PORTUGAL GLORIOSA PATRIA DOS LUSITANOS

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LUSITANOS LEVANTAI DE NOVO O ESPLENDOR DE PORTUGAL

segunda-feira, 24 de maio de 2010

MASSAPINA A DIRIGUIR-SE AOS DEMOCRATAS CRISTÃOS DE DIREITA

Vamos publicar uma carta endereçada a nós,através de um blogue .
Passamos a transcrever na íntegra:

segunda-feira, 24 de Maio de 2010

Carta aos militantes e simpatizantes do CDS-PP do Barreiro

Caros Militantes e Simpatizantes do CDS-PP do Barreiro, da sensibilidade nacionalista lusitana

Tenho acompanhado na medida das minhas possibilidades logísticas, atendendo a distancia geográfica, cerca de 7.00 km, que neste momento tenho a separar-me do Barreiro, com o mar pelo meio, mas que não impede de forma alguma que tome conhecimento, mesmo que parcelado, dos acontecimentos que tem vindo a ocorrer por ai, relativamente a atualidade do CDS-PP do Barreiro.
Falo na qualidade cidadão totalmente independente de partidos políticos, e de Ex-Presidente da Comissão Política Concelhia do Barreiro, por 3 mandatos, e que entende perfeitamente a Vossa desilusão relativamente a determinadas figuras e praticas que são usadas com mão leve e repetidamente no partido que entenderam encarar como sendo o vosso.
A quando da minha chegada ao Partido pelo convite do então Presidente Dr. Manuel Monteiro, e do então Secretário-Geral, desde logo foram criados vários entraves a minha filiação no Barreiro e na Distrital de Setúbal. Tive então que me filiar por Lisboa, pela mão do meu bom Amigo Dr. Telmo Correia e pela então Secretaria da Concelhia minha Amiga Maria Orisia, e só depois transferir a minha militância para o Barreiro – Setúbal.
Nessa altura, o problema era precisamente igual ao que vocês estão a enfrentar hoje, passados mais de 10 anos. Existe medo de que surjam novas figuras, novas idéias, novos projetos que possam ofuscar as mentes iluminadas que dirigem os destinos do Partido a nível Concelhio e Distrital a anos e anos a fio, e sem que se vislumbrem resultados positivos.
Mais de dez anos atrás, o maior obstáculo era um dinossauro que se chamava Kruz Abecacis, e mesmo assim foi possível contornar, através da união dos militantes do Barreiro, contra figuras que nada tinham que ver com a doutrina política do CDS-PP, mas que por lá se passeavam em busca de colocação profissional, uma vez que vegetavam nos corredores da indiferença. Como gosto de chamar os bois pelos nomes, tenho que referir por exemplo Pedro Estadão, mais tarde destacado militante do PS do Barreiro, em transito para o PSD, e o então Secretario Distrital, porque nem sequer queriam que existisse o numero necessário de Concelhias formadas e a funcionar, para poderem manter um Secretário como rei e senhor, e não uma Comissão Política Distrital, órgão colegial que poderia criar problemas aos seus objetivos feudais. Figuras como o Sr. Carlos Dantas Aveiro, que tanto jogava de um lado como do outro da barricada, na busca de se erguer a Presidente da Distrital, e ser nomeado para alguma destacada situação, cargo para o qual teve a lata de lançar a sua esposa, Drª Isabel Dantas, mas que mais tarde acabou por ocupar, como se de uma monarquia se trata-se no Distrito, e que chegou a dirigir um departamento de educação no distrito, logo ele que trabalhava como advogado escriba na Direcção regional de Agricultura em Santarém, portanto muito conhecedor dos meandros educativos como podem constatar...
Quando constataram que existia uma equipa coesa, tanto no Partido como na FTDC como na JC no Barreiro, e que todos remávamos para o mesmo lado, na busca de obter vitorias para o partido, que não pessoais, desde logo se assustaram e começaram por barrar a colocação do Nuno, Presidente da Distrital da JC, que por mero acaso até era meu Vice-Presidente, no lugar que deveria ocupar nas listas candidatas as eleições legislativas de 2001. Eu ocupei, se a memória não me falha, o 8º lugar dessa lista, e poderia até ter sido o ultimo dos suplentes, pois o que nos interessava era cimentar o Partido no Barreiro. Mas o lugar da JC deveria ser no mínimo o 3ª da lista e não o 5º ou 6º lugar que acabou por ocupar, e só para colocar o senhor Dantas em 2º, a esposa em 3º e o amigalhaço João Tita Mauricio em 4º lugar.
Mais tarde candidatou esse mesmo amigalhaço, João Tita Mauricio, para as eleições ao Parlamento europeu. Sá faltou candidatarem os irmãos, as mãezinhas, os primos e as tias dessa família.
No decorrer dos nossos mandatos realizamos 2 Comicios, dignos desse nome, e que podem ser comprovados na comunicação social local e nacional escrita, e que foram inclusivamente televisionados, com a presença do Presidente do Partido, no salão dos Franceses, quando até ai nunca tal tinha acontecido no Barreiro, pois existia uma verdadeira cobardia de assumir o Partido a nível local. Fizemos campanha de rua, com colocação de pendões e distribuição de material de propaganda, tanto nas Legislativas como nas Europeias. Preparamos listas para concorrer a todos os órgãos autárquicos do Barreiro, com uma candidatura forte, de uma figura tradicional e reconhecida no Barreiro, que aceitou, mesmo radicado na Suiça alguns meses no ano, mudar a sua vida, e vir para o Barreiro a tempo inteiro para defender o Barreiro e o CDS-PP.
Quando tudo estava acertado e preparado, com apoios financeiros de vulto para suportar a campanha, logo surgiram os verdadeiros problemas, com uma sondagem encomendada pelo Partido Socialista, a época liderado por Aires de Carvalho, e que dava a eleição direta de autarcas para o partido em pelo menos 1 Freguesia – Santo António da Charneca, e 1 a 2 elementos para a Assembleia Municipal.
Desde logo se levantaram as tropas ameaçadas, e de tudo fizeram para tentar abortar o nosso trabalho. Como não foi possível nos demover a bem, logo o fizeram de uma forma verdadeiramente histórica, ao adulterar as listas de militantes, colocando cidadãos que nada tinham que ver com o CDS-PP, e posteriormente fazendo crer na mente do Secretario Geral de então Dr. João Rebelo e no Presidente do Partido Dr. Paulo Portas, que teriam sido elementos da própria Concelhia a adulterar a militância.
Eu próprio fui confrontado pessoalmente, com a presença nessas tais listas de funcionários do meu local de trabalho, que nada tinha que ver com o partido, e de alguns outros dos elementos da Concelhia que tiveram situação igual, sobre o assunto. Posso dizer que cheguei a ser ameaçado verbalmente, e porque não dizer fisicamente sobre o necessário abandono da candidatura autárquica.
Como verifiquei movimentações estranhas de elementos junto do PS local, e mantinha uma boa relação pessoal com Aires de Carvalho, cimentada na sua militância inicial no PSD, nos idos anos 70, e por curto período de tempo, marquei uma almoço com ele, porque estava desconfiado de movimentações no sentido de um apoio indireto a candidatura do PS, que passava por descarados apoios a figuras como o Provedor da Misericordia Julio Freire, Jornais Locais afetos ao PS como o Jornal do Barreiro, e outras figuras ligadas a maquina do PS.
Fui então informado nesse almoço, que decorreu no antigo Restaurante Centenário, que ficava em frente da CMB, e no qual também estiveram presentes o então Secretario da Comissão Politica Concelhia e ainda um elemento das FTDC, que realmente existia um apoio embora indireto por parte do CDS-PP, e que o mesmo estava a ser feito via Dr. Carlos Dantas e outras figuras ligadas a estrutura nacional do Partido.
O resto da situação, acho que vocês já conhecem pois ficou lavrado em acta no livro de actas da Comissão Politica Concelhia, e que resultou na imediata demissão da Comissão Politica Concelhia por solidariedade para comigo e porque nos sentimos ultrajados com tamanha situação, que para nós significava a mais baixa possivel.
Abandonaram então o Partido mais de 100 (cem) militantes, de que até hoje disponho de registo das suas demissões por cartas registadas com aviso de recepção dirigidas a Sede Nacional do Partido. Eu me mantive ainda como simples militante, precisamente 1 ano (365 dias) para ver qual seria a dignidade daqueles senhores. Que pude constatar não ser absolutamente nenhuma. Em 2005 me dirigi pessoalmente a Sede Nacional no Largo do Caldas, e fiz entrega de todos os documentos do Partido, como sejam arquivos, livros de actas, contabilidade organizada, absolutamente tudo. E desde essa data nada mais tenho de que me ligue a tamanhas figuras ou entidade.
O Partido não concorreu a essas eleições autárquicas, e o Partido Socialista veio a ganhar as mesmas, muito por razão de o CDS-PP não ter concorrido e ter existido voto útil no PS. O CDS-PP poderia ter ficado a servir de charneira na Assembleia Municipal, comandando praticamente os destinos do Barreiro, isso não aconteceu por culpa dessas alimárias e o partido acabou por ficar desmembrado, sem militância e jamais voltou a ter a pujança que mostrou nessa época.
Todos ficaram muito contentes com o resultado. O Sr. Carlos Dantas chegou a Presidente Distrital. O Sr. Jornalista António Sousa Pereira saiu do Jornal do Barreiro e lançou um jornal on-laine que nem se sabe mas se adivinha de onde surgiram as verbas, e que é o vosso conhecido “Rostos”, o Provedor da Misericordia, Julio Freire, antigo comunista e um corrupto da pior espécie lá continua como um rei, e por ai vamos, pois poderia ficar aqui a debitar nomes e situações por paginas e paginas.
Meus Caros
Desde já lhe posso garantir, e penso que não será surpresa para vocês, que essa luta que estão a travar é desigual, mas como já me apercebi que tal como eu, não necessitam da política para viver ou para absolutamente nada nas vossas vidas particulares, será uma luta sem duvida interessante de prosseguir.
Espero que realmente consigam chegar a um bom resultado final, que seria limpar o CDS-PP de alguns emplastros que por ai andam, e que se empederniram de tal forma na estrutura que muito dificilmente são arracados da rocha, em que se grudaram como as lapas.
Os Concelhos de Jurisdição, tanto Distrital como Nacional vão funcionar sempre de acordo com o que eles solicitarem, e só realmente nos tribunais civis vão conseguir fazer valer as vossas razões, tendo para isso que gastar do vosso dinheiro, do vosso tempo, da vossa paciência, mas com a certeza de que estão a travar uma luta justa.
Lhes desejo muita sorte nessa vossa tarefa, e o digo não por esta ou aquela tendência que possa existir no interior do CDS-PP, mas porque sempre lutei pela justiça daquilo em que acredito.
Com amizade e consideração,
José João Massapina Antunes da Silva
Ex-Presidente da Comissão Politica Concelhia do Barreiro do CDS-PP

domingo, 23 de maio de 2010

NADA COMO A DEMOCRACIA PORTUGUESA PARA SE PODER ROUBAR POR DECRETO E ASSIM SER UM ROUBO LEGAL!!

CRISE??
PARA MANTER OS TACHOS DEFENDEM AFINCADAMENTE  A DEMOCRACIA,E O POVO ESTA TÃO CEGO QUE AINDA OS OUVE!! E O RESULTADO É QUE SOMOS CHULADOS ATÉ AO TUTANO!! E QUEM DENUNCIA COMO NÓS LEVAMOS COM PROCESSOS DISCIPLINARES !!TEMOS QUE MUDAR DE SISTEMA E PRINCIPALMENTE OS PROTAGONISTAS POLÍTICOS QUE TEMOS ACTUALMENTE.
JÁ REPARARAM QUE SÃO SEMPRE OS MESMOS OU QUANDO NÃO SÃO ELES SÃO OS PRIMOS OU OS AMIGOS DAS NOITADAS NO ..."FINALMENTE"!!
ESTÁ VISTO QUE PARA NÃO SERMOS CHULADOS TEMOS QUE DEIXAR DE SER PORTUGUESES,E PASSAR A SER CIGANO,DROGADO,EMIGRANTE DAS EX-COLÓNIAS (E NÃO SÓ),TRAIDOR,COBARDE,HOMOSSEXUAL,MAFIOSO OU DEPUTADO,SE QUISERMOS SER GOVERNANTES EM PORTUGAL QUANTOS MAIS ATRIBUTOS DESTES MELHOR POIS PODEREMOS CHEGAR AO PALÁCIO DE BELÉM...

 ESTA NOTICIA TEM 2 ANOS ACTUALMENTE METE-SE UNS MILHARES EM CIMA PARA TERMOS AS CONTAS BEM FEITAS
Deputados: abonos duplicam vencimento


11-Fev-2008
ImageEm Portugal, os deputados ganham 3708 euros de salário-base, o que corresponde a 50% do vencimento do presidente da República. Os subsídios de férias e de Natal são pagos em Junho e em Novembro e têm direito a10% do salário para despesas de representação. Como também lhes são pagos abonos de transporte entre a residência e São Bento uma vez por semana, e por cada deslocação semanal ao círculo de eleição, um deputado do Porto, por exemplo, pode receber mais dois mil euros, além do ordenado.

De acordo com o "Manual do Deputado", os representantes do povo podem estar no regime de dedicação exclusiva e acumularem com o pagamento de direitos de autor, conferências, palestras, cursos breves, etc.


Como o fim da subvenção vitalícia irá abranger somente os deputados eleitos em 2009, os que perfaçam até ao final da legislatura 12 anos de funções (consecutivos ou intervalados) ainda a recebem, mas com menor valor. Quem já tinha 12 anos de funções quando a lei entrou em vigor - em Outubro de 2005 - terá uma subvenção vitalícia de 48% do ordenado base - pelo actual valor, quase 1850 euros - logo que completar 55 anos.

O Governo acautelou assim a situação de parte dos deputados do PS eleitos em 1995, com a primeira vitória de Guterres, pelo que ao fim de dez anos de actividade (até 2005) poderão auferir a pensão vitalícia que corresponde a 40% do vencimento-base - dez anos a multiplicar por 4% do vencimento base auferido quando saiu do Parlamento. A subvenção é acumulável com a pensão de aposentação ou a de reforma até ao valor do salário base de um ministro que é em 2008 de 4819,94 euros. Os subvencionados beneficiam ainda "do regime de previdência social mais favorável aplicável à Função Pública", diz o documento.

Sócrates recebe pensão vitalícia
José Sócrates tem direito à pensão vitalícia por ter 11 anos de Parlamento. Eleito pela primeira vez em 1987, esteve oito anos consecutivos em funções. Secretário de Estado do Ambiente e ministro da pasta nos Governos de Guterres, voltou em Abril de 2002, onde ficou mais três anos.

Quem tem e vai ter a subvenção
Almeida Santos (PS), Manuela Ferreira Leite, Manuel Moreira e Eduarda Azevedo (PSD), Narana Coissoró e Miguel Anacoreta Correia (CDS-PP) e Isabel Castro (PEV) já requereram a subvenção vitalícia. Outros 31 deputados, 20 dos quais do PS, poderão pedi-la, pois até ao fim de 2009 perfazem 12 anos de mandato, embora só se contabilizem os anos até 2005.

Salário cresceu 77 euros num ano
Em 2007, o vencimento-base de um deputado foi 3631,40 euros. Este ano é de 3707,65 euros , segundo a secretaria-geral da AR. Um aumento de 77 euros.

Presidir à AR dá direito a casa
O presidente da Assembleia da República (AR) recebe 80% do ordenado do presidente da República - 5.810 euros. Recebe ainda um abono mensal para despesas de representação no valor de 40% do respectivo vencimento 2950 euros, o que perfaz 8760 euros. Usufrui de residência oficial e de um veículo para uso pessoal conduzido por um motorista.

Dez têm carro com motorista
Ao presidente do Conselho de Administração (José Lello), aos quatro vices-presidentes da AR - na actual legislatura, Manuel Alegre (PS), Guilherme Silva (PSD), António Filipe (PCP) e Nuno Melo (CDS-PP) - e aos líderes parlamentares é disponibilizado um gabinete pessoal, secretário e automóvel com motorista.

Benesses para a Mesa da AR
Para os quatro vice-presidentes da AR (PS, PSD, CDS e PCP) e para os membros do Conselho de Administração, o abono é de 25% do vencimento 927 euros. Os seis líderes parlamentares e os secretários da Mesa têm de abono 20% do salário: 742 euros.

Abono superior ao salário mínimo
Os vice-presidentes parlamentares com um mínimo de 20 deputados (PS e PSD), os presidentes das comissões permanentes e os vice-secretários da mesa têm de abono 15% do vencimento - 555 euros. Mais 129 euros do que o salário mínimo nacional.

Uso gratuito de correio, telefone e electricidade
Os governos civis, se solicitados, devem disponibilizar instalações para que os deputados atendam os media ou cidadãos. Os deputados podem transitar livremente pela AR, têm direito a cartão de identificação e passaporte especial e ao direito de uso e porte de arma. Podem também usar, a título gratuito, serviços postais, telecomunicações e redes electrónicas.

Ajudas de custo para os de fora
Quem reside fora dos concelhos de Lisboa, Oeiras, Cascais, Loures, Sintra, Vila Franca de Xira, Almada, Seixal, Barreiro e Amadora recebe 1/3 das ajudas de custo fixadas para os membros do Governo (67,24 euros) por cada dia de presença em plenário, comissões ou outras reuniões convocadas pelo presidente da AR e mais dois dias por semana.

Pára-quedistas ficam a ganhar
Os deputados que residem num círculo diferente daquele por que foram eleitos recebem ajudas de custo, até dois dias por semana, em deslocações que efectuem ao círculo, em trabalho político. Mas também os que, em missão da AR, viajem para fora de Lisboa. No país têm direito a 67,24 euros diários ou a 162,36 euros por dia se forem em serviço ao estrangeiro. "POR ISTO É QUE O CDS-PP VIOLA OS REGULAMENTOS INTERNOS,PARA QUE POSSAM CHULAR MAIS OS CONTRIBUINTES, E METE PROCESSOS DISCIPLINARES A QUEM DENUNCIA ESTAS FRAUDES."
"MAS PELOS VISTOS,QUASE TODOS OS PARTIDOS TÊM A MESMA PRÁTICA EM VIOLAR OS REGULAMENTOS INTERNOS"
Viagens pagas todas as semanas
Quando há plenário, a quantia para despesas de transporte é igual ao número de quilómetros de uma ida e volta semanal entre a residência do parlamentar e S. Bento vezes o número de semanas do mês (quatro ou cinco) multiplicado pelo valor do quilómetro para deslocações em viatura própria. Uma viagem ao Porto são 600 quilómetros cinco vezes num mês, dá três mil. Como o quilómetro é pago a 0,39 euros, o abono desse mês é de 1170 euros.

Viver na capital também dá abono
Os deputados que residam nos concelhos de Cascais, Barreiro, Vila Franca de Xira, Sintra, Loures, Oeiras, Seixal, Amadora, Almada e Lisboa recebem também segundo a fórmula anterior. Os quilómetros (ida e volta) são multiplicados pelas vezes que esteve em plenário e em comissões, tudo multiplicado por 0,39 euros.

Ir às ilhas com bilhetes pagos
A resolução 57/2004 em vigor, de acordo com a secretaria-geral da AR, estipula que os eleitos pelas regiões autonómas recebem o valor de uma viagem áerea semanal (ida e volta) na classe mais elevada entre o aeroporto e Lisboa, mais o valor da distância do aeroporto à residência. Por exemplo, 512 euros (tarifa da TAP para o Funchal com taxas) multiplicados por quatro ou cinco semanas, ou seja, 2048 euros. Mais o número de quilómetros (30, por exemplo) de casa ao aeroporto a dobrar (por ser ida e volta) multiplicado pelas mesmas quatro (ou cinco) semanas do mês, e a soma é multiplicada por 0,39 euros, o que dá 936 euros. Ao todo 2980 euros.

Deslocações em trabalho à parte
Ao salário-base, ajudas de custo, abono de transporte mensal há ainda a somar os montantes pela deslocação semanal em trabalho político ao círculo eleitoral pelo qual se foi eleito. Os deputados eleitos por Bragança ou Vila Real são os mais abonados.

Almoço a menos de cinco euros
Os deputados e assessores que transitoriamente trabalham para os grupos parlamentares pagam 4,65 euros de almoço, que inclui sopa, prato principal, sobremesa ou fruta. E salada à discrição. Um aumento de 0,10 euros desde 2006. Nos bares, um café custa 25 cêntimos, uma garrafa de 1,5 litro de água mineral 33 cêntimos e uma sandes de queijo 45 cêntimos.

Imunidade face à lei da Justiça
Não responde civil, criminal ou disciplinarmente pelos votos e opiniões que emitir em funções e por causa delas. Não pode ser detido ou preso sem autorização da AR, salvo por crime punível com pena de prisão superior a três anos e em flagrante delito. Indiciado por despacho de pronúncia ou equivalente, a AR decidirá se deve ou não ser suspenso para acompanhar o processo. Não pode, sem autorização da AR, ser jurado, perito ou testemunha nem ser ouvido como declarante nem como arguido, excepto neste caso quando preso em flagrante delito ou suspeito do crime a que corresponde pena superior a três anos.

Justificações para substituição
Doença prolongada, licença por maternidade ou paternidade; seguimento de processo judicial ou outro invocado na Comissão de Ética, e considerado justificado.

Suspensão pode ir até dez meses
Pedida à Comissão de Ética, deve ser inferior a 50 dias por sessão legislativa e a dez meses por legislatura. Um autarca a tempo inteiro ou a meio tempo só pode suspender o mandato por menos de 180 dias.
 
JORNAL DE NOTÍCIAS | 11.02.2008 

sexta-feira, 21 de maio de 2010

NÓS É QUE SOMOS OS BANDIDOS?!...

Se nós para o CDS-PP,somos pessoas que estamos a criar desunião,entre os militantes do partido ,o que será esta senhora,que passarei a menciona-la daqui a pouco.
Podem-nos acusar de muita coisa,mas não de ladroes(desviar dinheiro),é mais fino.
Levantaram-nos processos,ouvindo só uma das partes(com acusações ,umas graves outras anedótica).
Temem-nos porque nos assumimos como direita nacionalista lusitana,têm medo do nome?Ou têm medo de poderem perder votos?O que são vocês afinal?!....
Nunca pensei vir um dia perguntar isto ao partido de que faço parte.
Nunca pactuarei com falsidades,ameaças...
Admiro e este é um caso entre tantos,que altos lideres,acusem militantes que deram muito ao partido e há zona onde estão inseridos.
Lideres testemunharem(desvios),e a dizerem que essa pessoa é idónea,isto foi em 2007,não foi há muito tempo,esta senhora não foi expulsa,não teve processo disciplinar,só saiu da Presidência da concelhia de Coimbra,anedótico.
Aqui vai o preto no branco,e faço um agradecimento há pessoa que nos deu acesso.

29 Junho 2007

MORALMENTE IDÓNEA

Ficou provado que Sónia Sousa Mendes, líder do CDS-PP de Coimbra, se apropriou de 14.153 euros tendo sido condenada, pelo crime de peculato, a dois anos e meio de prisão com pena suspensa por três anos. O Tribunal Judicial da Lousã considerou provada a apropriação continuada e indevida de dinheiro, que os alunos pagavam para os transportes escolares, da escola secundária local para uso próprio. Absolveu-a, por falta de provas, do crime de branqueamento de capitais de que também estava acusada.
Paulo Portas, actual líder do partido, uma das testemunhas de defesa alegou que Sónia Sousa Mendes é "pessoa moralmente idónea" (merece comentário?).
A juíza Isabel Valongo, que presidiu ao colectivo, justificou a pena suspensa pelo facto de Sónia Sousa Mendes ser "pessoa estimada e considerada no meio profissional e social em que estava inserida", não ter antecedentes criminais, bem como por se estar "perante um tipo de crime que não gera repulsa e clamor social". Mais: "Está inserida pessoal, social e familiarmente" e ainda "por ter a seu cargo a mãe com 93 anos de idade". "A simples ameaça da pena bastará para a afastar da prática de novos crimes", disse.
Ou seja, está tudo na discricionariedade dos juízes, aposto que se fossem uns amigos meus arguidos, nesta democracia, pelos livros que lêem não haveria inserção, estima ou velhinhas que lhes valessem... e o clamor e a repulsa social ecoaria pelas ruas...
E já agora não será de fazer uma rusga à sede do CDS-PP? Pelo menos à concelhia...
 
O QUE SE PASSA?
SOMOS NÓS OS MAUS DA FITA?
AS VERDADES SÃO PARA SE DIZER DOA A QUEM DOER.

POR PORTUGAL SEMPRE
DEVER-HONRA E SERVIÇO PARA SERVIR OS PORTUGUESES.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

MAIS TRISTE DO QUE ALEGRE!!!

deANB <antonio.brandao.7@netvisao.pt>
paraNacionalistas Lusitanos do CDS-PP Nacionalistas Lusitanos <nacionalistas.cdsbarreiro@gmail.com>
data 20 de Maio de 2010 05:13
assunto Re: Resposta ao Sr. Manuel Alegre
enviado por netvisao.pt
ocultar detalhes 05:13 (há 3 horas)

PUTA QUE VOS PARIU!FASCISTAS DE MERDA! CAMBADA DE EUNUCOS!


Eis mais uma resposta democrática do mandatário do Manuel Alegre,este "sr"é sem dúvida um triste...
reenviamos este email para provar o quanto temos razão,pois quando não á argumentos não se consegue ser coerente,este sr. deve ser daqueles a quem o 25 Abril encheu o bolso.
o mais grave e este tal Brandão continuar convencido que somos irmãos...é uma tristeza completa.
será que é deste tipo de gente baixa,sem carácter,cobarde e traidora que o nosso pais necessita??,estes srs alem de papa reformas e de traidores não são ninguém agora imagine-se o que seria se tivessem poder??


O HOMEM ANDA MESMO HISTÉRICO,SERÁ QUE A APROVAÇÃO DOS CASAMENTOS GAY O DEIXOU COM ATAQUES DE HISTERIA INCONTROLÁVEIS?? É SEM DÚVIDA UM CASO DE ESTUDO PSIQUIÁTRICO.

terça-feira, 18 de maio de 2010

Sobre o desertor Manuel Alegre,mais outra

Como Nacionalistas, e crentes de que a verdade tem que vir ao de cima.
Vamos transcrever um documento,que já tem um tempo de publicação,e como pessoas de bem que crêem que todas as pessoas têm o direito de defesa e resposta,gostaríamos de ver isto esclarecido:
"O mundo só tem o sentido que nós lhe dermos"

Sábado, Novembro 12, 2005

Aqui fica um contributo do chefe Abílio Augusto Pires, escrito já há uns anos, para a biografia do conhecido desertor.

"Alguns elementos sobre o Bando de Argel"
Natural de Águeda ou arredores, Manuel Alegre fez a sua vida académica em Coimbra. Descendente de uma classe “média-alta” fez a vida normal de estudante de Coimbra, um tanto boémia e, nesse sentido, um tanto tradicionalista. Cedo se virou para a política o que, no ambiente de Coimbra, também era tradicional. Militou na “organização local” do p.c.p. e estou à vontade para afirmá-lo porque fui eu próprio quem desmantelou essa organização. Dos seus elementos com alguma responsabilidade ficaram dois: Silva Marques, hoje deputado do P.S.D. que, embora fosse estagiário de advocacia em Aveiro, vivia já numa situação de semi-clandestinidade, e o Manuel Alegre. Mas ficaram por razões diferentes. O primeiro, Silva Marques, porque mergulhou na clandestinidade e viria depois a fixar-se na Itália, onde entrou em litígio com o “partido” do qual veio a ser expulso, após ter feito várias autocríticas que, de resto, conheci. Manuel Alegre também escapou mas porque estava a prestar serviço militar no R.I. 12 (Regimento de Infantaria nº12) situado precisamente em Coimbra e já mobilizado para Angola, como alferes miliciano. A PIDE foi sempre um pouco avessa à detenção de militares mas, neste caso, pesou mais o facto de estar mobilizado. É, pois, totalmente falsa a ideia de que desertou por ser perseguido pela PIDE que não o prendeu porque não quis fazê-lo. As razões íntimas que o levaram à deserção só ele poderia explicá-las se bem que se tornou evidente para quem alguma vez ouviu a “voz da liberdade” ao longo dos seus 12 anos de funcionamento.
E não venha dizer que não traiu. Fê-lo ao longo de 12 anos, não só pelas declarações que prestou como também pelas que obrigou a prestar. Trata-se de matéria conhecida mas que abordarei um pouco à frente.
Desertou e foi para Paris em 1962, estava a ser criada a FPLN (Frente patriótica de libertação nacional) que já se decidira iria funcionar em Argel, com o beneplácito do governo argelino e toda a sua protecção. Seria dirigida por Fernando Piteira Santos que fora funcionário do partido comunista português e expulso da organização uns dez (10) anos antes. Aliás, o governo argelino já autorizara também a instalação e funcionamento da rádio “voz da liberdade” da qual Manuel Alegre viria a ser o locutor até 25 de Abril de 1974. Assim, em meados de 1962, partiriam de Paris rumo a Argel Fernando Piteira Santos, sua companheira, Maria Stella Bicker Correia Ribeiro e Manuel Alegre. A FPLN cresceu rapidamente e tem que dizer-se que o seu principal indutor foi a rádio “voz da liberdade”. Tornou-se, assim, a breve trecho, num autêntico coio de traidores, grande parte deles desertores do Exército Português e também, ex-prisioneiros que, libertados pelo inimigo, eram para ali encaminhados e lá permaneciam em cativeiro pelo menos até se disporem a revelar perante os microfones tudo o que sabiam e não só: tinham igualmente que recitar “ipsis verbis” o discurso que lhes punham à frente. Só depois disso é que teriam hipótese de sair da Argélia. Esta atitude, que em qualquer país civilizado consubstanciaria a figura jurídica de “cárcere privado” era praticada pela FPLN com a cumplicidade do senhor Manuel Alegre: só que no Portugal democrático ninguém fala disso. Não seria trair?
E receber os chefes dos movimentos africanos que nos combatiam, ouvir e transmitir aí os seus dislates não seria trair?
E fornecer-lhes as informações que desertores e ex-prisioneiros de guerra eram forçados a prestar não seria trair?
Bom, se isto não era trair vamos a outro aspecto: - Enviar homens – elementos da FPLN – para Cuba a fim de serem instruídos na guerrilha urbana, também não era trair? E a FPLN (não só mas também) enviou para lá alguns que foram treinados numa base cujo nome não me recordo de momento mas sei que dista 17 quilómetros de Havana e foram treinados entre outros por Alvarez del Bayo, antigo coronel do Exército espanhol que se bateu contra Franco e foi um dos homens do DRIL ( Directório Revolucionário Ibérico de Libertação) que organizou o assalto ao Santa Maria. E também me lembro que esses homens (da FPLN) foram treinados no fabrico e uso de explosivos e, ainda, a fazer guerrilha urbana com armas que eles próprios tinham que fabricar. E que aprenderam, por exemplo, a fabricar morteiros partindo de um simples cano retirado de um algeroz. Isto era bem mais do que trair. E para que dúvidas não restem, cito dois nomes: Eduardo Cruzeiro que foi jornalista do “República”, está vivo e tem um “bom tacho” na RTP, e Rui Cabeçadas que é ou foi advogado. E digo “é ou foi “ porque calculo que teria a minha idade, talvez um pouco mais, e não sei se é vivo ou já morreu. Chega? Não, não chega que eu tenho mais.
Sei que a vida na FPLN não era um “mar de rosas” para todos. Bem pelo contrário: as guerras entre essa organização e o p.c.p. era violentíssima. Chegou-se ao ponto de o p.c.p. ocupar a rádio pela força e a FPLN responder com um contra-golpe que consistiu em levantar os depósitos bancários do p.c.p., factos que obrigaram o governo argelino a intervir para pôr as coisas no lugar. E como nem o Dr. Pedro dos santos Soares, membro da cúpula do p.c.p. e adrede enviado para Argel conseguiu pacificar as hostes, este partido decidiu jogar a última cartada: nem mais nem menos do que Humberto Delgado. Estava no Brasil, sofria de doença grave e foi a Praga para se tratar. Foi aí que o p.c.p. o abordou e convenceu a ir para Argel. Foi-lhe dito que tudo o que se pretendia era unir a oposição e derrubar o “regime fascista” português. Ninguém se não ele poderia liderar essa união, preparar e comandar o golpe. Convencido do seu prestígio, acreditou e foi para a Argélia. Enganou-se, até porque nunca lhe passara pela cabeça que encontraria o que na realidade encontrou. Desconhecia que o p.c.p. jamais perdoaria a “traição” de Piteira Santos, que, embora marxista e reconhecido como tal, havia falado na PIDE. Mas havia outros problemas não menos graves: Humberto Delgado era um impulsivo e queria uma revolução imediata. O p.c.p., mais preparado politicamente, respondia que aprendera as lições da guerra civil de Espanha e da própria Guatemala. Era para eles evidente que “nenhuma revolução poderia triunfar sem que antes conseguisse o apoio das Forças Armadas”. Não embarcava em aventureirismos. Virou-se para a FPLN e a ela aderiu. Só que, logo que pôs o problema da revolução imediata, foi-lhe respondido que Lenine ensinava que “nenhuma revolução de massas poderia ser ganha sem que tivesse o apoio de uma parte do exército que houvesse servido o regime anterior”. Não percebera que uns e outros eram marxistas e sabiam que o comunismo não tinha a mínima hipótese de governar Portugal. O que interessava a todos era entregar a África Portuguesa à União Soviética. E isto significava para Delgado que “entre dois mundos ficara sem mundo”. Tentou, por sua vez, a última cartada: era amigo e um grande admirador de CHE GUEVARA que se transformara em mito de todos os revolucionários de todo o mundo. Pediu a sua ajuda e GUEVARA aceitou. Foi para Argel e por lá ficou uns tempos mas nada fez. Nem podia fazer: GUEVARA era agente do KGB soviético. E os interesses de Moscovo estavam muitíssimo à frente de Humberto Delgado, que ficou só. Sem dinheiro, sem saúde e sem apoios ameaçou entregar-se às Autoridades Portuguesas. Foi o seu fim. Não sei como nem em que circunstâncias. Tudo o que sei – e já o disse várias vezes – é que essa história continua mal contada. Quem sabe se o senhor Manuel Alegre não poderia levantar uma pontinha do véu?..."

CONVÉM CONHECER

O quanto gasta o nosso querido "governo",com as suas "fantochadas",e de seguida vem-nos cobrar a "taxa",e que taxa:
Todos os meses sobre o nosso ordenado,fica com a fatia de 1,5%,não é nada,ups!esqueci-me do aumento do IVA em ,só 1% o que não é nada para nós povo desta nossa amada Nação.
Passo a transcrever:

CONVÉM CONHECER...

Só para nos sentirmos mais roubados com as restrições que nos vão impor (podem confirmar a informação em http://www.dre.pt/ - Diário da República nº 28 - I série- de 10 de Fevereiro de 2010 - Resolução nº 11 /2010 da Assembleia da República, p. 372):
:

1 - Vencimento de Deputados ...........................................12 milhões e 349 mil Euros
2- Ajudas de Custo de Deputados ...................................... 2 milhões e 724 mil Euros
3 - Transportes de Deputados ............................................ 3 milhões e 869 mil Euros
4 - Deslocações e Estadas .................................................... 2 milhões e 363 mil Euros
5 - Assistência Técnica ..................................................... 2 milhões e 948 mil Euros (a quê e quem?)
6 - Outros Trabalhos Especializados ................................. 3 milhões e 593 mil Euros (quais?)
7 - Serviço de Restaurante, Refeitório, Cafetaria ................................. 961 mil Euros
8 - Subvenções aos Grupos Parlamentares .......................................... 970 mil Euros
9 - Equipamento de Informática ........................................ 2 milhões e 110 mil Euros
10 - Outros Investimentos ................................................ 2 milhões e 420 mil Euros
11 - Edifícios .......................................................................... 2 milhões e 686 mil Euros
12 - Transferes Diversos .................................................... 13 milhões e 506 mil Euros (????)
13 - Subvenção aos Partidos representados na A.R. ..... 16 milhões e 977 mil Euros
14 - Subvenções estatais para campanhas eleitorais .... 73 milhões e 798 mil Euros

Isto são, então, algumas das rubricas do orçamento do "nosso" Par(a)lamento!
No total a despesa orçamentada para a casa roubada aos frades de S. Bento relativamente ao ano de 2 010, é de 191.405.356,61 €(191 Milhões 405 mil 356 Euros e 61 cêntimos) .
Há, como se vê, muito a cortar antes de roubarem os portugueses com mais impostos... 
Mas será,que vão cortar primeiro neles?
Pareço que sou parvo,nós somos a arraia miúda,levamos a "canga",para manter o seu estilo de vida,pagamos nós a crise.
Vejam lá se estes senhores,baixaram os seus ordenados e acabaram com os "seus"carros de alta cilindrada(que somos nós a pagar),de dois em dois anos a frota estatal,é renovada(acordo de leasing),ando a comer muito queixo.
Paguem a crise "burros"(que somos nós)...

sábado, 15 de maio de 2010

QUEREM CALAR-NOS !!!! INCOMODAMOS PORQUE SOMOS FIRMES !!!

COMUNICADO

Francisco Cruz,ex.candidato á CPC do CDS-PP Barreiro,vêm por este meio mostrar o sua indignação pelo despacho do conselho Nacional de jurisdição do CDS-PP,pelo comunicado divulgado pela CPD de Setúbal do CDS-PP e pelos processos disciplinares apoiados em absurdos e mentiras levantados contra si e seus companheiros.
Em relação ao Conselho.Nacional de jurisdição estou indignado com a demora na resposta e no seu conteúdo,pois as violações claras e sistemáticas dos regulamentos parecem não ter importância para um órgão que deve ser imparcial e objectivo,e alem do mais o facto de por engano ou "não"para o concelho distrital existirem mais votos do que votantes não ter relevância para o dito CNJ do CDS-PP,o que não deixa de me colocar reservas sobre a imparcialidade do mesmo órgão.De referir que actualmente e apesar de divulgado já na comunicação social o partido encontra-se a violar descaradamente os artigos 22 e 23 dos estatutos,com o objectivo claro de condicionar determinados militantes a poderem concorrer ou até mesmo a votar em eleições internas do partido.

O comunicado CPD divulgado durante a semana assim como os processos disciplinares levantados contra os militantes do CDS-PP Barreiro não é mais do que a tentativa desesperada da CPD presidida pelo Sr.Deputado Dr.Nuno Magalhães e do seu secretário Henrique Ferreira,de branquearem as irregularidades estatutárias e regulamentares que ambos cometem assim como tentar que sejam retirados os processos crime instaurados contra o secretário do Sr. Dr.Nuno Magalhães.

Não é com pressões, com ameaças , chantagens,ofensas , calunias ou agredindo-me a mim e a companheiros meus ( todos estes casos estão devidamente documentados e testemunhados nas respectivas autoridades,nomeadamente PJ;PSP;MP e DIAP ) que me demovem de denunciar as irregularidades cometidas por estes Srs.

Perante estes factos eu e aos meus companheiros não sobra outra alternativa como já e do conhecimento da sede Nacional, senão recorrer aos tribunais cíveis,criminais e contitucionais,como carta já enviada pelos nossos advogados e que o comunicado da CPD de Setúbal se esqueceu de comunicar.Visto a imparcialidade dos orgaos jurisdicionais do partido( Nacional e Distrital ) nos deixar com algumas reservas.

De referir ainda que a CPD  se "esqueceu" de divulgar o abaixo-assinado entregue pelos militantes do Barreiro a solicitar a saída do secretario do Sr.Nuno Magalhães do Barreiro,e que todos estes militantes estão solidários com os companheiros que a CPD esta  a tentar desesperadamente calar á mais de 2 meses sem êxito o que demonstra a união reinante em torno deste movimento que tanto amedronta o Dr.Nuno Magalhães,pois como ele sabe o movimento vai apresentar um candidato próprio as eleições para a presidência da CPD de Setúbal,e que por este facto o Dr.Nuno Magalhães num acto de desespero tenta por todos os meios fazer calar a sua oposição não olhando a meios para tentar atingir o seu objectivo,o que num partido democrático é lamentável.

Algumas das testemunhas já notificadas nestes processos são:
Dr. João Almeida ; Dr. Pedro Mota Soares ; Dr.Nuno Melo ; Dr. Pedro Costa Jorge, entre outros
Sem duvida que para tantas figuras destacadas do partido,faltando só o Presidente Exmo.Sr. Dr. Paulo Portas(não estando ainda excluída a sua presença para testemunhar) o nosso Movimento mexeu com algo de muito sério.

A BEM DA NAÇÃO
Francisco Cruz

quinta-feira, 13 de maio de 2010

MANUEL ALEGRE SEM ESPAÇO DE MANOBRA !COM TANTA DOCUMENTAÇÃO A PROVAR TRAIÇOES Á PATRIA,NÃO SERIA MELHOR O SR.ALEGRE GOZAR OS MILHARES DE EUROS QUE TÊM A CUSTA DOS PORTUGUESES QUE SEM QUEREM O TÊM QUE SUSTENTAR.


Sobre o desertor Manuel Alegre
Aqui fica um contributo do chefe Abílio Augusto Pires, escrito já há uns anos, para a biografia do conhecido desertor.


"Alguns elementos sobre o Bando de Argel"
Natural de Águeda ou arredores, Manuel Alegre fez a sua vida académica em Coimbra. Descendente de uma classe “média-alta” fez a vida normal de estudante de Coimbra, um tanto boémia e, nesse sentido, um tanto tradicionalista. Cedo se virou para a política o que, no ambiente de Coimbra, também era tradicional. Militou na “organização local” do p.c.p. e estou à vontade para afirmá-lo porque fui eu próprio quem desmantelou essa organização. Dos seus elementos com alguma responsabilidade ficaram dois: Silva Marques, hoje deputado do P.S.D. que, embora fosse estagiário de advocacia em Aveiro, vivia já numa situação de semi-clandestinidade, e o Manuel Alegre. Mas ficaram por razões diferentes. O primeiro, Silva Marques, porque mergulhou na clandestinidade e viria depois a fixar-se na Itália, onde entrou em litígio com o “partido” do qual veio a ser expulso, após ter feito várias autocríticas que, de resto, conheci. Manuel Alegre também escapou mas porque estava a prestar serviço militar no R.I. 12 (Regimento de Infantaria nº12) situado precisamente em Coimbra e já mobilizado para Angola, como alferes miliciano. A PIDE foi sempre um pouco avessa à detenção de militares mas, neste caso, pesou mais o facto de estar mobilizado. É, pois, totalmente falsa a ideia de que desertou por ser perseguido pela PIDE que não o prendeu porque não quis fazê-lo. As razões íntimas que o levaram à deserção só ele poderia explicá-las se bem que se tornou evidente para quem alguma vez ouviu a “voz da liberdade” ao longo dos seus 12 anos de funcionamento.
E não venha dizer que não traiu. Fê-lo ao longo de 12 anos, não só pelas declarações que prestou como também pelas que obrigou a prestar. Trata-se de matéria conhecida mas que abordarei um pouco à frente.
Desertou e foi para Paris em 1962, estava a ser criada a FPLN (Frente patriótica de libertação nacional) que já se decidira iria funcionar em Argel, com o beneplácito do governo argelino e toda a sua protecção. Seria dirigida por Fernando Piteira Santos que fora funcionário do partido comunista português e expulso da organização uns dez (10) anos antes. Aliás, o governo argelino já autorizara também a instalação e funcionamento da rádio “voz da liberdade” da qual Manuel Alegre viria a ser o locutor até 25 de Abril de 1974. Assim, em meados de 1962, partiriam de Paris rumo a Argel Fernando Piteira Santos, sua companheira, Maria Stella Bicker Correia Ribeiro e Manuel Alegre. A FPLN cresceu rapidamente e tem que dizer-se que o seu principal indutor foi a rádio “voz da liberdade”. Tornou-se, assim, a breve trecho, num autêntico coio de traidores, grande parte deles desertores do Exército Português e também, ex-prisioneiros que, libertados pelo inimigo, eram para ali encaminhados e lá permaneciam em cativeiro pelo menos até se disporem a revelar perante os microfones tudo o que sabiam e não só: tinham igualmente que recitar “ipsis verbis” o discurso que lhes punham à frente. Só depois disso é que teriam hipótese de sair da Argélia. Esta atitude, que em qualquer país civilizado consubstanciaria a figura jurídica de “cárcere privado” era praticada pela FPLN com a cumplicidade do senhor Manuel Alegre: só que no Portugal democrático ninguém fala disso. Não seria trair?
E receber os chefes dos movimentos africanos que nos combatiam, ouvir e transmitir aí os seus dislates não seria trair?
E fornecer-lhes as informações que desertores e ex-prisioneiros de guerra eram forçados a prestar não seria trair?
Bom, se isto não era trair vamos a outro aspecto: - Enviar homens – elementos da FPLN – para Cuba a fim de serem instruídos na guerrilha urbana, também não era trair? E a FPLN (não só mas também) enviou para lá alguns que foram treinados numa base cujo nome não me recordo de momento mas sei que dista 17 quilómetros de Havana e foram treinados entre outros por Alvarez del Bayo, antig