PORTUGAL GLORIOSA PATRIA DOS LUSITANOS

PORTUGAL GLORIOSA PATRIA DOS LUSITANOS
LUSITANOS LEVANTAI DE NOVO O ESPLENDOR DE PORTUGAL

quarta-feira, 11 de maio de 2011

O DESCARAMENTO DE PASSOS COELHO, E O SEU NARCISISMO EGOCÊNTRICO...

NÓS OS NACIONALISTAS LUSITANOS,TORNAMOS A FAZER ESTA PERGUNTA:
ATÉ ONDE VAI O DESCARAMENTO  DE PASSOS COELHO.LÍDER DO PSD?
ESPANTA-NOS O SEU A VONTADE ,EM QUE AFIRMA QUE ESTAS...IRÃO TRAZER MAIS PRECARIEDADE PARA OS TRABALHADORES,MAS TRARÁ MAIS INVESTIMENTO.
LEIAM E DIVULGUEM.
 
ESTA NOTICIA JÁ TINHA SIDO PUBLICADA, SÓ QUE A PREPOTÊNCIA E O NARCISISMO DESTA PESSOA, A CADA DIA QUE PASSA AUMENTA, AGORA JÁ NÃO É A "FLEXIBILIDADE", É O IVA, O IRS/IRC, A SEGURANÇA SOCIAL(SNS)...


Flexibilidade = Precariedade

Pedro Passos Coelho não desiste, em entrevista ao "Expresso", o líder do PSD defende que maior flexibilidade (sem segurança) nas leis laborais atrai mais investimento para o país. Pretende assim apresentar um plano laboral ainda antes do Verão.


Agora a parte mais interessante é que Pedro Passos Coelho admite que a flexibilidade pode vir a aumentar a precariedade, mas também garante que se as suas propostas forem para a frente, será garantido primeiro emprego a quem o procurar.

Mas que tipo de emprego é este? O objectivo é pressionar os trabalhadores a aceitar qualquer tipo de emprego, obrigando-os a a aceitar tudo o que apareça sob a chantagem do desemprego, nomeadamente trabalho a tempo parcial, sem descontos, benefícios de saúde, férias, etc., afectando indiscutivelmente as relações de trabalho e o modo de vida das pessoas. Outro nome para isto é Precariedade, é nisto que se traduz realmente a proposta de Flexibilidade de Passos Coelho. 

A iniciativa já foi aplaudida pelo empresário da Sonae, Belmiro de Azevedo, que ainda não deve estar satisfeito com a sua conta bancária de 1,5 mil milhões de €.
 
Agora diz  que temos de tornar o SNS, rentável porque estamos a gastar muito dinheiro necessário ao Estado, mas que estranho a despesa pública e as parcerias com os privados é que gastam muitos mil milhões de euros.
Temos que acabar com as regalias e certos escalões do IRS, da classe média portuguesa, mas esquecem-se que estas regalias são dadas de outra forma na Europa( não pagamos escolas, livros e material escolar e nem computadores, nem transporte...), e temos de aumentar o IRS e acabar com as compensações ...
Temos de aumentar o IRC, as pequenas e médias empresas que são o nosso sustentáculo , irão ao fundo... Queremos isso?
Temos de aumentar o IVA, a que preço ficarão os bens essenciais, se nos ordenados e pensões as congelaram, como compraremos estes bens?!...

É isto que querem para os vossos filhos e para vocês?
Então votem PSD, ou qualquer outro partido do sistema, mas este senhor é um novo Sócrates...
ESTAS LEIS OU PROPOSTAS QUE ESTE SENHOR PROPÕE,PARECEM SAÍDAS DO ALMANAQUE DE UM LOUCO/NARCISISTA, NESTE MOMENTO ESTOU A PERGUNTAR A MIM MESMO: ESTALINISMO/NEO-LIBERALISMO JUDAICO JACOBINO? QUER ARRASAR COM O QUE RESTA DOS POSTOS DE TRABALHO, DO SNS, IRS/IRC E DAS POUCAS REGALIAS EXISTENTES NA CLASSE TRABALHADORA?!...
O QUE SE ESTÁ A PASSAR? ENLOUQUECEMOS?
OU ESTAMOS A ENTREGAR O PAÍS A UM GRUPO,QUE QUER LUCRAR E NÃO SE IMPORTA DE DESTRUIR A NOSSA NAÇÃO?

ESTOU-ME A TORNAR REPETITIVO,MAS VOU DIZER ISTO MAIS UMA VAZ:

NACIONALISTAS, DESPERTEM, UNAM-SE, PROCUREM NESTAS ELEIÇÕES DE 5 DE JUNHO VOTAR BEM, É VOTAR NUM PARTIDO NACIONALISTA,DEIXEM AS DIVERGÊNCIAS DE LADO... SENÃO VEJAM AONDE VAI A NOSSA NAÇÃO PARAR.
QUANDO FORMOS A ESTAS ELEIÇÕES, DEIXEMOS DE PARTE AS DIFERENÇAS,AS ZANGAS E PREOCUPEMOS EM IRMOS UNIDOS E GANHARMOS, UMA VOZ QUE NOS REPRESENTE, NOS DEFENDA E QUE COMBATA A CORRUPÇÃO, E CORRERMOS COM ESTA CORJA DE OPORTUNISTAS... QUE À 37 ANOS NOS DESTROEM.

VOTEM BEM VOTEM  NUM PARTIDO NACIONALISTA, CREDÍVEL, DÊEM-LHE A OPORTUNIDADE DE MOSTRAR A SUA HONESTIDADE E AS IDEIAS PARA INICIARMOS A MUDANÇA.

NÃO SE ESQUEÇAM QUE AINDA Á 37% DE INDECISOS, INCENTIVEM-NOS, EXPLIQUEM O QUE PODEREMOS FAZER POR TODOS NÓS E AO NOSSO PAÍS.
 
O VOSSO DEVER É VOTAREM EM CONSCIÊNCIA E BEM.
QUE O VOSSO VOTO SEJA O INÍCIO DA MUDANÇA.

DEVER-HONRA-SERVIÇO.
VIVA PORTUGAL.

terça-feira, 10 de maio de 2011

Carta Aberta ao Povo Finlandês.

Vou-vos dar a conhecer, para os esquecidos o acto de ajuda que ninguém se atreveu a fazer e que o nosso povo o fez mesmo passando mal, e que o povo Finlandês e seu governo se "esqueceram"... Não discuto se fazem bem ou mal, em não querem ajudar Portugal e o seu povo.
Leiam porque só isto demonstra a fibra deste nobre povo, que 37 anos de Abrilada subjugou o seu espírito...

Carta aberta ao Povo Finlandês.Encontrei por bem contar aqui os pormenores de uma história que, por muito que pareça pertencer ao passado, tão facilmente nos lembra a todos das travessuras partidas de que a História é capaz de pregar. E por muito incompreensível que possa parecer, as travessuras e partidas que a História às vezes prega, surpreendem em especial aqueles com a memória mais curta.O local foi Lisboa, e o ano, 1940, mais concretamente o trigésimo nono dia após o final da primeira e heróica guerra combatida pelo perseverante povo Finlandês contra a tentativa estrangeira de apagar a vossa pequena nação do mapa dos países livres e independentes da Europa. A Guerra do Inverno na qual a Finlândia contrariamente ao que todos julgavam poder ser possível derrotou o bolchevismo o imperialismo Russo, teve na altura um impacto muito maior do que o que julga hoje a maior parte dos finlandeses.Os gritos de sofrimento e os horrores da primeira guerra Russo-Finlandesa e os terríveis sacrifícios impostos ao vosso pequeno país, comoveu e tocou o coração do povo Português no outro longínquo canto deste velho continente chamado Europa. Talvez fosse por causa de um sentimento de irmandade, ou mesmo de identificação com os sacrifícios para que uma outra nação pequena e periférica acabava de ser atirada...mas a ânsia de ajudar a Finlândia rapidamente emergiu entre os Portugueses, tão orgulhosos que são hoje quanto orgulhosos eram então dos valores da independência e da nacionalidade. A nação europeia com as fronteiras mais estáveis e com a paz mais duradoura de todas, não podia permitir-se, e não permitiu, permanecer no conforto da passividade de nada fazer relativamente ao destino para o qual a Finlândia tinha sido atirada,confrontada que esta estava com o perigo iminente de se tornar em apenas mais uma província Estalinista.Portugal era na altura um país encruzilhado, submergido em pobreza e constrangido por uma crise causada pela 2ª Guerra Mundial. Os Portugueses eram nesses tempos quase todos invariavelmente pobres,analfabetos, passavam mal e não havia muitos bens mas eram também trabalhadores, honestos, orgulhosos, unidos e cheios de compaixão, mobilizados em solidariedade para oferecerem o que de mais pequenino conseguiram repescar para ajudarem o necessitado e desesperado povo Finlandês.Em cidades e vilas e aldeias de Portugal, agricultores, operários e estudantes, pais e mães, que aos milhões talvez possuíssem não mais do que apenas 3 mudas de roupa, ofereceram os para si mais modestos e preciosos bens que, mal grado a penúria, conseguiram prescrever como dispensáveis:cobertores, casacos, sapatos e casacões, e para os mais felizardos sacos de trigo e quilos de arroz cultivados à mão nas lezírias e terras baixas dos rios portugueses. As ofertas foram recolhidas por escolas e igrejas do norte e do sul, e embarcadas para Helsínquia com a autorização prévia da Alemanha Nazi e Aliados. Num extraordinário gesto de gratidão, o Sr. George Winekelmann, que era o então representante diplomático da Finlândia em Lisboa e Madrid, publicou um apontamento na primeira página do prestigioso jornal “Diário de Noticias” para agradecer ao povo Português a ajuda e assistência prestadas à Finlândia no mais difícil de todos os inconsoláveis tempos.O bem-haja a Portugal foi publicado no vigésimo primeiro dia de Abril de 1940, há quase exactamente 70 anos neste dia presente que corre, e descreve que “Na impossibilidade de responder directamente a cada um dos inumeráveis testemunhos de simpatia e de solidariedade que tive a felicidade de receber nestes últimos meses, e que constituíram imensa consolação e reconforto moral e material para o meu país, que foi objecto de tão dolorosas provações, dirijo-me à Nação Portuguesa, para lhe apresentar os meus profundos e comovidos agradecimentos. Nunca o povo finlandês esquecerá a nobreza de tal atitude. Estou certo de que os laços entre
Portugal e Finlândia se tornaram mais estreitos e que sobreviverão ao cataclismo do qual foi o meu país inocente vítima, contribuindo assim para atenuar as consequências de tão injustificada agressão”.Em virtude de um outro esforço de ajuda à Finlândia organizado por estudantes Portugueses, o Sr.George Winekelmann mais uma vez voltou à primeira página do mesmo jornal para, numa nota escrita no dia 16 de Julho de 1940, expressar o seu imenso agradecimento: “O Sr. George Wineckelmann, ministro da Finlândia, esteve ontem no Ministério da Educação Nacional (…) a agradecer o interesse que lhe mereceram as crianças do seu país por ocasião do conflito com a Rússia (…) e o seu reconhecimento pela importante dádiva com que os estudantes portugueses socorreram os pequeninos da Finlândia”.Por irónico que seja, o nacionalismo e as formas pelas quais alguns Europeus escolhem para o expressar nos dias presentes, estão em completo contraste com o valor do conceito de Nação expresso há 70 anos por um país bem mais velho, e por um povo bem menos rico e bem mais analfabeto, quando confrontado com a luta pela sobrevivência de uma nação-irmã, que é bem mais rica, bem mais instruída e….bem mais jovem.Todos devemos ao passado a honra de não esquecer os feitos e triunfos daqueles que já não vivem.O conceito de verdadeiro nacionalismo não pode jamais ficar dissociado do dever de honrarmos o passado. Ao cabo de 900 anos de História, por vezes com feitos tremendos e ainda maiores descobertas, um dos sucessos de Portugal como nação tem sido a capacidade de o seu povo unido e homogéneo, olhar serenamente de mãos dadas para lá do horizonte da sua terra, sem nunca ter medo dos desafios desconhecidos dos sete mares em frente, sem nunca fechar a ninguém as portas hospitaleiras e da amizade, e sem nunca fugir dos contratempos que possam defrontar-se-lhe na senda do seu destino.Por mais irónico que seja, algo não parece bater certo quando a condição a que chegou a economia de um Estado de uma pequena nação, por maneira curiosa se torna talvez decisiva nas escolhas eleitorais tomadas por um povo de uma outra e ainda mais pequena nação, no outro canto tão longínquo da Europa. Por mais que merecida ou desejável que possa ser, a recusa de auxiliar e ajudar uma nação dorida e testada pelos ventos de um cataclismo financeiro não é provavelmente o passo mais sábio de países unidos por espírito e orgulhosos de honrarem os verdadeiros intrínsecos valores de solidariedade e mútua amizade, em especial quando atormentados por adversidade eventuais de crise.Por mais corrupta que a sua elite se comporte, por mais desgovernado que o seu país ande, e por mais caloteiro que o seu Estado seja, os homens e mulheres comuns de Portugal, filhos e filhas e netos e netas daqueles que viviam há 70 anos atrás, sentem-se e são os reféns e vítimas inocentes de uma Guerra financeira que viram ser-lhes declarada contra os seus bolsos e carteiras, e que ameaças suas honestas e modestas poupanças.Mas não obstante confrontados nos agora tempos de hoje, em aparente insolvência e nas mais sozinhas de todas as suas horas, com o desespero e adversidade, eu estou confiante e seguro de que os Portugueses de hoje, mães e pais, agricultores, trabalhadores, padres e estudantes, e até mesmo crianças, de lés a lés naquele país se elevariam da consciência, a fim de mostrar os seus mais sinceros e genuínos sentimentos de nacionalismo e humildade para ajudarem e confortarem Finlândia e o povo finlandês, se alguma outra vez cataclismo ou desastre batesse à porta da Finlândia e iluminasse a ideia obscura da extinção da heróica nação Finlandesa, tal como aconteceu há sete décadas passadas.Todos nós podemos aprender com as pequenas e genuínas lições dos tempos que lá vão.

Da´ que pensar?!...

Eduardo Catroga o "chefe da equipa negocial" do PSD e próximo de Cavaco Silva

Não tenham pena deste homem impoluto que quer ajudar a por o governo na ordem, se é verdade o que diz este escrito:
-Pensionista com cerca de 9600 euros mensais aposentado pela CGA (como trabalhador... também no sector privado!)
-Prof. Catedrático a tempo parcial 0% (1)
-Criador das PPP - Parcerias Público Privadas (!)
etc
..."porque não processar Eduardo Catroga por destruir a imagem das universidades portuguesas ao fazer-se nomear professor catedrático a tempo parcial 0% quando nunca teve uma carreira de professor brilhante e já há anos que é pensionista? Algum jovem deste país tem entrada numa universidade estrangeira se esta souber que um dos catedráticos das cadeiras que este aluno estudou foi um catedrático a tempo parcial 0% nomeado seis meses depois de já o ser? É evidente que não só não terá entrada numa universidade estrangeira, como ainda se arrisca a ser ridicularizado por sonoras gargalhadas. Além disso, estes jovens ainda poderiam pedir uma investigação à gestão e privatização do BPA conduzida na ocasião pelo ministro das Finanças Eduardo Catroga. O PCP do Jardim Gonçalves arrancou graças aos muitos milhões de crédito mal parado do BPA, onde Jardim era Presidente!
Em Maio de 2008 o, e senhor, professor Joao Duque presidente do conselho directivo do Instituto Superior de Economia e Gestão, produziu um despacho contratando, "por conveniência urgente, para exercer as funções de Professor Catedrático Convidado, a tempo parcial 0 %, além do quadro do Instituto, com efeitos a partir de 1 de Setembro de 2008", Eduardo Catroga. Acrescenta sibilinamente, não carece de visto prévio do Tribunal de Contas. Está-se mesmo a ver que andaram a fazer contas para não ultrapassar a fronteira em que seria exigido passaporte do TC. Para quem passa a vida a clamar por transparência, estamos conversados.
Algumas questões? Esse tal Catroga não acumula reformas e outros vencimentos? Não recebe da CGA mais de 9.000 euros/mês? Não é administrador da Sapec e da Nutrinveste? O que quer dizer tempo parcial 0 %? Aparentemente nem precisa andar pelos corredores do ISEG, de mãos nos bolsos a assobiar! Para qualquer leigo tempo parcial 0 % é não fazer mesmo nada. Se é assim, porque é que se paga retroactivamente, desde 2008, por não fazer nada?
Antigo ministro das Finanças e "criador das já famosas PPP" , professor catedrático convidado do ISEG, Eduardo Catroga aposentou-se no mês de Abril de 2007com uma pensão mensal de 9 693,54 euros, de acordo com a listagem publicada pela Caixa Geral de Aposentações (CGA) para o próximo mês. Em conversa com o Correio da Manhã, o economista explicou que o valor é a soma das pensões a que tem direito pelos seus descontos como funcionário público e como trabalhador privado. (Sou capaz de não ter percebido bem: a pensão dos 40 anos no privado é paga pela CGA? Para simplificar, diz ele?)"
Tudo gente muito séria…

Acrise e os votos!...

O recurso ao FMI não traz confiança aos mercados AM PDT. As agências de rating continuam a baixar os níveis de Portugal, todos dizem que este deveria ter recorreido ao FMI. A taxa de juro das Obrigações do Tesouro (OT) a 10 anos já está é superior aos 11%. Realmente parece tentador. A Grécia recorreu ao FMI em 2010, pagará durante 7 anos, mas como tem um período de carência, só irá começar a pagar em Setembro de 2014. Além disso as taxas de juros serão de 3,5% durante os primeiros 3 anos e depois de 4,5% durante os restantes 4 anos. Tentador, não é? Os mercados não acalmam. O primeiro problema, é que isso não foi suficiente para, como se diz, acalmar os mercados. A taxa de juro das OT da Grécia a 10 anos ultrapassam os 13%, mais do que no momento em que se viu forçada a pedir apoio externo. O mesmo aliás se passa com a Irlanda, com uma taxa perto dos 10,8%. A ajuda à Grécia é de 110 mil milhões de euros, será paga em várias fatias, mas para continuar a receber a ajuda prevista a Grécia vai ter de fazer privatizações num valor total de 50 mil milhões de euros até 2015, 15 mil milhões só nos próximos 2 anos. Inicialmente o "acordo" o objectivo das privatizações era de 7 mil milhões. A Grécia está à venda! Um representante da Comissão Europeia, Servaas Deroose, propôs numa entrevista ao jornal "To Vilma" que "a Grécia deveria vender as suas praias para desenvolver o turismo e o mercado das propriedades privadas. Também poderia vender o antigo aeroporto de Atenas por uns 5 mil milhões de euros e os seus portos e terrenos circundantes por uns 35 mil milhões de euros". A mesma opinião foi manifestada por Poul Thomsen, chefe da missão do FMI, acrescentando que a Grécia necessita de acelerar as suas reformas. Não tarda que a Grécia vá ter que vender o Panteão ou a ilha de Santorini à JP Morgan ou à Goldman Sachs para os transformar em locais turísticos privados ao serviço de grandes banqueiros internacionais! Estas declarações confirmam o que está a acontecer na Grécia: a pilhagem do património público em beneficio de uma oligarquia bancária(judaica-jacobina) dona da emissão monetária e dos média. Exemplo de algumas medidas impostas à Grécia: - redução em 8% dos salários da função pública, - congelamento desses salários da função pública durante 3 anos, - supressão do 13º e 14º mês para os reformados com menos de 60 anos, - congelamento das pensões, - imposto especial de 45% para rendimentos acima dos 100 000 euros anuais, - aumento do IVA de 19% para 23%, e de 11% para 13%, - centenas de produtos passam da taxa mínima de IVA para a máxima, - aumento dos impostos sobre os combustíveis, álcool e tabaco, - facilitação nas regras de despedimentos, - redução das indemnizações por despedimento, - aumento da idade da reforma, - aumento do número de anos de trabalho de 37 para 40 anos para ter a totalidade da reforma, - calculo da reforma com base em todos os anos de trabalho, privatização de inúmeras empresas públicas,previsão de nova redução salarial no sector público (fala-se em 25% em algumas empresas), - congelamento das progressões nas carreiras no sector público, - aumento do tempo de trabalho passando para 8 horas diárias para todos os empregados, - privatização dos transportes, aeroportos, portos, água, electricidade, caminhos de ferro, e alguns bancos. Durante este último ano de "ajuda" do FMI, o desemprego passou de 10% para 13%, a inflação de 3% para 5%, o PIB desceu, o poder de compra diminui em 10%. Decididamente, cada vez mais na Grécia o problema não é a crise económica, mas sim a sua solução.
Este devia ser um exemplo para nos,a entrada do FMI em Portugal vai-nos acontecer o mesmo que esta´acontecer aos Irlandeses e Gregos, teremos miséria por todo o lado.
Entristece-me que estes canalhas que nos governam e esta corja de corruptos de políticos dos 5 partidos de oiro não pensem no seu povo, nem na sua Nação, pensam só em encher os seus bolsos e dos seus amigos e familiares, por isso torno-vos a pedir no dia 5 de Junho votem com consciência e ponderação , ajudem a mudar o sistema que esta instituído, dêem voz a quem vos defendera e marcara´o inicio da viragem, votem nos partidos de teor nacionalista que poderão a dar um rumo diferente a estas politicas desastrosas que nos levaram há quase bancarrota. 
Leiam os exemplos acima mencionados.
Não queremos isto para Portugal.
Votem bem.
Votem por Portugal.

Legislativas 2011: Quanto vão gastar os partidos?

Os partidos já entregaram os orçamentos das campanhas para as eleições legislativas no Tribunal Constitucional. Em tempo de crise, o ASP dá a conhecer os gastos dos partidos.
Para já, os valores são meramente indicativos e têm em conta as verbas que os partidos estimam gastar e receber na campanha para as próximas eleições legislativas. Porém, os orçamentos entregues pelos partidos no Tribunal Constitucional contrariam aquilo que os respectivos dirigentes tinham anunciado. Afinal, vai haver cartazes, brindes e milhares de euros gastos em comícios e propaganda. Mesmo em tempo de crise e de contenção orçamental, os partidos com assento parlamentar não abdicam da subvenção pública. Recorde-se que a subvenção pública é atribuída em função do número de votos, sendo que as campanhas eleitorais não podem dar lucro. Daí que, a partir do que cada partido estima receber de subvenção do Estado, é possível ter uma ideia das expectativas eleitorais.
No total, os partidos estimam gastar mais de 6,7 milhões de euros, dos quais cerca de 6,1 milhões de euros são subvencionados pelo Estado. Estes valores correspondem a uma redução de quase 50% em relação ao que foi gasto na campanha de 2009.

PS é o que mais vai gastar na campanha eleitoral

No orçamento entregue ao Tribunal Constitucional, a campanha eleitoral do PS é orçamentada em cerca de 2,2 milhões de euros, enquanto a do Partido Social-Democrata (PSD) não chega aos dois milhões de euros. Fonte oficial do PS afirma ao JPN que, em relação às últimas legislativas, "há uma redução de praticamente 60% na despesa". Enquanto que em 2009 o PS entregou um orçamento de 5,54 milhões de euros, este ano prevê uma despesa entre dois e 2,2 milhões de euros, dos quais quase 900 mil euros serão gastos em comícios e espectáculos
O PS espera receber do Estado dois milhões de euros, sendo que as contas do partido se baseiam no resultado obtido nas últimas eleições, uma vitória de 38,5%, segundo confirmou a fonte oficial do PS.

PSD gasta tanto em comícios como o CDS no total da campanha

Tal como o PS, a segunda maior fatia do orçamento do PSD (quase dois milhões de euros) destina-se a propaganda, comunicação impressa e digital.
Os principais gastos dos sociais-democratas são em comícios e espectáculos (700 mil euros). O PSD vai gastar tanto em comícios e espectáculos quanto o CDS-PP no total da sua campanha. Nas últimas eleições, o PSD gastou 3,34 milhões de euros, mas por não recorrer a outdoors, deverá poupar agora entre 1,5 a dois milhões de euros.
Os 700 mil euros que os populares prevêem gastar vão ser subvencionados na totalidade pelo Estado, sendo que a maioria (250 mil euros) será gasto na concepção da campanha, agências de comunicação e estudos de mercado.
Também o orçamento do Bloco de Esquerda (BE) pouco ultrapassa os 700 mil euros, menos 294 mil euros do que nas últimas legislativas. Os maiores gastos do BE serão com propaganda, comunicação impressa e digital.
A coligação CDU (PCP e PEV) tem um orçamento que ronda os 995 mil euros, menos um milhão de euros do que o orçamento de 2009, sendo metade despendido em publicidade, comunicação digital e impressa. A título de curiosidade saliente-se o facto de a CDU gastar tanto (50 mil euros) em comícios como em brindes.

Partidos mais pequenos contidos nas despesas

Sete partidos dos 16 que entregaram orçamento (POUS, PDA, PNR, MPT, PH, MEP, PPV, PAN) prescindiram da subvenção estatal, o que significa que não contam chegar aos 50 mil votos necessários para receberem o subsídio do Estado.
Uma das excepções é o Partido da Nova Democracia (PND), cujo orçamento se aproxima dos dez mil euros, sendo que prevê que metade do dinheiro seja proveniente da subvenção estatal.
O Partido Nacional Renovador (PNR) é o partido com menor orçamento. Dos 1.700 euros, quase 90% vão ser gastos em tempo de antena e não constam fundos previstos para cartazes e panfletos. Orçamento parecido tem o Portugal Pró-Vida (PPV), que vai gastar dois mil euros.
Estreante em eleições é o Partido pelos Animais e pela Natureza (PAN). Na primeira vez que concorre vai despender nove mil euros na campanha eleitoral, entre propaganda, comunicação, comícios e brindes.
São poucos os partidos que recorrem a angariações de fundos para subvencionar as suas campanhas. O PCTP/MRPP é uma excepção. Dos partidos com menor peso político, é aquele com maior orçamento, pretendendo gastar 80 mil euros, dos quais cinco mil provêm de angariações de fundos.
O Partido Democrático do Atlântico (PDA) antevê 40 mil euros de gastos, tanto como os orçamentos do Partido Popular Monárquico (18 mil euros), do Partido Operário de Unidade Socialista (quase dois mil euros) e do MPT - Partido da Terra (20 mil euros) juntos.
O Movimento Esperança Portugal (MEP) pretende gastar cerca de dez mil euros, o dobro do orçamento do Partido Humanista (PH), cujo orçamento ronda os cinco mil euros, sendo a maioria destinados a material de campanha, incluindo brindes.
Somando os orçamentos de todos estes partidos considerados menos representativos, o total não atinge os 200 mil euros. Isto é, os gastos destes 11 partidos representam apenas 10% do orçamento do PSD.
É ainda de destacar que o Partido Liberal Democrata e o Partido Trabalhista Português não entregaram orçamento no Tribunal Constitucional.
A crise e´só nossa...

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Eleições legislativas 17 forças políticas apresentaram listas

Dezassete forças políticas apresentaram listas para as eleições legislativas de 5 de Junho, mas apenas nove partidos e uma coligação vão candidatar-se a todos os círculos eleitorais, segundo a Comissão Nacional de Eleições (CNE).
PS, PSD, CDS-PP, BE, PCTP-MRPP, Movimento Esperança Portugal (MEP), Movimento Partido da Terra (MPT), Partido Popular Monárquico (PPM), Partido Nacional Renovador (PNR) e a CDU (coligação que integra PCP e PEV) apresentaram listas aos 22 círculos.
Em 2009, 15 forças apresentaram listas, mas também apenas nove partidos e uma coligação, a CDU, candidataram-se a todos os círculos.
Segundo o resultado do sorteio das candidaturas apresentadas nos respectivos tribunais para ordenação dos boletins de voto, divulgado no 'site' da CNE, o recém-criado Partido Pelos Animais e Pela Natureza (PAN) apresentou listas em 21 círculos eleitorais, não concorrendo apenas por Bragança.
O Partido Trabalhista Português irá concorrer a 19 círculos, ficando de fora nos círculos de Faro, Viana do Castelo e Fora da Europa.
O partido Portugal Pró-Vida (PPV) apresentou listas em 12 círculos eleitorais, enquanto o Partido Democrático do Atlântico (PDA) e o Partido Nova Democracia (PND) concorrem em nove círculos.
Já o Partido Humanista (PH) e o Partido Operário da Unidade Socialista (POUS) irão concorrer em oito círculos.
Por círculos eleitorais, 17 forças políticas concorrem pelo Porto, 16 por Braga e Lisboa e 15 por Setúbal.
Por Braga apenas não concorre o Partido Humanista, enquanto o Partido Democrático do Atlântico é o único que não apresentou listas por Lisboa.
Estes dois partidos não concorrem pelo círculo de Setúbal.
Segundo a Lei Eleitoral da Assembleia da República, "as candidaturas são apresentadas pelos partidos políticos, isoladamente ou em coligação, desde que registados até ao início do prazo de apresentação de candidaturas e as listas podem integrar cidadãos não inscritos nos respectivos partidos".

Fernando Nobre: O Verdadeiro Artista Português


Fernando Nobre: O Verdadeiro Artista Português
…”partido politico nem pensar, nunca. Não peço nada, nunca pedi por isso eu não aceitarei nenhum cargo partidário nem governativo. Está assente, não volto atrás.”SIC Noticias, 28.02.2011
Não deixes de ler até o fim…. Estamos perante um homem que nunca abandona a família e pensa no seu futuro!!!
Explicação merecida
A razão porque divulgo estes elementos deve-se, exclusivamente, ao comportamento sem princípios e sem valores do Dr. Fernando Nobre. Valores que tanto proclamou, de forma arrogante, contra todos os que exerciam cargos políticos (que estão longe de serem uns santos…) que dizia contaminados pelo Poder. Falando um verdadeiro português: um aldrabão, oportunista, um pantomineiro político. Acrescento que o que está aqui em causa é só o comportamento do Dr. Fernando Nobre e não quem o convidou….porque isso é jogo político, goste-se o não dos métodos.
Tudo o que está escrito, pode encontrar-se no Relatório e Contas 2009 da AMI (site - a AMI -Tudo sobre AMI- em nºs).
Envio Estrutura Orgânica da Fundação AMI, entidade reconhecida como de interesse público e sem fins lucrativos, para que o modelo não se venha a reproduzir na futura Assembleia da República …. os dois órgãos duplicam-se entre os familiares para poupar recursos humanos, financeiros e de transportes ( saem todos da mesma casa)..
Conselho de Administração da AMI
 Presidente- Fernando Nobre
Vice-Pres.-Leonor Nobre(irma)
Secret. geral-Luísa Nobre(mulher)
Vogal-Carlos nobre
Vogal-José Luís Nobre

Direcção Geral da AMI

Director Geral- Fernando Nobre 
Assessora- Isabel Nobre
Directora Geral Adjunta- Leonor Nobre
Directora Geral Adjunta-Luísa Nobre 
??????- O neto nao tem ainda idade para a função...

Notas acrescidas: O Relatório e Contas é assinado por Fernando Nobre e Carlos Nobre e o Conselho Fiscal é presidido por Manuel Dias Lucas casado com Leonor Nobre  logo cunhado de Fernando Nobre.
 Desculpem mas não resisto…. a Coreia do Norte ou a Arábia Saudita ainda têm muito a aprender com a Grande Família Nobre !!!

Património
 O património da família Nobre…desculpem da AMI em que a família Nobre se limita a gerir/controlar/avaliar/fiscalizar/avaliar/monitorizar/distribuir….
Ver Relatório Contas 2009 da AMI (pág. 87), fundação de ajuda humanitária, emergências e catástrofes e que sobrevive (?) com o apoio de entidades públicas (IPAD- Instituto Português para o Apoio ao Desenvolvimento) .
É possível encontrar alguns nºs interessantes.
Activos Brutos
1.capital em empresas associadas………………     2.013,726 euros.
2. aplicações financeiras em imóveis…………     1.346,896euros
3.aplicações financeiras/obras de arte…………….  126.751euros
4.aplicações financeiras/filatelia………………………  656.844 euros
Subtotal ………………………………     4 milhões 144mil e  218 euros
5. terrenos e recursos naturais…………..               1.004.095euros
6. Edifícios………………………………                               5.858.161euros
7.Equipamento básico…………………………..                 265.839euros
8.Equipamento de transporte……………..                   608.941euros
9. Equipamento administrativo………                       375.868euros
Subtotal   ………………………………………………………..8.220.074euros
Total de Activos 12milhões 740 mil e 906 euros.
Como no relatório não consigo saber quanto é que o Estado Português ou as entidades públicas subsidiaram a AMI, em 2009, exijo sabê-lo porque quero saber para quantos selos ou peças de arte eu contribui.
E assim vai Portugal…uns bem e outros mal !!!!

Dever-Honra e Serviço.
Por Portugal.


Eis a questão!

Esta, que dá um empate técnico a PS e PSD, mas claramente uma maioria de esquerda no Parlamento. Ou seja, mais ou menos como estamos, só que com uma carga de confusão em cima e o FMI e a UE a mandarem, no essencial, nisto.
Este é o ambiente ideal para os apelos ao Bloco Central, pois fica sem existir uma solução governativa alternativa funcional.
Vejamos:
  • Ao não aceitarem a ingerência externa, PCP e BE mostram-se indisponíveis para uma coligação com o PS, com ou sem Sócrates. Por maioria de razão, não os vejo a viabilizar, pela abstenção, um governo PSD/CDS.
  • O PS, caso ganhe as eleições, sozinho, tendo feito o pedido de ajuda financeira externa, não tem condições para governar, muito menos com Sócrates a PM.
  • O PSD, caso ganhe as eleições, sozinho ou acompanhado, será derrotado pela esquerda parlamentar à primeira oportunidade.
  • O CDS-PP, criou manias de grandeza, ser governo com o Portas como Primeiro Ministro(por acaso, embora me custe tem um bom "elan" politico a cerca-lo neste momento), mas que os Deuses nos salvem, tanto poderá fazer coligação há esquerda ou direita o que interessa e´governar...
    Resta, portanto, se as coisas continuarem assim, a solução pastosa do Bloco Central.
    Só que não se vê como Sócrates e Passos Coelho poderiam gerir uma situação dessas a dois. O que perder as eleições, num cenário desses, teria de ser rapidamente afastado pelo seu próprio partido, para abrir caminho à tal coligação. Nesse particular, Passos Coelho está muito mais vulnerável, pois tem abertamente contra si inúmeros barões laranjas, que não se coíbem nada de o zurzir publicamente sempre que podem e nem falo de Pacheco Pereira para quem isso é ofício de vida. Já em redor de Sócrates se acoitaram quase todos, desde Alegre a Assis, Passando por Ferro Rodrigues. De fora, muito pouca gente e ainda menos com voz própria credível (Carrilho não conta, por causa da questão da credibilidade).
    O espantoso é que, nesta altura, após tanto asneirame do Governo e tanta pirueta de Sócrates, o PSD ainda tem conseguido transmitir uma imagem menos eficaz para o exterior. Ao menos o PS erra com convicção; o PSD, mesmo quando acerta, parece que o faz meio envergonhado.
    Anote-se que eu detesto a ideia de ser governado por um manto acinzentado, em forma de Centrão. Gostaria que houvesse uma maioria clara à Direita ou Esquerda e que, por uma vez, as águas se movessem. Mas, à Direita a maioria absoluta parece claramente impossível para o PSD e é muito duvidosa, mesmo com o CDS a apoiar. E à Esquerda, a maioria absoluta parece bem possível, mas este PS não é compatível para uma solução governativa com o Bloco e o PCP, apesar de certas pontes.
    O que nos deixaria à mercê do compromisso nacional, em que todos metem a colher e nada se distingue. Onde teríamos Catroga em vez de Teixeira dos Santos e Miguel Relvas em vez de Lacão e Canavarro em vez de Alçada, mas pouco mais. Quiçá mesmo um Portas em vez de Amado.
    Mas tudo isto revela-nos duas realidades indesmentíveis:
    • Apesar do buraco em que nos enterrou, este Partido de Sócrates – apoiando pelo medo da Direita fomentado pela Esquerda que ele despreza, excepto em causas fracturantes e TGV – ainda merece a confiança de mais de um terço dos eleitores. E isso chega para, com o crescimento da Esquerda mais à esquerda, inviabilizar uma solução sem o próprio PS.
    • Apesar de parecer que estas eleições estariam no papo, o PSD tem-se esmerado em hesitar (não se percebe o atraso no programa eleitoral), espalhar-se ao comprido (sempre que fala um guru ansioso e inteligente em vez do chefe ou do Miguel Relvas) ou ser torpedeado a partir de dentro (Menezes, Marques Mendes, Pacheco, Capucho), demonstrando como tem uma equipa política ainda com uma dose assinalável de amadorismo para andanças em que Santos Silva, Lacão, Assis, Silva Pereira e Ciª se sentem como tubarões em praia da Califórnia cheia de turistas nutridos.
    Resumindo: ou o eleitorado se agita (para a Esquerda e para a Direita, impedindo o engenheiro de vencer e de ficar com todos os trunfos para continuar) e percebe que o tempo deste homem tem de acabar de uma vez, ou estamos muito bem (mal?) fornicados e cada vez pior pagos.

    Ca´ vamos andando e navegando, estamos na nau da barca de Gil Vicente...Ai Jesus que nos afundamos para onde que nos viremos.