PORTUGAL GLORIOSA PATRIA DOS LUSITANOS

PORTUGAL GLORIOSA PATRIA DOS LUSITANOS
LUSITANOS LEVANTAI DE NOVO O ESPLENDOR DE PORTUGAL

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

O ditadorzinho da Madeira...

Quem são os Bananas do Continente?

Somos todos nós. 

Pergunto como permitimos estas situações?!...


Ele chupa os seus havanos
Com um prazer evidente
E, irónico, chama "cubanos"
Aos bananas do continente!... 
E lá se vai enchendo, enquanto o povo passa as ruas da amarguras.
Não se sabe as contas offshore que possuiu, mas também este governo não lhe interessa muito descobrir as "carecas" deste "senhor".
Temos a classe política mais corrupta da Europa e do mundo estamos entre as maiores, o que esperávamos?!...

....SOLIDARIEDADE...IGUALDADE...JUSTIÇA SOCIAL...ETC, ETC‏

Apreciem o despotismo e grandeza no "atulhar" os seus bolsos.... desta senhora do FMI..

Christine Lagarde receberá no FMI menos que Faria de Oliveira na CGD

Christine Lagarde receberá no FMI menos que Faria de Oliveira na CGD
 
 
Christine Lagarde receberá do FMI mais 10% que Dominique Strauss-Kahn, mas mesmo assim menos que o presidente da Caixa Geral de Depósitos, entre outros gestores portugueses, pelo que a senhora ainda está mal paga pelo padrão de Portugal

Com tantos banqueiros e gestores tão bem pagos, não se percebe como é que Portugal está tão desesperadamente falido. Ou talvez se perceba.
Ora aí está um bom sítio onde podemos fazer poupanças. E não colhe o
argumento de que nos arriscaríamos a perder os melhores...
  Vencimento : Lagarde vai receber mais 10% do que DSK no FMI
 A nova directora do FMI, Christine Lagarde, vai ter um rendimento anual
 líquido de 323 mil euros, a que se somam 58 mil euros para gastar em
 despesas, o que representa mais 10% do que o seu antecessor, Dominique
 Strauss-Kahn.
 A antiga ministra francesa da Economia assinou hoje contrato para dirigir a
  instituição durante 5 anos.

O total de 381 mil euros anuais que Lagarde vai receber (salário mais
despesas) é um aumento de 11% relativamente ao que recebia Dominique
Strauss-Kahn, o ex-director da instituição acusado de abusar sexualmente de
uma camareira de hotel em Nova Iorque.
Quando foi nomeado, em 2007, Dominique Strauss-Kahn acordou em receber um salário anual de 291 mil euros, com despesas de representação de 52 mil
euros - um total de 343 mil euros. Menos quase 38 mil euros anuais do que
vai agora receber a francesa.
Christine Lagarde é a 1ª mulher a dirigir a instituição e a única que não é
 economista de formação, desde a sua fundação em 1944.
 Para que conste, retirado do site da CGD, referente a 2009 (não divulgaram
 os valores de 2010 nem de 2011...):
 Presidente - remuneração base: 371.000,00€; Prémio de gestão: 155.184,00€;
 Gastos de utilização de telefone: 1.652,47€; Renda de viatura: 26.555,23€;
 combustível: 2.803,02€; subsídio de refeições: 2.714,10€; subsídio de
 deslocação: 104,00€; despesas de representação: cartão de crédito onde
 "apenas" são consideradas despesas decorrentes da actividade devidamente
documentadas com facturas e comprovativos de movimento - não quantificado...

 Em suma, apenas com o vencimento base e o prémio de gestão, foram
 526.184,00€!!! (a Directora do FMI foram 381€ já com despesas de
 representação) e depois ainda há uns gastos com telefones, combustíveis, etc., para além de um cartão de crédito de valor não quantificado!

 Palavras para quê?  Onde é que está a crise ??

Crise só se for para nós, eles sugam-nos tudo...

Divagações nesta república das bananas...

Indignado ou não indignado eis a questão?!...


Hoje consegui saber após a Manifestação dos Policias que neste País há "Policias Indignados" e "Policias Não Indignados"
 
 


- E quem vai substituir os médicos? Se quando vamos às urgências passamos lá quatro a cinco horas, agora como vai ser ???

- Sempre ouvi dizer que quem não tem dinheiro não tem vícios!!...


Para aumentar o zoom clicar em cima das imagens

- Penso que esta decisão do Governo é muito discutível. Que se legisle de forma a acabar com determinados gastos abusivos, ainda vá que não vá, que há gente a mais na politica também é capaz de ser verdade, mas perante isto pergunto afinal qual é o papel que cabe aos munícipes e que sentido de voto tem o dos eleitores nas eleições  autárquicas?

- 10 Milhões em Salário fora de S. Bento  ??? Não será algum dele muito  mal gasto!!!...
 

 "Ninguém sai da Política de mãos limpas"

        D. José Policarpo - Cardeal-Patriarca de Lisboa


Se Senhor Cardeal o afirma...Quem se atreve a desmenti-lo?

Os Tipos do Tribunal de Contas são umas "melgas"?! Não são?!...



OS 12 aviões para transporte militar e vigilância marítima comprados pelo anterior Governo para a Força Aérea tinham um custo inicial de 275 milhões de euros e acabaram por custar 390 milhões – mais 42%. Ou seja, o dinheiro que se gastou a mais (115 milhões) dava para comprar 17 aeronaves.

Os valores foram apurados pelo Tribunal de Contas no âmbito de uma auditoria agora concluída à DEFAERLOC-Locação de Aeronaves Militares. Esta empresa do grupo EMPORDEF (holding estatal das suas indústrias de Defesa) comprou as 12 aeronaves em causa (modelo C-295M), que vieram substituir os velhos ‘Aviocar’ da Força Aérea. O contrato de aquisição foi feito no início de 2006, sendo da responsabilidade directa dos então ministros da Defesa e das Finanças, Luís Amado e Teixeira dos Santos, respectivamente. Os últimos dois aviões, do total de 12, foram entregues a Portugal já em Março deste ano.
Segundo o SOL apurou, a auditoria do TC foi aprovada no passado dia 15 pelos juízes-conselheiros da 2.ª Secção, devendo ser divulgada oficialmente nas próximas semanas. As conclusões – consideradas muito graves – estão a ser comunicadas aos ministérios da tutela (Finanças e Defesa), ao Presidente da República (comandante supremo das Forças Armadas) e ao Parlamento.
Além do desvio nos custos, o TC alerta para a complexidade do negócio que foi montado, com o único objectivo de fasear os pagamentos e assim controlar o impacto da compra no défice do Estado – o que custou ao bolso dos contribuintes mais 115 milhões, como já se referiu.
As explicações para este desvio estão no esquema em si que foi montado e nas alterações ao projecto inicial de construção (a pedido do Estado), que tiveram como resultado o atraso de mais de um ano na entrega dos 12 aviões. Tudo somado fez com que fosse necessário negociar com a banca um alargamento do financiamento, em condições mais onerosas.
Um esquema para controlar o défice A ironia é que – e tendo em conta o que tem vindo a público nos últimos meses sobre a dívida do Estado e a discussão em torno da fiscalização e da responsabilização dos titulares de cargos políticos e de altos quadros públicos – já em 2006, num relatório de acompanhamento da execução da Lei de Programação Militar, o TC alertou para os riscos deste esquema financeiro e contratual que o Governo adoptara para a aquisição de equipamentos militares.
O modelo foi o seguinte: o Ministério da Defesa criou uma empresa, a DEFAERLOC, só com o objectivo de ser esta a comprar as 12 aeronaves ao candidato vencedor, o consórcio europeu EADS CASA. A seguir, a Defesa fez um contrato de locação com a DEFAERLOC, pelo qual esta lhe alugou os aviões, para uso da Força Aérea, mediante o pagamento de rendas. A DEFAERLOC pediu seguidamente um empréstimo a um sindicato bancário (Caixa-Banco de Investimento, BES, BCP e BPI), para poder fazer a aquisição, cedendo-lhe o direito sobre os créditos resultantes do aluguer dos aviões. E assim, no fim, foi o Estado quem pagou directamente aos bancos as ‘rendas’ pelo aluguer dos aviões – sendo a DEFAERLOC apenas uma sociedade meramente instrumental.
De salientar que, à compra das aeronaves, há que somar mais 100 milhões de euros de um contrato de manutenção das aeronaves, feito pela DEFAERLOC com o mesmo consórcio vendedor.

E esta!...
Vivendo na república das bananas de Portugal ...

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Escândalo na UE - ATENÇÃO LER E DIVULGAR - URGENTE

Do Jornal LE POINT:

http://www.lepoint.fr/economie/les-retraites-en-or-de-l-europe-19-05-2009-344867_28.php
http://www.lepoint2.com/sons/pdf/Etude-Hauts-Fonctionnaires-Europeens.pdf
Escândalo na UE - ATENÇÃO LER E DIVULGAR - URGENTE

Noruegueses, Finlandeses, Suecos, Franceses,....Portugueses!, todos a denunciar! e a exigir HONESTIDADE.
Já reparou?

Os políticos europeus estão a lutar como loucos para entrar na administração da UE!
E por quê?
Leia o que segue, pense bem e converse com os amigos.

Envie isto para os europeus que conheça!
Simplesmente, escandaloso.

Foi aprovada a aposentadoria aos 50 anos com 9.000 euros por mês para os funcionários da EU!!!.
Este ano, 340 agentes partem para a reforma antecipada aos 50 anos com uma pensão de 9.000 euros por mês.
Sim, leu correctamente!
Para facilitar a integração de novos funcionários dos novos Estados-Membros da UE (Polónia, Malta, países da Europa Oriental ...), os funcionários dos países membros antigos (Bélgica, França, Alemanha ..) receberão da Europa uma prenda de ouro para se aposentar.
Porquê e quem paga isto?
Você e eu estamos a trabalhar ou trabalhámos para uma pensão de miséria, enquanto que aqueles que votam as leis se atribuem presentes de ouro.

A diferença tornou-se muito grande entre o povo e os "Deuses do Olimpo!"

Devemos reagir por todos os meios começando por divulgar esta mensagem para todos os europeus.
É uma verdadeira Mafia a destes Altos Funcionários da União Europeia ....
Os tecnocratas europeus usufruem de verdadeiras reformas de nababos ...

Mesmo os deputados nacionais que, no entanto, beneficiam do "Rolls" dos regimes especiais, não recebem um terço daquilo que eles embolsam.
Vejamos!

Giovanni Buttarelli, que ocupa o cargo de Supervisor Adjunto da Protecção de Dados, adquire depois de apenas 1 ano e 11 meses de serviço (em Novembro 2010), uma reforma de 1 515 ? / mês.
O equivalente daquilo que recebe em média, um assalariado francês do sector privado após uma carreira completa (40 anos)..
O seu colega, Peter Hustinx acaba de ver o seu contrato de cinco anos renovado.

Após 10 anos, ele terá direito a cerca de 9 000 de pensão por mês.
É simples, ninguém lhes pede contas e eles decidiram aproveitar ao máximo.

É como se para a sua reforma, lhes fosse passado um cheque em branco.
Além disso, muitos outros tecnocratas gozam desse privilégio:

1. Roger Grass, Secretário do Tribunal Europeu de Justiça, receberá ? 12 500 por mês de pensão.
2. Pernilla Lindh, o juiz do Tribunal de Primeira Instância, ? 12 900 por mês.
3. Damaso Ruiz-Jarabo Colomer, advogado-geral, 14 000 ? / mês.

Consulte a lista em:

http://www.kdo-mailing.com/redirect.asp?numlien=1276&numnews=1356&numabonneXSSCleanedXSSCleanedXSSCleaned=62286
Para eles, é o jackpot.
No cargo desde meados dos anos 1990, têm a certeza de validar uma carreira completa e, portanto, de obter o máximo: 70% do último salário.
É difícil de acreditar ...
Não só as suas pensões atingem os limites, mas basta-lhes apenas 15 anos e meio para validar uma carreira completa, enquanto para você, como para mim, é preciso matar-se com trabalho durante 40 anos, e em breve 41 anos.
Confrontados com o colapso dos nossos sistemas de pensões, os tecnocratas de Bruxelas recomendam o alongamento das carreiras: 37,5 anos, 40 anos, 41 anos (em 2012), 42 anos (em 2020), etc.

 
Mas para eles, não há problema, a taxa plena é 15,5 anos...
De quem estamos falando?

Originalmente, estas reformas de nababos eram reservadas para os membros da Comissão Europeia e, ao longo dos anos, têm também sido concedida a outros funcionários.
Agora eles já são um exército inteiro a beneficiar delas: juízes, magistrados, secretários, supervisores, mediadores, etc.

Mas o pior ainda, neste caso, é que eles nem sequer descontam para a sua grande reforma.
Nem um cêntimo de euro, tudo é à custa do contribuinte ...
Nós, contribuímos toda a nossa vida e, ao menor atraso no pagamento, é a sanção: avisos, multas, etc.
Sem a mínima piedade.
Eles, isentaram-se totalmente disso.
Parece que se está a delirar!

Esteja ciente, que até mesmo os juízes do Tribunal de Contas Europeu que, portanto, é suposto « verificarem se as despesas da UE são legais, feitas pelo menor custo e para o fim a que são destinadas », beneficiam do sistema e não pagam as quotas.
E que dizer de todos os tecnocratas que não perdem nenhuma oportunidade de armarem em «gendarmes de Bruxelas» e continuam a dar lições de ortodoxia fiscal, quando têm ambas as mãos, até os cotovelos, no pote da compota?

Numa altura em que o futuro das nossas pensões está seriamente comprometido pela violência da crise económica e da brutalidade do choque demográfico, os funcionários europeus beneficiam, à nossa custa, da pensão de 12 500 a 14 000 ? / mês após somente 15 anos de carreira, mesmo sem pagarem quotizações...
 
É uma pura provocação!
O objectivo é alertar todos os cidadãos dos Estados-Membros da União Europeia.

Juntos, podemos criar uma verdadeira onda de pressão.

Não há dúvida de que os tecnocratas europeus continuam a gozar à nossa custa e com total impunidade, essas pensões.
 
Nós temos que levá-los a colocar os pés na terra.

«Sauvegarde Retraites» realizou um estudo rigoroso e muito documentado que prova por "A + B" a dimensão do escândalo.
 
Já foi aproveitado pelos media.

http://www.lepoint.fr/actualites-economie/2009-05-19/revelations-les-retraites-en-or-des-hauts-fonctionnaires-europeens/916/0/344867


DIVULGUE!
DIVULGUE!
DIVULGUE!
 
Quantos mais souberem deste descaramento de r..... melhor!!!...

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Nacionalista

O verdadeiro Nacionalista usa sempre o verdadeiro equilíbrio porque o equilíbrio leva-nos ao conhecimento pleno da Nação e do Povo e/ou da Raça.

O Mundo de hoje, mais do que nunca, necessita de um equilíbrio eficaz, com uma Democracia forte e um Líder capaz de liderar.
A liderança é necessária para um povo estável, onde possa confiar no Líder e que o seu Líder dê confiança ao seu Povo.

O Nacionalista está aberto a todos, sem marginalizar nenhum grupo e/ou Pessoa, mesmo que tal “abertura” seja incomoda para as “vozes dominantes”.
Quantos grupos, existente nas Nações, lutam por uma Verdade que há vista de muitos é uma “Verdade radical” onde a sua vida pode estar em perigo, expondo-a com coragem e valentia.

Olhar para a Verdade de um Povo é olhar para a sua “verdadeira face” que nos leva a um “verdadeiro fascínio”.

O radicalismo não nos leva a nenhuma Verdade mas pode-nos ajudar a compreender o sentido da Verdade.




É urgente que o Nacionalista entre em diálogo com todos os grupos, mais ou menos tolerantes de forma a que cada Raça tenha os seus devidos direitos, havendo respeito e cooperação entre todas as Nações, sem desfazer a sua “identidade racial” e os Valores de cada País.
A Raça é necessária para cada País pois é nela que se transmite “valores Nacionais” e uma identidade própria.
Quantas Raças existentes no Mundo são necessárias para um desenvolvimento eficaz e pleno: Raça Africana, Raça Europeia, Raça Asiática, Raça Americana. Todas elas lutam por objectivos próprios mas comuns.

Como é necessário que cada Raça tenha um Continente próprio onde se identifique e se sinta Verdadeiramente Livre.

Toda a separação tem que ser feita com respeito e lealdade para com o próximo.
A separação não é individualista porque ela coopera com o próximo, sem desfazer o que lhe pertence.
A Separação torna-se um equilíbrio eficaz e concreto para cada Continente e Raça.



Tal como tu precisas de equilíbrio assim a tua Nação necessita: o equilíbrio Nacionalista torna-se o verdadeiro sentido pleno da sua Nacionalidade.

Explicar - e tá bem explicado (dinheirinho!!!)‏

Mais coisa, menos coisita, é assim sem tirar nem pôr!

Explicar o BCE na esplanada do café...


O Verão esmerou-se. Um sol agradável acariciava-nos na esplanada
do café à beira da minha porta. A chegada do Senhor Antunes, o mais
popular dos meus vizinhos, deu ensejo a uma lição sobre Europa e
finanças a nós todos que disto pouco ou nada percebemos.

- Oh Sô Antunes explique lá isso do Banco Central Europeu, aqui à
rapaziada do Café.
- Então vá, vá lá, Só por esta vez. O BCE é o banco central dos
Estados da UE que pertencem à zona euro, como é o caso de Portugal.
- E donde veio o dinheiro do BCE?
- O capital social, o dinheiro do BCE, é dinheiro de nós todos,
cidadãos da UE, na proporção da riqueza de cada país. Assim, à
Alemanha correspondeu 20% do total. Os 17 países da UE que aderiram ao
euro entraram no conjunto com 70% do capital social e os restantes 10
dos 27 Estados da UE contribuiram com 30%.
- E é muito, esse dinheiro?
- O capital social era 5,8 mil milhões de euros mas no fim do ano
passado foi decidido fazer o 1º aumento de capital desde que há cerca
de 12 anos o BCE foi criado, em três fases. No fim de 2010, no fim de
2011 e no fim de 2012 até elevar a 10,6 mil milhões o capital do
banco.
- Então, se o BCE é o banco destes Estados pode emprestar dinheiro a
Portugal, não? Como qualquer banco pode emprestar dinheiro a um ou
outro dos seus accionistas.
- Não, não pode.
- ???
- Porquê? Porque... porque, bem... são as regras.
- Então, a quem pode o BCE emprestar dinheiro?
- A outros bancos, já se vê, a bancos alemães, bancos franceses ou portugueses.
- Ah percebo, então Portugal, ou a Alemanha, quando precisa de
dinheiro emprestado não vai ao BCE, vai aos outros bancos que por sua
vez vão ao BCE e tal.
- Pois.
- Mas para quê complicar? Não era melhor Portugal ou a Grécia ou a
Alemanha irem directamente ao BCE?
- Não. Sim. Quer dizer... em certo sentido... mas assim os banqueiros
não ganhavam nada nesse negócio!
- ??!!..
- Sim, os bancos precisam de ganhar alguma coisinha. O BCE de Maio a
Dezembro de 2010 emprestou cerca de 72 mil milhões de euros a países
do euro, a chamada dívida soberana, através de um conjunto de bancos
XPTO, a 1% e esse conjunto de bancos XPTO emprestaram ao Estado
português e a outros Estados a 6 ou 7%.
- Mas isso assim é um "negócio da China"! Só para irem a Bruxelas
buscar o dinheiro!
- Neste exemplo, ganharam uns 3 ou 4 mil milhões de euros. E não têm
de se deslocar a Bruxelas, nem precisam de levantar o cu da cadeira. E
qual Bruxelas qual carapuça. A sede do BCE é na Alemanha, em
Frankfurt, onde é que havia de ser?
- Mas, então, isso é um verdadeiro roubo... com esse dinheiro
escusava-se até de cortar nas pensões, no subsídio de desemprego ou de
nos tirarem o 13º mês, que já dizem que vão tirar...
- Mas, oh seu Zé, você tem de perceber que os bancos têm de ganhar
bem, senão como é que podiam pagar os dividendos aos accionistas e
aqueles ordenados aos administradores que são gente muito
especializada.
- Mas quem é que manda no BCE e permite um escândalo destes?
- Mandam os governos dos países da zona euro. A Alemanha em primeiro
lugar que é o país mais rico, a França, Portugal e os outros países.
- Deixa ver se percebo. Então, os Governos dão o nosso dinheiro ao BCE
para eles emprestarem aos bancos a 1% para depois estes emprestarem a
5 e a 7% aos Governos donos do BCE?
- Não é bem assim. Como a Alemanha é rica e pode pagar bem as dívidas,
os bancos levam só uns 3%. A nós ou à Grécia ou à Irlanda que estamos
de corda na garganta e a quem é mais arriscado emprestar é que levam
juros a 6%, a 7 ou mais.
- Nós somos os donos do dinheiro e nós não podemos pedir ao nosso banco...
- Nós, nós, qual nós? O país, Portugal ou a Alemanha, é composto por
gentinha vulgar e por pessoas importantes que dão emprego e tal. Você
quer comparar um borra-botas qualquer que ganha 400 ou 600 euros por
mês ou com um calaceiro que anda para aí desempregado com um grande
accionista que recebe 5 ou 10 milhões de dividendos por ano, ou com um
administrador duma grande empresa ou de um banco que ganha, com os
prémios a que tem direito, uns 50, 100, ou 200 mil euros por mês. Não
se pode comparar.
- Mas, e os nossos Governos aceitam uma coisa dessas?
- Os nossos Governos, os nossos Governos... mas o que é que os
governos podem fazer? Por um lado, são, na maior parte, amigos dos
banqueiros ou estão à espera dos seus favores, de um empregozito
razoável quando lhes faltarem os votos. Em resumo, não podem fazer
nada, senão quem é que os apoiava?
- Mas oh que porra de gaita! Então eles não estão lá eleitos por nós?
- Em certo sentido, sim, é claro, mas depois... quem tem a massa é que
manda. Não viu isto da maior crise mundial de há um século para cá?
Essa coisa a que chamam sistema financeiro que transformou o mundo da
finança num casino mundial como os casinos nunca tinham visto nem
suspeitavam e que ia levando os EUA e a Europa à beira da ruína? É
claro, essas pessoas importantes levaram o dinheiro para casa e
deixaram a gentinha que tinha metido o dinheiro nos bancos e nos
fundos a ver navios. Os governos, então, nos EUA e cá na Europa, para
evitar a ruína dos bancos tiveram que repor o dinheiro.
- E onde o foram buscar?
- Onde havia de ser!? Aos impostos, aos ordenados, às pensões. Donde é
que havia de vir o dinheiro do Estado?...
- Mas meteram os responsáveis na cadeia?
- Na cadeia? Que disparate. Então, se eles é que fizeram a coisa,
engenharias financeiras sofisticadíssimas, só eles é que sabem aplicar
o remédio, só eles é que podem arrumar a casa. É claro que alguns mais
comprometidos, como Raymond McDaniel, que era o presidente da Moody's,
uma dessas agências de rating que classificaram a credibilidade de
Portugal para
pagar a dívida como lixo e atiraram com o país ao tapete, foram
passados à reforma. O Sr. McDaniel é uma pessoa importante, levou uma
indemnização de 10 milhões de dólares a que tinha direito.
- Oh Sor Antunes, então como é? Comemos e calamos?
- Isso já não é comigo, eu só estou a explicar...


DEFINITIVAMENTE: PARECE QUE É NECESSÁRIO FISCALIZAR A ACTIVIDADE DOS
GOVERNOS, E QUE O VOTO, ENQUANTO CHEQUE EM BRANCO, NÃO GARANTE A DEMOCRACIA
E A JUSTIÇA SOCIAL.

Carta de um cliente ao BES, Digno de se ler.

 (Esta carta foi direccionada ao banco BES, porém devido à criatividade com que foi redigida, deveria ser direccionada a todas as instituições financeiras.)  
      Exmos. Senhores Administradores do BES  
Gostaria de saber se os senhores aceitariam pagar uma taxa, uma pequena taxa mensal, pela existência da padaria na esquina da v/. Rua, ou pela existência do posto de gasolina ou da farmácia ou da tabacaria, ou de qualquer outro desses serviços indispensáveis ao nosso dia-a-dia.  
Funcionaria desta forma: todos os senhores e todos os usuários pagariam uma pequena taxa para a manutenção dos serviços (padaria, farmácia, mecânico, tabacaria, frutaria, etc.). Uma taxa que não garantiria nenhum direito extraordinário ao utilizador. Serviria apenas para enriquecer os proprietários sob a alegação de que serviria para manter um serviço de alta qualidade ou para amortizar investimentos. Por qualquer outro produto adquirido (um pão, um remédio, uns litro de combustível, etc.) o usuário pagaria os preços de mercado ou, dependendo do produto, até ligeiramente acima do preço de mercado.  
Que tal?  
Pois, ontem saí do BES com a certeza que os senhores concordariam com tais taxas. Por uma questão de equidade e honestidade. A minha certeza deriva de um raciocínio simples.  
Vamos imaginar a seguinte situação: eu vou à padaria para comprar um pão. O padeiro atende-me muito gentilmente, vende o pão e cobra o serviço de embrulhar ou ensacar o pão, assim como todo e qualquer outro serviço. Além disso impõe-se taxas de. Uma 'taxa de acesso ao pão', outra 'taxa por guardar pão quente' e ainda uma 'taxa de abertura da padaria'. Tudo com muita cordialidade e muito profissionalismo, claro.  
Fazendo uma comparação que talvez os padeiros não concordem, foi o que ocorreu comigo no meu Banco.  
Financiei um carro, ou seja, comprei um produto do negócio bancário. Os senhores cobram-me preços de mercado, assim como o padeiro cobra-me o preço de mercado pelo pão.  
Entretanto, de forma diferente do padeiro, os senhores não se satisfazem cobrando-me apenas pelo produto que adquiri.  
Para ter acesso ao produto do v/. negócio, os senhores cobram-me uma 'taxa de abertura de crédito'-equivalente àquela hipotética 'taxa de acesso ao pão', que os senhores certamente achariam um absurdo e se negariam a pagar  
Não satisfeitos, para ter acesso ao pão, digo, ao financiamento, fui obrigado a abrir uma conta corrente no v/. Banco. Para que isso fosse possível, os senhores cobram-me uma  'taxa de abertura de conta'.  
Como só é possível fazer negócios  com os senhores depois de abrir uma conta, essa 'taxa de abertura de conta' se assemelharia a uma 'taxa de abertura de padaria', pois só é possível fazer negócios com o padeiro, depois de abrir a padaria.  
Antigamente os empréstimos bancários eram popularmente conhecidos como 'Papagaios'. Para gerir o 'papagaio', alguns gerentes sem escrúpulos cobravam 'por fora', o que era devido. Fiquei com a impressão que o Banco resolveu antecipar-se aos gerentes sem escrúpulos. Agora, ao contrário de 'por fora' temos muitos 'por dentro'.  
Pedi um extracto da minha conta - um único extracto no mês - os senhores cobram-me uma taxa de 1 EUR. Olhando o extracto, descobri uma outra taxa de 5 EUR 'para manutenção da conta' - semelhante àquela 'taxa de existência da padaria na esquina da rua'.  
A surpresa não acabou. Descobri outra taxa de 25 EUR a cada trimestre - uma taxa para manter um limite especial que não me dá nenhum direito. Se eu utilizar o limite especial vou pagar os juros mais altos do mundo. Semelhante àquela 'taxa por guardar o pão quente'.  
Mas os senhores são insaciáveis.  
A prestável funcionária que me atendeu, entregou-me um desdobrável onde  sou informado que me cobrarão taxas por todo e qualquer movimento que eu fizer.  
Cordialmente, retribuindo tanta gentileza, gostaria de alertar que os senhores se devem ter esquecido de cobrar o ar que respirei enquanto estive nas instalações de v/. Banco.  
Por favor, esclareçam-me uma dúvida: até agora não sei se comprei um financiamento ou se vendi a alma?  
Depois de eu pagar as taxas correspondentes talvez os senhores me respondam informando, muito cordial e profissionalmente, que um serviço bancário é muito diferente de uma padaria. Que a v/. responsabilidade é muito grande, que existem inúmeras exigências legais, que os riscos do negócio são muito elevados, etc., etc., etc. e que apesar de lamentarem muito e de nada poderem fazer, tudo o que estão a cobrar está devidamente coberto pela lei, regulamentado e autorizado pelo Banco de Portugal. Sei disso, como sei também que existem seguros e garantias legais que protegem o v/. negócio de todo e qualquer risco. Presumo que os riscos de uma padaria, que não conta com o poder de influência dos senhores, talvez sejam muito mais elevados.  
Sei que são legais, mas também sei que são imorais. Por mais que  estejam protegidos pelas leis, tais taxas são uma imoralidade. O cartel algum dia vai  acabar e cá estaremos depois para cobrar da mesma forma.  

 

A REVOLUÇÃO APROXIMA-SE!!!
NECESSÁRIA ELA É.
A PÁTRIA E O POVO PRECISA DE NOVO SANGUE PARA PERCORRER NOVOS CAMINHOS...
SEREMOS POUCOS? NÃO O CREIO.
A MUDANÇA É VITAL, COMO O AR QUE RESPIRAMOS.