O Fundo Monetário Internacional (FMI) e seus sócios europeus disseram não estar prontos para debater os termos de um segundo resgate para a Grécia, disse nesta terça-feira a directora-gerente do organismo, Christine Lagarde. Ela pediu que a Grécia trabalhe mais para enfrentar sua crise de dívida. Lagarde disse que a Grécia adoptou medidas importantes para reduzir seu deficit, mas que não foram suficientes.
– Na visão de qualquer pessoa vemos que não estamos na etapa de discutir as condições ou termos, extensão ou volume, da dívida Grega.
O custo do seguro da dívida contra um default (não-pagamento) de Espanha, Portugal e Grécia atingiu novas máximas recordes, nesta manhã, e os yields dos papéis de 10 anos da Itália, terceira maior economia da zona do euro, dispararam para acima de 6% pela primeira vez desde 1997, bem mais que o patamar no qual os banqueiros dizem que começará haver pesada pressão sobre suas finanças. As acções de bancos europeus recuaram à mínima em dois anos. Se a Itália precisar de um socorro financeiro, como o está afinal a precisar, o actual mecanismo de resgate da zona do euro não terá recursos suficientes para ajudar.
Autoridades da zona do euro estão esperando que decisões concretas sobre a Grécia possam ser tomadas em outro encontro no final deste mês e que isso reduza a pressão em todas as nações do continente com elevada carga de dívida. Mas, apesar da turbulência do mercado, o ministro de Finanças da Alemanha diz não haver pressas.
Raio X da crise
A dívida pública da Grécia alcançou 340,227 biliões de euros em 2010, o que corresponde a 148,6% do Produto Interno Bruto (PIB) do país. O país se encontrou, então, com níveis de divida acima dos necessários para permanecer como membro da zona do euro. O governo tinha duas escolhas: sair do grupo e voltar a adoptar moeda local ou apertar os cintos e lutar por um empréstimo internacional. Optou pela segunda.
No segundo semestre de 2010, o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Central Europeu (BCE) concordaram em ceder um pacote de ajuda de 110 biliões de euros, que seria liberado em parcelas, conforme o progresso do enxugamento das contas do país. O primeiro conjunto de cortes foi feito na entrega da primeira parcela. Sem os empréstimos, Atenas entraria em default (não pagamento temporário da dívida). O primeiro-ministro grego, George Papandreou, havia afirmado que, sem a ajuda, os cofres do país ficariam vazios “em questão de dias”.
Pressionado, o governo grego aprovou um novo pacote de austeridade em 29 de Junho para poder receber mais uma parcela – de 12 biliões de euros. O pacote inclui corte de gastos, de empregos, de salários, aumentos de impostos e vendas de activos estatais. As medidas de austeridade são altamente impopulares entre os gregos. Sindicatos afirmam que a taxa de desemprego já ultrapassou os 16%. A polícia entrou em confronto com manifestantes em algumas ocasiões nas ruas próximas ao parlamento grego hoje.
Onde iremos chegar?
Nem acorda?
O que se passa com estes governantes e connosco como povo?!...
Vamos todos naufragar, como todos os que as agências de rating decidirem, quanto querem lucrar com esta crise...
Apresentamos as nossas ideias políticas,que são as de muitos Democratas-Cristãos,integralistas, monárquicos,republicanos, nacionalistas e independentes-Assumimo-nos como nacionalistas lusitanos e tornamo-nos num movimento:Acção Social Portuguesa(ASP),convidamos os que perfilham destes ideais a unirem-se a nós.Vamos crescer.Integrem-se na "ASP",pertençam a uma agremiação política que esta´ao serviço de Portugal e não o contrário. Viva Portugal!
quarta-feira, 13 de julho de 2011
FMI prefere não discutir ainda um novo resgate para Grécia...
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7/13/2011 09:59:00 da tarde
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A Grécia... A Crise... Portugal...
Os líderes da União Europeia devem realizar uma cúpula emergencial, depois de os ministros das Finanças da região reconhecerem pela primeira vez que algum forma de moratória da dívida grega possa ser necessária para reduzir a dívida do país e interromper o contágio para a Itália e a Espanha.
– Haverá uma cúpula extra na sexta-feira ,isto esta-nos sugerindo um senso de urgência por parte das autoridades depois de os mercados começarem a vender activos italianos.
Uma fonte do governo francês disse que Paris é a favor de um encontro, mas que o dia não teria sido fixado, enquanto o presidente do Conselho Europeu, Herman Van Rompuy, disse não descartar uma reunião. Mais cedo, o ministro das Finanças alemão avaliou que um segundo pacote de resgate para a Grécia teria de esperar até setembro, depois de os ministros das Finanças da zona do euro efetivamente terem aceitado que o envolvimento do setor privado provavelmente significaria um default seletivo. O Banco Central Europeu (BCE) se opõe a uma moratória.
– Temos que desatar o nó, um nó muito difícil – disse o ministro das Finanças holandês, Jan Kees de Jager, a jornalistas á uns dias.
Questiono-me sobre se um default selectivo seria agora provável, direi que “não é mais excluído”.
Pergunto-me onde chegaremos nós dentro desta União Europeia?!...
– Obviamente o BCE disse em comunicado que não apoia estas posições, mas os 17 ministros (da zona do euro), pelo que sei não excluem mais isto, então pergunto-me teremos mais opções ?
Sabemos, por portas e travessas que uma recompra de dívida grega no mercado secundário e uma proposta alemã para uma troca de dívida por vencimentos mais longos estão sendo consideradas, depois que uma proposta francesa para rolar bônus não fez muito progresso. Ambos os planos devem ser considerados pelas agências de rating como um default, ou, na melhor das hipóteses, um default selectivo, o que apesar de não cobrir toda a dívida grega e poder ser revertido rapidamente, teria grande repercussão sobre os mercados financeiros.
Será mais um "afundar", desta "trampa" de UE, não podemos ter duvidas, temos mesmo que abandonar o Euro e esta União jacobina ou judaica do capital, ou então desapareceremos como Nação e identidade única.
– Haverá uma cúpula extra na sexta-feira ,isto esta-nos sugerindo um senso de urgência por parte das autoridades depois de os mercados começarem a vender activos italianos.
Uma fonte do governo francês disse que Paris é a favor de um encontro, mas que o dia não teria sido fixado, enquanto o presidente do Conselho Europeu, Herman Van Rompuy, disse não descartar uma reunião. Mais cedo, o ministro das Finanças alemão avaliou que um segundo pacote de resgate para a Grécia teria de esperar até setembro, depois de os ministros das Finanças da zona do euro efetivamente terem aceitado que o envolvimento do setor privado provavelmente significaria um default seletivo. O Banco Central Europeu (BCE) se opõe a uma moratória.
– Temos que desatar o nó, um nó muito difícil – disse o ministro das Finanças holandês, Jan Kees de Jager, a jornalistas á uns dias.
Questiono-me sobre se um default selectivo seria agora provável, direi que “não é mais excluído”.
Pergunto-me onde chegaremos nós dentro desta União Europeia?!...
– Obviamente o BCE disse em comunicado que não apoia estas posições, mas os 17 ministros (da zona do euro), pelo que sei não excluem mais isto, então pergunto-me teremos mais opções ?
Sabemos, por portas e travessas que uma recompra de dívida grega no mercado secundário e uma proposta alemã para uma troca de dívida por vencimentos mais longos estão sendo consideradas, depois que uma proposta francesa para rolar bônus não fez muito progresso. Ambos os planos devem ser considerados pelas agências de rating como um default, ou, na melhor das hipóteses, um default selectivo, o que apesar de não cobrir toda a dívida grega e poder ser revertido rapidamente, teria grande repercussão sobre os mercados financeiros.
Será mais um "afundar", desta "trampa" de UE, não podemos ter duvidas, temos mesmo que abandonar o Euro e esta União jacobina ou judaica do capital, ou então desapareceremos como Nação e identidade única.
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7/13/2011 09:46:00 da tarde
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sexta-feira, 8 de julho de 2011
Descoberto depósito de minerais raros no Pacífico
Pesquisadores japoneses dizem ter encontrado vastos depósitos de minerais de terras raras, utilizados em equipamentos de alta tecnologia, no solo do Oceano Pacífico.
Geólogos estimam que existam actualmente 110 biliões de toneladas de elementos raros no fundo do Pacífico.
Os pesquisadores japoneses estimam ter encontrado entre 80 e 100 toneladas de minerais raros no leito oceânico a profundidades de entre 3,5 mil e 6 mil metros abaixo da superfície.
Actualmente, a China responde por 97% da produção de 17 metais provenientes de terras raras, muitas vezes chamados de ‘‘ouro do século XXI’’, por serem raros e valiosos.
O quase monopólio de produção exercido pela China levou o país a restringir o fornecimento dos metais raros no ano passado, durante uma disputa territorial com o Japão.
Os minerais são usados em iPods, TVs de tela plana, carros eléctricos, mísseis, óculos de visão nocturna, turbinas e imãs super-condutores, por exemplo.
Além da China, as reservas são encontradas também na Rússia, em outras ex-repúblicas soviéticas, nos Estados Unidos, na Austrália e na Índia.
Descoberta
A descoberta foi divulgada pela publicação científica britânica Nature Geoscience, que relatou que a equipa de cientistas comanda por Yasuhiro Kato, professor de ciências da terra da Universidade de Tóquio, encontrou os minerais em 78 locais diferentes na lama oceânica do Pacífico.
– Os depósitos contêm uma uma forte concentração de terras raras. Apenas um quilometro quadrado dos depósitos será capaz de atender a um quinto do consumo mundial actual .
A descoberta foi feita em águas internacionais, em uma área próxima ao estado americano do Havaí e em outra perto da Polinésia Francesa, segundo o relatório formulado pelos exploradores japoneses.
Ainda não se sabe, no entanto, se será viável tecnologicamente realizar a prospecção em uma área tão profunda e, caso seja, se será possível explorar comercialmente os metais trazidos à tona.
Os depósitos foram se acumulando no solo oceânico ao longo de centenas de milhões de anos.
Dificuldades
O número de companhias que vêm solicitando licenças para realizar prospecções no solo do Pacífico vem crescendo rapidamente.
Entre as dificuldades de realizar a exploração dos metais raros está no fato de que eles são minúsculos e estão espalhados em uma vasta área, o que faz com que muitos dos locais que contam com terras raras não sejam viáveis para a exploração comercial ou estejam sujeitos a restrições ambientais.
No entanto, a perspectiva de prospecção nas águas oceânicas profundas – e os estragos que isso poderá representar para os ecossistemas marinhos – preocupam ambientalistas.
Geólogos estimam que existam actualmente 110 biliões de toneladas de elementos raros no fundo do Pacífico.
Os pesquisadores japoneses estimam ter encontrado entre 80 e 100 toneladas de minerais raros no leito oceânico a profundidades de entre 3,5 mil e 6 mil metros abaixo da superfície.
Actualmente, a China responde por 97% da produção de 17 metais provenientes de terras raras, muitas vezes chamados de ‘‘ouro do século XXI’’, por serem raros e valiosos.
O quase monopólio de produção exercido pela China levou o país a restringir o fornecimento dos metais raros no ano passado, durante uma disputa territorial com o Japão.
Os minerais são usados em iPods, TVs de tela plana, carros eléctricos, mísseis, óculos de visão nocturna, turbinas e imãs super-condutores, por exemplo.
Além da China, as reservas são encontradas também na Rússia, em outras ex-repúblicas soviéticas, nos Estados Unidos, na Austrália e na Índia.
Descoberta
A descoberta foi divulgada pela publicação científica britânica Nature Geoscience, que relatou que a equipa de cientistas comanda por Yasuhiro Kato, professor de ciências da terra da Universidade de Tóquio, encontrou os minerais em 78 locais diferentes na lama oceânica do Pacífico.
– Os depósitos contêm uma uma forte concentração de terras raras. Apenas um quilometro quadrado dos depósitos será capaz de atender a um quinto do consumo mundial actual .
A descoberta foi feita em águas internacionais, em uma área próxima ao estado americano do Havaí e em outra perto da Polinésia Francesa, segundo o relatório formulado pelos exploradores japoneses.
Ainda não se sabe, no entanto, se será viável tecnologicamente realizar a prospecção em uma área tão profunda e, caso seja, se será possível explorar comercialmente os metais trazidos à tona.
Os depósitos foram se acumulando no solo oceânico ao longo de centenas de milhões de anos.
Dificuldades
O número de companhias que vêm solicitando licenças para realizar prospecções no solo do Pacífico vem crescendo rapidamente.
Entre as dificuldades de realizar a exploração dos metais raros está no fato de que eles são minúsculos e estão espalhados em uma vasta área, o que faz com que muitos dos locais que contam com terras raras não sejam viáveis para a exploração comercial ou estejam sujeitos a restrições ambientais.
No entanto, a perspectiva de prospecção nas águas oceânicas profundas – e os estragos que isso poderá representar para os ecossistemas marinhos – preocupam ambientalistas.
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7/08/2011 11:24:00 da tarde
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quinta-feira, 7 de julho de 2011
Crise na europa derruba empregos e Brasil se torna a nova Meca dos imigrantes
Entre 2003 e 2007, a Espanha recebeu dezenas de milhares de imigrantes, mas a crise económica que persiste no país está alterando o fluxo migratório. Sem emprego no presente e sem perspectivas para o futuro, os estrangeiros procuram saídas em outros lugares. E o Brasil virou meta para os latino-americanos de baixa formação. De acordo com quatro relatórios que investigam as respostas dos imigrantes diante da crise, o Brasil aparece entre os três destinos preferidos de sul-americanos hispânicos (junto com Estados Unidos e Argentina) como opção para conseguir emprego.
Uma pesquisa da agência de empregos Randstad revelou que 65% dos imigrantes ilegais na Espanha estão pensando ou decididos a trocar a Europa por outro mercado se não encontrarem trabalho até 2012. Os estudos antecipam um fluxo que já pode ter começado. Em 2010, pela primeira vez nos últimos 35 anos, a Espanha registou uma taxa de saída de população activa maior do que a de entrada.
No ano passado, 48 mil imigrantes chegaram e 43 mil estrangeiros retornaram aos seus países de origem, mas 90 mil espanhóis também foram morar no exterior. O ritmo de redução é tão vertiginoso que em cinco anos o fluxo de chegada pode ser praticamente nulo. Pelas previsões da Fundação de Estudos de Economia Aplicada, se a crise se mantiver como agora, em 2014 chegariam apenas 3 mil imigrantes.
Saídas
Josep Oliver, professor de economia da Universidade Autónoma de Barcelona e um dos autores do Anuário de Imigração da Espanha, do Ministério do Interior, disse que “80% dos imigrantes não têm outras saídas além do aeroporto rumo a mercados com melhores opções, como o Brasil, que oferece oportunidades sólidas”. A pesquisa Mobilidade Laboral, da Randstad, indica que a Espanha perdeu interesse para o trabalhador estrangeiro de baixa formação.
A razão é o perfil destes imigrantes, cujos currículos se limitam a ofícios relacionados a áreas que não se reactivam, como serviços e construção. O sector de construção foi precisamente o que detonou a crise de desemprego. De 2008 a 2010 quebraram mais de 200 mil empresas do ramo, que davam trabalho a 70% dos imigrantes sul-americanos, segundo dados oficiais.
Os estrangeiros entrevistados na pesquisa responderam que querem sair da Espanha, mas temem crises políticas e económicas na América Latina e só vêem bonança financeira no Brasil, onde criticam a falta de segurança pública. Mais ainda assim estão convencidos de que se não encontrarem emprego até 2012, o caminho é o aeroporto. Estados Unidos, Brasil ou Argentina, na ordem dos mais votados.
Alta formação
O Brasil também aparece como opção para espanhóis de alta formação.Um estudo elaborado pela consultora Adecco e pela Universidade de Navarra indica que os espanhóis com alto grau de formação e que também foram atingidos pela crise colocam o Brasil como um dos seis destinos preferidos para emigrar por emprego. O mercado brasileiro é visto como opção para 55% dos entrevistados, junto com Alemanha, França, Grã-Bretanha, Estados Unidos e Argentina.
O perfil médio dos interessados em cruzar o Atlântico é de homens, entre 25 e 35 anos, com formações em engenharia, arquitectura, informática, medicina, biologia e investigação científica.
– Que engenheiro ou arquitecto não quer ir para o Brasil, de olho nas obras de infraestrutura? Está tudo por fazer, e agora há também recursos, referências de empresas espanholas já estabelecidas e a abertura ao (idioma) espanhol. Essas pessoas entendem que insistir aqui é uma perda de tempo. O Brasil cresce a uma velocidade que nenhum país da Europa pode se comparar – disse o professor de Economia da Universidade de Navarra Sandalio Gómez, autor do relatório apresentado em Janeiro.
Os dados do Instituto Nacional de Estatística confirmam a tendência. Até Janeiro de 2011, havia 1,8 milhão de espanhóis morando em outros países; 92.260 no Brasil, um aumento de 10.071 pessoas em um ano no território brasileiro.
Problemas
Mas, apesar das oportunidades, o país perde para outros destinos em vários requisitos. Os entrevistados da pesquisa ressaltam insegurança, falta de serviços públicos de qualidade, instabilidade económica e jurídica para quem quer criar um negócio próprio e a distância de seus lugares de origem como barreiras a levar em consideração. O governo espanhol reforça estas conclusões. A directora-geral do Departamento de Emigração, (que estuda as condições dos espanhóis em outros países), Pilar Pin, define como impedimentos as carências nos sistemas de seguro-desemprego, rede pública de saúde e educação e a legislação trabalhista.
Em um relatório oficial apresentado em maio depois de uma visita a Brasília, Pin afirmou que o Brasil tem “enorme potencial com seus iminentes eventos como a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos, além de obras para abastecimento de energia, protecção ambiental e turismo”. Apesar disso, o relatório observa: “A legislação de implantação de empresas no Brasil é restritiva demais. Nossos trabalhadores vão com licença de obra. No final do contrato encontram muitas dificuldades para estabelecer-se por conta própria”.
Mesmo assim, segundo o relatório, as autoridades brasileiras calculam que faltam 1,9 milhão de profissionais de alta qualificação. Uma lacuna que os espanhóis poderiam ocupar.
Uma pesquisa da agência de empregos Randstad revelou que 65% dos imigrantes ilegais na Espanha estão pensando ou decididos a trocar a Europa por outro mercado se não encontrarem trabalho até 2012. Os estudos antecipam um fluxo que já pode ter começado. Em 2010, pela primeira vez nos últimos 35 anos, a Espanha registou uma taxa de saída de população activa maior do que a de entrada.
No ano passado, 48 mil imigrantes chegaram e 43 mil estrangeiros retornaram aos seus países de origem, mas 90 mil espanhóis também foram morar no exterior. O ritmo de redução é tão vertiginoso que em cinco anos o fluxo de chegada pode ser praticamente nulo. Pelas previsões da Fundação de Estudos de Economia Aplicada, se a crise se mantiver como agora, em 2014 chegariam apenas 3 mil imigrantes.
Saídas
Josep Oliver, professor de economia da Universidade Autónoma de Barcelona e um dos autores do Anuário de Imigração da Espanha, do Ministério do Interior, disse que “80% dos imigrantes não têm outras saídas além do aeroporto rumo a mercados com melhores opções, como o Brasil, que oferece oportunidades sólidas”. A pesquisa Mobilidade Laboral, da Randstad, indica que a Espanha perdeu interesse para o trabalhador estrangeiro de baixa formação.
A razão é o perfil destes imigrantes, cujos currículos se limitam a ofícios relacionados a áreas que não se reactivam, como serviços e construção. O sector de construção foi precisamente o que detonou a crise de desemprego. De 2008 a 2010 quebraram mais de 200 mil empresas do ramo, que davam trabalho a 70% dos imigrantes sul-americanos, segundo dados oficiais.
Os estrangeiros entrevistados na pesquisa responderam que querem sair da Espanha, mas temem crises políticas e económicas na América Latina e só vêem bonança financeira no Brasil, onde criticam a falta de segurança pública. Mais ainda assim estão convencidos de que se não encontrarem emprego até 2012, o caminho é o aeroporto. Estados Unidos, Brasil ou Argentina, na ordem dos mais votados.
Alta formação
O Brasil também aparece como opção para espanhóis de alta formação.Um estudo elaborado pela consultora Adecco e pela Universidade de Navarra indica que os espanhóis com alto grau de formação e que também foram atingidos pela crise colocam o Brasil como um dos seis destinos preferidos para emigrar por emprego. O mercado brasileiro é visto como opção para 55% dos entrevistados, junto com Alemanha, França, Grã-Bretanha, Estados Unidos e Argentina.
O perfil médio dos interessados em cruzar o Atlântico é de homens, entre 25 e 35 anos, com formações em engenharia, arquitectura, informática, medicina, biologia e investigação científica.
– Que engenheiro ou arquitecto não quer ir para o Brasil, de olho nas obras de infraestrutura? Está tudo por fazer, e agora há também recursos, referências de empresas espanholas já estabelecidas e a abertura ao (idioma) espanhol. Essas pessoas entendem que insistir aqui é uma perda de tempo. O Brasil cresce a uma velocidade que nenhum país da Europa pode se comparar – disse o professor de Economia da Universidade de Navarra Sandalio Gómez, autor do relatório apresentado em Janeiro.
Os dados do Instituto Nacional de Estatística confirmam a tendência. Até Janeiro de 2011, havia 1,8 milhão de espanhóis morando em outros países; 92.260 no Brasil, um aumento de 10.071 pessoas em um ano no território brasileiro.
Problemas
Mas, apesar das oportunidades, o país perde para outros destinos em vários requisitos. Os entrevistados da pesquisa ressaltam insegurança, falta de serviços públicos de qualidade, instabilidade económica e jurídica para quem quer criar um negócio próprio e a distância de seus lugares de origem como barreiras a levar em consideração. O governo espanhol reforça estas conclusões. A directora-geral do Departamento de Emigração, (que estuda as condições dos espanhóis em outros países), Pilar Pin, define como impedimentos as carências nos sistemas de seguro-desemprego, rede pública de saúde e educação e a legislação trabalhista.
Em um relatório oficial apresentado em maio depois de uma visita a Brasília, Pin afirmou que o Brasil tem “enorme potencial com seus iminentes eventos como a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos, além de obras para abastecimento de energia, protecção ambiental e turismo”. Apesar disso, o relatório observa: “A legislação de implantação de empresas no Brasil é restritiva demais. Nossos trabalhadores vão com licença de obra. No final do contrato encontram muitas dificuldades para estabelecer-se por conta própria”.
Mesmo assim, segundo o relatório, as autoridades brasileiras calculam que faltam 1,9 milhão de profissionais de alta qualificação. Uma lacuna que os espanhóis poderiam ocupar.
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Brasil é o que menos investe na preservação por hectare de florestas
Um estudo coordenado pelo Centro para o Monitorização da Conservação Mundial do Programa da ONU para o Meio Ambiente revela que, numa lista de nove países, o Brasil é o que menos investe na preservação de cada hectare de suas florestas.
Enquanto o Brasil desembolsa, em média,€ 2,43 por cada hectare de suas unidades de conservação, na Argentina o índice é sete vezes maior (€ 16,37), no México, nove vezes (€ 29,71) e, na África do Sul, dezassete vezes (€ 34,09), mas por incr´vel Portugal investe € 6,11
A disparidade é ainda maior se os gastos brasileiros são comparados com os de países desenvolvidos: nos Estados Unidos, país da lista que mais investe na conservação ambiental, são € 70,99 por hectare (35 vezes a mais que o Brasil) e, na Nova Zelândia, € 62,,39.
A lista, integrada também por Costa Rica, Canadá e Austrália, e Portugal ,agrega países que, a exemplo do Brasil, têm grande parte de seus territórios ocupados por parques naturais ou índices sociais semelhantes aos brasileiros.
O estudo “Contribuição das unidades de conservação para a economia nacional”, é feito em parceria entre o IPEA (Instituto de Pesquisas Económicas Aplicadas), a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e o Ministério do Meio Ambiente e a ("ONU"), calculou quanto o Brasil factura com a preservação de suas florestas e quanto poderá ganhar caso amplie os investimentos no sector, o que permitiria maior aproveitamento de seus recursos naturais e incremento no número de turistas.
Um dos autores do estudo, o pesquisador da UFRJ Carlos Eduardo Young, diz que a intenção foi mostrar que a preservação ambiental e o desenvolvimento econômico são compatíveis.
Segundo ele, é preciso resistir ao impulso de tirar um proveito econômico de curto prazo das florestas, em nome de um desenvolvimento mais duradouro e inclusivo.
– Nós comprovamos que, do jeito que está, as florestas brasileiras já garantem à sociedade um retorno financeiro superior ao que é investido nelas. Se melhorarmos o sistema de gestão, o valor do benefício pode crescer significativamente.
Investimentos
O estudo calcula que, caso o governo garanta a conservação nessas áreas e invista mais nelas, o aproveitamento econômico desses territórios, que cobrem cerca de 15% do país, pode gerar ao menos € 4,97 biliões por ano.
O valor viria de produtos florestais (como Castanha-do-Pará ou madeira em áreas de extracção controlada, por exemplo), turismo, estoque de carbono conservado, água e receitas tributárias, baseada no modelo de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) Ecológico adoptado por alguns Estados.
Para isso, no entanto, Young diz que o país teria de ampliar os investimentos no sector, actualmente em torno de € 300 milhões por ano nas reservas federais, para cerca de € 450 milhões anuais para o sistema federal, € 200 milhões para os sistemas estaduais (a serem empregados sobretudo em maior fiscalização), além de cerca de € 1,2 bilião para gastos em infraestrutura para o turismo.
Hoje, segundo o estudo, há um funcionário brasileiro para cada 18.600 hectares protegidos, número bastante inferior aos da África do Sul (1 para cada 1.176 hectares), dos Estados Unidos (1 para 2.125), Argentina (1 para 2.400) e Canadá (1 para 5.257)... Em Portugal ( 1 para cada 9.678 ).
Ainda de acordo com o estudo, a exploração legal de produtos oriundos de florestas naturais já gera cerca de€ 2,79 biliões ao Brasil por ano, ao passo que a receita de ICMS Ecológico repassada aos municípios pela existência de unidades de conservação em seus territórios é de € 392,7 milhões. Não há dados abrangentes sobre receitas advindas do turismo.
Young explica, no entanto, que os benefícios económicos da preservação ambiental são ainda mais amplos, já que grande parte da água que abastece as usinas hidroeléctricas nacionais, provendo energia às indústrias e às cidades país, advém de unidades de conservação ambiental; que o turismo em áreas protegidas é fonte central de recursos para muitos municípios brasileiros; e que o desenvolvimento de fármacos e cosméticos muitas vezes se dá por meio de pesquisas sobre espécies vegetais protegidas em unidades de conservação.
Mesmo assim, diz que, por se tratar de produtos e serviços em geral de natureza pública, seu valor não é percebido pela sociedade, que na maior parte dos casos não paga directamente pelo seu consumo ou uso.
O pesquisador afirma ainda que a dicotomia agricultura X conservação ambiental, que ganhou força durante as discussões sobre o novo Código Florestal que transmita no Congresso, é falsa:
– Não somos contra o desenvolvimento da agricultura, muito pelo contrário. Achamos, aliás, que a conservação ambiental favorece os agricultores, na medida em que lhes garante água para a irrigação, ameniza efeitos de enchentes e impede a erosão de terrenos montanhosos, que podem ser muito prejudiciais aos produtores.
Ele alerta, no entanto, que caso o novo Código reduza as áreas mínimas de conservação exigidas em cada propriedade, o país abrirá mão de uma riqueza maior.
– Vivemos um momento decisivo, que determinará se saberemos usar os recursos naturais valiosos de que dispomos e que são um dos nossos maiores diferenciais.
A floresta é um bem de todos, não é pertença de ninguém , é uma dádiva da Terra a nós humanos e restantes seres vivos, e nós destruimos este bem por ganância e esquecemo-nos que somos só simples "hospedeiros", e que necessitamos da floressta para sobrevivermos, essencialmente pelo oxigénio que nos mantém vivos.
Temos de criar consciência sobre esses recursos, e meio ambiente.
Enquanto o Brasil desembolsa, em média,€ 2,43 por cada hectare de suas unidades de conservação, na Argentina o índice é sete vezes maior (€ 16,37), no México, nove vezes (€ 29,71) e, na África do Sul, dezassete vezes (€ 34,09), mas por incr´vel Portugal investe € 6,11
A disparidade é ainda maior se os gastos brasileiros são comparados com os de países desenvolvidos: nos Estados Unidos, país da lista que mais investe na conservação ambiental, são € 70,99 por hectare (35 vezes a mais que o Brasil) e, na Nova Zelândia, € 62,,39.
A lista, integrada também por Costa Rica, Canadá e Austrália, e Portugal ,agrega países que, a exemplo do Brasil, têm grande parte de seus territórios ocupados por parques naturais ou índices sociais semelhantes aos brasileiros.
O estudo “Contribuição das unidades de conservação para a economia nacional”, é feito em parceria entre o IPEA (Instituto de Pesquisas Económicas Aplicadas), a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e o Ministério do Meio Ambiente e a ("ONU"), calculou quanto o Brasil factura com a preservação de suas florestas e quanto poderá ganhar caso amplie os investimentos no sector, o que permitiria maior aproveitamento de seus recursos naturais e incremento no número de turistas.
Um dos autores do estudo, o pesquisador da UFRJ Carlos Eduardo Young, diz que a intenção foi mostrar que a preservação ambiental e o desenvolvimento econômico são compatíveis.
Segundo ele, é preciso resistir ao impulso de tirar um proveito econômico de curto prazo das florestas, em nome de um desenvolvimento mais duradouro e inclusivo.
– Nós comprovamos que, do jeito que está, as florestas brasileiras já garantem à sociedade um retorno financeiro superior ao que é investido nelas. Se melhorarmos o sistema de gestão, o valor do benefício pode crescer significativamente.
Investimentos
O estudo calcula que, caso o governo garanta a conservação nessas áreas e invista mais nelas, o aproveitamento econômico desses territórios, que cobrem cerca de 15% do país, pode gerar ao menos € 4,97 biliões por ano.
O valor viria de produtos florestais (como Castanha-do-Pará ou madeira em áreas de extracção controlada, por exemplo), turismo, estoque de carbono conservado, água e receitas tributárias, baseada no modelo de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) Ecológico adoptado por alguns Estados.
Para isso, no entanto, Young diz que o país teria de ampliar os investimentos no sector, actualmente em torno de € 300 milhões por ano nas reservas federais, para cerca de € 450 milhões anuais para o sistema federal, € 200 milhões para os sistemas estaduais (a serem empregados sobretudo em maior fiscalização), além de cerca de € 1,2 bilião para gastos em infraestrutura para o turismo.
Hoje, segundo o estudo, há um funcionário brasileiro para cada 18.600 hectares protegidos, número bastante inferior aos da África do Sul (1 para cada 1.176 hectares), dos Estados Unidos (1 para 2.125), Argentina (1 para 2.400) e Canadá (1 para 5.257)... Em Portugal ( 1 para cada 9.678 ).
Ainda de acordo com o estudo, a exploração legal de produtos oriundos de florestas naturais já gera cerca de€ 2,79 biliões ao Brasil por ano, ao passo que a receita de ICMS Ecológico repassada aos municípios pela existência de unidades de conservação em seus territórios é de € 392,7 milhões. Não há dados abrangentes sobre receitas advindas do turismo.
Young explica, no entanto, que os benefícios económicos da preservação ambiental são ainda mais amplos, já que grande parte da água que abastece as usinas hidroeléctricas nacionais, provendo energia às indústrias e às cidades país, advém de unidades de conservação ambiental; que o turismo em áreas protegidas é fonte central de recursos para muitos municípios brasileiros; e que o desenvolvimento de fármacos e cosméticos muitas vezes se dá por meio de pesquisas sobre espécies vegetais protegidas em unidades de conservação.
Mesmo assim, diz que, por se tratar de produtos e serviços em geral de natureza pública, seu valor não é percebido pela sociedade, que na maior parte dos casos não paga directamente pelo seu consumo ou uso.
O pesquisador afirma ainda que a dicotomia agricultura X conservação ambiental, que ganhou força durante as discussões sobre o novo Código Florestal que transmita no Congresso, é falsa:
– Não somos contra o desenvolvimento da agricultura, muito pelo contrário. Achamos, aliás, que a conservação ambiental favorece os agricultores, na medida em que lhes garante água para a irrigação, ameniza efeitos de enchentes e impede a erosão de terrenos montanhosos, que podem ser muito prejudiciais aos produtores.
Ele alerta, no entanto, que caso o novo Código reduza as áreas mínimas de conservação exigidas em cada propriedade, o país abrirá mão de uma riqueza maior.
– Vivemos um momento decisivo, que determinará se saberemos usar os recursos naturais valiosos de que dispomos e que são um dos nossos maiores diferenciais.
A floresta é um bem de todos, não é pertença de ninguém , é uma dádiva da Terra a nós humanos e restantes seres vivos, e nós destruimos este bem por ganância e esquecemo-nos que somos só simples "hospedeiros", e que necessitamos da floressta para sobrevivermos, essencialmente pelo oxigénio que nos mantém vivos.
Temos de criar consciência sobre esses recursos, e meio ambiente.
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7/07/2011 04:39:00 da tarde
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Morreu a deputada Maria Nogueira Pinto

Maria José Nogueira Pinto morreu , aos 59 anos. Deputada do PSD foi vítima de um cancro.
Como ex-CDS, só lhe tenho a agradecer o que fez pelo partido e pela defesa dos ideais e da sua firmeza de carácter, e pela firmeza no que defendia e acreditava, foi uma senhora com "S" grande, e aqui lhe presto uma pequena homenagem, e lhe peço desculpa pelos "maus" tratos pelos correlegionários do "Portas" , que não lhe souberam dar o devido respeito que merecia.
Na política era idónea, como na sua vida pessoal, perdemos uma grande humanista, uma senhora de direita, uma "princesa" entre estes plebeus, este parlamento e os poucos políticos idóneos ficaram mais empobrecidos.
Bem haja pelo que fez sempre onde esteve, e pelos serviços prestados a esta Nação.
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7/07/2011 04:07:00 da tarde
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quarta-feira, 6 de julho de 2011
Simplesmente branco.
Mas os ( hipócritas )deste mundo recusam-se a vê-las e/ou ouvi-las

Eu como ele tenho orgulho em ser branco, e não vivo na decadente América (USA=EUA), vivo na Europa e nesta desgraçada Nação que já foi da raça branca, agora já nem isso o posso afirmar,temos governantes negros, mestiços(políticos), ou casados com negros/negras, ou de outras raças, e protegem as minorias, esquecendo o seu próprio povo, e os nossos direitos de sermos descendentes dos fundadores desta nobre Nação.
Michael Richards conhecido como Kramer da série televisiva Seinfeld, levantou um bom problema. O que se segue é o seu discurso de defesa em tribunal depois de ter feito alguns comentários raciais na sua peça de comédia. Ele levanta alguns pontos muito interessantes.
Orgulho em ser Branco
Finalmente alguém diz isto.
Quantas pessoas estão actualmente a prestar atenção a isto? Existem Afro-Americanos, Americanos Hispânicos, Americanos Asiáticos, Americanos Árabes, etc.
E depois há os apenas Americanos.
Vocês passam por mim na rua e mostram arrogância. Chamam-me 'White boy,' 'Cracker,' 'Honkey,' 'Whitey,' 'Caveman' ...e está tudo bem. Mas quando eu vos chamo Nigger, Kike, Towel head, Sand-nigger, Camel Jockey, Beaner, Gook, or Chink, vocês chamam-me racista. Quando vocês dizem que os Brancos cometem muita violência contra vocês, então por que razão os ghettos são os sítios mais perigosos para se viver?
Vocês têm o United Negro College Fund.
Vocês têm o Martin Luther King Day.
Vocês têm Black History Month.
Vocês têm o Cesar Chavez Day.
Vocês têm o Yom Hashoah.
Vocês têm o Ma'uled Al-Nabi.
Vocês têm o NAACP.
Vocês têm o BET [Black Entertainment Television] (tradução: Televisão de Entretenimento para pretos)
Se nós tivéssemos o WET [White Entertainment Television] seriamos racistas.
Se nós tivéssemos o Dia do Orgulho Branco, vocês chamar-nos-iam racistas. Se tivéssemos o mês da História Branca, éramos logo taxados de racistas.
Se tivéssemos alguma organização para ajudar apenas Brancos a andarem com a sua vida para frente, éramos logo racistas.
Existem actualmente a Hispanic Chamber of Commerce, a Black Chamber of Commerce e nós apenas temos a Chamber of Commerce.
Quem paga por isto?
Uma mulher Branca não pode ser a Miss Black American, mas qualquer mulher de outra cor pode ser a Miss America.
Se nós tivéssemos bolsas direccionadas apenas para estudantes Brancos, éramos logo chamados de racistas.
Existem por todos os EUA cerca de 60 colégios para Negros. Se nós tivéssemos colégios para Brancos seria considerado um colégio racista.
Os pretos têm marchas pela sua raça e pelos seus direitos civis, como a Million Man March.. Se nós fizéssemos uma marcha pela nossa Raça e pelos nossos direitos seriamos logo apelidados de racistas.
Vocês têm orgulho em ser pretos, castanhos, amarelos ou laranja, e não têm medo de o demonstrar publicamente. Mas se nós dissermos que temos "Orgulho Branco", vocês chamam-nos racistas.
Vocês roubam-nos, fazem-nos carjack, disparam sobre nós. Mas, quando um oficial da policia Branco dispara contra um preto de um gang ou pára um traficante de droga preto que era um fora-da-lei e um perigo para a sociedade, vocês chamam-no racista.
Eu tenho orgulho.
Mas vocês chamam-me racista.
Por que razão só os Brancos podem ser chamados de racistas?Eu como ele tenho orgulho em ser branco, e não vivo na decadente América (USA=EUA), vivo na Europa e nesta desgraçada Nação que já foi da raça branca, agora já nem isso o posso afirmar,temos governantes negros, mestiços(políticos), ou casados com negros/negras, ou de outras raças, e protegem as minorias, esquecendo o seu próprio povo, e os nossos direitos de sermos descendentes dos fundadores desta nobre Nação.
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7/06/2011 04:53:00 da manhã
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Portugal e o seu maior bem: AS FLORESTAS.
Toda a zona do Mediterrâneo foi identificada e catalogada pelo WWF como uma das mais importantes, a nível Europeu, como a nível Mundial, do ponto de vista ambiental, pela sua grande biodiversidade excepcional. As nossas florestas mediterrânicas são o lar de 25000 espécies de plantas, o que representa 10% das Angiospormicas em apenas 1,6% da superfície total da Terra. Estas florestas são também o lar de espécies muito emblemáticas como o lince ibérico ou a águia de Bonelli.
Portugal, no seu contexto europeu, É considerado um país muito rico e diversificado em flora e fauna. Além das espécies tipicamente atlânticas, podemos encontrar aqui um elevado número de espécies de origem mediterrânica. Possuindo para além disso, um elevado número de endemismos, assim como espécies que hoje em dia são consideradas como relíquias do ponto de vista genético e/ou biogeográfico. Mas para além da sua origem natural (Portugal encontra-se na convergência de três regiões bilhar, com influências tal e mediterrâneas) mas também os séculos de actividade humana que facultou condições ecológicas para uma evolução harmoniosa.
Actualmente, o fogo é a maior ameaça natural as florestas mediterrânicas, destruindo mais árvores que pragas, tempestades, terramotos, inundações, etc. Todos os anos mais de 50 mil fogos queimam cerca de 800 mil hectares de floresta mediterrânica única, o equivalente a 1,7% da sua área total. Todos os países mediterrânicos da União Europeia têm sido atingidos por este problema, mas em Portugal a área ardida na média anual mais que quadruplicou desde os anos 60 do século XX. Como resultado da intensificação dos fogos florestais, a capacidade dos ecossistemas mediterrânicos para recuperar naturalmente está muito reduzida, estando vastas áreas afectadas por perdas de biodiversidade, erosão do solo e escassez de água, pois o desaparecimento das florestas conduz, eventualmente, a desertificação.
Com este panorama sombrio, resta em Portugal uma (solitária) mancha florestal representativa do coberto natural da zona mediterrânica, o Parque Natural da Serra da Arrábida. Zona única a nível mundial, a Arrábida foi a primeira área a receber protecção do estado em resultado da luta contra as pedreiras, contra as estradas, contra a construção ilegal, contra tudo o que ainda hoje permanece...
Causas para os fogos florestais em Portugal
Ao contrário do que acontece noutras zonas do mundo, onde uma percentagem elevada dos fogos têm origem natural (geralmente relâmpagos), em Portugal (e nos outros países mediterrânicos) há uma predominância de fogos com origem humana. Os fogos naturais representam apenas entre 1 e 5% do total registado. Entre as causas conhecidas, a grande maioria dos fogos são involuntários (negligencia ou acidente) e directamente associados ás práticas agrícolas e silvícolas, logo com origem em habitantes locais e são muito raramente em turistas.
Espantosamente, o aumento do número de fogos florestais estão directamente relacionado com a melhoria das condições de vida das populações. As rápidas transformações económico-sociais que têm vindo a ocorrer levam a uma concentração da população nas cidades, A redução acentuada do crescimento populacional, abandono das terras aráveis e a um desinteresse pelos recursos florestais como fonte de energia. Por todos estes motivos, assiste-se a um aumento das zonas de baldio e a um desaparecimento das populações com um sentimento de responsabilidade pela floresta.
Surge, assim, uma série de situações com consequências únicas trágicas para as florestas mediterrânicas:
· perda da ligação directa entre o Homem e o seu ambiente e o desaparecimento das comunidades rurais e a falta de incentivos económicos levou á perda do conhecimento para conter os pequenos fogos florestais, que rapidamente podem sair do controlo. Pelo contrário, as antigas práticas agrícolas associadas ao pastoreio, agricultura e caça permaneceram, mas agora com resultados desastrosos devido ao aumento de biomassa seca e ao abandono rural;
· redução do valor da madeira , com o colapso da economia rural, os donos das propriedades começaram a pressionar as autoridades locais para obter licenças de urbanização, rentabilizando assim as suas terras. O fogo também permite estimular o mercado madeireiro, pois as árvores queimadas teem que ser rapidamente abatidas e podem ser vendidas a preço inferior;
· falta de compensações económicas e os donos das terras não vêem o seu papel na conservação da floresta reconhecido, tendo frequentemente que arcar com os custos adicionais de manutenção sem qualquer apoio estatal;
· turismo com o desenvolvimento do turismo de massas e do aumento de casas de ferias leva a um aumento sazonal da presença humana na floresta. Esta situação agrava-se com a construção de estradas, permitindo fácil acesso a zonas antes remotas e dificultando a vigilância.
As perdas ocasionadas pelo fogo anualmente no mundo são ingentes. Os incêndios voluntários (pirómanos) ou não, ocasionam grandes gastos tanto em recursos como em vidas humanas, e semeiam a destruição de lugares naturais que demoram muito tempo em regenerar-se.
A maioria dos .países destinam enormes somas de dinheiro a proteger-se do fogo em zonas especialmente sensíveis a ele como são as florestas, com .hidroaviões,.helicópteros, barreiras para conter incêndios e brigadas especializadas de bombeiros.
São das catástrofes naturais mais graves em .Portugal, não só pela elevada frequência com que acontecem e dimensão que alcançam, como pelos efeitos destruidores que causam. Para além dos prejuízos económicos e ambientais, podem criar uma fonte de perigo para as populações e bens. Os incêndios florestais são considerados catástrofes naturais, mais pelo facto de se desenvolverem na.natureza e por a sua possibilidade de acontecimento e características de divulgação dependerem de factores naturais, do que por serem causados por fenómenos naturais. A intervenção humana pode desempenhar um papel decisivo na sua origem e na limitação do seu desenvolvimento. A importância da acção humana nestes fenómenos diferencia os incêndios florestais das restantes catástrofes naturais.
A divulgação de um incêndio depende das condições meteorológicas (direcção e intensidade do.vento, humidade relativa do ar, temperatura), do grau de secura e do tipo do coberto vegetal,orografia do terreno, acessibilidades ao local do incêndio, prazos de intervenção (tempo entre o alerta e a primeira intervenção no ataque ao fogo), etc. Um incêndio pode propagar-se pela superfície do terreno, pelas copas das árvores e através da manta morta. Os incêndios de grandes proporções são normalmente vistos a vários quilómetros, devido aos seus fumos negros e densos.
As causas dos incêndios florestais são várias. Têm, na sua grande maioria, origem humana, quer por descuido e acidente (queimadas, queima de lixos, lançamento de foguetes, cigarros mal apagados, linhas eléctricas), quer por intenção. Os incêndios de causas naturais pertencem a uma pequena percentagem do número total de ocorrências.
A floresta tem sido ao longo dos últimos anos alvo de danos significativos quer em termos de áreas ardidas quer em destruição de espécies únicas.
Embora difícil de quantificar, os lançamentos de gases e fragmento libertados durante um incêndio, podem ser responsáveis por alguns impactos ambientais.
Uma área destruída por um incêndio florestal, quando chove com grande intensidade, pode tornar-se mais capaz e originar mais facilmente, outro tipo de riscos tais como deslizamentos e cheias. Com a destruição da camada superficial vegetal os solos ficam mais vulneráveis a fenómenos de erosão e transporte provocados pelas águas pluviais, reduzindo também a sua permeabilidade.
Para além da destruição da floresta os incêndios podem ser responsáveis por:
- Morte e ferimentos nas populações e animais (queimaduras, inalação de partículas de gases).
- Destruição de bens (casas, armazéns, postes de electricidade e comunicações etc.)
- Corte de vias de comunicação
- Alterações, por vezes de forma irreversível, do equilíbrio do meio natural
- Reprodução e difusão de pragas e doenças, quando o material ardido não é tratado
A logística florestal dá resposta a este flagelo ao planificar o espaço florestal, por meio de projectos florestais, considerando à partida quais os locais mais propícios a ocorrerem incêndios e a evita-los.
Algumas medidas preventivas a serem tomadas:
- Manter limpa uma faixa de 50m à volta de habitações, estaleiros, armazéns, oficinas ou outras edificações, nos espaços rurais.
- Manter limpa uma faixa superior a 100m à volta dos aglomerados populacionais, parques, polígonos industriais e aterros sanitários, inseridos ou confinantes com áreas florestais.
Em 2008 foi o ano em que a área ardida foi menor nos últimos 29 anos. O pior ano continua a ser o de 2003.
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7/06/2011 04:37:00 da manhã
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