro de carga, besta de nora, aguentando pauladas, sacos de vergonhas, feixes de misérias, sem uma rebelião, um mostrar de dentes, a energia dum coice, pois que nem já com as orelhas é capaz de sacudir as moscas...'

Pelo que sei, irá jogar uma época no Sporting Clube de Braga.
O que se passa com esta Nação?!...

domingo, 3 de julho de 2011

Escócia pode estar perto de sonho de independência

Falemos nos nossos amigos Escoceses  e do seu "sonho" de se libertarem do jugo Britânico. Estamos a uns passos de uma futura criação das Pátrias livres...


Com o objectivo de ser independente da Coroa, Partido Nacional Escocês tem maioria no Parlamento e deve fazer referendo
As queixas da Escócia contra a Inglaterra, o poderoso país vizinho ao sul, são profundas e longas, que remontam a centenas de anos. Mas, apesar de feroz orgulho do país nas coisas que o tornam diferente - história, cultura, comidas típicas como haggis - a independência escocesa sempre pareceu um sonho quixotesco, a fantasia de uma minoria declarada, com mais paixão do que poder.
Pelo menos até maio. O Partido Nacional Escocês, cujo objectivo declarado é garantir a independência da Escócia, surpreendeu possivelmente até a si mesmo ao conseguir uma retumbante maioria no Parlamento Escocês e assumir o controle directo do governo do país pela primeira vez (o partido era líder de um governo de coligação frágil desde 2007).
A vitória o coloca, paradoxalmente, em uma situação difícil. Tendo há muito prometido realizar um referendo sobre a independência, o sagaz líder do partido, Alex Salmond, não tem escolha senão ir em frente. As pesquisas mostram que a maioria dos escoceses se opõem à independência e um voto "não" provavelmente seria um grande golpe para a "credibilidade e para a  causa dos nacionalistas.
Mas Salmond, que como primeiro-ministro da Escócia está a cargo de seu governo, talvez tenha alguma margem de manobra. Primeiro, atrasando o referendo até o fim da actual legislatura, talvez para 2014 ou 2015, ele pode ganhar tempo para convencer os eleitores. Segundo, se ele conseguir colocar mais de uma opção no referendo - que os eleitores possam escolher, por exemplo, entre o status quo com mais poderes para a Escócia e a independência total - ele pode ser capaz de sintonizar melhor o problema.
"Se eles conseguirem esse referendo de questões múltiplas, Alex Salmond pode perder o referendo sobre a independência. Mas dizer que, ainda que a independência seja sua aspiração, tem que ser bem ponderada quando se colocar a "questão" ao povo.

Processo
A situação actual é uma extensão lógica de um processo que começou em 1997, quando o governo trabalhista da época tentou abordar o perene incómodo do nacionalismo escocês concedendo aos escoceses seu próprio Parlamento e uma maior influência sobre como gastar seu dinheiro em áreas como saúde e educação. A Devolução, como foi chamada, deveria "matar de vez o nacionalismo escocês", como um membro do governo disse na época, mas isso uniu ainda mais os escoceses dando-lhes confiança e força em suas diferenças.
Os escoceses têm se mantido tradicionalmente à esquerda da política da Inglaterra e o Parlamento escocês promulgou uma série de medidas que seriam impossíveis no Parlamento de Westminster, mesmo sob um governo trabalhista. As universidades inglesas cobram taxas anuais, enquanto as universidades escocesas são gratuitas (para estudantes escoceses, pelo menos). Os idosos pagam por seus remédios na Inglaterra, enquanto na Escócia eles recebem qualquer remédio gratuitamente.
Nesse meio tempo, algo estranho aconteceu: o Partido Nacional Escocês deixou de ser um partido marginal de uma única questão e se tornou uma força capaz de se levantar perante o Parlamento de Westminster e o Parlamento Escocês ? à frente dos partidos Trabalhista, Conservador e Liberal Democrata, que estão cada vez mais debilitados.
"Alguns anos atrás, eles não eram levados a sério, mas tudo isso mudou" e isto porque "as pessoas pensam em Alex Salmond como o melhor político e querem um governo forte e firme mantido por um político que tenha em mente os interesses da Escócia", e não os interesses da Grã-Bretanha.
Urgência
O sucesso de Salmond como primeiro ministro fez da necessidade de independência algo menos urgente, e "Ironicamente,  esse é o dilema do PNS, as pessoas parecem gostar de um governo que briga dentro do sindicato", referindo-se à união entre as nações que formam a Grã-Bretanha: Inglaterra, Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte. "Elas gostam do governo do PNS por ser um pouco estranho - e ao perceber que a descentralização pode fazer isso, as pessoas não sentem necessidade de independência".
Desde a eleição de Maio, Salmond tem flexionando seus músculos. No Parlamento Escocês, ele introduziu uma medida controversa para aumentar as penas contra a violência sectária após incidentes nos jogos de futebol entre os rivais Celtic e Rangers. "Eu não vou aceitar que as pessoas vivam com medo de alguma rivalidade idiota do século 17 no século 21", disse ele.
Ele reintroduziu um projecto de lei, derrotado há vários anos, que busca definir um preço mínimo por unidade de álcool, dizendo que beber na Escócia saiu de controle e que "tolerar uma corrida para ver quem chega primeiro ao fundo da garrafa, estraga a nossa saúde, nosso julgamento, nossos relacionamentos, nossa segurança e nossa dignidade".
Em Westminster, os nacionalistas têm revelado sua resistência ao insistir em mais concessões na legislação que estabelece a relação entre a Escócia e a Inglaterra que estão trilhando o seu caminho através do Parlamento. Entre outras coisas, o projecto de lei reduziria o imposto de renda que os escoceses pagam à Grã-Bretanha em troca de uma redução na subvenção anual que a Grã-Bretanha dá para a Escócia. Para compensar a diferença, a Escócia poderia cobrar seu próprio imposto de renda.
O Partido Conservador da Grã-Bretanha, que lidera o governo de coligação em Westminster e é altamente impopular na Escócia, teve de adoptar uma abordagem cautelosa por medo de alienar os escoceses ainda mais e alimentar a causa da independência. Os conservadores se opõem à independência da Escócia - como, aliás, todos os partidos não nacionalistas, mas concordaram, em teoria, em permitir que os escoceses realizem um referendo sobre o assunto.
Os partidos da oposição calcularam mal o sentimento demonstrado pela população nas eleições recentes, fazendo previsões sombrias sobre uma Escócia controlada pelo Partido Nacional Escocês, mesmo quando o partido e Salmond demonstravam "optimismo sobre o futuro da Escócia",  "O PNS devolveu à Escócia o orgulho em ser escocês", os escoceses vêem que a Escócia se está a ser sua, coisa que á séculos tinham perdido com a anexação pelos Reis da Grã-Bretanha.

Se a Escócia alcançar a independência, a Espanha no prazo de 10 anos fragmenta-se, porque a Catalunha quer a independência, País Basco o mesmo...
O Nacionalismo trás a liberdade e a verdadeira liberdade dos povos se afirmarem, e é um passo para a futura criação das Nações livres, irmanadas pelos seus povos, onde teem o direito de decidir a sua "vida".

Vão vir aí mais 12 novas medidas?!...

Há várias medidas delicadas a implementar até ao início de 2012.
O Governo já está a preparar terreno, junto da concertação social, para avançar com a redução da taxa social única. Mas,teremos até ao final do ano pelo menos mais doze medidas drásticas, relacionadas com o mercado de trabalho e com a segurança social, que têm obrigatóriamente ser traduzidas em legislação. E que, apesar de já acordadas com a ‘troika', terão de voltar a ser discutidas pelos parceiros sociais, antes de se tornarem lei.
A UGT já fez saber ao novo ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira, que está disposta a aceitar uma redução na taxa social única, mas em contrapartida exige  um aumento do salário mínimo para 500 euros. Isto apesar de entrar em colisão com o que foi acordado com a ‘troika', que  prevê que só poderá haver aumento se "justificado por desenvolvimentos da economia e do mercado de trabalho", o que nos dá um exemplo das diversas dificuldades que o novo Executivo poderá enfrentar na hora de pôr em marcha alguns dos pontos exigidos no plano de austeridade.
E, até início do próximo ano de 2012, o Governo tem que pôr no terreno e em "acção" mais 12 medidas delicadas, que serão ser alvo de contestação pelos parceiros sociais e pela população portuguesa em geral.
E já se sabe que na sua maioria não terão que ir à concertação social .
O Governo, na sua óptica poderá decidir quais as que fazem sentido ser discutidas com os parceiros sociais. Mas de uma coisa temos a certeza todas elas ou  quase todas prometem gerar polémica, e grandes discussões e instabilidade social no seio da nossa sociedade, serão todas do "apertar" o cinto, incluindo muitas percas de regalias que ainda temos...

sábado, 2 de julho de 2011

O DESCARAMENTO DE PASSOS COELHO, E O SEU NARCISISMO EGOCÊNTRICO...2ª PARTE

Passos Coelho anunciou hoje a criação de uma taxa especial sobre o IRS a ser aplicada só em 2011 para acelerar a descida do défice.
"O Governo está a preparar a adopção, com carácter extraordinário, de uma Contribuição Especial para o Ajustamento Orçamental que incidirá sobre todos os rendimentos que estão sujeitos a englobamento no IRS, respeitando o princípio da universalidade, isto é, abrangendo todos os tipos de rendimento. Esta medida cujo detalhe técnico está ainda a ser ultimado será apresentada nas próximas duas semanas.A intenção é que o peso desta medida fiscal temporária seja equivalente a 50% do subsídio de Natal acima do salário mínimo nacional". A medida vigorará apenas em 2011 e será explicada em detalhe nas próximas duas semanas, Acreditam que será só por este ano?!...Então acreditam em milagres.

Na primeira intervenção enquanto primeiro-ministro no Parlamento, Passos Coelho disse que com os números do INE ontem divulgados - que mostravam um défice das administrações públicas de 7,7% -, "ficámos a saber que, preparados para todos os cenários, é com o mais indesejado e exigente que teremos de trabalhar".
Nesse sentido, o chefe do Governo anunciou que "anteciparemos já para este terceiro trimestre medidas estruturais" previstas no acordo da ‘troika', entre as quais o programa de privatizações.
No entanto, "o Estado das contas públicas força-me a pedir mais sacrifícios aos portugueses", continuou Passos, justificando o anúncio de medidas austeridade adicionais para não submeter "o País a quaisquer riscos" em termos de cumprimento do acordo com a ‘troika', que prevê um défice de 5,9% do PIB este ano.
Chamar a concertação social
O primeiro-ministro também prometeu  levar a sede de concertação social todas as medidas estruturantes da economia.
"É indispensável para podermos cumprir (o programa do Governo) reunir apoio social", garantindo, por isso, que o Governo não deixará de "sujeitar à concertação social todas as matérias relevantes com implicações estruturantes" para a economia.Devemos rir, ou chorar?!...

"O governo não faz as reformas. O governo lidera as reformas", admitiu o primeiro-ministro, defendendo que "a mudança será concretizada se envolvermos as forças sociais".Mas o que vemos é o contrário, o governo decide e impõe.

Na sequência das reuniões preliminares com o ministro da Economia, Carvalho da Silva, secretário-geral da CGTP, já classificou algumas das medidas que estão na calha para o mercado de trabalho como "disparates" dos grandes.



Pedro Passos Coelho anunciou este imposto extraordinário – cujos contornos são ainda desconhecidos -, contrariando o que afirmou, sucessivamente, quando era líder da Oposição.
Sempre disse ser contra novos aumentos de impostos, depois, mais tarde, reafirmou que, no limite dos limites preferia aumentar os impostos sobre o consumo, do que os impostos sobre o rendimento e, fez, como Sócrates, um anúncio ambicioso de cortar na despesa pública sem  especificar...
Tendo em conta a brutalidade que é o corte de 50% do subsídio de natal acima dos 485 euros - uma espécie de confisco extraordinário ( mas se chamar-mos os nomes certos  ás coisas é um roubo no mais puro sentido,lembro-me de Sócrates ter uma ideia muito semelhante, mas queria-nos dar títulos do tesouro a 4 anos, mas este rouba mesmo), é idêntico ao que os portugueses conheceram em 1982 - temos o dever de exigir uma explicação, mais do que afirmar que é uma medida preventiva, e só há uma aceitável: as contas públicas estão de facto muito pior do que sabemos e, convenhamos, não chegam os números do primeiro trimestre do ano para justificar tal medida.
O défice público nos primeiros três meses foi de 7,7%, uma redução menos significativa do que aquela que Sócrates propagandeava em campanha eleitoral, apesar do corte de salários e do aumento de impostos. Suspeita-se que o segundo trimestre terá corrido pior, até porque o Governo do PS esteve mais preocupado em não perder as eleições do que em governar. E o objectivo para o final do ano é de 5,9% do Produto Interno Bruto (PIB), de acordo com os valores negociados com a ‘troika'.
Sim, é desejável ter um primeiro-ministro que não espera pelas desgraças para tomar decisões, sim, é preciso credibilizar a política financeira de um País que está nas mãos dos credores, sim, é fundamental convencer os mercados de que não somos os gregos. ‘Sim' a tudo isto, mas ‘sim', também, à urgência de explicações sobre a real situação orçamental do Estado( o povo português tem o direito de lhe darem explicações" o dinheiro é nosso"). Com números. Há, também nesta ‘guerra' contra o défice um princípio que deve ser respeitado, o da proporcionalidade da resposta.
Como se percebe, e sentimos, não tem havido limites aos pedidos de sacrifícios a este povo sofredor( culpado também porque foi atrás das falas mansas deste Coelho). O primeiro-ministro sabe que este imposto extraordinário vai somar-se a vários outros impostos, que também foram anunciados como extraordinários, e que depauperaram as contas das nossas famílias, que as asfixiam, e logo à economia.
Pedro Passos Coelho tinha uma única oportunidade para jogar forte e fê-lo logo na primeira jogada. Merece o benefício da dúvida?!... será?!... mas, a partir de agora, os portugueses querem também de saber e  ver se será capaz de estar à altura das suas promessas ou das suas "mentiras", de cortar na despesa pública, na reforma do Estado, nos consumos intermédios, nos desperdícios, e isto tudo para que a redução do défice público seja a promotora do crescimento e do emprego e o garante de um verdadeiro Estado social e que não venha resultar apenas de uma transferência de rendimentos entre as famílias e o Estado, que o continuaria a gastar de forma irresponsável e imoral, como tem sido o caso desde este malvado 25 de Abril. Seria um insuportável regresso ao passado, e não foi isso que os portugueses( mal ou bem(eu digo mal...))"‘decidiram" nas últimas eleições.


Mas temos tido como governantes desde a Abrilada, só miseráveis corruptos, respondam vocês mesmo:- Se crêem ou não crêem nestas medidas...

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Ajuda externa comporta enormes riscos.

Para nos abrir o "apetite", temos declarações dos nossos credores.
Somos os eternos pedintes da "UE", a que somos "obrigados" a permanecer nesta grande "família" jacobina neo liberal, que é dominada pelos "judeus", que dominam a economia mundial, e "mandam nos nossos governantes.

FMI: Portugal entrará em recessão profunda e poder de compra baixa já este ano.

O FMI prevê que a recessão em Portugal será profunda já este ano e que o poder de compra dos portugueses irá sofrer uma forte quebra nos próximos anos. A instituição considera também que o programa de ajuda externa, acordado em conjunto com a União Europeia, comporta riscos importantes.
No documento publicado ontem na página da Internet do FMI sobre o empréstimo a Portugal, intitulado «Portugal: Request for a Three-Year Arrangement Under the Extended Fund Facility», sobre o resgate de 78 mil milhões de euros a Portugal, a instituição diz,  que «as medidas de política anunciadas e a credibilidade dada pelo programa apoiado pelo Fundo podem falhar em aliviar as preocupações da dívida soberana, como um impacto adverso nas perspectivas de financiamento do Governo».

O documento alerta para que a «substancial consolidação orçamental» e a «reforma estrutural» requerem «consenso social e um consenso político continuado», e que «um crescimento menor que o esperado pode piorar a dinâmica de sustentabilidade da dívida pública».

Há também referência aos riscos para a banca, decorrentes de custos de financiamento mais elevados e aumento do crédito malparado, que podem gerar maior pressão sobre os bancos nacionais e obrigar à sua recapitalização com dinheiros públicos, o que «poderia ter efeitos macroeconómicos, orçamentais e de confiança».

Segundo a análise da instituição, a inflação vai atingir, este ano, os 3,5% - ou seja, mais do dobro do valor registado no ano passado. Em 2012, ainda ultrapassará os 2%. Com salários e pensões congeladas, prevê-se assim uma forte quebra do poder de compra dos portugueses nos próximos anos.

Quanto à taxa de desemprego, ultrapassará, já este ano, os 12% e no próximo atingirá os 13,4% (um ponto acima da última previsão), mantendo-se quase ao mesmo nível em 2013

Já a dívida pública, depois de um aumento de 93% para 106% ainda em 2011, o indicador irá agravar-se até 2013, ultrapassando então os 115,3%, para só começar a descer a partir de 2015.
Isto se tivermos "sorte", ou tenhamos aplicado os dinheiros no desenvolvimento da nossa Nação: Industria, comércio e agricultura e na redução dos gastos do Estado e na redução da dívida pública, e isto para quem acredita ainda em milagres.
Reduzimos os ministérios, mas não reduzimos a frota automóvel, nem cerca de 30 motoristas para cada carro, nem os gabinetes e seus assessores, nem as parcerias...
Temos mais uns para se encherem, já se encheram anteriormente, porque não agora, meter mais algum ao bolso e dos seus correlegionários?!...

Tu que já fostes a "senhora"de meio mundo, fostes honrada e respeitada, o teu povo tinha que comer, exportavas, pouco importavas do exterior... Agora estendes a mão como uma pedinte, a implorar que te dêem esmolas, que nem para pagar as dívidas chega e vês o teu povo na mais pura das misérias, por causa dos governantes que o teu povo escolhe... Estamos numa letargia que nunca mais nos larga...

Diversas...

Preços dos medicamentos genéricos baixam sexta-feira


O preço dos medicamentos genéricos vai descer entre 40 a 60%, esta sexta-feira. Ainda este ano esperam-se mais três revisões em baixo dos preços dos genéricos.
Os medicamentos genéricos vão ficar mais baratos a partir de sexta-feira. O preço deste tipo de fármacos será actualizado e alguns medicamentos mais vendidos, como omeprazol, para o estômago, sofrerão cortes de até 60%, se até aqui o medicamento custava 14,66 euros, a partir do dia 1 de Julho baixa para 5,92 euros.

O estado português apenas comparticipa os cinco medicamentos mais baratos de cada substância e, assim, os preços são revistos todos os trimestres pelos laboratórios.

Ainda este ano esperam-se mais três revisões em baixo dos preços dos genéricos.


Aumento do IVA e redução da Taxa Social Única deverão ocorrer em simultâneo



 O presidente da Confederação Empresarial Portuguesa (CIP), António Saraiva, defendeu esta terça-feira, à saída da cerimónia de posse dos secretários de Estado, que «a passagem de alguns produtos das taxas intermédia de IVA (13%) e reduzida (6%) para a taxa normal (23%) deverá ser acompanhada da redução da Taxa Social Única (TSU)».
António Saraiva aos jornalistas que teve a oportunidade de alertar o ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira para uma eventual quebra de competitividade devido ao aumento do IVA «Qualquer aumento do IVA sem redução do imposto social implica a perda de competitividade de alguns sectores, desde logo aqueles que estão expostos aos vizinhos espanhóis. Tem de haver muita sensibilidade.», disse António Saraiva.

O presidente do CIP reforçou que «a passagem de alguns produtos das taxas intermédia de IVA (13 por cento) e reduzida (6 por cento) para a taxa normal (23 por cento) deverá ser acompanhada da redução da TSU».

O responsável adiantou também que outra das «grandes preocupações» da CIP, é o custo de acesso ao crédito.

O «patrão dos patrões» explicou ainda que o Governo se comprometeu a apresentar um conjunto de medidas de estímulo à economia nos próximos 100 dias.

Preços dos combustíveis deverão descer até três cêntimos esta segunda-feira

Os preços dos combustíveis devem descer até três cêntimos em Portugal, a partir desta segunda-feira, reflectindo assim o comportamento dos mercados que, segundo a Bloomberg, baixaram na semana passada 1,11% e 4,51%.
De acordo com o comportamento dos mercados, que baixaram os preços da gasolina e do gasóleo, na passada semana 1,1% e 4,5%, prevê-se uma diminuição dos preços dos combustíveis até três cêntimos por litro.

Actualmente em Portugal o preço de referência do litro de gasolina é de 1,589 euros enquanto o do gasóleo vale 1,414 euros. De acordo com o último relatório de Bruxelas, depois de impostos, o preço médio da gasolina 95 octanas praticado em Portugal é o quinto mais caro em toda a União Europeia. Já o gasóleo ocupa a 12ª posição entre os 27 países do espaço comunitário.

Diversas medidas para nos confundirem, abaixamentos de preçários de medicamentos "genéricos", aumento do IVA, em todos os sectores e abaixamento dos combustíveis em 3 cêntimos, o barril de crude está em baixa , só que não baixam os combustíveis como deviam em pelo menos em 14 cêntimos...
Vivemos num país da "confusão" e da mediocridade, mas temos o que merecemos, assim o prova as últimas eleições de 5 de Junho, não mudamos nada só escolhemos os mesmos partidos que já nos des-governaram...

Aonde irás parar Portugal?!...
Triste destino te antevejo, a ti e a teu povo.

Bancos Portugueses estarão entre os 15 chumbos nos testes de stress

De acordo com previsões avançadas pela Reuters, um em cada seis bancos não passará nos testes de resistência. Portugueses, alemães, gregos e espanhóis estarão entre os reprovados.
A Autoridade Bancária Europeia (EBA) está prestes a anunciar dentro de algumas semanas que entre 10 a 15 bancos europeus, entre as 91 instituições avaliadas, não passaram nos testes de stress, adiantaram à Reuters fontes europeias.

Caixa Geral de Depósitos, Banco Comercial Português, Banco BPI e Espírito Santo Financial Group (holding a que pertence o BES) são os quatro grupos financeiros nacionais que integram a lista de 91 instituições europeias submetidas aos testes de stress.

Recorde-se que nos testes realizados no ano passado, sete bancos chumbaram entre instituições gregas, espanholas e alemãs.

Entretanto fonte oficial do Banco de Portugal afirmou, em comunicado, que a notícia dos possíveis chumbos a bancos portugueses «é pura especulação», recordando que «o processo não está ainda concluído, não havendo, por isso, qualquer informação sobre os resultados».

Com isto vamos fazendo a cortina de fumo para encobrir estes altos gestores com chourudos ordenados e prémios, aonde iremos chegar?

Crise social no mundo é ameaça real‏

crise
Uma nova crise mundial se aproxima, prevê a ONU
O mundo enfrenta uma “crise social global” emergente provocada pelo desemprego generalizado, o elevado preço dos alimentos e combustíveis e outros efeitos da crise económica de 2008-2009, alertou a Organização das Nações Unidas (ONU) em relatório divulgado essa semana em Genebra, sede da entidade.
No documento, a ONU adverte que as políticas de austeridade adoptadas em vários países, principalmente na Espanha e na Grécia, ameaçam o emprego e põem em risco a recuperação das economias, agravando a crise social.
O secretário-geral adjunto da ONU para o desenvolvimento econômico, Jomo Kwame Sundaram, disse que os governos mundiais não estão conseguindo ajudar as 200 milhões de pessoas desempregadas em 2010 e que têm dificuldade em obter alimentos, por causa dos preços altos.
Segundo Sundaram, a acentuada alta dos preços dos alimentos e dos combustíveis que precedeu a crise financeira mundial fez aumentar o número de pessoas com fome no mundo para mais de 1 bilião em 2009.  E a situação pode ser agravada pelas políticas de austeridade, alerta o relatório do Conselho Económico e Social da ONU, aconselhando prudência aos governos.
“As medidas de austeridade tomadas por alguns países excessivamente endividados, como a Grécia ou a Espanha, ameaçam o emprego no sector público e a despesa social como tornam a retomada mais incerta e mais frágil”, diz o documento.
“Os governos devem reagir com prudência às pressões para a consolidação orçamental e para a adopção de políticas de austeridade se não querem correr o risco de interromper a recuperação da sua economia”, acrescenta.
O relatório frisa que esse problema não diz respeito apenas às economias mais desenvolvidas, uma vez que “muitos países em desenvolvimento, nomeadamente os que se beneficiam de programas do FMI [Fundo Monetário Internacional], também sofrem pressões para reduzir a despesa pública e adoptar medidas de austeridade”.
No relatório, a ONU recomenda que os governos revejam “a natureza e os objectivos de base das condições” impostas pelas organizações internacionais para dar ajuda aos países em dificuldade.
“É essencial que os governos tenham em conta as prováveis consequências sociais das suas políticas económicas” em áreas como a nutrição, a saúde e a educação, para não penalizar o crescimento econômico a longo prazo, de acordo com o documento.