PORTUGAL GLORIOSA PATRIA DOS LUSITANOS

PORTUGAL GLORIOSA PATRIA DOS LUSITANOS
LUSITANOS LEVANTAI DE NOVO O ESPLENDOR DE PORTUGAL

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Descoberto depósito de minerais raros no Pacífico

Ambientalistas temem aumento de prospecção oceânica
Pesquisadores japoneses dizem ter encontrado vastos depósitos de minerais de terras raras, utilizados em equipamentos de alta tecnologia, no solo do Oceano Pacífico.
Geólogos estimam que existam actualmente 110 biliões de toneladas de elementos raros no fundo do Pacífico.
Os pesquisadores japoneses estimam ter encontrado entre 80 e 100 toneladas de minerais raros no leito oceânico a profundidades de entre 3,5 mil e 6 mil metros abaixo da superfície.
Actualmente, a China responde por 97% da produção de 17 metais provenientes de terras raras, muitas vezes chamados de ‘‘ouro do século XXI’’, por serem raros e valiosos.
O quase monopólio de produção exercido pela China levou o país a restringir o fornecimento dos metais raros no ano passado, durante uma disputa territorial com o Japão.
Os minerais são usados em iPods, TVs de tela plana, carros eléctricos, mísseis, óculos de visão nocturna, turbinas e imãs super-condutores, por exemplo.
Além da China, as reservas são encontradas também na Rússia, em outras ex-repúblicas soviéticas, nos Estados Unidos, na Austrália e na Índia.
Descoberta
A descoberta foi divulgada pela publicação científica britânica Nature Geoscience, que relatou que a equipa de cientistas comanda por Yasuhiro Kato, professor de ciências da terra da Universidade de Tóquio, encontrou os minerais em 78 locais diferentes na lama oceânica do Pacífico.
– Os depósitos contêm uma uma forte concentração de terras raras. Apenas um quilometro quadrado dos depósitos será capaz de atender a um quinto do consumo mundial actual .
A descoberta foi feita em águas internacionais, em uma área próxima ao estado americano do Havaí e em outra perto da Polinésia Francesa, segundo o relatório formulado pelos exploradores japoneses.
Ainda não se sabe, no entanto, se será viável tecnologicamente realizar a prospecção em uma área tão profunda e, caso seja, se será possível explorar comercialmente os metais trazidos à tona.
Os depósitos foram se acumulando no solo oceânico ao longo de centenas de milhões de anos.
Dificuldades
O número de companhias que vêm solicitando licenças para realizar prospecções no solo do Pacífico vem crescendo rapidamente.
Entre as dificuldades de realizar a exploração dos metais raros está no fato de que eles são minúsculos e estão espalhados em uma vasta área, o que faz com que muitos dos locais que contam com terras raras não sejam viáveis para a exploração comercial ou estejam sujeitos a restrições ambientais.
No entanto, a perspectiva de prospecção nas águas oceânicas profundas – e os estragos que isso poderá representar para os ecossistemas marinhos – preocupam ambientalistas.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Crise na europa derruba empregos e Brasil se torna a nova Meca dos imigrantes‏

Entre 2003 e 2007, a Espanha recebeu dezenas de milhares de imigrantes, mas a crise económica que persiste no país está alterando o fluxo migratório. Sem emprego no presente e sem perspectivas para o futuro, os estrangeiros procuram saídas em outros lugares. E o Brasil virou meta para os latino-americanos de baixa formação. De acordo com quatro relatórios que investigam as respostas dos imigrantes diante da crise, o Brasil aparece entre os três destinos preferidos de sul-americanos hispânicos (junto com Estados Unidos e Argentina) como opção para conseguir emprego.
Uma pesquisa da agência de empregos Randstad revelou que 65% dos imigrantes ilegais na Espanha estão pensando ou decididos a trocar a Europa por outro mercado se não encontrarem trabalho até 2012. Os estudos antecipam um fluxo que já pode ter começado. Em 2010, pela primeira vez nos últimos 35 anos, a Espanha registou uma taxa de saída de população activa maior do que a de entrada.
No ano passado, 48 mil imigrantes chegaram e 43 mil estrangeiros retornaram aos seus países de origem, mas 90 mil espanhóis também foram morar no exterior. O ritmo de redução é tão vertiginoso que em cinco anos o fluxo de chegada pode ser praticamente nulo. Pelas previsões da Fundação de Estudos de Economia Aplicada, se a crise se mantiver como agora, em 2014 chegariam apenas 3 mil imigrantes.
Saídas
Josep Oliver, professor de economia da Universidade Autónoma de Barcelona e um dos autores do Anuário de Imigração da Espanha, do Ministério do Interior, disse que “80% dos imigrantes não têm outras saídas além do aeroporto rumo a mercados com melhores opções, como o Brasil, que oferece oportunidades sólidas”. A pesquisa Mobilidade Laboral, da Randstad, indica que a Espanha perdeu interesse para o trabalhador estrangeiro de baixa formação.
A razão é o perfil destes imigrantes, cujos currículos se limitam a ofícios relacionados a áreas que não se reactivam, como serviços e construção. O sector de construção foi precisamente o que detonou a crise de desemprego. De 2008 a 2010 quebraram mais de 200 mil empresas do ramo, que davam trabalho a 70% dos imigrantes sul-americanos, segundo dados oficiais.
Os estrangeiros entrevistados na pesquisa responderam que querem sair da Espanha, mas temem crises políticas e económicas na América Latina e só vêem bonança financeira no Brasil, onde criticam a falta de segurança pública. Mais ainda assim estão convencidos de que se não encontrarem emprego até 2012, o caminho é o aeroporto. Estados Unidos, Brasil ou Argentina, na ordem dos mais votados.
Alta formação
O Brasil também aparece como opção para espanhóis de alta formação.Um estudo elaborado pela consultora Adecco e pela Universidade de Navarra indica que os espanhóis com alto grau de formação e que também foram atingidos pela crise colocam o Brasil como um dos seis destinos preferidos para emigrar por emprego. O mercado brasileiro é visto como opção para 55% dos entrevistados, junto com Alemanha, França, Grã-Bretanha, Estados Unidos e Argentina.
O perfil médio dos interessados em cruzar o Atlântico é de homens, entre 25 e 35 anos, com formações em engenharia, arquitectura, informática, medicina, biologia e investigação científica.
– Que engenheiro ou arquitecto não quer ir para o Brasil, de olho nas obras de infraestrutura? Está tudo por fazer, e agora há também recursos, referências de empresas espanholas já estabelecidas e a abertura ao (idioma) espanhol. Essas pessoas entendem que insistir aqui é uma perda de tempo. O Brasil cresce a uma velocidade que nenhum país da Europa pode se comparar – disse o professor de Economia da Universidade de Navarra Sandalio Gómez, autor do relatório apresentado em Janeiro.
Os dados do Instituto Nacional de Estatística confirmam a tendência. Até Janeiro de 2011, havia 1,8 milhão de espanhóis morando em outros países; 92.260 no Brasil, um aumento de 10.071 pessoas em um ano no território brasileiro.
Problemas
Mas, apesar das oportunidades, o país perde para outros destinos em vários requisitos. Os entrevistados da pesquisa ressaltam insegurança, falta de serviços públicos de qualidade, instabilidade económica e jurídica para quem quer criar um negócio próprio e a distância de seus lugares de origem como barreiras a levar em consideração. O governo espanhol reforça estas conclusões. A directora-geral do Departamento de Emigração, (que estuda as condições dos espanhóis em outros países), Pilar Pin, define como impedimentos as carências nos sistemas de seguro-desemprego, rede pública de saúde e educação e a legislação trabalhista.
Em um relatório oficial apresentado em maio depois de uma visita a Brasília, Pin afirmou que o Brasil tem “enorme potencial com seus iminentes eventos como a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos, além de obras para abastecimento de energia, protecção ambiental e turismo”. Apesar disso, o relatório observa: “A legislação de implantação de empresas no Brasil é restritiva demais. Nossos trabalhadores vão com licença de obra. No final do contrato encontram muitas dificuldades para estabelecer-se por conta própria”.
Mesmo assim, segundo o relatório, as autoridades brasileiras calculam que faltam 1,9 milhão de profissionais de alta qualificação. Uma lacuna que os espanhóis poderiam ocupar.

Brasil é o que menos investe na preservação por hectare de florestas‏

Mais investimentos na floresta trariam mais retornos à sociedade, diz especialista
Um estudo coordenado pelo Centro para o Monitorização da Conservação Mundial do Programa da ONU para o Meio Ambiente revela que, numa lista de nove países, o Brasil é o que menos investe na preservação de cada hectare de suas florestas.
Enquanto o Brasil desembolsa, em média,€ 2,43 por cada hectare de suas unidades de conservação, na Argentina o índice é sete vezes maior (€ 16,37), no México, nove vezes (€ 29,71) e, na África do Sul, dezassete vezes (€ 34,09), mas por incr´vel Portugal investe € 6,11
A disparidade é ainda maior se os gastos brasileiros são comparados com os de países desenvolvidos: nos Estados Unidos, país da lista que mais investe na conservação ambiental, são € 70,99 por hectare (35 vezes a mais que o Brasil) e, na Nova Zelândia, €   62,,39.
A lista, integrada também por Costa Rica, Canadá e Austrália, e Portugal ,agrega países que, a exemplo do Brasil, têm grande parte de seus territórios ocupados por parques naturais ou índices sociais semelhantes aos brasileiros.
O estudo “Contribuição das unidades de conservação para a economia nacional”, é feito em parceria entre o IPEA (Instituto de Pesquisas Económicas Aplicadas), a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e o Ministério do Meio Ambiente e a ("ONU"), calculou quanto o Brasil factura com a preservação de suas florestas e quanto poderá ganhar caso amplie os investimentos no sector, o que permitiria maior aproveitamento de seus recursos naturais e incremento no número de turistas.
Um dos autores do estudo, o pesquisador da UFRJ Carlos Eduardo Young, diz que a intenção foi mostrar que a preservação ambiental e o desenvolvimento econômico são compatíveis.
Segundo ele, é preciso resistir ao impulso de tirar um proveito econômico de curto prazo das florestas, em nome de um desenvolvimento mais duradouro e inclusivo.
– Nós comprovamos que, do jeito que está, as florestas brasileiras já garantem à sociedade um retorno financeiro superior ao que é investido nelas. Se melhorarmos o sistema de gestão, o valor do benefício pode crescer significativamente.
Investimentos
O estudo calcula que, caso o governo garanta a conservação nessas áreas e invista mais nelas, o aproveitamento econômico desses territórios, que cobrem cerca de 15% do país, pode gerar ao menos € 4,97 biliões por ano.
O valor viria de produtos florestais (como Castanha-do-Pará ou madeira em áreas de extracção controlada, por exemplo), turismo, estoque de carbono conservado, água e receitas tributárias, baseada no modelo de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) Ecológico adoptado por alguns Estados.
Para isso, no entanto, Young diz que o país teria de ampliar os investimentos no sector, actualmente em torno de € 300 milhões por ano nas reservas federais, para cerca de € 450 milhões anuais para o sistema federal, € 200 milhões para os sistemas estaduais (a serem empregados sobretudo em maior fiscalização), além de cerca de € 1,2 bilião para gastos em infraestrutura para o turismo.
Hoje, segundo o estudo, há um funcionário brasileiro para cada 18.600 hectares protegidos, número bastante inferior aos da África do Sul (1 para cada 1.176 hectares), dos Estados Unidos (1 para 2.125), Argentina (1 para 2.400) e Canadá (1 para 5.257)... Em Portugal ( 1 para cada 9.678 ).
Ainda de acordo com o estudo, a exploração legal de produtos oriundos de florestas naturais já gera cerca de€ 2,79 biliões ao Brasil por ano, ao passo que a receita de ICMS Ecológico repassada aos municípios pela existência de unidades de conservação em seus territórios é de € 392,7 milhões. Não há dados abrangentes sobre receitas advindas do turismo.
Young explica, no entanto, que os benefícios económicos da preservação ambiental são ainda mais amplos, já que grande parte da água que abastece as usinas hidroeléctricas nacionais, provendo energia às indústrias e às cidades país, advém de unidades de conservação ambiental; que o turismo em áreas protegidas é fonte central de recursos para muitos municípios brasileiros; e que o desenvolvimento de fármacos e cosméticos muitas vezes se dá por meio de pesquisas sobre espécies vegetais protegidas em unidades de conservação.
Mesmo assim, diz que, por se tratar de produtos e serviços em geral de natureza pública, seu valor não é percebido pela sociedade, que na maior parte dos casos não paga directamente pelo seu consumo ou uso.
O pesquisador afirma ainda que a dicotomia agricultura X conservação ambiental, que ganhou força durante as discussões sobre o novo Código Florestal que transmita no Congresso, é falsa:
– Não somos contra o desenvolvimento da agricultura, muito pelo contrário. Achamos, aliás, que a conservação ambiental favorece os agricultores, na medida em que lhes garante água para a irrigação, ameniza efeitos de enchentes e impede a erosão de terrenos montanhosos, que podem ser muito prejudiciais aos produtores.
Ele alerta, no entanto, que caso o novo Código reduza as áreas mínimas de conservação exigidas em cada propriedade, o país abrirá mão de uma riqueza maior.
– Vivemos um momento decisivo, que determinará se saberemos usar os recursos naturais valiosos de que dispomos e que são um dos nossos maiores diferenciais.

A floresta é um bem  de todos, não é pertença de ninguém , é uma dádiva da Terra a nós humanos e restantes seres vivos, e nós destruimos este bem por ganância e esquecemo-nos que somos só simples "hospedeiros", e que necessitamos da floressta para sobrevivermos, essencialmente pelo oxigénio que nos mantém vivos.

Temos de criar consciência sobre esses recursos, e meio ambiente.

Morreu a deputada Maria Nogueira Pinto

 
Maria José Nogueira Pinto morreu , aos 59 anos. Deputada do PSD foi vítima de um cancro.
 
Maria José Nogueira Pinto, que hoje morreu, era deputada independente eleita nas listas do PSD. Antes já tinha sido deputada do CDS, partido em que chegou a candidatar-se à liderança, em 1998. Foi ainda Provedora da Santa Casa da Misericórdia e tinha sido subsecretária de Estado da Cultura nos governos de Cavaco Silva.

Como ex-CDS, só lhe tenho a agradecer o que fez pelo partido e pela defesa dos ideais e da sua firmeza de carácter, e pela  firmeza no que defendia e acreditava, foi uma senhora com "S" grande, e aqui lhe presto uma pequena homenagem, e lhe peço desculpa pelos "maus" tratos pelos correlegionários do "Portas" , que não lhe souberam dar o devido respeito que merecia.

Na política era idónea, como na sua vida pessoal, perdemos uma grande humanista, uma senhora de direita, uma "princesa" entre estes plebeus, este parlamento e os poucos políticos idóneos ficaram  mais empobrecidos.

Bem haja pelo que fez sempre onde esteve, e pelos serviços prestados a esta Nação.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Simplesmente branco.

Mas os ( hipócritas )deste mundo recusam-se a vê-las e/ou ouvi-las

Michael Richards conhecido como Kramer da série televisiva Seinfeld, levantou um bom problema. O que se segue é o seu discurso de defesa em tribunal depois de ter feito alguns comentários raciais na sua peça de comédia. Ele levanta alguns pontos muito interessantes.
Orgulho em ser Branco
Finalmente alguém diz isto.
Quantas pessoas estão actualmente a prestar atenção a isto? Existem Afro-Americanos, Americanos Hispânicos, Americanos Asiáticos, Americanos Árabes, etc.
E depois há os apenas Americanos.
Vocês passam por mim na rua e mostram arrogância. Chamam-me 'White boy,' 'Cracker,' 'Honkey,' 'Whitey,' 'Caveman' ...e está tudo bem. Mas quando eu vos chamo Nigger, Kike, Towel head, Sand-nigger, Camel Jockey, Beaner, Gook, or Chink, vocês chamam-me racista. Quando vocês dizem que os Brancos cometem muita violência contra vocês, então por que razão os ghettos são os sítios mais perigosos para se viver?
Vocês têm o United Negro College Fund.
Vocês têm o Martin Luther King Day.
Vocês têm Black History Month.
Vocês têm o Cesar Chavez Day.
Vocês têm o Yom Hashoah.
Vocês têm o Ma'uled Al-Nabi.
Vocês têm o NAACP.
Vocês têm o BET [Black Entertainment Television] (tradução: Televisão de Entretenimento para pretos)
Se nós tivéssemos o WET [White Entertainment Television] seriamos racistas.
Se nós tivéssemos o Dia do Orgulho Branco, vocês chamar-nos-iam racistas. Se tivéssemos o mês da História Branca, éramos logo taxados de racistas.
Se tivéssemos alguma organização para ajudar apenas Brancos a andarem com a sua vida para frente, éramos logo racistas.
Existem actualmente a Hispanic Chamber of Commerce, a Black Chamber of Commerce e nós apenas temos a Chamber of Commerce.
Quem paga por isto?
Uma mulher Branca não pode ser a Miss Black American, mas qualquer mulher de outra cor pode ser a Miss America.
Se nós tivéssemos bolsas direccionadas apenas para estudantes Brancos, éramos logo chamados de racistas.
Existem por todos os EUA cerca de 60 colégios para Negros. Se nós tivéssemos colégios para Brancos seria considerado um colégio racista.
Os pretos têm marchas pela sua raça e pelos seus direitos civis, como a Million Man March.. Se nós fizéssemos uma marcha pela nossa Raça e pelos nossos direitos seriamos logo apelidados de racistas.
Vocês têm orgulho em ser pretos, castanhos, amarelos ou laranja, e não têm medo de o demonstrar publicamente. Mas se nós dissermos que temos "Orgulho Branco", vocês chamam-nos racistas.
Vocês roubam-nos, fazem-nos carjack, disparam sobre nós. Mas, quando um oficial da policia Branco dispara contra um preto de um gang ou pára um traficante de droga preto que era um fora-da-lei e um perigo para a sociedade, vocês chamam-no racista.
Eu tenho orgulho.
Mas vocês chamam-me racista.
Por que razão só os Brancos podem ser chamados de racistas?

Eu como ele tenho orgulho em ser branco, e não vivo na decadente América (USA=EUA), vivo na Europa e nesta desgraçada Nação que já foi da raça branca, agora já nem isso o posso afirmar,temos governantes negros, mestiços(políticos), ou casados com negros/negras, ou de outras raças, e protegem as minorias, esquecendo o seu próprio povo, e os nossos direitos de sermos descendentes dos fundadores desta nobre Nação.

Portugal e o seu maior bem: AS FLORESTAS.‏

Toda a zona do Mediterrâneo foi identificada e catalogada pelo WWF como uma das mais importantes, a nível Europeu, como a nível Mundial, do ponto de vista ambiental, pela sua grande biodiversidade excepcional. As nossas florestas mediterrânicas são o lar de 25000 espécies de plantas, o que representa 10% das Angiospormicas em apenas 1,6% da superfície total da Terra. Estas florestas são também o lar de espécies muito emblemáticas como o lince ibérico ou a águia de Bonelli.
Portugal, no seu contexto europeu, É considerado um país muito rico e diversificado em flora e fauna. Além das espécies tipicamente atlânticas, podemos encontrar aqui um elevado número de espécies de origem mediterrânica. Possuindo para além disso, um elevado número de endemismos, assim como espécies que hoje em dia são consideradas como relíquias do ponto de vista genético e/ou biogeográfico. Mas para além da sua origem natural (Portugal encontra-se na convergência de três regiões bilhar, com influências tal e mediterrâneas) mas também os séculos de actividade humana que facultou condições ecológicas para uma evolução harmoniosa.
Actualmente, o fogo é a maior ameaça natural as florestas mediterrânicas, destruindo mais árvores que pragas, tempestades, terramotos, inundações, etc. Todos os anos mais de 50 mil fogos queimam cerca de 800 mil hectares de floresta mediterrânica única, o equivalente a 1,7% da sua área total. Todos os países mediterrânicos da União Europeia têm sido atingidos por este problema, mas em Portugal a área ardida na média anual mais que quadruplicou desde os anos 60 do século XX.  
Como resultado da intensificação dos fogos florestais, a capacidade dos ecossistemas mediterrânicos para recuperar naturalmente está muito reduzida, estando vastas áreas afectadas por perdas de biodiversidade, erosão do solo e escassez de água, pois o desaparecimento das florestas conduz, eventualmente, a desertificação.
Com este panorama sombrio, resta em Portugal uma (solitária) mancha florestal representativa do coberto natural da zona mediterrânica, o Parque Natural da Serra da Arrábida. Zona única a nível mundial, a Arrábida foi a primeira área a receber protecção do estado em resultado da luta contra as pedreiras, contra as estradas, contra a construção ilegal, contra tudo o que ainda hoje permanece...

   
                             Causas para os fogos florestais em Portugal
Ao contrário do que acontece noutras zonas do mundo, onde uma percentagem elevada dos fogos têm origem natural (geralmente relâmpagos), em Portugal (e nos outros países mediterrânicos) há uma predominância de fogos com origem humana. Os fogos naturais representam apenas entre 1 e 5% do total registado. 
Entre as causas conhecidas, a grande maioria dos fogos são involuntários (negligencia ou acidente) e directamente associados ás práticas agrícolas e silvícolas, logo com origem em habitantes locais e são muito  raramente em turistas.  
Espantosamente, o aumento do número de fogos florestais estão directamente relacionado com a melhoria das condições de vida das populações. As rápidas transformações económico-sociais que têm vindo a ocorrer levam a uma concentração da população nas cidades, A redução acentuada do crescimento populacional, abandono das terras aráveis e a um desinteresse pelos recursos florestais como fonte de energia. Por todos estes motivos, assiste-se a um aumento das zonas de baldio e a um desaparecimento das populações com um sentimento de responsabilidade pela floresta.
Surge, assim, uma série de situações com consequências únicas trágicas para as florestas mediterrânicas:
·         perda da ligação directa entre o Homem e o seu ambiente e o desaparecimento das comunidades rurais e a falta de incentivos económicos levou á perda do conhecimento para conter os pequenos fogos florestais, que rapidamente podem sair do controlo. Pelo contrário, as antigas práticas agrícolas associadas ao pastoreio, agricultura e caça permaneceram, mas agora com resultados desastrosos devido ao aumento de biomassa seca e ao abandono rural;
·         redução do valor da madeira , com o colapso da economia rural, os donos das propriedades começaram a pressionar as autoridades locais para obter licenças de urbanização, rentabilizando assim as suas terras. O fogo também permite estimular o mercado madeireiro, pois as árvores queimadas teem que ser rapidamente abatidas e podem ser vendidas a preço inferior;
·         falta de compensações económicas e os donos das terras não vêem o seu papel na conservação da floresta reconhecido, tendo frequentemente que arcar com os custos adicionais de manutenção sem qualquer apoio estatal;
·         turismo com o desenvolvimento do turismo de massas e do aumento de casas de ferias leva a um aumento sazonal da presença humana na floresta. Esta situação agrava-se com a construção de estradas, permitindo fácil acesso a zonas antes remotas e dificultando a vigilância.  
A propagação de um incêndio depende das condições meteorológicas (direcção e intensidade do vento, humidade relativa do ar, temperatura), do grau de secura e do tipo de coberto vegetal, orografia( Em Geografia, chama-se orografia ao estudo das nuances do relevo de uma região. Efeito orográfico é também chamado "chuvas de relevo". Quando uma massa de ar encontra uma encosta, ela começa a subir a elevação. A medida que sobe, a massa de ar se resfria e se transforma em chuva.)do terreno, acessibilidades ao local do incêndio, prazos de intervenção (tempo entre o alerta e a primeira intervenção no ataque ao fogo), etc...
Um incêndio pode propagar-se pela superfície do terreno, pelas copas das árvores e através da manta morta. Os incêndios de grandes proporções são normalmente avistados a vários quilómetros, devido aos seus fumos negros e densos).
As causas dos incêndios florestais são das mais variadas. Têm, na sua grande maioria, origem humana, quer por negligência e acidente (queimadas, queima de lixos, lançamento de foguetes, cigarros mal apagados, linhas eléctricas), quer intencionalmente. Os incêndios de causas naturais correspondem a uma pequena percentagem do número total de ocorrências.
  • A humidade dos combustíveis mortos (caruma, ramos secos, árvores e arbustos mortos) está directamente relacionada com a humidade do ar. Quanto maior a humidade do material vegetal, menor a facilidade que este tem de entrar em combustão;
  • A temperatura do ar está também relacionada com a sua humidade relativa. Temperaturas elevadas tornam os combustíveis mais secos e susceptíveis de entrarem em combustão;
  • O vento é o responsável pela oxigenação da combustão e, consequentemente, intensifica a queima. É também o responsável pelo arrastamento de faúlhas que poderão provocar focos de incêndio a distâncias consideráveis e pela inclinação das chamas sobre outros combustíveis.
A floresta portuguesa é constituída por pinheiro bravo e outras espécies, originárias ou não do nosso território: sobreiros e azinheiras, eucalipto e carvalhos.
O pinheiro bravo tornou-se a espécie dominante no território continental português neste século. Reúne as condições ideais para proporcionar o desenvolvimento de grandes incêndios, principalmente por se associar a vegetação arbustiva de grande combustibilidade. É em zonas com grandes áreas contínuas de Pinheiro Bravo que se verificam maiores extensões de área ardida.
O eucalipto é uma espécie bastante combustível. Por se encontrar, geralmente em povoamentos onde as extracções de matos são frequentes, não possui grande taxa de destruição pelos incêndios.
Os sobreiros e as azinheiras, essenciais constituintes dos sistemas agro florestais alentejanos, são árvores resistentes ao fogo. A cortiça do sobreiro funciona até como auto defesa da planta às altas temperaturas.
Os Incêndios Florestais em Portugal Continental
A distribuição temporal dos incêndios florestais em Portugal Continental é marcadamente sazonal, verificando-se o maior número de ocorrências e de área ardida nos meses de Julho, Agosto e Setembro. A área ardida nos meses de Inverno não é muito significativa, comparativamente ao resto do ano.

Factores de sucesso no combate ao fogo:

Nos projectos sujeitos a aprovação dos serviços oficiais, são particularmente consideradas e impostas por lei:
  • A DIVERSIDADE das espécies vegetais: arborização compartimentada ou em mosaico.
  • A existência duma REDE VIÁRIA E DIVISIONAL: aceiros e arrifes.
  • A construção de PEQUENAS BARRAGENS: fontes de abastecimento decisivas.
É igualmente obrigatório manter, na floresta, caminhos e valetas limpos de matos ou de produtos de exploração florestal.

Nota:"Se, na área em que reside, tiver conhecimento de situações de risco potencial de incêndios como: limpeza de matos deficiente, queimadas, lixeiras ou outras, avise a sua Autarquia, os Serviços Florestais, a PSP, a GNR ou os Bombeiros.
"
A floresta tem sido ao longo dos últimos anos alvo de danos significativos quer em termos de áreas ardidas quer em destruição de espécies singulares.
Embora difícil de quantificar, as emissões de gases e partículas libertadas durante um incêndio, podem ser responsáveis por alguns impactos ambientais.
Uma área devastada por um incêndio florestal, quando sujeita a chuvas intensas, pode tornar-se mais susceptível e originar mais facilmente, outro tipo de riscos tais como deslizamentos e cheias. Com a destruição da camada superficial vegetativa os solos ficam mais vulneráveis a fenómenos de erosão e transporte provocados pelas águas pluviais, reduzindo também a sua permeabilidade.
Para além da destruição da floresta os incêndios podem ser responsáveis por:
·                    morte e ferimentos nas populações e animais (queimaduras, inalação de partículas e gases);
·                    destruição de bens (casas, armazéns, postes de electricidade e comunicações, etc.);
·                    corte de vias de comunicação;
·                    alterações, por vezes de forma irreversível, do equilíbrio do meio natural;
·                    proliferação e disseminação de pragas e doenças, quando o material ardido não é tratado convenientemente.
Com o crescimento das áreas residenciais na direcção da floresta, os seus habitantes ficam sujeitos a um risco acrescido a este tipo de fenómenos.
A ameaça dos incêndios florestais para pessoas que habitem em áreas florestais ou nas suas imediações, ou que utilizem estes espaços para fins recreativos é real. Um pré planeamento e o conhecimento de medidas preventivas pode diminuir os danos.
0 seu contributo para proteger a floresta do fogo baseia-se na adopção de algumas Acções Preventivas, medidas de simples bom senso, sempre que haja risco de incêndio e sobretudo durante a época de fogos.
  • Não faça queimadas em terrenos situados no interior das matas, nem numa distância até 300 metros dos seus limites.
  • Não lance foguetes ou fogo de artificio dentro das matas nem numa distância até 500 metros dos seus limites.
  • Não queime lixos no interior das florestas nem numa distância até 100 metros dos seus limites.
  • Não faça lume de qualquer espécie no interior das matas e nas estradas que a atravessam, e Limpe o mato, num mínimo de 50 metros à volta das habitações, armazéns, oficinas e outras instalações.
Um incêndio florestal é um incêndio em zonas naturais, bosques e lugares com abundante vegetação. Podem-se produzir por relâmpagos, descuidos humanos e em muitas ocasiões são intencionados.
As perdas ocasionadas pelo fogo anualmente no mundo são ingentes. Os incêndios voluntários (pirómanos) ou não, ocasionam grandes gastos tanto em recursos como em vidas humanas, e semeiam a destruição de lugares naturais que demoram muito tempo em regenerar-se.
A maioria dos .países destinam enormes somas de dinheiro a proteger-se do fogo em zonas especialmente sensíveis a ele como são as florestas, com .hidroaviões,.helicópteros, barreiras para conter incêndios e brigadas especializadas de bombeiros.
São das catástrofes naturais mais graves em .Portugal, não só pela elevada frequência com que acontecem e dimensão que alcançam, como pelos efeitos destruidores que causam. Para além dos prejuízos económicos e ambientais, podem criar uma fonte de perigo para as populações e bens. Os incêndios florestais são considerados catástrofes naturais, mais pelo facto de se desenvolverem na.natureza e por a sua possibilidade de acontecimento e características de divulgação dependerem de factores naturais, do que por serem causados por fenómenos naturais. A intervenção humana pode desempenhar um papel decisivo na sua origem e na limitação do seu desenvolvimento. A importância da acção humana nestes fenómenos diferencia os incêndios florestais das restantes catástrofes naturais.
A divulgação de um incêndio depende das condições meteorológicas (direcção e intensidade do.vento, humidade  relativa do ar, temperatura), do grau de secura e do tipo do coberto vegetal,orografia do terreno, acessibilidades ao local do incêndio, prazos de intervenção (tempo entre o alerta e a primeira intervenção no ataque ao fogo), etc. Um incêndio pode propagar-se pela superfície do terreno, pelas copas das árvores e através da manta morta. Os incêndios de grandes proporções são normalmente vistos a vários quilómetros, devido aos seus fumos negros e densos.
As causas dos incêndios florestais são várias. Têm, na sua grande maioria, origem humana, quer por descuido e acidente (queimadas, queima de lixos, lançamento de foguetes, cigarros mal apagados, linhas eléctricas), quer por intenção. Os incêndios de causas naturais pertencem a uma pequena percentagem do número total de ocorrências.
A floresta tem sido ao longo dos últimos anos alvo de danos significativos quer em termos de áreas ardidas quer em destruição de espécies únicas.
Embora difícil de quantificar, os lançamentos de gases e fragmento libertados durante um incêndio, podem ser responsáveis por alguns impactos ambientais.
Uma área destruída por um incêndio florestal, quando chove com grande intensidade, pode tornar-se mais capaz e originar mais facilmente, outro tipo de riscos tais como deslizamentos e cheias. Com a destruição da camada superficial vegetal os solos ficam mais vulneráveis a fenómenos de erosão e transporte provocados pelas águas pluviais, reduzindo também a sua permeabilidade.
Para além da destruição da floresta os incêndios podem ser responsáveis por:
  • Morte e ferimentos nas populações e animais (queimaduras, inalação de partículas de gases).
  • Destruição de bens (casas, armazéns, postes de electricidade e comunicações etc.)
  • Corte de vias de comunicação
  • Alterações, por vezes de forma irreversível, do equilíbrio do meio natural
  • Reprodução e difusão de pragas e doenças, quando o material ardido não é tratado
Com o crescimento das áreas residenciais na direcção da floresta, os seus habitantes ficam sujeitos a um risco acrescido a este tipo de fenómenos.
A logística florestal dá resposta a este flagelo ao planificar o espaço florestal, por meio de projectos florestais, considerando à partida quais os locais mais propícios a ocorrerem incêndios e a evita-los.
Algumas medidas preventivas a serem tomadas:
  • Manter limpa uma faixa de 50m à volta de habitações, estaleiros, armazéns, oficinas ou outras edificações, nos espaços rurais.
  • Manter limpa uma faixa superior a 100m à volta dos aglomerados populacionais, parques, polígonos industriais e aterros sanitários, inseridos ou confinantes com áreas florestais.
Em 2008 foi o ano em que a área ardida foi menor nos últimos 29 anos. O pior ano continua a ser o de 2003.

Protejam o nosso bem mais precioso, necessitamos dele para respirar, para viver e é pertença de todos, protejam-no.

ORA TOMA LÁ! mais um pensionista prematuro...

A imoralidade não é só na política, é também no futebol, por mim acho que chegou a todo o lado, estamos vivendo num país cada dia que passa mais corrupto...
Vejamos só este exemplo:


Não me incomoda em nada os clubes que serviu, mas sim a imoralidade.
Só que no mundo do futebol muita gente come e bebe  e ganha votos. Era bom saber quanto contribuiu para a segurança  social  e durante quanto tempo.
E também saber se está inválido para trabalhar.


 ORA TOMA LÁ! mais um pensionista prematuro... 
 

 
ORA TOMA LÁ! mais um pensionista prematuro ...!! 

  
Nuno Gomes - Novo Pensionista!
Aos 34 anos de idade e com 16 anos de empregado do Benfica, Nuno Gomes acaba de requerer a Pensão a que tem direito,
no valor mensal vitalício de 12.905 euros mensais. Contudo, um trabalhador normal tem de trabalhar até aos 65 anos e ter uma carreira contributiva completa durante 40 anos para obter uma reforma de 80% da remuneração média da sua carreira contributiva.
Um povo imbecilizado e resignado, humilde e macambúzio, fatalista e sonâmbulo, burro de carga, besta de nora, aguentando pauladas, sacos de vergonhas, feixes de misérias, sem uma rebelião, um mostrar de dentes, a energia dum coice, pois que nem já com as orelhas é capaz de sacudir as moscas...'

Pelo que sei, irá jogar uma época no Sporting Clube de Braga.
O que se passa com esta Nação?!...

domingo, 3 de julho de 2011

Escócia pode estar perto de sonho de independência

Falemos nos nossos amigos Escoceses  e do seu "sonho" de se libertarem do jugo Britânico. Estamos a uns passos de uma futura criação das Pátrias livres...


Com o objectivo de ser independente da Coroa, Partido Nacional Escocês tem maioria no Parlamento e deve fazer referendo
As queixas da Escócia contra a Inglaterra, o poderoso país vizinho ao sul, são profundas e longas, que remontam a centenas de anos. Mas, apesar de feroz orgulho do país nas coisas que o tornam diferente - história, cultura, comidas típicas como haggis - a independência escocesa sempre pareceu um sonho quixotesco, a fantasia de uma minoria declarada, com mais paixão do que poder.
Pelo menos até maio. O Partido Nacional Escocês, cujo objectivo declarado é garantir a independência da Escócia, surpreendeu possivelmente até a si mesmo ao conseguir uma retumbante maioria no Parlamento Escocês e assumir o controle directo do governo do país pela primeira vez (o partido era líder de um governo de coligação frágil desde 2007).
A vitória o coloca, paradoxalmente, em uma situação difícil. Tendo há muito prometido realizar um referendo sobre a independência, o sagaz líder do partido, Alex Salmond, não tem escolha senão ir em frente. As pesquisas mostram que a maioria dos escoceses se opõem à independência e um voto "não" provavelmente seria um grande golpe para a "credibilidade e para a  causa dos nacionalistas.
Mas Salmond, que como primeiro-ministro da Escócia está a cargo de seu governo, talvez tenha alguma margem de manobra. Primeiro, atrasando o referendo até o fim da actual legislatura, talvez para 2014 ou 2015, ele pode ganhar tempo para convencer os eleitores. Segundo, se ele conseguir colocar mais de uma opção no referendo - que os eleitores possam escolher, por exemplo, entre o status quo com mais poderes para a Escócia e a independência total - ele pode ser capaz de sintonizar melhor o problema.
"Se eles conseguirem esse referendo de questões múltiplas, Alex Salmond pode perder o referendo sobre a independência. Mas dizer que, ainda que a independência seja sua aspiração, tem que ser bem ponderada quando se colocar a "questão" ao povo.

Processo
A situação actual é uma extensão lógica de um processo que começou em 1997, quando o governo trabalhista da época tentou abordar o perene incómodo do nacionalismo escocês concedendo aos escoceses seu próprio Parlamento e uma maior influência sobre como gastar seu dinheiro em áreas como saúde e educação. A Devolução, como foi chamada, deveria "matar de vez o nacionalismo escocês", como um membro do governo disse na época, mas isso uniu ainda mais os escoceses dando-lhes confiança e força em suas diferenças.
Os escoceses têm se mantido tradicionalmente à esquerda da política da Inglaterra e o Parlamento escocês promulgou uma série de medidas que seriam impossíveis no Parlamento de Westminster, mesmo sob um governo trabalhista. As universidades inglesas cobram taxas anuais, enquanto as universidades escocesas são gratuitas (para estudantes escoceses, pelo menos). Os idosos pagam por seus remédios na Inglaterra, enquanto na Escócia eles recebem qualquer remédio gratuitamente.
Nesse meio tempo, algo estranho aconteceu: o Partido Nacional Escocês deixou de ser um partido marginal de uma única questão e se tornou uma força capaz de se levantar perante o Parlamento de Westminster e o Parlamento Escocês ? à frente dos partidos Trabalhista, Conservador e Liberal Democrata, que estão cada vez mais debilitados.
"Alguns anos atrás, eles não eram levados a sério, mas tudo isso mudou" e isto porque "as pessoas pensam em Alex Salmond como o melhor político e querem um governo forte e firme mantido por um político que tenha em mente os interesses da Escócia", e não os interesses da Grã-Bretanha.
Urgência
O sucesso de Salmond como primeiro ministro fez da necessidade de independência algo menos urgente, e "Ironicamente,  esse é o dilema do PNS, as pessoas parecem gostar de um governo que briga dentro do sindicato", referindo-se à união entre as nações que formam a Grã-Bretanha: Inglaterra, Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte. "Elas gostam do governo do PNS por ser um pouco estranho - e ao perceber que a descentralização pode fazer isso, as pessoas não sentem necessidade de independência".
Desde a eleição de Maio, Salmond tem flexionando seus músculos. No Parlamento Escocês, ele introduziu uma medida controversa para aumentar as penas contra a violência sectária após incidentes nos jogos de futebol entre os rivais Celtic e Rangers. "Eu não vou aceitar que as pessoas vivam com medo de alguma rivalidade idiota do século 17 no século 21", disse ele.
Ele reintroduziu um projecto de lei, derrotado há vários anos, que busca definir um preço mínimo por unidade de álcool, dizendo que beber na Escócia saiu de controle e que "tolerar uma corrida para ver quem chega primeiro ao fundo da garrafa, estraga a nossa saúde, nosso julgamento, nossos relacionamentos, nossa segurança e nossa dignidade".
Em Westminster, os nacionalistas têm revelado sua resistência ao insistir em mais concessões na legislação que estabelece a relação entre a Escócia e a Inglaterra que estão trilhando o seu caminho através do Parlamento. Entre outras coisas, o projecto de lei reduziria o imposto de renda que os escoceses pagam à Grã-Bretanha em troca de uma redução na subvenção anual que a Grã-Bretanha dá para a Escócia. Para compensar a diferença, a Escócia poderia cobrar seu próprio imposto de renda.
O Partido Conservador da Grã-Bretanha, que lidera o governo de coligação em Westminster e é altamente impopular na Escócia, teve de adoptar uma abordagem cautelosa por medo de alienar os escoceses ainda mais e alimentar a causa da independência. Os conservadores se opõem à independência da Escócia - como, aliás, todos os partidos não nacionalistas, mas concordaram, em teoria, em permitir que os escoceses realizem um referendo sobre o assunto.
Os partidos da oposição calcularam mal o sentimento demonstrado pela população nas eleições recentes, fazendo previsões sombrias sobre uma Escócia controlada pelo Partido Nacional Escocês, mesmo quando o partido e Salmond demonstravam "optimismo sobre o futuro da Escócia",  "O PNS devolveu à Escócia o orgulho em ser escocês", os escoceses vêem que a Escócia se está a ser sua, coisa que á séculos tinham perdido com a anexação pelos Reis da Grã-Bretanha.

Se a Escócia alcançar a independência, a Espanha no prazo de 10 anos fragmenta-se, porque a Catalunha quer a independência, País Basco o mesmo...
O Nacionalismo trás a liberdade e a verdadeira liberdade dos povos se afirmarem, e é um passo para a futura criação das Nações livres, irmanadas pelos seus povos, onde teem o direito de decidir a sua "vida".