PORTUGAL GLORIOSA PATRIA DOS LUSITANOS

PORTUGAL GLORIOSA PATRIA DOS LUSITANOS
LUSITANOS LEVANTAI DE NOVO O ESPLENDOR DE PORTUGAL

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

O ditadorzinho da Madeira...

Quem são os Bananas do Continente?

Somos todos nós. 

Pergunto como permitimos estas situações?!...


Ele chupa os seus havanos
Com um prazer evidente
E, irónico, chama "cubanos"
Aos bananas do continente!... 
E lá se vai enchendo, enquanto o povo passa as ruas da amarguras.
Não se sabe as contas offshore que possuiu, mas também este governo não lhe interessa muito descobrir as "carecas" deste "senhor".
Temos a classe política mais corrupta da Europa e do mundo estamos entre as maiores, o que esperávamos?!...

....SOLIDARIEDADE...IGUALDADE...JUSTIÇA SOCIAL...ETC, ETC‏

Apreciem o despotismo e grandeza no "atulhar" os seus bolsos.... desta senhora do FMI..

Christine Lagarde receberá no FMI menos que Faria de Oliveira na CGD

Christine Lagarde receberá no FMI menos que Faria de Oliveira na CGD
 
 
Christine Lagarde receberá do FMI mais 10% que Dominique Strauss-Kahn, mas mesmo assim menos que o presidente da Caixa Geral de Depósitos, entre outros gestores portugueses, pelo que a senhora ainda está mal paga pelo padrão de Portugal

Com tantos banqueiros e gestores tão bem pagos, não se percebe como é que Portugal está tão desesperadamente falido. Ou talvez se perceba.
Ora aí está um bom sítio onde podemos fazer poupanças. E não colhe o
argumento de que nos arriscaríamos a perder os melhores...
  Vencimento : Lagarde vai receber mais 10% do que DSK no FMI
 A nova directora do FMI, Christine Lagarde, vai ter um rendimento anual
 líquido de 323 mil euros, a que se somam 58 mil euros para gastar em
 despesas, o que representa mais 10% do que o seu antecessor, Dominique
 Strauss-Kahn.
 A antiga ministra francesa da Economia assinou hoje contrato para dirigir a
  instituição durante 5 anos.

O total de 381 mil euros anuais que Lagarde vai receber (salário mais
despesas) é um aumento de 11% relativamente ao que recebia Dominique
Strauss-Kahn, o ex-director da instituição acusado de abusar sexualmente de
uma camareira de hotel em Nova Iorque.
Quando foi nomeado, em 2007, Dominique Strauss-Kahn acordou em receber um salário anual de 291 mil euros, com despesas de representação de 52 mil
euros - um total de 343 mil euros. Menos quase 38 mil euros anuais do que
vai agora receber a francesa.
Christine Lagarde é a 1ª mulher a dirigir a instituição e a única que não é
 economista de formação, desde a sua fundação em 1944.
 Para que conste, retirado do site da CGD, referente a 2009 (não divulgaram
 os valores de 2010 nem de 2011...):
 Presidente - remuneração base: 371.000,00€; Prémio de gestão: 155.184,00€;
 Gastos de utilização de telefone: 1.652,47€; Renda de viatura: 26.555,23€;
 combustível: 2.803,02€; subsídio de refeições: 2.714,10€; subsídio de
 deslocação: 104,00€; despesas de representação: cartão de crédito onde
 "apenas" são consideradas despesas decorrentes da actividade devidamente
documentadas com facturas e comprovativos de movimento - não quantificado...

 Em suma, apenas com o vencimento base e o prémio de gestão, foram
 526.184,00€!!! (a Directora do FMI foram 381€ já com despesas de
 representação) e depois ainda há uns gastos com telefones, combustíveis, etc., para além de um cartão de crédito de valor não quantificado!

 Palavras para quê?  Onde é que está a crise ??

Crise só se for para nós, eles sugam-nos tudo...

Divagações nesta república das bananas...

Indignado ou não indignado eis a questão?!...


Hoje consegui saber após a Manifestação dos Policias que neste País há "Policias Indignados" e "Policias Não Indignados"
 
 


- E quem vai substituir os médicos? Se quando vamos às urgências passamos lá quatro a cinco horas, agora como vai ser ???

- Sempre ouvi dizer que quem não tem dinheiro não tem vícios!!...


Para aumentar o zoom clicar em cima das imagens

- Penso que esta decisão do Governo é muito discutível. Que se legisle de forma a acabar com determinados gastos abusivos, ainda vá que não vá, que há gente a mais na politica também é capaz de ser verdade, mas perante isto pergunto afinal qual é o papel que cabe aos munícipes e que sentido de voto tem o dos eleitores nas eleições  autárquicas?

- 10 Milhões em Salário fora de S. Bento  ??? Não será algum dele muito  mal gasto!!!...
 

 "Ninguém sai da Política de mãos limpas"

        D. José Policarpo - Cardeal-Patriarca de Lisboa


Se Senhor Cardeal o afirma...Quem se atreve a desmenti-lo?

Os Tipos do Tribunal de Contas são umas "melgas"?! Não são?!...



OS 12 aviões para transporte militar e vigilância marítima comprados pelo anterior Governo para a Força Aérea tinham um custo inicial de 275 milhões de euros e acabaram por custar 390 milhões – mais 42%. Ou seja, o dinheiro que se gastou a mais (115 milhões) dava para comprar 17 aeronaves.

Os valores foram apurados pelo Tribunal de Contas no âmbito de uma auditoria agora concluída à DEFAERLOC-Locação de Aeronaves Militares. Esta empresa do grupo EMPORDEF (holding estatal das suas indústrias de Defesa) comprou as 12 aeronaves em causa (modelo C-295M), que vieram substituir os velhos ‘Aviocar’ da Força Aérea. O contrato de aquisição foi feito no início de 2006, sendo da responsabilidade directa dos então ministros da Defesa e das Finanças, Luís Amado e Teixeira dos Santos, respectivamente. Os últimos dois aviões, do total de 12, foram entregues a Portugal já em Março deste ano.
Segundo o SOL apurou, a auditoria do TC foi aprovada no passado dia 15 pelos juízes-conselheiros da 2.ª Secção, devendo ser divulgada oficialmente nas próximas semanas. As conclusões – consideradas muito graves – estão a ser comunicadas aos ministérios da tutela (Finanças e Defesa), ao Presidente da República (comandante supremo das Forças Armadas) e ao Parlamento.
Além do desvio nos custos, o TC alerta para a complexidade do negócio que foi montado, com o único objectivo de fasear os pagamentos e assim controlar o impacto da compra no défice do Estado – o que custou ao bolso dos contribuintes mais 115 milhões, como já se referiu.
As explicações para este desvio estão no esquema em si que foi montado e nas alterações ao projecto inicial de construção (a pedido do Estado), que tiveram como resultado o atraso de mais de um ano na entrega dos 12 aviões. Tudo somado fez com que fosse necessário negociar com a banca um alargamento do financiamento, em condições mais onerosas.
Um esquema para controlar o défice A ironia é que – e tendo em conta o que tem vindo a público nos últimos meses sobre a dívida do Estado e a discussão em torno da fiscalização e da responsabilização dos titulares de cargos políticos e de altos quadros públicos – já em 2006, num relatório de acompanhamento da execução da Lei de Programação Militar, o TC alertou para os riscos deste esquema financeiro e contratual que o Governo adoptara para a aquisição de equipamentos militares.
O modelo foi o seguinte: o Ministério da Defesa criou uma empresa, a DEFAERLOC, só com o objectivo de ser esta a comprar as 12 aeronaves ao candidato vencedor, o consórcio europeu EADS CASA. A seguir, a Defesa fez um contrato de locação com a DEFAERLOC, pelo qual esta lhe alugou os aviões, para uso da Força Aérea, mediante o pagamento de rendas. A DEFAERLOC pediu seguidamente um empréstimo a um sindicato bancário (Caixa-Banco de Investimento, BES, BCP e BPI), para poder fazer a aquisição, cedendo-lhe o direito sobre os créditos resultantes do aluguer dos aviões. E assim, no fim, foi o Estado quem pagou directamente aos bancos as ‘rendas’ pelo aluguer dos aviões – sendo a DEFAERLOC apenas uma sociedade meramente instrumental.
De salientar que, à compra das aeronaves, há que somar mais 100 milhões de euros de um contrato de manutenção das aeronaves, feito pela DEFAERLOC com o mesmo consórcio vendedor.

E esta!...
Vivendo na república das bananas de Portugal ...

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Escândalo na UE - ATENÇÃO LER E DIVULGAR - URGENTE

Do Jornal LE POINT:

http://www.lepoint.fr/economie/les-retraites-en-or-de-l-europe-19-05-2009-344867_28.php
http://www.lepoint2.com/sons/pdf/Etude-Hauts-Fonctionnaires-Europeens.pdf
Escândalo na UE - ATENÇÃO LER E DIVULGAR - URGENTE

Noruegueses, Finlandeses, Suecos, Franceses,....Portugueses!, todos a denunciar! e a exigir HONESTIDADE.
Já reparou?

Os políticos europeus estão a lutar como loucos para entrar na administração da UE!
E por quê?
Leia o que segue, pense bem e converse com os amigos.

Envie isto para os europeus que conheça!
Simplesmente, escandaloso.

Foi aprovada a aposentadoria aos 50 anos com 9.000 euros por mês para os funcionários da EU!!!.
Este ano, 340 agentes partem para a reforma antecipada aos 50 anos com uma pensão de 9.000 euros por mês.
Sim, leu correctamente!
Para facilitar a integração de novos funcionários dos novos Estados-Membros da UE (Polónia, Malta, países da Europa Oriental ...), os funcionários dos países membros antigos (Bélgica, França, Alemanha ..) receberão da Europa uma prenda de ouro para se aposentar.
Porquê e quem paga isto?
Você e eu estamos a trabalhar ou trabalhámos para uma pensão de miséria, enquanto que aqueles que votam as leis se atribuem presentes de ouro.

A diferença tornou-se muito grande entre o povo e os "Deuses do Olimpo!"

Devemos reagir por todos os meios começando por divulgar esta mensagem para todos os europeus.
É uma verdadeira Mafia a destes Altos Funcionários da União Europeia ....
Os tecnocratas europeus usufruem de verdadeiras reformas de nababos ...

Mesmo os deputados nacionais que, no entanto, beneficiam do "Rolls" dos regimes especiais, não recebem um terço daquilo que eles embolsam.
Vejamos!

Giovanni Buttarelli, que ocupa o cargo de Supervisor Adjunto da Protecção de Dados, adquire depois de apenas 1 ano e 11 meses de serviço (em Novembro 2010), uma reforma de 1 515 ? / mês.
O equivalente daquilo que recebe em média, um assalariado francês do sector privado após uma carreira completa (40 anos)..
O seu colega, Peter Hustinx acaba de ver o seu contrato de cinco anos renovado.

Após 10 anos, ele terá direito a cerca de 9 000 de pensão por mês.
É simples, ninguém lhes pede contas e eles decidiram aproveitar ao máximo.

É como se para a sua reforma, lhes fosse passado um cheque em branco.
Além disso, muitos outros tecnocratas gozam desse privilégio:

1. Roger Grass, Secretário do Tribunal Europeu de Justiça, receberá ? 12 500 por mês de pensão.
2. Pernilla Lindh, o juiz do Tribunal de Primeira Instância, ? 12 900 por mês.
3. Damaso Ruiz-Jarabo Colomer, advogado-geral, 14 000 ? / mês.

Consulte a lista em:

http://www.kdo-mailing.com/redirect.asp?numlien=1276&numnews=1356&numabonneXSSCleanedXSSCleanedXSSCleaned=62286
Para eles, é o jackpot.
No cargo desde meados dos anos 1990, têm a certeza de validar uma carreira completa e, portanto, de obter o máximo: 70% do último salário.
É difícil de acreditar ...
Não só as suas pensões atingem os limites, mas basta-lhes apenas 15 anos e meio para validar uma carreira completa, enquanto para você, como para mim, é preciso matar-se com trabalho durante 40 anos, e em breve 41 anos.
Confrontados com o colapso dos nossos sistemas de pensões, os tecnocratas de Bruxelas recomendam o alongamento das carreiras: 37,5 anos, 40 anos, 41 anos (em 2012), 42 anos (em 2020), etc.

 
Mas para eles, não há problema, a taxa plena é 15,5 anos...
De quem estamos falando?

Originalmente, estas reformas de nababos eram reservadas para os membros da Comissão Europeia e, ao longo dos anos, têm também sido concedida a outros funcionários.
Agora eles já são um exército inteiro a beneficiar delas: juízes, magistrados, secretários, supervisores, mediadores, etc.

Mas o pior ainda, neste caso, é que eles nem sequer descontam para a sua grande reforma.
Nem um cêntimo de euro, tudo é à custa do contribuinte ...
Nós, contribuímos toda a nossa vida e, ao menor atraso no pagamento, é a sanção: avisos, multas, etc.
Sem a mínima piedade.
Eles, isentaram-se totalmente disso.
Parece que se está a delirar!

Esteja ciente, que até mesmo os juízes do Tribunal de Contas Europeu que, portanto, é suposto « verificarem se as despesas da UE são legais, feitas pelo menor custo e para o fim a que são destinadas », beneficiam do sistema e não pagam as quotas.
E que dizer de todos os tecnocratas que não perdem nenhuma oportunidade de armarem em «gendarmes de Bruxelas» e continuam a dar lições de ortodoxia fiscal, quando têm ambas as mãos, até os cotovelos, no pote da compota?

Numa altura em que o futuro das nossas pensões está seriamente comprometido pela violência da crise económica e da brutalidade do choque demográfico, os funcionários europeus beneficiam, à nossa custa, da pensão de 12 500 a 14 000 ? / mês após somente 15 anos de carreira, mesmo sem pagarem quotizações...
 
É uma pura provocação!
O objectivo é alertar todos os cidadãos dos Estados-Membros da União Europeia.

Juntos, podemos criar uma verdadeira onda de pressão.

Não há dúvida de que os tecnocratas europeus continuam a gozar à nossa custa e com total impunidade, essas pensões.
 
Nós temos que levá-los a colocar os pés na terra.

«Sauvegarde Retraites» realizou um estudo rigoroso e muito documentado que prova por "A + B" a dimensão do escândalo.
 
Já foi aproveitado pelos media.

http://www.lepoint.fr/actualites-economie/2009-05-19/revelations-les-retraites-en-or-des-hauts-fonctionnaires-europeens/916/0/344867


DIVULGUE!
DIVULGUE!
DIVULGUE!
 
Quantos mais souberem deste descaramento de r..... melhor!!!...

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Nacionalista

O verdadeiro Nacionalista usa sempre o verdadeiro equilíbrio porque o equilíbrio leva-nos ao conhecimento pleno da Nação e do Povo e/ou da Raça.

O Mundo de hoje, mais do que nunca, necessita de um equilíbrio eficaz, com uma Democracia forte e um Líder capaz de liderar.
A liderança é necessária para um povo estável, onde possa confiar no Líder e que o seu Líder dê confiança ao seu Povo.

O Nacionalista está aberto a todos, sem marginalizar nenhum grupo e/ou Pessoa, mesmo que tal “abertura” seja incomoda para as “vozes dominantes”.
Quantos grupos, existente nas Nações, lutam por uma Verdade que há vista de muitos é uma “Verdade radical” onde a sua vida pode estar em perigo, expondo-a com coragem e valentia.

Olhar para a Verdade de um Povo é olhar para a sua “verdadeira face” que nos leva a um “verdadeiro fascínio”.

O radicalismo não nos leva a nenhuma Verdade mas pode-nos ajudar a compreender o sentido da Verdade.




É urgente que o Nacionalista entre em diálogo com todos os grupos, mais ou menos tolerantes de forma a que cada Raça tenha os seus devidos direitos, havendo respeito e cooperação entre todas as Nações, sem desfazer a sua “identidade racial” e os Valores de cada País.
A Raça é necessária para cada País pois é nela que se transmite “valores Nacionais” e uma identidade própria.
Quantas Raças existentes no Mundo são necessárias para um desenvolvimento eficaz e pleno: Raça Africana, Raça Europeia, Raça Asiática, Raça Americana. Todas elas lutam por objectivos próprios mas comuns.

Como é necessário que cada Raça tenha um Continente próprio onde se identifique e se sinta Verdadeiramente Livre.

Toda a separação tem que ser feita com respeito e lealdade para com o próximo.
A separação não é individualista porque ela coopera com o próximo, sem desfazer o que lhe pertence.
A Separação torna-se um equilíbrio eficaz e concreto para cada Continente e Raça.



Tal como tu precisas de equilíbrio assim a tua Nação necessita: o equilíbrio Nacionalista torna-se o verdadeiro sentido pleno da sua Nacionalidade.

Explicar - e tá bem explicado (dinheirinho!!!)‏

Mais coisa, menos coisita, é assim sem tirar nem pôr!

Explicar o BCE na esplanada do café...


O Verão esmerou-se. Um sol agradável acariciava-nos na esplanada
do café à beira da minha porta. A chegada do Senhor Antunes, o mais
popular dos meus vizinhos, deu ensejo a uma lição sobre Europa e
finanças a nós todos que disto pouco ou nada percebemos.

- Oh Sô Antunes explique lá isso do Banco Central Europeu, aqui à
rapaziada do Café.
- Então vá, vá lá, Só por esta vez. O BCE é o banco central dos
Estados da UE que pertencem à zona euro, como é o caso de Portugal.
- E donde veio o dinheiro do BCE?
- O capital social, o dinheiro do BCE, é dinheiro de nós todos,
cidadãos da UE, na proporção da riqueza de cada país. Assim, à
Alemanha correspondeu 20% do total. Os 17 países da UE que aderiram ao
euro entraram no conjunto com 70% do capital social e os restantes 10
dos 27 Estados da UE contribuiram com 30%.
- E é muito, esse dinheiro?
- O capital social era 5,8 mil milhões de euros mas no fim do ano
passado foi decidido fazer o 1º aumento de capital desde que há cerca
de 12 anos o BCE foi criado, em três fases. No fim de 2010, no fim de
2011 e no fim de 2012 até elevar a 10,6 mil milhões o capital do
banco.
- Então, se o BCE é o banco destes Estados pode emprestar dinheiro a
Portugal, não? Como qualquer banco pode emprestar dinheiro a um ou
outro dos seus accionistas.
- Não, não pode.
- ???
- Porquê? Porque... porque, bem... são as regras.
- Então, a quem pode o BCE emprestar dinheiro?
- A outros bancos, já se vê, a bancos alemães, bancos franceses ou portugueses.
- Ah percebo, então Portugal, ou a Alemanha, quando precisa de
dinheiro emprestado não vai ao BCE, vai aos outros bancos que por sua
vez vão ao BCE e tal.
- Pois.
- Mas para quê complicar? Não era melhor Portugal ou a Grécia ou a
Alemanha irem directamente ao BCE?
- Não. Sim. Quer dizer... em certo sentido... mas assim os banqueiros
não ganhavam nada nesse negócio!
- ??!!..
- Sim, os bancos precisam de ganhar alguma coisinha. O BCE de Maio a
Dezembro de 2010 emprestou cerca de 72 mil milhões de euros a países
do euro, a chamada dívida soberana, através de um conjunto de bancos
XPTO, a 1% e esse conjunto de bancos XPTO emprestaram ao Estado
português e a outros Estados a 6 ou 7%.
- Mas isso assim é um "negócio da China"! Só para irem a Bruxelas
buscar o dinheiro!
- Neste exemplo, ganharam uns 3 ou 4 mil milhões de euros. E não têm
de se deslocar a Bruxelas, nem precisam de levantar o cu da cadeira. E
qual Bruxelas qual carapuça. A sede do BCE é na Alemanha, em
Frankfurt, onde é que havia de ser?
- Mas, então, isso é um verdadeiro roubo... com esse dinheiro
escusava-se até de cortar nas pensões, no subsídio de desemprego ou de
nos tirarem o 13º mês, que já dizem que vão tirar...
- Mas, oh seu Zé, você tem de perceber que os bancos têm de ganhar
bem, senão como é que podiam pagar os dividendos aos accionistas e
aqueles ordenados aos administradores que são gente muito
especializada.
- Mas quem é que manda no BCE e permite um escândalo destes?
- Mandam os governos dos países da zona euro. A Alemanha em primeiro
lugar que é o país mais rico, a França, Portugal e os outros países.
- Deixa ver se percebo. Então, os Governos dão o nosso dinheiro ao BCE
para eles emprestarem aos bancos a 1% para depois estes emprestarem a
5 e a 7% aos Governos donos do BCE?
- Não é bem assim. Como a Alemanha é rica e pode pagar bem as dívidas,
os bancos levam só uns 3%. A nós ou à Grécia ou à Irlanda que estamos
de corda na garganta e a quem é mais arriscado emprestar é que levam
juros a 6%, a 7 ou mais.
- Nós somos os donos do dinheiro e nós não podemos pedir ao nosso banco...
- Nós, nós, qual nós? O país, Portugal ou a Alemanha, é composto por
gentinha vulgar e por pessoas importantes que dão emprego e tal. Você
quer comparar um borra-botas qualquer que ganha 400 ou 600 euros por
mês ou com um calaceiro que anda para aí desempregado com um grande
accionista que recebe 5 ou 10 milhões de dividendos por ano, ou com um
administrador duma grande empresa ou de um banco que ganha, com os
prémios a que tem direito, uns 50, 100, ou 200 mil euros por mês. Não
se pode comparar.
- Mas, e os nossos Governos aceitam uma coisa dessas?
- Os nossos Governos, os nossos Governos... mas o que é que os
governos podem fazer? Por um lado, são, na maior parte, amigos dos
banqueiros ou estão à espera dos seus favores, de um empregozito
razoável quando lhes faltarem os votos. Em resumo, não podem fazer
nada, senão quem é que os apoiava?
- Mas oh que porra de gaita! Então eles não estão lá eleitos por nós?
- Em certo sentido, sim, é claro, mas depois... quem tem a massa é que
manda. Não viu isto da maior crise mundial de há um século para cá?
Essa coisa a que chamam sistema financeiro que transformou o mundo da
finança num casino mundial como os casinos nunca tinham visto nem
suspeitavam e que ia levando os EUA e a Europa à beira da ruína? É
claro, essas pessoas importantes levaram o dinheiro para casa e
deixaram a gentinha que tinha metido o dinheiro nos bancos e nos
fundos a ver navios. Os governos, então, nos EUA e cá na Europa, para
evitar a ruína dos bancos tiveram que repor o dinheiro.
- E onde o foram buscar?
- Onde havia de ser!? Aos impostos, aos ordenados, às pensões. Donde é
que havia de vir o dinheiro do Estado?...
- Mas meteram os responsáveis na cadeia?
- Na cadeia? Que disparate. Então, se eles é que fizeram a coisa,
engenharias financeiras sofisticadíssimas, só eles é que sabem aplicar
o remédio, só eles é que podem arrumar a casa. É claro que alguns mais
comprometidos, como Raymond McDaniel, que era o presidente da Moody's,
uma dessas agências de rating que classificaram a credibilidade de
Portugal para
pagar a dívida como lixo e atiraram com o país ao tapete, foram
passados à reforma. O Sr. McDaniel é uma pessoa importante, levou uma
indemnização de 10 milhões de dólares a que tinha direito.
- Oh Sor Antunes, então como é? Comemos e calamos?
- Isso já não é comigo, eu só estou a explicar...


DEFINITIVAMENTE: PARECE QUE É NECESSÁRIO FISCALIZAR A ACTIVIDADE DOS
GOVERNOS, E QUE O VOTO, ENQUANTO CHEQUE EM BRANCO, NÃO GARANTE A DEMOCRACIA
E A JUSTIÇA SOCIAL.

Carta de um cliente ao BES, Digno de se ler.

 (Esta carta foi direccionada ao banco BES, porém devido à criatividade com que foi redigida, deveria ser direccionada a todas as instituições financeiras.)  
      Exmos. Senhores Administradores do BES  
Gostaria de saber se os senhores aceitariam pagar uma taxa, uma pequena taxa mensal, pela existência da padaria na esquina da v/. Rua, ou pela existência do posto de gasolina ou da farmácia ou da tabacaria, ou de qualquer outro desses serviços indispensáveis ao nosso dia-a-dia.  
Funcionaria desta forma: todos os senhores e todos os usuários pagariam uma pequena taxa para a manutenção dos serviços (padaria, farmácia, mecânico, tabacaria, frutaria, etc.). Uma taxa que não garantiria nenhum direito extraordinário ao utilizador. Serviria apenas para enriquecer os proprietários sob a alegação de que serviria para manter um serviço de alta qualidade ou para amortizar investimentos. Por qualquer outro produto adquirido (um pão, um remédio, uns litro de combustível, etc.) o usuário pagaria os preços de mercado ou, dependendo do produto, até ligeiramente acima do preço de mercado.  
Que tal?  
Pois, ontem saí do BES com a certeza que os senhores concordariam com tais taxas. Por uma questão de equidade e honestidade. A minha certeza deriva de um raciocínio simples.  
Vamos imaginar a seguinte situação: eu vou à padaria para comprar um pão. O padeiro atende-me muito gentilmente, vende o pão e cobra o serviço de embrulhar ou ensacar o pão, assim como todo e qualquer outro serviço. Além disso impõe-se taxas de. Uma 'taxa de acesso ao pão', outra 'taxa por guardar pão quente' e ainda uma 'taxa de abertura da padaria'. Tudo com muita cordialidade e muito profissionalismo, claro.  
Fazendo uma comparação que talvez os padeiros não concordem, foi o que ocorreu comigo no meu Banco.  
Financiei um carro, ou seja, comprei um produto do negócio bancário. Os senhores cobram-me preços de mercado, assim como o padeiro cobra-me o preço de mercado pelo pão.  
Entretanto, de forma diferente do padeiro, os senhores não se satisfazem cobrando-me apenas pelo produto que adquiri.  
Para ter acesso ao produto do v/. negócio, os senhores cobram-me uma 'taxa de abertura de crédito'-equivalente àquela hipotética 'taxa de acesso ao pão', que os senhores certamente achariam um absurdo e se negariam a pagar  
Não satisfeitos, para ter acesso ao pão, digo, ao financiamento, fui obrigado a abrir uma conta corrente no v/. Banco. Para que isso fosse possível, os senhores cobram-me uma  'taxa de abertura de conta'.  
Como só é possível fazer negócios  com os senhores depois de abrir uma conta, essa 'taxa de abertura de conta' se assemelharia a uma 'taxa de abertura de padaria', pois só é possível fazer negócios com o padeiro, depois de abrir a padaria.  
Antigamente os empréstimos bancários eram popularmente conhecidos como 'Papagaios'. Para gerir o 'papagaio', alguns gerentes sem escrúpulos cobravam 'por fora', o que era devido. Fiquei com a impressão que o Banco resolveu antecipar-se aos gerentes sem escrúpulos. Agora, ao contrário de 'por fora' temos muitos 'por dentro'.  
Pedi um extracto da minha conta - um único extracto no mês - os senhores cobram-me uma taxa de 1 EUR. Olhando o extracto, descobri uma outra taxa de 5 EUR 'para manutenção da conta' - semelhante àquela 'taxa de existência da padaria na esquina da rua'.  
A surpresa não acabou. Descobri outra taxa de 25 EUR a cada trimestre - uma taxa para manter um limite especial que não me dá nenhum direito. Se eu utilizar o limite especial vou pagar os juros mais altos do mundo. Semelhante àquela 'taxa por guardar o pão quente'.  
Mas os senhores são insaciáveis.  
A prestável funcionária que me atendeu, entregou-me um desdobrável onde  sou informado que me cobrarão taxas por todo e qualquer movimento que eu fizer.  
Cordialmente, retribuindo tanta gentileza, gostaria de alertar que os senhores se devem ter esquecido de cobrar o ar que respirei enquanto estive nas instalações de v/. Banco.  
Por favor, esclareçam-me uma dúvida: até agora não sei se comprei um financiamento ou se vendi a alma?  
Depois de eu pagar as taxas correspondentes talvez os senhores me respondam informando, muito cordial e profissionalmente, que um serviço bancário é muito diferente de uma padaria. Que a v/. responsabilidade é muito grande, que existem inúmeras exigências legais, que os riscos do negócio são muito elevados, etc., etc., etc. e que apesar de lamentarem muito e de nada poderem fazer, tudo o que estão a cobrar está devidamente coberto pela lei, regulamentado e autorizado pelo Banco de Portugal. Sei disso, como sei também que existem seguros e garantias legais que protegem o v/. negócio de todo e qualquer risco. Presumo que os riscos de uma padaria, que não conta com o poder de influência dos senhores, talvez sejam muito mais elevados.  
Sei que são legais, mas também sei que são imorais. Por mais que  estejam protegidos pelas leis, tais taxas são uma imoralidade. O cartel algum dia vai  acabar e cá estaremos depois para cobrar da mesma forma.  

 

A REVOLUÇÃO APROXIMA-SE!!!
NECESSÁRIA ELA É.
A PÁTRIA E O POVO PRECISA DE NOVO SANGUE PARA PERCORRER NOVOS CAMINHOS...
SEREMOS POUCOS? NÃO O CREIO.
A MUDANÇA É VITAL, COMO O AR QUE RESPIRAMOS.

VIVEMOS NO PAÍS DOS ESQUEMAS, DOS CORRUPTOS E DOS LADRÕES

Presidente dos CTT recebia dois ordenados - UMA VERGONHA!!!!

COITADO DO SENHOR QUE PENSAVA QUE ISTO ERA UM PROCEDIMENTO NORMAL E NEM SE APERCEBEU DO QUE SE PASSAVA. 


Presidente dos CTT recebia dois ordenados
 
O Presidente do Conselho de Administração dos CTT, Estanislau Mata da Costa - que se demitiu no final do mês passado, sem ter terminado o mandato - recebeu, durante cerca de dois anos, dois vencimentos em simultâneo: um pelo cargo nesta empresa, de cerca de 15 mil euros, e outro correspondente às suas anteriores funções na PT, de 23 mil euros. E isto apesar de ter suspendido o vínculo laboral com a PT.

A descoberta foi feita pela Inspecção-Geral de Finanças (IGF), na sequência de uma auditoria realizada após denúncias da comissão de trabalhadores dos CTT sobre actos de alegada má gestão na empresa. Segundo soube o SOL, o Conselho de Administração da empresa terá recebido o relatório preliminar desta auditoria no dia 29. A demissão de Mata da Costa foi anunciada no dia seguinte e justificada pelo próprio com «razões exclusivamente do foro pessoal e familiar».
A IGF classifica esta acumulação de vencimentos por parte de Mata da Costa - num valor mensal de cerca de 40 mil euros (ao todo, um milhão e 575,6 mil euros recebidos entre Junho de 2005 e Agosto de 2007) - como «eticamente reprovável, ainda que possível do ponto de vista legal». Ainda assim, a IGF decidiu encaminhar o caso para a Procuradoria-Geral da República, por ter «dúvidas quanto à legalidade» da situação.
Segundo o relatório preliminar da IGF, a que o SOL teve acesso, Mata da Costa, que era quadro da PT, foi nomeado para presidir aos CTT em Junho de 2005. Mas, em vez de se desligar desta empresa, fez um acordo de «suspensão do contrato de trabalho, embora estranhamente sem perda de remuneração.


COMPREENDE PORQUE PORTUGAL ESTÁ NAS LONAS, OU PRECISA DE MAIS EXPLICAÇÕES ?????????????

Por favor dar conhecimento aos Portugueses porque os media andam distraídos(?)
A Guilhotina de Robespierre, mesmo enferrujada, fazia cá um jeitão...



Quando o
British Hospital surge numa conversa, tendemos a perguntar: o de Campo de Ourique ou o das Torres de Benfica? O hospital pertence ao Grupo Português de Saúde desde o início dos anos 1980. O Grupo Português de Saúde pertence ao universo da Sociedade Lusa de Negócios, a tal que tinha um banco dentro. Exactamente: o BPN. O banco serviu para financiar a compra do British. Um fiasco. Entre 1999 e 2009, o British recuou de uma média anual de 12 mil consultas para cerca de 1800. Entre 2004 e 2007, o presidente do Grupo Português de Saúde foi o economista José António Mendes Ribeiro, o qual, quando saiu do grupo, deixou um passivo de perto de cem milhões de euros.

Pois foi precisamente José António Mendes Ribeiro que o ministro da Saúde, Paulo Macedo, foi buscar para coordenar o grupo de trabalho que vai propor os cortes a aplicar no Serviço Nacional de Saúde.

Isto, que podia ser uma charada dos Malucos do Riso, é o ponto em que estamos.

Caminhamos para onde? Já entenderam e viram quem são estes políticos que nos desgovernam, esperam ainda alguma coisa feita com sentido da parte desta corja de corruptos?!...








sábado, 10 de setembro de 2011

NACIONALISMO E PATRIOTISMO


Nacionalismo e Patriotismo,
São a mesma coisa?
Pense um pouquinho. Vou actuar com nacionalismo ou patriotismo?

O povo tem como missão principal é o desenvolvimento sustentável. E a sustentabilidade traz em seu conceito o respeito ao ambiente, aos recursos, à economia com olhos nas gerações futuras, de modo que os que virão encontrarão meios para ter uma vida com qualidade. E todo esse compromisso sugere vida em uma sociedade justa, pacífica, detentora de poderes e meios democráticos voltados para o bem do coletivo e “felicidade geral da nação”.

Então somos patriotas ou nacionalistas ou ambos?

As definições de nacionalismo e patriotismo, principalmente a primeira, são bastante complexas e contextualizadas em períodos históricos-políticos vigentes.
Simplificando, o patriotismo é considerado mais uma manifestação de amor aos símbolos do Estado, como o Hino, a Bandeira, suas instituições ou representantes. Já o nacionalismo apresenta uma definição política mais abrangente. Por exemplo: da defesa dos interesses da nação antes de quaisquer outros e, sobretudo da sua preservação enquanto entidade, nos campos lingüístico, cultural, etc..contra processos de destruição identitária ou transformação.
O nacionalismo pode ser considerado como doutrina ou filosofia política que prega valores tais como: bem estar social, e que o individuo deve guardar lealdade e devoção à nação. Assim, o Estado nacional é entendido como um conjunto de pessoas unidas num mesmo território por interesses comuns e o nacionalismo como um movimento político que visa uma organização social que se fundamenta na coesão social, a identidade coletiva e a cultura das nações.

Este é o nosso e o vosso caminho, despertai.

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Pornografia fiscal ao mais alto escalão político, estamos sendo "violados"...

Nesta altura do campeonato, é mais ou menos evidente que a distância entre o discurso e as intenções políticas do Dr. Passos Coelho antes das eleições, e as decisões políticas do primeiro-ministro Pedro Passos Coelho, parece agigantar-se. Mas no meio das conjecturas e prelecções que por aí abundam, e que vão transfigurando a figura do Dr. Passos Coelho a meio caminho entre a do usurpador de Massamá e a do tirano de São Bento, afigura-se a prazenteira ideia de que bastava uma mudança de governo, acompanhada do cumprimento tangencial de três ou quatro pontos avulsos do Memorando de Entendimento (MDE, para não repetir o acrónimo do Lourenço), para que todos pudéssemos voltar à mesma vidinha de sempre. É sempre bom não perder de vista o primeiro e o mais rudimentar dos factos: o país não mudou. O atavismo da crise está por aí, vivinho da Silva. De seguida, acrescentemos outro: as «patifarias» do Sr. Eng. José Sócrates, que anda por estes dias a visitar amigos por essa brilhante Europa, deixarão marcas por muitos e bons anos. Terminemos com estoutro: existe um Memorando para cumprir e alguns dos pressupostos que lhe serviram de base – por exemplo, a estimativa da colecta de receita associada à taxa de crescimento do PIB; por exemplo, o défice orçamental real vs. o propalado aquando da assinatura do acordo – obrigam à implementação de medidas que assegurem uma margem de segurança. Depois, há aquelas coisas básicas e chatas, de carácter mais técnico: em matéria de eficácia e de impacto no curto prazo, uma subida de impostos bate aos pontos quaisquer tentativas de fazer descer a Despesa.

Sim, é verdade: estamos mais ou menos lixados. Coisa mais portuguesa não há



Da esquerda à direita, do Altíssimo ao reino de Hades, toda a minha gente grita, sussurra, sonha, acalenta e bebe a solução: «cortar a despesa». Socialistas, trotskistas, comunistas, sociais-democratas, democratas-cristãos, indecisos, mata-mosquitos, vira-casacas e cata-ventos, todos, em uníssono, apontam o caminho: «corte-se na Despesa!» (subentende-se na despesa do Estado). É este o caldo «liberal» onde, hoje em dia, se comprazem os espíritos mesquinhamente práticos dos políticos e intelectuais da paróquia lusa. Fizeram, ao que parece, as contas.Agora, perante o cenário de mais impostos, a solução nunca foi tão unânime: «corte-se na Despesa».
Longe de mim perturbar uma ideia que adquiriu a solenidade severa e salvífica de um dogma. Cortar na despesa? Ó meus amigos: vamos a isso!
Quero, apenas, colocar o pouco dinheiro que me resta numa aposta simples (dispenso a múltipla): no dia em que se anunciar um rol mais ou menos sistematizado e, digamos, transversal, de medidas de «corte na Despesa», a unanimidade mudará de sinal. Nesse dia, eis o que iremos escutar dos mesmíssimos espíritos iluminados:
- Cortar assim, sem critério? Que horror!
- As pessoas não podem ser observadas como números. Que insensibilidade!
- Estas medidas vão conduzir a mais desemprego e recessão!
- O encerramento destes serviços representa um duro golpe no Estado Social!
- A falta de sensibilidade social deste governo é atroz!
- Estas empresas municipais geram emprego e desempenham uma função vital, sem a qual o Estado, por via das autarquias, se demitirá do seu papel social!

Estamos lixados com estes corruptos, agora até temos um "gay" a governar-nos, desculpem esqueci-me que não é assumido, estamos tramados...

Senhas de Presença do Dr. Jorge Sampaio - Fundação Cidade de Guimarães + e não só...‏

Este artigo foi-nos enviado por uma camarada de quem temos muito  apreço, e por isso vamos publica-lo:

É um fartar vilanagem! Volta Padeira de Aljubarrota e traz mais umas pás para distribuir cá p'la malta que está danadinha p?ra dar uma ajuda!
CORRUPTOS! CORRUPTOS! CORRUPTOS!

REPASSO...com desgosto...Onde anda o moral desta gente que, quando falam ninguém os leva presos?!...
Senhas de Presença do Dr. Jorge Sampaio - Fundação Cidade de Guimarães
A desvergonha completa de um antigo PR que, já por o ter sido, tem reforma vitalícia, escritório, carro e motorista. Por acaso também acresce a reforma de advogado reformado bem como a pensão de aposentação completa, por ter sido Presidente da Câmara de Lisboa. Agora ainda acresce mais este vencimento.
PALAVRAS PARA QUÊ? é que há mais vida para além do deficit... como alguém (ele) disse. Lembram-se?
Senhas de Presença do Dr. Jorge Sampaio - Fundação Cidade de Guimarães
Segue em anexo a missiva dirigida a ele, bem como, o recibo de vencimento (isto para quem não acredita)

PRF


Folha salarial da Fundação Cidade de Guimarães

Folha salarial (da responsabilidade da Câmara Municipal) dos
administradores e de outros figurões, da Fundação Cidade de Guimarães, criada para a Capital da Cultura 2012:


-  Jorge Sampaio - Presidente do Conselho de Administração:
14.300 € (2 860 contos) mensais + Carro + Telemóvel + 350 € por reunião
-  Carla Morais
- Administradora Executiva
12.500 €  (2 500 contos) mensais + Carro + Telemóvel + 300 € por reunião
-  João B. Serra
- Administrador Executivo
12.500 € mensais + Carro + Telemóvel + 300 € por reunião
-  Manuel Alves Monteiro
- Vogal Executivo
2.000 € mensais + 300 € por reunião

Todos os 15 componentes do Conselho Geral, de entre os quais se
destacam Jorge Sampaio, Adriano Moreira, Diogo Freitas do Amaral e Eduardo Lourenço, recebem 300 € por reunião, à excepção do Presidente (Jorge Sampaio) que recebe 350 .

Em resumo: 1,3 milhões de Euros por ano (dinheiro injectado pelo Estado Português) em salários. Como a Fundação vai manter-se em funções até finais de 2015, as despesas com pessoal deverão ser de quase 8 milhões de Euros !!!
Reparem bem: Administradores ganhando mais do que o PR e o PM !


Esta obscenidade acontece numa região, como a do Vale do Ave, onde o desemprego ronda os 15 % !!!
Alguém acredita em leis anti-corrupção feita por corruptos?

Assim vai o Estado da nossa amada Nação.... 


domingo, 4 de setembro de 2011

Multiculturalismo e Imigracionismo


Nas últimas décadas a Europa tem acolhido milhões de imigrantes vindos dos mais variados lugares, em especial vindos de países dominados pelo comunismo. O comunismo é tão bom que aqueles que o abraçam se não morrem pelas fomes e pelas guerras são obrigados a fugir à desolação e à escravidão. Como um mal nunca vem só, o discurso dos governantes europeus, geralmente socialistas, a social-democracia é um socialismo, tem sido elaborado no sentido de que a Europa precisa desses milhões de imigrantes para ser mais competitiva e para fazer face à quebra demográfica que desbasta entre nós. Há aqui falácias escandalosas que ninguém quer reconhecer. Todos, mas mesmo todos, aqueles que têm responsabilidades governativas, educativas ou religiosas, refugiam-se sistematicamente na tirania do “politicamente correcto" e do inculcado “pensamento único” para evitar a verdade.

Mais competição económica significa mais horas de trabalho e ordenados mais baixos. Num quadro de globalização como o actual, com as fronteiras amplamente escancaradas a pessoas e bens, para que os vencimentos se harmonizem, forçosamente, em breve os europeus terão salários tão miseráveis como os auferidos na China, que é um colosso de miséria sem fim. Um verdadeiro europeu jamais se submeterá à escravidão pelo simples facto de que não é possível uma pessoa habituada a uma vida condigna, à verdadeira liberdade (não é a falsa liberdade maçónica que nos acorrenta à mediocridade), à posse de propriedade privada e à posse de uma religião que liberta, juntamente com toda a carga de glórias ancestrais. Sabendo disso, os grandes burgueses que se assenhoraram do mundo, os gigantes plutocratas dos negócios financeiros, recorrem a uma ignóbil estratégia, usam e abusam de técnicas macabras e promovem com êxito a substituição da população civilizada mais abastada pela população selvagem mais carenciada.

A Europa há décadas que mergulhou no desemprego, há décadas que perde população, como tal, continuar a importar gentes estranhas é um ridículo suicídio. Ora se não há emprego para os europeus que, infelizmente, muitos, têm que ser sustentados com o dinheiro dos pobres contribuintes através de subsídios mais ou menos vitalícios como é possível defender a colonização da Europa e criar mais uns milhões de pessoas penduradas na subsidio-dependência?!

Se já não há trabalho para os nossos filhos como pode haver trabalho para os estrangeiros com mentalidades e culturas radicalmente opostas? Nas mais diversas tarefas as máquinas actualmente substituem o homem, lançando milhões de europeus na inactividade, é pois loucura injectar na Europa potenciais desintegrados e é mesmo crime desenraizar pessoas que se sabe de antemão que só a escravatura e a dor os espera.

Os imigracionistas desprezam completamente a sorte dos desgraçados que vindos à procura de um futuro encontram um trabalho duro e mal remunerado e que mesmo assim são descartáveis ao fim de algum tempo. Em nome do lucro e de interesses eleitoralistas, o que prova a desonestidade das máfias partidárias, usam-se as pessoas necessitadas de forma desumana, criam-se eternos revoltados, constrói-se um monstro devorador.

O multiculturalismo tão em moda e apelado pelas elites revolucionárias no poder é uma verdadeira arma contra os interesses dos povos europeus, o multiculturalismo serve apenas para que os europeus se deixem colonizar, percam consequentemente a sua identidade e as suas tradições, e não mais possam ter quaisquer desígnios nacionais nem esperança num futuro melhor.

O demo-liberalismo totalitário não aceita opositores às suas falácias e aos seus dogmas, obriga-nos a acreditar que aquilo que nos prejudica e nos mata lentamente é bom para nós. Mas, nem todos atravessamos a vida de olhos fechados. Desgraçadamente à custa de uma máquina poderosíssima de propaganda ao seu serviço, através de todos os meios audiovisuais, as populações afectadas do Ocidente não conseguem ver o grande perigo que nos cerca, não sentem as bombas-relógio alojadas nas capitais europeias onde a pressão dos invasores é maior.

A desordem política, a incoerência individual e o caos social estão a ser fomentados precisamente para que o que resta da Civilização Cristã se extinga e para que as pátrias morram dando o seu lugar a uma Nova Ordem Mundial com um iluminado qualquer, dentro das esferas da plutocracia, a servir de Rei para todos os povos do planeta.

Os europeus têm engolido o engodo, resta saber até quando permanecerão no erro. Tristemente, para agravar tudo os europeus mais vulneráveis e fracos de mente, que são muitos, resolvem imitar os comportamentos mais selvagens que nos são impingidos como “boas ondas” e acreditam que é normal só haver direitos e nenhuns deveres.

Talvez os negros sinais da actualidade despertem as massas para a realidade, até lá continua a alegria bacoca a puxar o Cavalo de Tróia.

Europa federal, alguém quer?


Numa altura em que atravessa nova crise de confiança, a Europa está dividida em dois campos opostos, tendo, de um lado, aqueles que procuram relançar o projecto federalista e, do outro, os que preferem uma fórmula de parceria mais solta, mais britânica. E está difícil de perceber qual das soluções é a melhor.


Detenhamo-nos, por um instante, na opinião (um pouco simplificada e parafraseada) de um político veterano europeu. "A União Europeia morreu, mas viva a Europa. Não vai voltar a haver outro Tratado Europeu. O acordo 'reformador' assinado em Lisboa há três anos foi o ponto mais alto do velho sonho federal.” Temos diante de nós uma oportunidade, não uma derrota. "Ao enterrarmos o mito federal, podemos criar um projecto europeu mais contido e definido, conduzido sobretudo pelos Estados e não por Bruxelas. Podemos criar uma potência europeia muito mais forte e mais prática – uma 'puissance Europe' [potência Europa] que preserve o estilo de vida europeu dos ataques de um sombrio século XXI."
Quem assim falou? A frase “puissance Europe" dá uma pista. O político veterano europeu não é britânico, apesar de as suas ideias se assemelharem às de sucessivos governos britânicos de há mais de meio século. Trata-se de um francês: Hubert Védrine, de 63 anos, ministro dos Negócios Estrangeiros em 1997-2002 e secretário-geral da presidência europeia de François Mitterrand, de 1991 a 1995.
Védrine não expressa apenas as suas opiniões, antes aponta aquilo que considera uma nova realidade política da Europa. E um novo realismo. Mas na verdade, não é nada inteiramente novo. Os governos do continente europeu vêm-se afastando paulatinamente das intenções federais há pelo menos uma década, sem chegarem a quaisquer conclusões coerentes sobre o que deva ser o futuro da “Europa". Vejamos.

Diferentes entendimentos da Europa

A retaliação do Presidente Nicolas Sarkozy em relação às admoestações de Bruxelas a propósito da sua campanha contra os ciganos foi, em parte, apenas típica de Sarkozy. Mas o desejo – ou ânsia – do Presidente francês em atacar a Comissão reflecte um novo entendimento da Europa por parte da França, que percorre o cidadão vulgar mas também a elite governativa francesa.
A chanceler Angela Merkel não cresceu no Mercado Comum, na CEE ou na UE, mas na RDA. Tem uma visão pragmática da Europa, voltada para os resultados. Ao contrário do chanceler Helmut Kohl, nunca aboliria o Deutschmark [marco alemão] para criar o euro, medida de afirmação essencialmente política (e que visava satisfazer os franceses).
Com o imponderado Silvio Berlusconi, a outrora empenhada Itália pró-federal deixou de ter uma visão coerente de Europa. Os outrora federalistas holandeses redescobriram o nacionalismo e viraram-se para a direita populista. A Bélgica permanece fiel a uma Europa federal, mas a Bélgica quase não existe. O Luxemburgo, como manifestou indelicadamente o Presidente Sarkozy, é muito pequeno. Os países da Península Ibérica raramente contribuíram para o debate europeu. Os novos países da Europa de Leste juntaram-se à UE “porque estava à mão". O importante papel da Europa como árbitro na sua atabalhoada corrida para a democracia e a prosperidade é frequentemente esquecido. Poucas vozes, nos Estados do antigo Bloco Comunista, clamam por uma Europa mais federal ou uma Bruxelas mais poderosa.
E a Grã-Bretanha? O programa do Partido Conservador na mais recente eleição falava de reduzir a UE a uma "associação dos seus Estados-membros”: por outras palavras, a um clube inter-governamental, sem tratados nem regras com força de lei. O acordo de coligação com os democratas-liberais, significativamente, não diz nada disso.

Há poucos motivos para os europeus temerem Cameron

Mesmo os recém-eurocéticos franceses e alemães – mesmo Védrine – têm vindo a falar de abordagens intergovernamentais mais flexíveis em matéria de novas políticas europeias (como sejam os negócios estrangeiros e a defesa ou projectos de investigação conjunta ou de política industrial). Não prevêem (ainda) desmontar as regras coercivas do tratado que sustentam o mercado único europeu. Ou o euro. Ou o orçamento da UE. Ou a Política Agrícola Comum.
No entanto, parece que David Cameron não tem muito com que se assustar em relação à Europa de Merkel-Sarkozy-Berlusconi. E há poucos motivos para os europeus, no estado de espírito actual, temerem David Cameron. Se Védrine estiver certo, ele pode até ter uma oportunidade de dirigir a Europa para um modelo mais pragmático, intergovernamental e cooperante e menos ameaçador para a soberania do que a Grã-Bretanha pretendia desde o início. Mas Védrine está certo?
A maior parte do que funciona bem na UE (tão bem que geralmente nem damos por ela) é estatuado por tratados supranacionais: o mercado único alargado, que torna a indústria europeia atractiva para os accionistas estrangeiros; a concorrência aberta, que proporcionou tarifas aéreas europeias baratas. A maioria do que corre mal na Europa – política estrangeira europeia, antes e depois da senhora Ashton – é intergovernamental, não vinculativa nem sancionável.

Crise de fé na UE

No mês passado, passou quase despercebida a formação de um novo grupo, dentro e fora do Parlamento Europeu, que pretende lutar contra a disseminação da heresia “intergovernamental" e pela defesa da velha religião federalista europeia. O grupo foi buscar o nome a Altiero Spinelli, teórico político italiano que é considerado um dos fundadores da abordagem supranacional da Europa que norteia CEE, CE e UE.
Entre os seus membros, incluem-se o anterior presidente da comissão, Jacques Delors, o estudante rebelde franco-alemão que se tornou um eloquente político Verde, Daniel Cohn-Bendit, e o antigo primeiro-ministro belga, Guy Verhofstadt. No seu programa, declara-se: "Em tempos de interdependência e de um mundo globalizado, ficar preso a soberanias nacionais e ao intergovernamentalismo não é apenas lesivo do espírito europeu: é um apego à impotência política.”
Telefonei a Cohn-Bendit e perguntei-lhe o que achava dos argumentos de Védrine. "São um absurdo”, respondeu. "Um manifesto absurdo. Se olharmos onde estão as falhas da Europa de hoje – a regulação financeira, por exemplo, ou as alterações climáticas –, coincidem precisamente com a inépcia dos governos (reunidos no Conselho de Ministros) para chegarem a acordo entre eles sobre as coisas sérias." Cohn-Bendit admite, no entanto, que houve uma mudança radical de atitude nas capitais europeias. Apesar de arrasar Védrine, Cohn-Bendit aceita um dos seus principais argumentos: há uma crise de fé na UE.

Mecanismo dos anos 1950 deixou de funcionar

Os fundadores da UE (e, antes dela, da CEE) acreditaram que os factos europeus impostos de fora criariam um sentido de identidade política europeia. Seria assim possível obter uma democracia de âmbito europeu ("uma união cada vez mais próxima”) e um tipo de governação à escala europeia.
Agora, ao que parece, o mecanismo que foi encetado e posto em marcha nos anos 1950 deixou de funcionar. Mais poder para a UE exigiria mais democracia directa. E nunca os políticos e as burocracias nacionais estariam dispostos a ceder mais democracia directa, porque confere legitimidade e poder. Sem legitimidade, a UE permanecerá longínqua e pouco estimada. E numa tal UE, haverá pouca exigência popular de democracia directa.
Os governos dos Estados-membros mantiveram este dilema durante anos (mesmo durante os supostos Grandes Anos do avanço europeu). Com 27 Estados-membros (e a crescer) e a alteração para atitudes menos comunitárias por parte da Alemanha, França e Itália, é cada vez mais provável que o telhado de vidro que se interpõe a um futuro mais federal seja quebrado.
Védrine é deprimente, mas tem razão. Cohn-Bendit é inspirador, mas está errado. A “união cada vez mais próxima” prometida pelo Tratado de Roma, em 1957, tem mais probabilidades de se tornar, de facto, uma “união nunca mais próxima”. Mas isso não significa que devamos abolir as instituições da UE ou permitir que se desmoronem. Teríamos de enfrentar os mesmos problemas pan-europeus – comércio, imigração, ambiente –, sem uma estrutura nuclear de debate e decisão.

Será o momento de abandonar as instituições europeias?

Védrine fala de reabilitar “a nação" sem revivificar as forças destrutivas do "nacionalismo". Mas através de toda a Europa – da Itália à Bélgica, passando pela Hungria, mesmo a imperturbável Suécia e a França de Sarkozy – algumas das forças mais hediondas do "nacionalismo" estão já em marcha. Será um momento seguro para abandonar as instituições europeias?
Védrine não explica como a sua Admirável Nova Europa pode ser colada à existente, semi construída, mas supranacional. Apesar do que os ingleses possam dizer, o mercado livre europeu não aguentaria um só dia sem as leis e instituições da UE. Védrine não responde também à irrespondível questão de Cohn-Bendit. Os acordos intergovernamentais são, de facto, frágeis e temporários porque os governos são frágeis e temporários. Como empreenderia Védrine novas políticas de defesa, de negócios estrangeiros, industriais e de pesquisa, de modo a não serem uma série de jogos de póquer aleatórios e políticos, mudando ao sabor dos governos?
Algo semelhante ao que Védrine descreve pode vir a acontecer à UE na próxima década. A mudança pode tornar-se uma amálgama incoerente. Ou ser coerente e porfiada, transparente e democrática: uma aceitação formal de que os Estados Unidos de Europa são um sonho impossível e talvez destrutivo, mas que o cerne das instituições supranacionais de tomada de decisão da UE é tão necessário como sempre foi.
Isso significaria um novo tratado da UE. Mas Védrine diz-nos que não há estômago na UE para mais tratados… Há por aí algum político, homem ou mulher, que se chegue à frente?
Esta utopia já deu o que tinha a dar, iremos dar inicio a uma Europa das Pátrias, onde quem governará seremos nós o povo, e os novos governantes eleitos por nós em direcção a um novo conceito de mundo mais harmonioso que este actual, tenho fé...

E agora?


 Este "governo"serve a globalização capitalista gerando as contradições que ou leiloam ou matam a riqueza nacional... a floresta virou uma industria da energia e não só, as praias viraram industrias de energias,e de estrangeiros esquecendo os seus autóctones  os campos de produção agrícola viraram aterros e desertos ou matagais improdutivos e estas " industrias "servem  os países que têm dinheiro para pagar por essa matéria (que está começando a ser adquirida pelos membros ricos da "UE",mas que não têm capacidade primária de produção energética e não só. Se fosse vender energia ou força de trabalho poderíamos aceitar (embora nunca sem dor) mas nesse bolo vende-se nossa cultura que aos poucos é transformada por nossos exploradores em uma neo-colonização que se complexibilizou pois se dá multidimensionalmente por outros países e pelas regiões já domesticadas pelo interesse colonial do nosso próprio pais.
Destroem todos os dias o nosso eco-sistema e a nossa cultura e forma de socialização, embora resista é marginalizada e pouco a pouco assassinada em um novo modo de genocídio que pode parecer lento mais é efectivo, e podemos comprovar isso pelos indicadores económicos e sociais que acabam com a pobreza matando os pobres, criando estes impostos exorbitantes e inconcebíveis, destruindo famílias, que são os alicerces de uma sociedade e cultura de um povo.
Esta política diz proteger as pessoas como protegeria um sobreiro, ou um lince ibérico. Esquecendo que pessoas não são coisas nem animais. Pessoas têm desejos e aspirações e não podem ser levadas de um lado para outro. Não podem ser desterritorializadas porque o território constitui o próprio ser, sua história , seu pertencimento e sua identidade., todo ele é um todo.
Esta forma de desenvolvimento que se esquece ,que  felicidade não tem nada a ver com crescimento do PIB, felicidade tem a ver com condição de dignidade e dignidade tem a ver com autonomia e autodeterminação, qualidades quase impossíveis diante das armas ferozes do capital internacional globalizante actual.