PORTUGAL GLORIOSA PATRIA DOS LUSITANOS

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LUSITANOS LEVANTAI DE NOVO O ESPLENDOR DE PORTUGAL

quarta-feira, 7 de março de 2012

Aprendam um pouco!...

A Alemanha regista a pouco honrosa distinção de ter entrado em bancarrota em 1920 e em 1953. Da última vez, Berlim contou com a ajuda financeira da Grécia

A ingratidão dos países, tal como a das pessoas, é acompanhada quase sempre pela falta de memória. Em 1953, a Alemanha de Konrad Adenauer entrou em default, falência, ficou Kaput, ou seja, ficou sem dinheiro para fazer mover a actividade económica do país. Tal qual como a Grécia actualmente.
A Alemanha negociou 16 mil milhões de marcos em dívidas de 1920 que entraram em incumprimento na década de 30 após o colapso da bolsa em Wall Street. O dinheiro tinha-lhe sido emprestado pelos EUA, pela França e pelo Reino Unido.
Outros 16 mil milhões de marcos diziam respeito a empréstimos dos EUA no pós--guerra, no âmbito do Acordo de Londres sobre as Dívidas Alemãs (LDA), de 1953. O total a pagar foi reduzido 50%, para cerca de 15 mil milhões de marcos, por um período de 30 anos, o que não teve quase impacto na crescente economia alemã.
O resgate alemão foi feito por um conjunto de países que incluíam a Grécia, a Bélgica, o Canadá, Ceilão, a Dinamarca, França, o Irão, a Irlanda, a Itália, o Liechtenstein, o Luxemburgo, a Noruega, o Paquistão, a Espanha, a Suécia, a Suíça, a África do Sul, o Reino Unido, a Irlanda do Norte, os EUA e a Jugoslávia. As dívidas alemãs eram do período anterior e posterior à Segunda Guerra Mundial. Algumas decorriam do esforço de reparações de guerra e outras de empréstimos gigantescos norte-americanos ao governo e às empresas.
Durante 20 anos, como recorda esse acordo, Berlim não honrou qualquer pagamento da dívida.
Por incrível que pareça, apenas oito anos depois de a Grécia ter sido invadida e brutalmente ocupada pelas tropas nazis, Atenas aceitou participar no esforço internacional para tirar a Alemanha da terrível bancarrota em que se encontrava.
Ora os custos monetários da ocupação alemã da Grécia foram estimados em 162 mil milhões de euros sem juros.
Após a guerra, a Alemanha ficou de compensar a Grécia por perdas de navios bombardeados ou capturados, durante o período de neutralidade, pelos danos causados à economia grega, e pagar compensações às vítimas do exército alemão de ocupação. As vítimas gregas foram mais de um milhão de pessoas (38 960 executadas, 12 mil abatidas, 70 mil mortas no campo de batalha, 105 mil em campos de concentração na Alemanha, e 600 mil que pereceram de fome). Além disso, as hordas nazis roubaram tesouros arqueológicos gregos de valor incalculável.
Qual foi a reacção da direita parlamentar alemã aos actuais problemas financeiros da Grécia? Segundo esta, a Grécia devia considerar vender terras, edifícios históricos e objectos de arte para reduzir a sua dívida.
Além de tomar as medidas de austeridade impostas, como cortes no sector público e congelamento de pensões, os gregos deviam vender algumas ilhas, defenderam dois destacados elementos da CDU, Josef Schlarmann e Frank Schaeffler, do partido da chanceler Merkel. Os dois responsáveis chegaram a alvitrar que o Partenon, e algumas ilhas gregas no Egeu, fossem vendidas para evitar a bancarrota.
“Os que estão insolventes devem vender o que possuem para pagar aos seus credores”, disseram ao jornal “Bild”.
Depois disso, surgiu no seio do executivo a ideia peregrina de pôr um comissário europeu a fiscalizar permanentemente as contas gregas em Atenas.
O historiador Albrecht Ritschl, da London School of Economics, recordou recentemente à “Spiegel” que a Alemanha foi o pior país devedor do século XX. O economista destaca que a insolvência germânica dos anos 30 faz a dívida grega de hoje parecer insignificante.
“No século XX, a Alemanha foi responsável pela maior bancarrota de que há memória”, afirmou. “Foi apenas graças aos Estados Unidos, que injectaram quantias enormes de dinheiro após a Primeira e a Segunda Guerra Mundial, que a Alemanha se tornou financeiramente estável e hoje detém o estatuto de locomotiva da Europa. Esse facto, lamentavelmente, parece esquecido”, sublinha Ritsch. O historiador sublinha que a Alemanha desencadeou duas guerras mundiais, a segunda de aniquilação e extermínio, e depois os seus inimigos perdoaram-lhe totalmente o pagamento das reparações ou adiaram-nas. A Grécia não esquece que a Alemanha deve a sua prosperidade económica a outros países. Por isso, alguns parlamentares gregos sugerem que seja feita a contabilidade das dívidas alemãs à Grécia para que destas se desconte o que a Grécia deve actualmente.

E esta o que acham?

domingo, 4 de março de 2012

DEPUTADOS C/ Sub NATAL e FÉRIAS em 2012
 Ora toma lá que é democrático!!
Até quando vai este povo amouchar como um burro que, como dizia Guerra Junqueiro, "já nem com as orelhas consegue enxotar as moscas" ??

Lendo o Orçamento para a Assembleia da República e qual o espanto: eles( deputados ) lá estão: o Subsídio de Férias e de Natal. Claro que já sabemos que estes políticos são super-portugueses, aos quais não se aplicam as leis aplicáveis à populaça... mas não haverá um mínimo de decoro?!
 
Para quem pense que se trata de uma fotomontagem, tomem lá um segundo link, para o próprio Diário da República, para que não haja dúvidas.
Indignem-se!!!
 
Deputados e funcionários da Assembleia da República contemplados com subsídios de férias e de natal em 2012 no orçamento APROVADO por TODOS os partidos. À semelhança do que foi justificado para a TAP PORTUGAL, também agora devem vir informar que havia perigo de fuga destes "cérebros" todos para o estrangeiro...

DIVULGUEM A TODOS OS VOSSOS CONTACTOS OS SACRIFÍCIOS DE QUEM NOS GOVERNA, DA EXTREMA ESQUERDA À EXTREMA DIREITA...SEM EXCEPÇÃO
. MAIS UMA PROVA DE QUE A ACTUAL DIFERENÇA ENTRE “ESQUERDA” E “DIREITA” ESTÁ APENAS NA MÃO QUE ROUBA VERGONHOSO

http://educar.wordpress.com/2011/10/18/na-assembleia-da-republica-nao-ha-cortes-nos-subsidios/


http://dre.pt/pdf1sdip/2011/10/20000/0465804667.pdf
 Folha salarial e Senhas do Dr. Jorge Sampaio e seu staff - na Fundação Cidade de Guimarães
CONTRA FACTOS..........COMO É POSSÍVEL? ? ? .......E O GOVERNO PERMITE.............   Folha salarial (da responsabilidade da Câmara Municipal) dos
administradores e de outros figurões, da Fundação Cidade de Guimarães, criada para a Capital da Cultura 2012:


- Jorge Sampaio
- Presidente do Conselho de Administração:
14.300 € (2 860 contos) mensais + Carro + Telemóvel + 500 € por reunião
- Carla Morais
- Administradora Executiva
12.500 € (2 500 contos) mensais + Carro + Telemóvel + 300 € por reunião
- João B. Serra
- Administrador Executivo
12.500 € mensais + Carro + Telemóvel + 300 € por reunião
- Manuel Alves Monteiro
- Vogal Executivo
2.000 € mensais + 300 € por reunião


Todos os 15 componentes do Conselho Geral, de entre os quais se
destacam Jorge Sampaio, Adriano Moreira, Diogo Freitas do Amaral e Eduardo Lourenço, recebem 300 € por reunião, à excepção do Presidente (Jorge Sampaio) que recebe 500 €.

Em resumo: 1,3 milhões de Euros por ano (dinheiro injectado pelo Estado Português) em salários. Como a Fundação vai manter-se em funções até finais de 2015, as despesas com pessoal deverão ser de quase 8 milhões de Euros!!!
Reparem bem: Administradores ganhando mais do que o
PR e o PM!

Esta obscenidade acontece numa região, como a do Vale do Ave, onde o desemprego ronda os 15 % !!!
Boicote!...
 
A análise à balança de pagamentos da Alemanha e dos (mal) chamados PIGS, já muito citada por Paul Krugman e Gavyn Davies, e o dikatat imperial de Berlim sobre a Europa estão a provocar muitos tipos de reacções. Com net e redes sociais, a opinião pública pode manifestar o que lhe vai na alma, sem ficar à espera. É o que já está a acontecer. No "IE" recebemos uma mensagem, que circula na net, e apela ao boicote aos produtos alemães.  "É urgente que os cidadãos europeus exerçam o seu direito à resistência começando desde já por enviar uma mensagem  muito clara para Berlim: deixar de comprar produtos de origem alemã". E a mensagem conclui: "Talvez assim, finalmente os financeiros alemães comecem a perceber que matar os clientes não é um bom negócio. A guerra económica, como todas as guerras, não tem vencedores antecipados... E a relação de afrontamento do fraco ao forte pode ser sempre uma caixinha de surpresas. É pena que a Alemanha não tenha conseguido aprendê-lo ainda, depois das suas duas guerras mundiais.
 
Balança de pagamentos Alemanha/PT_SP_IT
    Com boicote ou não, há coisas que precisamos de saber!
 

O Cerne da Questão

O Euro foi um excelente negócio para a Alemanha e péssimo para os GIPS (Grécia, Itália, Portugal e Espanha). Como Paul Krugman  cita Gavyn Davie  É normal debater o problema do endividamento soberano concentrando-se na sustentabilidade da dívida pública nas economias periféricas. Mas pode ser mais informativo enxergá-lo como um problema no balanço de pagamentos. Tomados em conjunto, os quatro países mais problemáticos (Itália, Espanha, Portugal e Grécia) têm um deficit conjunto de $US 183 biliões na conta corrente. A maior parte deste deficit corresponde ao deficit no setor público destes países, já que o seu setor privado se encontra actualmente num estado aproximado de equilíbrio financeiro. Compensando estes deficits, a Alemanha tem um superavit de $US 182 biliões em conta corrente, equivalente a cerca de 5% do seu PIB...
Isto significa que, ao contrário do que acontece num estado federal, o estado que produz mais riqueza não a reparte significativamente pelos outros estados (fomentando a sua economia, por exemplo).
Percebe-se assim a atitude de boicote sistemático da Sra Merkel a qualquer plano que ponha cobro aos ataques especulativos e sequenciais dos mercados financeiros, pois isso exigiria que a Alemanha utilizasse uma parte do seu superavit para realizar empréstimos que apenas renderiam uma taxa de juro modesta.
Pelo contrário, se conseguir fazer aguentar a situação de impasse por mais algum  tempo, o bloqueio do crédito fará com que um grande número de empresas tenham de ser vendidas para não falirem, sendo então compradas pelos alemães,
Temos assim um ataque em tenaz tão ao gosto germânico:  mantêm-se os países desprovidos dos normais mecanismos de defesa cambial -resultante da moeda única e das regras impostas ao Banco Central Europeu - acentuando rapidamente as suas  debilidades estruturais e, simultaneamente,  dificulta-se o acesso ao crédito, levando cidadãos  empresas e estados a um beco sem saída.
Depois de espalhar o medo, substituem-se os governos desses países (Grécia, Portugal, Espanha, Itália), reduzem-se salários e regalias sociais e, finalmente, compra-se a capacidade produtiva de um país ao preço de saldo. 
Sem disparar um tiro, a Alemanha está a conseguir  alimentar os seus desígnios imperiais melhor do que conseguiu na primeira e segunda guerras. Em menos de 100 anos a Europa tem de enfrentar uma calamidade social provocada pela Alemanha.
De facto estamos a enfrentar uma situação de Guerra, em que as armas até podem ser corteses e silenciosas, mas não deixam de ser devastadoras.
Sabendo-se que 60% das exportações da Alemanha se destinam à Europa é urgente que os cidadãos europeus exerçam o seu direito à resistência começando desde já por enviar uma mensagem  muito clara para Berlim: deixar de comprar produtos de origem alemã.
Esta é uma acção fácil de levar a cabo pois o mercado oferece uma grande variedade de alternativas ; por outro lado a contracção das economias dos países europeus em dificuldades vai  amplificar muito o efeito do boicote.
Talvez que assim, finalmente, os financeiros alemães comecem a perceber que matar os clientes não é um bom negócio. 

Nacionalismo fora de hora


Numa sociedade em rápida transformação, como a nossa, a economia, a política e a cultura nunca evoluem no mesmo passo. A economia pode modernizar-se rapidamente sob a pressão dos contactos com o exterior, sem que o sistema político e as ideias na sociedade acompanhem-na no mesmo ritmo. A falta de sincronia entre essas esferas da vida social transmite a impressão de que o país vive simultaneamente em tempos históricos diferentes. Portugal, perdeu a maior parte dos anos 70 e ... procurando inimigos externos e internos para justificar sua pobreza e seu atraso em relação ao mundo. Nessa busca insensata perdemos a capacidade de perceber nossos próprios problemas, nossas fraquezas e, muito pior que isso, as grandes possibilidades que tínhamos diante de nós.
Alimentamos conflitos políticos inúteis, criamos espaço para lideranças políticas ineptas e irresponsáveis e deixamos de investir na criação das condições objectivas que tornam possível o crescimento econômico. Enquanto os outros países europeus iam evoluindo, conseguiram romper o círculo de atraso de consciência e ingressaram numa fase de modernização económica e social que nos está levando, pela primeira vez, para o centro relevante do mundo. em Portugal , no entanto, a modernização económica ( porque ela existe neste país )ainda não teve tempo, ou não foi capaz, de influir no modo de funcionamento do sistema político e no conjunto das ideias com que os "verdadeiros" portugueses interpretam  a sua realidade.
A política continua o mesmo modo patrimonialista de sempre e pode tornar-se um obstáculo importante à continuidade do nosso desempenho econômico. Mas o mais grave é a sobrevivência de ideias anacrónicas que ainda guiam o comportamento de sectores importantes da sociedade. A pior dessas ideias é o nacionalismo de esquerda. É um nacionalismo mais recatado e fino, sem os slogans( esquerdistas ) patéticos dos anos 50, mas mesmo assim carregado do mesmo veneno. estes nacionalismos de todos os tipos de esquerda  estão na origem dos maiores desastres e dos maiores fracassos das sociedades humanas nos últimos cem anos. Trazem-nos  à tona os piores instintos humanos,que os bolcheviques trouxeram com eles e que deu origem á divisão do mundo em duas super-potências e que em grande parte quase nos levaram a um retrocesso quase civilizacional.
Sou nacionalista e acho inconcebível que um comunista, socialista... possam proclamar-se nacionalistas.
O que sabem eles do que é ser nacionalista?!... sofreram pela nação, tem amor por ela, morreriam por ela e pela sua salvaguarda?!...
Não, porque são todos eles internacionalistas globais, querem que sejamos todos iguais...
Estas reflexões me vêm à mente com as notícias de o PCP, o PS e o BE, se preocuparem com a causa nacional e que sempre foi uma bandeira sua ser nacionalista...
Os tempos mudaram ou então, foi criado um novo "nacionalismo", arcaico e atavio e incoerente.
Temos um novo nacionalismo fora de horas e estranho, é como dizerem que sou irmão de um negro...ou que um gay é igual a mim...
Onde iremos chegar com estes anacronismos?!...

sábado, 25 de fevereiro de 2012

CRISE DE IDENTIDADE EM PORTUGAL

Andando pelas ruas dum tradicional lugar de veraneio, vejo jovens portugueses envergando t-shirts, sweet-shirts com figuras de indivíduos que nada têm a ver com a cultura portuguesa, europeia, ou, sequer, ocidental. Daria vontade de rir, pelo paradoxo e ridículo, caso não fosse um triste sinal da ignorância e da falta de referências de toda uma juventude. Dupla ignorância, pois nem lhes passa pela cabeça quem são os vultos que transportam ao peito, e porque, também por desconhecimento, não conseguem encontrar, na nossa riquíssima e apaixonante História, personagens para ostentar orgulhosamente junto ao coração. Sendo certo e sabido que um Povo que não tem memória não tem futuro, esta falta de referências — iconográficas e conceptuais —, por parte dos nossos mais novos, conduzirá, a curto prazo, à total e completa falta de identidade de Portugal. Resta-me pensar que esta situação se deve a uma nova forma de crise de crescimento; dos jovens, que não do País, porquanto os 900 anos de Portugal lhe conferem antes a elevação da sabedoria e não a insegurança da adolescência. Assim, quero crer que, se alguém tiver a iniciativa de produzir t-shirts com as imagens de D. Afonso Henriques, Nuno Álvares, Camões, Pessoa — e tantos outros santos, sábios e heróis —, haverá ainda portugueses prontos a vestir a camisola. Façam-se.
Nacionalismo, Democracia, Autoridade e unidade social

O Nacionalismo não é nem nunca será uma ideologia. Quem assim pensa está longe de compreender o Verdadeiro sentido Nacionalista.

O Nacionalismo torna-se a “força” do povo e da Nação.

É no Nacionalismo que sentimos uma liberdade concreta e eficaz, onde podemos , de facto, expressar e pensar livremente, onde os Valores são mantidos, não porque a “força humana” deseja mas porque a “natureza” quer. O Nacionalismo abrange tudo e todos porque a Nação é de todos e não, só, de alguns.
Cada Nação e Continente tem uma identidade própria que deve preservar, conservar e valorizar o que lhe pertence. Só assim poderá haver uma evolução eficaz do povo e da Nação.
Sem essa identidade, tudo o que vier a seguir, é relativo e a própria evolução torna-se destrutiva, sem nada concreto e realista.

Muito temos que criticar negativamente as “vozes dominantes” que consideram o Nacionalismo como Extrema-Direita.
Ser Nacionalista nem é de Direita nem de Esquerda, o quanto mais é do Povo e para o Povo, mantendo o tudo seja da Nação, mesmo que isso implique criar inimigos.

O nacionalismo não agrada a “gregos e troianos” mas ao Povo.
É bom falar de Democracia mas mais bonito se torna quando praticamos com disciplina e ordem.
Há duas formas de Democracia: a ordenada e a destrutiva.
Uma evolução da Democracia é uma evolução para a destruição pois nenhum indivíduo pode evoluir uma instituição que em si já está ordenada e implementada.
A Democracia, por si, não chega a lado nenhum. Ela (Democracia) precisará da Autoridade (Líder) para uma boa organização Social e Política.
Como nos deparamos, em pleno século XXI, criação de Votos e mais Votos e “manipulando” o Povo nos próprios Votos.

É triste e lamentável saber que as “vozes dominantes” continuam a ser “pagas” por um Sistema que em si já não existe. Apenas tenta fazer crer que continua vivo.
Qualquer Voto deve ser pensado e “disciplinado” e não “criar” Votos por ideias modernas e individualistas.

O Povo, que tanto amamos e queremos todo o seu bem, deve ter uma participação directa e eficaz a nível Local (conselho) pois é lá que está inserido e conhece de perto os seus problemas. Tudo o resto pertence á Autoridade, isto é: ao Líder.
Há determinadas competências que não compete a nós, mas ao Líder.
O Povo, nessas mesmas competências, intervêm indirectamente, pois continuará a estar atento há Vida Política e Social.

O problema não está na Democracia mas na forma como implementamos, que pode ser boa ou “cair” na destruição de si e de todos.
Os Partidos podem ser bons mas como nos deparamos em numerosos Partidos e Movimentos que nada fazem. Apenas afirmam que “isto é Democracia!”.
Qualquer Partido tem que estar ao serviço da Sociedade e o povo deve ser ensinado para um bom serviço, bons Valores, boa educação e boa formação intelectual. Para tal é necessário um líder, de uma “força” superior que nos oriente e encaminhe para o bem social e político.

De facto, leva-nos a crer que só o Nacionalismo pode “levantar” o Povo de toda a podridão existente no Mundo actual.
A Sociedade é uma só que deve lutar com o mesmo objectivo: A Pátria.
As Classes Sociais existem mas isso não significa haver desigualdades Sociais, pois a pobreza existe devido há riqueza excessiva.
Será que um Empresário, Engenheiro, etc, deverá ganhar aquele ordenado que tu e eu sabemos?
Todos devemos ter um ordenado justo mas a “justiça” deve ser de todos e não, só, de alguns.
Só poderemos falar de Justiça quando, de facto, a praticar-mos com o devido valor e respeito de cada indivíduo. Caso contrário a Justiça não passa de algo meramente humano, que caminha á força dos homens.

O Nacionalismo torna-se o verdadeiro sentido de uma Nação e a verdadeira Democracia está numa Autoridade (Líder) eficaz onde se sinta de perto a unidade e sentido Nacional.
O verdadeiro Nacionalista usa sempre o verdadeiro equilíbrio porque o equilíbrio leva-nos ao conhecimento pleno da Nação e do Povo e/ou da Raça.

O Mundo de hoje, mais do que nunca, necessita de um equilíbrio eficaz, com uma Democracia forte e um Líder capaz de liderar.
A liderança é necessária para um povo estável, onde possa confiar no Líder e que o seu Líder dê confiança ao seu Povo.

O Nacionalista está aberto a todos, sem marginalizar nenhum grupo e/ou Pessoa, mesmo que tal “abertura” seja incomoda para as “vozes dominantes”.
Quantos grupos, existente nas Nações, lutam por uma Verdade que há vista de muitos é uma “Verdade radical” onde a sua vida pode estar em perigo, expondo-a com coragem e valentia.
Olhar para a Verdade de um Povo é olhar para a sua “verdadeira face” que nos leva a um “verdadeiro fascínio”.

O radicalismo não nos leva a nenhuma Verdade mas pode-nos ajudar a compreender o sentido da Verdade.
É urgente que o Nacionalista entre em diálogo com todos os grupos, mais ou menos tolerantes de forma a que cada Raça tenha os seus devidos direitos, havendo respeito e cooperação entre todas as Nações, sem desfazer a sua “identidade racial” e os Valores de cada País.
A Raça é necessária para cada País pois é nela que se transmite “valores Nacionais” e uma identidade própria.
Quantas Raças existentes no Mundo são necessárias para um desenvolvimento eficaz e pleno: Raça Africana, Raça Europeia, Raça Asiática, Raça Americana. Todas elas lutam por objectivos próprios mas comuns.

Como é necessário que cada Raça tenha um Continente próprio onde se identifique e se sinta Verdadeiramente Livre.

Toda a separação tem que ser feita com respeito e lealdade para com o próximo.
A separação não é individualista porque ela coopera com o próximo, sem desfazer o que lhe pertence.
A Separação torna-se um equilíbrio eficaz e concreto para cada Continente e Raça.
Tal como tu precisas de equilíbrio assim a tua Nação necessita: o equilíbrio Nacionalista torna-se o verdadeiro sentido pleno da sua Nacionalidade.